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A
artrose do quadril é uma doença degenerativa crônica, caracterizada
pelo desgaste progressivo da cartilagem articular e pela neoformação
óssea nas superfícies e margens articulares, os famosos “bicos de
papagaio”. A doença reumática é uma das mais frequente do ser humano,
atingindo principalmente idosos, e pode levar à incapacidade física,
como dificuldade para colocar as meias, cortar as unhas, lavar os pés ou
cruzar as pernas.
“A
artrose de quadril é uma das afecções mais incapacitantes do aparelho
locomotor, pois o quadril é uma articulação de carga, com grande
amplitude de movimentos, e mesmo pequenas alterações podem levar a um
déficit funcional significativo”, conta Marco Pedroni, ortopedista
especialista da Sociedade Brasileira do Quadril. Entre as causas da
doença estão a falta de exercícios físicos e a obesidade – fatores
impactados negativamente pela necessidade de isolamento durante a
pandemia.
De
acordo com o especialista, é importante que as pessoas mantenham um
trabalho muscular de alongamento e fortalecimento do quadril para manter
a saúde física de todo o corpo. “Em casos leves, sem necessidade de
cirurgia, é recomendado que o paciente dê início a uma rotina de
atividades físicas de baixo impacto e perca peso”, aponta. “Essas
medidas são apenas maneiras de retardar a progressão da doença e
proporcionar ao paciente um alívio sintomático. Contudo, já melhoram os
sintomas e diminuem os riscos de perda de mobilidade, que é um dos
grandes problemas da artrose”, explica.
Para
casos mais graves, existe também a possibilidade cirúrgica, que
apresenta ótimos resultados na resolução de dor e funcionalidade de
pacientes com artrose de quadril avançada. “Para uma decisão assertiva
sobre qual será o melhor procedimento para o paciente, é importante
realizar uma avaliação completa envolvendo um ortopedista especialista
em Cirurgia do Quadril”, complementa Marco Pedroni.
Confira 5 dicas para amenizar os problemas e as dores causadas pela artrose do quadril:
A Prefeitura de Araxá recebeu uma remessa de 720
doses do imunizante contra a Covid-19 que serão destinadas à vacinação de
idosos e profissionais de saúde. A remessa foi encaminhada pela Superintendência
Regional de Saúde de Uberaba na segunda-feira (15). A vacinação desta nova fase
aconteceu a partir da quarta-feira (17). Até o momento foram imunizadas 6.281
pessoas na cidade de Araxá.
De acordo com a secretária municipal de Saúde,
Diane Dutra, Araxá está seguindo as determinações dos planos Nacional e
Estadual de Imunização que designaram essa remessa a idosos acima de 75 anos e
profissionais de saúde, porém, a quantidade de vacinas não será suficiente para
atingir o número total deste público.
“Estamos fazendo um planejamento para evitar filas
nas Unidades de Saúde, já que não teremos doses suficientes para atender toda a
demanda definida pelo Governo Federal e Governo do Estado. A quantidade de
vacina encaminhada não irá atender 60% deste público. Portanto, à medida
em que formos recebendo as doses, conseguiremos escalonar os grupos
prioritários, sempre seguindo as determinações do Plano Nacional e Estadual de
Imunização”, explica.
Uso de chupetas e hábito de mão na boca favorecem contágio por Covid e podem gerar outros problemas
Dedo na boca e uso indiscriminado de chupetas podem favorecer mais o grau de contaminação do novo coronavírus. “Se a criança faz uso de chupeta e vira e mexe está com dedo na boca, isso significa que é um respirador bucal, o que oferece mais riscos de uma contaminação por Covid”, adverte o Prof. Plácido Menezes, cirurgião-dentista e especialista em doenças do sono.
Além da ameaça de contaminação, estes hábitos, segundo o professor, podem atrapalhar a mastigação, a dicção e o desenvolvimento da face. “Estas práticas proporcionam problemas estéticos, tanto dentários, como faciais e causam deformações ósseas. A face não se desenvolverá adequadamente, assim como os arcos dentários também não evoluirão na plenitude”, alerta o especialista.
De acordo com o cirurgião-dentista, o ideal é aproveitar este período de pandemia para coibir estes hábitos, tirando a chupeta pouco a pouco, assim como a mania das crianças levarem os dedos às bocas.
Prof. Plácido Menezes
Além de cirurgião-dentista, o Prof. Plácido Menezes é expert em distúrbios do sono e ortodontia.
Mestrando em Farmacologia pela Faculdade de Medicina da Unicamp (SP), é membro integrante da Associação Brasileira do Sono (ABS) e da Associação Brasileira da Odontologia do Sono (ABROS), além de atuar como professor da Uniface Academy, além de ter ministrado aulas em faculdades como a Unoeste, de Presidente Prudente, interior de São Paulo e Uninga, de Campo Grande (MS).
Atualmente, Prof. Plácido Menezes é dono da Clínica ASF Odontologia, situada em Campo Grande, capital do Mato Grosso do Sul.