terça-feira, 16 de março de 2021

Doença evitável é a terceira causa de morte por câncer entre as mulheres no mundo

 


Março é mês de prevenção do tumor de colo uterino; 90% das mortes ocorrem em países de média a baixa renda

 

Anualmente, cerca de 311.000 mulheres morrem por câncer de colo uterino, sendo que aproximadamente 90% dessas mortes ocorrem em países de média a baixa renda. No panorama global atual das neoplasias malignas, o tumor é o quarto tipo de câncer mais comumente diagnosticado entre as mulheres, e a terceira causa de morte por câncer entre elas. No Brasil, o Instituto Nacional do Câncer estima para o triênio de 2020 a 2022 uma média de 16.000 novos casos de câncer de colo uterino por ano, representando o terceiro câncer mais comum entre as mulheres brasileiras. De acordo com o oncologista Leonardo Roberto da Silva, do Grupo SOnHe – Sasse Oncologia e Hematologia, apesar desse cenário, o câncer de colo uterino é uma doença evitável. “Além disso, é potencialmente curável, quando diagnosticado precocemente e tratado de forma adequada”.

 

O câncer de colo uterino é causado por uma infecção viral sexualmente transmissível. O vírus responsável é chamado papilomavírus humano (HPV), um vírus de DNA que apresenta mais de 200 sorotipos. Dentre eles, 14 tipos são causadores de câncer, sendo denominados de alto risco. “Os tipos mais comumente associados ao câncer de colo uterino são o 16 e o 18, responsáveis por cerca de 70% dos casos desse tipo de câncer. A grande maioria das pessoas será infectada pelo HPV em algum momento da vida, sendo o maior pico de infecção logo após o início da vida sexual ativa. Além disso, sabe-se que algumas pessoas sofrerão infecções repetidas”, explica o oncologista.

 

Frequentemente, a infecção pelo HPV sofre resolução espontânea, em um período que pode chegar a dois anos. No entanto, em alguns casos, a infecção pode persistir e levar ao desenvolvimento de lesões precursoras e, eventualmente, o câncer de colo uterino. “O tempo médio entre a infecção e o desenvolvimento do câncer de colo uterino é de 15-20 anos. Existem alguns fatores que estão associados ao aumento do risco de persistência da infecção pelo HPV e, consequentemente, do desenvolvimento do câncer. São eles: deficiências do sistema imune, tabagismo (ativo e passivo), e concomitância de outras infecções sexualmente transmissíveis (como gonorreia e clamídia)”, esclarece o médico.

 

Estratégias de prevenção

 

Segundo o oncologista, é possível reduzir o número de novos casos da doença e, em última instância, reduzir também o número de mortes causadas pelo câncer em questão. “A prevenção do câncer de colo uterino envolve a tomada de ações com o objetivo de reduzir o risco de desenvolvimento da doença. A primeira delas  é a prevenção da infecção pelo HPV com a vacina quadrivalente, introduzida no Programa Nacional de Imunização (PNI) no ano de 2014, recomendada para meninas com idade entre 9 e 13 anos e para meninos com idade de 11 a 13 anos. Elas são capazes de prevenir mais de 95% das infecções pelo HPV tipos 16 e 18, mas também oferecem proteção cruzada com outros tipos menos comuns. As vacinas contra o HPV são bastante seguras. A segunda estratégia  baseia-se no rastreamento do câncer de colo uterino. O objetivo é detectar lesões precursoras de câncer ou mesmo o câncer, porém nos seus estágios mais iniciais. Atualmente, dispomos de três medidas para rastreamento: a. exame de Papanicolaou; b. inspeção visual do colo uterino com aplicação de ácido acético; c. exame para detecção de infecção por HPV de alto risco. A recomendação da OMS é de que todas as mulheres sejam submetidas a no mínimo um exame de rastreamento entre os 30 e 49 anos de idade”, explica.

 

No ano de 2020, a Organização Mundial da Saúde (OMS) lançou uma campanha mundial para o aceleramento da eliminação do câncer de colo uterino, com o compromisso de 194 países para a adoção de medidas que visam atingir esse objetivo. Tais medidas devem ser atingidas até o ano de 2030, com o objetivo de atingir uma incidência de no máximo 4 casos por 100.000 mulheres, fazendo com que o câncer de colo uterino deixe de ser um problema de saúde pública. Em estudo publicado recentemente, com base em uma análise de 78 países de baixa e média renda, estimou-se que, caso as metas da OMS sejam alcançadas, até o ano de 2120 serão evitadas quase 61 milhões de mortes por câncer de colo uterino. Ao longo dos próximos 10 anos, quase metade das mortes evitadas ocorreria na África sub-Sahariana.  


O programa da OMS para o aceleramento da eliminação do câncer de colo uterino envolve três medidas: cobertura de vacinação de 90% das meninas até os 15 anos; cobertura de rastreamento do câncer de colo uterino de 70%, aos 35 anos e aos 45 anos, com testes adequados e de qualidade e, garantia de que 90% das mulheres com doença de colo uterino (lesões precursoras ou câncer) recebam tratamento adequado e em tempo hábil. “Em 2020, pesquisadores publicaram uma análise de modelos estatísticos considerando 78 países de baixa e média renda para a avaliação dos resultados de longo prazo da associação da vacinação contra HPV ao rastreamento. Estimou-se que quando realizada apenas a vacinação, 60% dos países atingiriam uma incidência de até 4 casos/100.000 mulheres (o alvo definido pela OMS). A combinação com o exame de rastreamento elevou essa porcentagem de países para 99%. Além disso, a eliminação do câncer de colo uterino seria alcançada 11-31 anos antes com a estratégia combinada (vacinação + rastreamento), quando comparada à vacinação apenas. Ou seja, uma combinação potencial de reduzir significativamente o impacto do câncer de colo uterino no mundo”, finaliza Dr. Leonardo.

 

* Leonardo Roberto da Silva, formado em Oncologia Clínica pela Universidade Federal Minas Gerais, é oncologista do Caism/Unicamp, com função docente junto aos residentes em Oncologia Clínica da Unicamp. É mestre em Oncologia Mamária pela Unicamp e doutorando na área de Oncologia Mamária pela FCM-Unicamp, com extensão na Baylor College of Medicine – Houston/Texas, EUA.  É membro titular da Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica (SBOC), da Sociedade Americana de Oncologia Clínica (ASCO) e da Sociedade Europeia de Oncologia Clínica (ESMO). Leonardo faz parte do corpo clínico de oncologistas do Grupo SOnHe –  Sasse Oncologia e Hematologia e atua no Radium Instituto de Oncologia, no Hospital e Maternidade Madre Theodora e no Hospital Santa Tereza. 

 

Sobre o Grupo SOnHe

O Grupo SOnHe - Sasse Oncologia e Hematologia é formado por oncologistas e hematologistas que fazem atendimento oncológico alinhado às recentes descobertas da ciência, com tratamento integral, humanizado e multidisciplinar no Hospital Santa Tereza, Radium Instituto de Oncologia e Madre Theodora, três importantes centros de tratamento de câncer em Campinas, e na Santa Casa de Valinhos.  O Grupo oferece excelência no cuidado oncológico e na produção de conhecimento de forma ética, científica e humanitária, por meio de uma equipe inovadora e sempre comprometida com o ser humano. O SOnHe é formado por dez especialistas sendo cinco deles com doutorado e três com mestrado. Fazem parte do Grupo os oncologistas André Deeke Sasse, David Pinheiro Cunha, Vinícius Correa da Conceição, Vivian Castro Antunes de Vasconcelos, Rafael Luís, Susana Ramalho, Leonardo Roberto da Silva e Higor Montovani e os hematologistas Bruno Kosa Lino Duarte e Sonia Iantas. 

 

Saiba mais: no portal www.sonhe.med.br  e nas redes sociais @gruposonhe.

 

Imunidade contra Covid-19 no Brasil só deve ser alcançada em janeiro de 2022

 


Em evento online promovido pela Anahp, profissionais de saúde abordaram as perspectivas da vacinação no país; ritmo preocupa especialistas do setor

Após um ano da chegada da pandemia no Brasil, menos de 5% dos grupos prioritários da população foram vacinados, de acordo com o Coronavirusbot, que compila informações das secretarias estaduais de saúde. A porcentagem correta para se atingir a imunidade coletiva da doença ainda é desconhecida, mas segundo o fundador da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), Gonzalo Vecina, caso o país continue no ritmo lento de vacinação, só alcançará esse feito em janeiro de 2022. Para discutir o assunto, que é de fundamental importância para a sociedade neste momento, a Associação Nacional de Hospitais Privados (Anahp) promoveu uma edição do Anahp AO VIVO com o tema "Vacinação: cenários e perspectivas". O debate completo pode ser visto no canal da associação no Youtube (https://www.youtube.com/watch?v=lC3IBxpePpY&t=762s).

O evento online contou com a participação de Vecina; Paulo Chapchap, conselheiro da Anahp e diretor geral do Hospital Sírio-Libanês; Sidney Klajner, presidente do Hospital Israelita Albert Einstein; e Miguel Giudicissi Filho, diretor médico científico da União Química Farmacêutica Nacional S/A; e a moderação de Ary Ribeiro, editor do Observatório Anahp e CEO do Hospital Infantil Sabará.

De acordo com Vecina, que também é professor da Faculdade de Saúde Pública da USP, se os imunizantes das farmacêuticas Janssen e Pfizer, que estão em negociação com o governo federal, também forem autorizados, ao lado das vacinas já aprovadas do Butantan e da Fiocruz, há chances de o país obter em torno de 100 milhões de doses rapidamente. "Isto permitiria que a imunidade de rebanho fosse alcançada em setembro ou outubro deste ano, o que é um grande avanço", explicou. O especialista disse que o país é referência no assunto e, atualmente, é o maior produtor mundial de vacina contra a febre amarela, por exemplo. "O Brasil perdeu um pouco da capacidade de produção no decorrer dos anos, mas ainda conta com instituições importantes, como Butantan e Fiocruz que, a meu ver, salvaram o país com as vacinas contra a Covid-19", opinou.

Para Chapchap, as medidas de segurança, tão ressaltadas pelos especialistas de saúde durante a pandemia, como usar máscara, manter o distanciamento social e higienizar as mãos, são a base para o controle da disseminação da doença. Ele afirmou que, como um dos líderes da área da saúde, às vezes, fica frustrado pela incapacidade de mobilizar a população em prol de um comportamento responsável. "As pessoas ainda não conseguiram entender a importância dessas premissas. Não se trata de uma construção de robô para andar em Marte e sim de medidas básicas. Não conseguimos nos conectar com o cérebro das pessoas, para que elas mudem o comportamento e, assim, não morram e não matem outras pessoas".

Ainda de acordo com Chapchap, se o Brasil aceitar os riscos e investir corretamente em ciência e tecnologia, ele terá capacidade de desenvolver vacinas e de ser tão admirado nesse quesito quanto outros países. "É preciso olhar para isso com atenção, uma vez que esta não será a nossa última pandemia e já sabemos o efeito econômico e social gigantesco que ela pode causar. Claro que há instituições analisando o cenário com muita seriedade, mas é preciso persistir nesse ponto, após os efeitos catastróficos da pandemia", reforçou.

Complementando o tema, Klajner, relembrou que o enfrentamento da pandemia mostrou a falta de investimento do país na parte de pesquisa, equipamentos e insumos e que, no momento da escassez, a mobilização aconteceu no âmbito público e privado, por meio de parcerias e diversas iniciativas. "O setor privado tem capacidade de ajudar, não apenas no sentido de ser facilitador da compra de vacinas, mas, principalmente, em toda a estrutura para imunização: gestão, capilaridade, capacidade logística, produção de insumos e estabelecimento de modelos de decisões ágeis. Estamos falando do setor particular como uma via que pode agregar no programa de vacinação, assim como fez na distribuição de testes no começo da pandemia, ajudando no plano nacional de uma forma a torná-lo um sistema único de imunização", reforçou.

O especialista também acredita que o Brasil é um grande exemplo em vacinação e que poderia utilizar experiências anteriores para uma melhor atuação durante a pandemia de Covid-19. "Precisamos lembrar que a vacinação de cerca de 90 milhões de pessoas em três meses aconteceu no ano de 2010 no Brasil, um ano após o começo da epidemia de H1N1. Poderiam ter utilizado essa capacidade contra a pandemia de Covid-19", disse.

Miguel Giudicissi Filho ressaltou que cerca de duas mil pessoas estão falecendo por dia pela doença causada pelo coronavírus, mas que se o país já tivesse vacinado metade da população, estaria salvando mil desses óbitos por dia.

A União Química é a maior fornecedora de anestésicos na pandemia e está no processo de trazer a vacina russa, a Sputnik, para o Brasil. "A fábrica que será responsável pela futura produção fica em Brasília e está no aguardo de dois biorreatores de 500 litros que devem chegar até o começo de maio. A Rússia já realizou estudo de fase 3 com 40 mil voluntários e publicará o resultado até o final de março. Inclusive, já publicou duas pesquisas robustas sobre a vacina, com 10 mil e com 20 mil voluntários", contou. Outro dado importante é que a União Química perdeu 70% de vendas de itens como antigripais e xaropes para tosse na pandemia. "Isto comprovou a eficácia do uso das máscaras, visto que o fato de as pessoas aderirem à proteção e manterem a higienização e o distanciamento social, evitou gripes e outras infecções virais", contou Miguel.

Ribeiro também aproveitou a oportunidade para defender a produção de vacinas e as medidas de segurança implementadas durante a pandemia. "Devemos fazer de tudo para obtermos mais imunizantes seguros e eficazes e não podemos desestimular a aplicação das vacinas, que é o que vemos com o avanço de diversos movimentos. É necessário confiar na ciência, continuar com o uso de máscaras e manter o isolamento social", reforçou.

Klajner finalizou dizendo que seguirá trabalhando e sendo otimista, apesar da situação. "Acredito que, a partir do segundo semestre, o cenário pode mudar, visto que alguns laboratórios estão com vacinas em fase de testes e podemos ter uma melhora na escassez de imunizantes", contou. Miguel Giudicissi Filho reforçou que a Covid-19 é só a ponta do iceberg. "Temos um problema grave e muito sério de não-vacinação no país, do aumento de casos de febre amarela e da época de gripe que deve chegar logo. As pessoas precisam entender que o imunizante é a principal solução para interromper a pandemia, além das recomendações sanitárias. Já vimos muitas pandemias serem combatidas com as vacinas e, com certeza, teremos muitas outras epidemias nos assustando. Mais do que nunca, a informação e a ciência são os melhores remédios para combatê-las", finalizou.

UNIARAXÁ INFORMA:

 

LINK:  https://www.youtube.com/watch?v=QpED1KJ5NW


CBMM INFORMA:

 

LINK:  https://www.youtube.com/watch?v=QpED1KJ5NW


Março Amarelo Mitos e Verdades sobre a Endometriose

 


A endometriose é uma doença complicada que afeta cerca de 10% de pessoas com útero e em idade fértil.  O Endométrio é o tecido que envolve a parte interna do útero que o deixa preparado para receber a gestação quando há a fecundação. Quando não há a fecundação do óvulo durante o período fértil da mulher, não ocorre a gravidez. Desta maneira, o corpo elimina, pela menstruação, esse endométrio que estava preparado e aumentado de tamanho para receber o embrião. Quando essa descamação ocorre de maneira errada, o tecido pode subir ao invés de descer e se alojar perto das trompas, útero e ovários, causando inúmeros problemas para as mulheres como fortes cólicas no período menstrual, dores durante a relação sexual e dificuldade para engravidar. Veja abaixo alguns mitos e verdades sobre a doença:


A endometriose é uma cólica menstrual forte?


Mito. A cólica é um dos sintomas da endometriose, muitas mulheres têm cólicas intensas antes, durante e depois da menstruação. Além das cólicas, a endometriose pode causar dor para urinar, dor pélvica crônica, dor nas costas, nas pernas e nos ombros. ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀
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A endometriose é uma doença genética? 


Talvez. Se a mãe ou a irmã de uma mulher possui a doença, ela tem o risco de desenvolver a doença. ⠀⠀⠀⠀⠀


Não é possível reverter a doença? 


Mito. A endometriose não tem cura, mas pode ser superada com tratamento clínico, controlando os sintomas com medicamentos, ou cirúrgico, removendo as lesões profundas.


O uso prolongado de anticoncepcionais pode “mascarar” a doença?


Verdade. Quando contínuo, o uso de pílula anticoncepcional pode encobrir a existência da endometriose. Afinal, anticoncepcionais muitas vezes são indicados como tratamento e controle dos sintomas.


Dr. Domingos Mantelli, ginecologista e obstetra - autor do livro “Gestação: mitos e verdades sob o olhar do obstetra”. Formado pela Faculdade de Medicina da Universidade de Santo Amaro (UNISA) e residência médica na área de Ginecologia e Obstetrícia pela mesma instituição. Dr. Domingos Mantelli tem pós-graduação em Ultrassonografia Ginecológica e Obstétrica, e em Medicina Legal e Perícias Médicas. 

Cresce número de mulheres no Agronegócio

 


O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento - MAPA, por meio do programa Agro Mais Mulher, divulgou dados sobre o trabalho das mulheres no campo. Cerca de 947 mil propriedades rurais, no Brasil, são coordenadas por gestoras. Dessas, 57% estão na região Nordeste; 14% no Sudeste; 12% no Norte; 11% no Sul; e 6% no Centro-Oeste. Ao todo, são 30 milhões de hectares administrados por mulheres no país. 


O MAPA, que é apoiado pela WTK — O Seu Banco Agro, em parceria com a Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária) e o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), identificou essas informações a partir do Censo Agropecuário de 2017. Ainda, destacou que, entre as proprietárias rurais, 50% das atividades econômicas estão relacionadas à pecuária; 32% à produção de lavouras temporárias; e 11% à produção de lavouras permanentes. 



Segundo dados oficiais, mulheres são responsáveis por 19% das propriedades rurais do país. Porém, algumas pesquisas recentes, como a da ABMRA (Associação Brasileira de Marketing Rural e Agronegócio), mostram que esse número continua subindo, podendo chegar a 30%. “As mulheres estão ocupando um espaço importante no campo. Quando não são donas de propriedade, elas administram a produção com a família ou estão sendo preparadas para isso”, relata a economista da WTK — O Seu Banco Agro. 


Dana Meschede, da ‘Dana Agro’, que presta serviços de consultoria e palestras para produtores do agronegócio, é uma dessas mulheres que ocupam setores importantes do meio. Além da consultoria, a empresa de Dana industrializa e comercializa suas próprias tecnologias desenvolvidas em anos de pesquisa, trazendo inovação ao mercado. A engenheira agrônoma conta que a maioria dos seus clientes são homens, mas já enxerga uma mudança desse cenário. “A participação da mulher no agro vem crescendo. Me formei em 1996, quando se formaram quatro mulheres. Já nas turmas que ministrei aulas, nos últimos anos, mais de 50% dos alunos eram mulheres. Hoje, também, tem mulheres ocupando altos cargos em multinacionais”, conta Dana


O Banco do Agronegócio do Brasil também segue essa tendência. “Na WTK Agro, a diretoria do banco é composta por mulheres e a presidente da fintech veio do agronegócio,” conta a economista. Neste 8 de março, a fintech homenageia as mulheres que movimentam a economia do agronegócio em todas as suas esferas, das produtoras às empresárias. 

CBMM INFORMA:

 

LINK:  https://www.youtube.com/watch?v=QpED1KJ5NW