LINK: https://www.youtube.com/watch?v=QpED1KJ5NW
Uma
rede que integra não só os serviços já existentes de suporte à mulher vítima de
abuso e violência doméstica, como também outras ações e programas. A Prefeitura
de Araxá lançou a Rede de Acolhimento à Mulher Vítima de Abuso, dando
continuidade às atividades alusivas ao mês da mulher (março).
A
rede compõe ações, serviços e programas da Secretaria Municipal de Ação Social,
integrando também a Secretaria Municipal de Saúde, além de órgãos judiciários e
de segurança pública.
“O
intuito é justamente acolher essa mulher violentada física ou psicologicamente,
de forma que ela encontre nela mesma força para lidar com essa situação”,
explica Cristiane Mirza Pereira da Silva, coordenadora do Centro de Referência
Especializado na Assistência Social (Creas).
A
rede oferece uma equipe multidisciplinar composta por assistente social,
psicóloga e advogada no Creas, onde serão concentradas as principais atividades
do projeto. Conforme Cristiane, cada profissional tem um papel específico
dentro das suas atribuições de forma fazer com que essa vítima se sinta, de
fato, acolhida e receba orientações sobre como proceder.
“Mas
vale ressaltar que é um trabalho desenvolvido em cima do direito violado. A
rede não substitui o papel da Polícia Militar ou Civil. Então, diante de
qualquer situação de flagrante de ato de violência, ela deve acionar a
polícia”, esclarece.
No
ano passado, conforme dados apresentados pela Patrulha de Prevenção à Violência
Doméstica (PPVD), foram registrados 747 atendimentos. A maioria dessas
ocorrências é de ameaça, agressão e lesão corporal. E o principal agressor é
justamente o companheiro, ex-companheiro ou namorado da vítima.
“E
quando esse tipo de serviço existe, a mulher tem o suporte para buscar ajuda
para se fortalecer e ir atrás dos seus direitos. E além de oferecer essa ajuda
com esses profissionais que atuam dentro do Creas, a gente ainda consegue
integrar outros setores como as polícias e o Judiciário para dar ainda mais respaldo
a essa mulher”, afirma.
A
Rede de Acolhimento à Mulher Vítima de Abuso fica na sede do Creas, na avenida
Imbiara, 900, e o telefone para contato é o 3691-2024.
A autoimagem é importante em qualquer fase. E, com o aumento da expectativa de vida, a tendência é que as pessoas de idade mais avançada e de ambos os sexos passem a se preocupar ainda mais com ela. Tratamentos específicos para o rejuvenescimento e a flacidez são os mais procurados entre esse mundo de opções. Além disso, as tecnologias estéticas acompanham essa tendência e trazem a cada dia muitas inovações.
A vaidade não é uma coisa exclusiva para jovens e os efeitos do tempo possuem solução. Para a biomédica Jéssica Avelino, a pele do rosto é a que mais sofre com esses efeitos. “A face é a parte do corpo que fica mais exposta aos raios solares e aos resíduos de poluição, que são os principais fatores de envelhecimento. Ela também está sujeita a sofrer com efeitos da gravidade e às próprias expressões faciais que causam essas linhas de expressão”.
Por isso, alguns cuidados são cruciais ao longo da vida para reduzir esses efeitos e que começam em casa. “Ingira muita água (cerca de 2l por dia), use protetor solar diariamente de acordo com o seu tipo de pele e hidrate o rosto. Além disso, tente dormir bem e mantenha uma alimentação saudável, com a prática regular de atividades físicas”, sugere a especialista.
Tratamentos aliados!
Ainda de acordo com Avelino, também é possível realizar alguns procedimentos para reverter danos como rugas, manchas, flacidez entre outros. “Os tratamentos possuem funções diferentes, mas geralmente o objetivo deles é bem parecido, como estimular a produção de colágeno e elastina na pele, substâncias da cútis que vão sendo perdidas com o passar dos anos”, explicou.
Entre os mais populares, a biomédica cita a procura pela toxina botulínica (famoso botox) e que garante bons resultados. “Para fins estéticos, esta proteína age na pele como um paralisante muscular, impedindo a contração dos músculos, minimizando as rugas na testa, canto dos olhos, entre as sobrancelhas, no bigode chinês entre outros. Os efeitos duram em média 6 meses e a aplicação pode ser feita novamente”.
Para tratar as manchas de pele e flacidez, os procedimentos mais indicados são o peeling químico e o microagulhamento. “No primeiro, é realizado um processo abrasivo na pele, que começa a descamar e se renova, adquirindo um aspecto mais rejuvenescido. No caso da flacidez, o microagulhamento é uma ótima opção de tratamento. O DermaRoller, rolo com microagulhas capazes de provocar pequenos furos na pele que estimulam a produção de colágeno é utilizado, melhorando o aspecto da flacidez e regenerando a pele”, esclareceu a especialista Jéssica Avelino.
Fonte: Jéssica Avelino é enfermeira e biomédica, especialista em estética corporal e facial avançada. É sócia e atua na Le Clinic, na região da Savassi, em Belo Horizonte (@drajessicaavelino).
Foto: Internet
O secretário de Estado de Saúde, o médico Fábio Baccheretti, afirmou nesta terça-feira (16/3) que, diante do aumento da necessidade de oxigênio para atender ao número crescente de pacientes internados por covid-19 em Minas, já pediu apoio ao Ministério da Saúde para que não haja falta do insumo. Além disso, as empresas fornecedoras de oxigênio ao estado estão fazendo uma reestruturação logística para atender a alta demanda.
“O oxigênio é insumo essencial complexo em relação à logística. A maioria dos hospitais grandes com leitos de CTI utilizam grandes reservatórios de oxigênio. Mas para os leitos que estão sendo criados não dá tempo dessa estrutura, e são leitos com cilindro de oxigênio. A logística desse insumo é complexa, tem que se trocar várias vezes por leito e o paciente Covid exige muito oxigênio. Temos pedido apoio ao Ministério da Saúde em relação a isso já prevendo esse aumento de consumo para que não haja nenhum tipo de falta de suprimento”, afirmou o secretário em coletiva à imprensa.
Baccheretti lembrou que Minas não passa por uma crise de abastecimento do oxigênio, mas que há uma preocupação do Governo do Estado para que não falte o insumo, uma vez que o aumento do número de internações representa um consumo maior do produto. No início no ano, o estado do Amazonas viveu um colapso em sua rede hospitalar devido à dificuldade de reabastecimento.
Insumos
O secretário de Saúde pontuou ainda que o Governo de Minas tem se antecipado e adquirido insumos necessários para o atendimento hospitalar nas regiões mineiras, como o kit de intubação e anestésico, mesmo sendo de responsabilidade das unidades hospitalares a aquisição desses medicamentos.
“Fizemos uma compra recente do kit. Ele é essencial e o hospital tem que comprar na sua rotina. Mas nós, como Estado, compramos uma quantidade para distribuir às regiões que mais faltam porque elas não têm dado informações confiáveis sobre esses medicamentos. É importante lembrar que o Brasil é o epicentro no mundo de Covid. Todos os Estados estão consumindo muito esse medicamento. Entendemos que o Estado deve contribuir para que não haja falta de nenhum insumo”, destacou.