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quinta-feira, 18 de março de 2021
Secretaria de Saúde descentraliza atendimentos à mulher e à criança em Araxá
Visando descentralizar os serviços
e evitar aglomerações, a Secretaria Municipal de Saúde disponibiliza os
atendimentos de pediatria, ginecologia e obstetrícia entre as Unidades de
Saúde.
Até então, os atendimentos voltados à saúde da
mulher eram concentrados no Centro de Atendimento à Mulher (CAM) e a pediatria
no Centro de Atendimento à Criança (CAC).
“Nós achamos prudente e importante voltar esse
atendimento para as unidades para impedir a circulação de pessoas. Dessa forma,
evitamos o fluxo de pessoas nos ônibus e em um mesmo local onde antes o serviço
ficava todo concentrado”, explica a secretária municipal de Saúde, Diane Dutra.
Os atendimentos pediátricos de queixas foram
distribuídos na Uninorte e Unileste. Fora da Onda Roxa, nessas duas unidades
também são oferecidos atendimento de puericultura, ou seja, acompanhamento dos
primeiros meses de vida da criança.
Já em relação à saúde da mulher, durante a Onda
Roxa os atendimentos com obstetra ou ginecologista estão sendo feitos na
Uninorte e Unileste. Fora da Onda Roxa, a Unioste e a Estratégia de Saúde da
Família (ESF) Max Neumann também oferecem atendimento com obstetra.
“Hoje a nossa proposta de trabalho é a
prevenção de doenças. Então, se percebeu qualquer diferença no corpo, teve
algum sintoma relacionado a doenças, mesmo na Onda Roxa, procure imediatamente
atendimento médico. Agora, se a queixa for relacionada à síndrome gripal, o
paciente deve ir diretamente para a Unisul, que agora funciona de domingo a
domingo”, reforça Diane.
Força-tarefa e call center contra a Covid-19 em Araxá
Uma estrutura criada para receber e apurar as
denúncias de aglomeração, falta do uso de máscara ou qualquer outro
descumprimento das medidas de restrições e isolamento social de prevenção e
combate à Covid-19. A Prefeitura de Araxá anunciou a implantação de call center
e uma força-tarefa para o diminuir a velocidade de transmissão do coronavírus
no município e aumentar a fiscalização.
As denúncias são realizadas pelo Disque-denúncia (34) 9.9257-1122. O serviço
funciona diariamente, 24 horas por dia. Os números de casos de Covid-19
cresceram muito nos últimos dias em todo o país. O Governo de Minas classificou
Araxá e outros 26 municípios da macrorregião do Triangulo Sul na Onda Roxa, a
classificação mais severa do Programa Minas Consciente. O município tem
atualmente cerca de 90% dos leitos de UTI ocupados e 77,7% das unidades clínicas
com pacientes em tratamento.
O call center é uma central de atendimento que tem como objetivo criar uma
relação direta entre o cidadão e a instituição pública ou privada,
principalmente por meio de ligações telefônicas.
“Infelizmente, tem pessoas que ainda não perceberam a gravidade do problema que
vivemos. Queremos sair dessa classificação da Onda Roxa na macrorregião,
reduzir a ocupação dos leitos e tentar voltar o mais próximo da realidade. Por
isso, essa força-tarefa, essa fiscalização ostensiva, é essencial para redução
do número de casos e flexibilização futura das restrições”, destaca o prefeito
Robson Magela.
Ao todo, serão 10 veículos para fiscalização, sendo
sete alugados e três de frota própria do município. “Serão 126 servidores nesta
força-tarefa, sendo 86 da vigilância sanitária na fiscalização e 40 atendentes.
Serão 24 horas por dia de trabalho. O aumento das infecções tem muito a ver com
o aumento das aglomerações, “afirma o secretário municipal de Governo,
vice-prefeito Mauro Chaves.
“Por isso que nosso principal foco é o combate às
aglomerações. Essa fiscalização tem o papel de fazer o serviço, não de
truculência, mas educativo. O vírus só circula se as pessoas circulam. Se não
há aglomeração, não há disseminação do vírus”, acrescenta Mauro.
Segundo o coordenador-geral da Força-Tarefa, major
Paulo Roberto Arduini, inicialmente serão três meses de trabalho. “Todos os
dias da semana, 24 horas por dia, nossa equipe realizará essa ação de
fiscalização e orientação da população. Vamos fazer as notificações e, caso
necessário, multas para reincidentes.
COLUNA DO LUIS BORGES:
Espero que você esteja percebendo em suas caminhadas pela cidade de Belo Horizonte a grande quantidade de placas com os dizeres “Aluga-se” ou “vende-se” em imóveis diversos. Após um ano de pandemia o mercado imobiliário também busca se reposicionar estrategicamente dentro da lei da oferta e da procura nesse momento tão ruim da economia brasileira.
Quem já precisou de alugar um imóvel residencial – casa, apartamento, barracão – ou comercial – sala, loja, galpão – sabe bem das exigências que um locatário/inquilino deve atender. É por isso que chama a atenção dos mais atentos um anúncio de aluguel colocado na frente de uma loja numa das ruas mais movimentadas do bairro Santa Efigênia, na zona leste de Belo Horizonte. A descrição do imóvel mostra que trata-se de uma loja de 50m² com mezanino de 30m², uma vaga em frente à entrada para estacionamento de veículo, aluguel mensal de R$2.500,00 acrescido do IPTU de R$120,00. O proprietário solicita um locatário com renda mensal de R$8.000,00 e não é preciso fiador/avalista. Mas o que fica para ser dito por último pela imobiliária é que existe a necessidade de se fazer um Seguro Fiança que pode variar de 9% a 16% do valor do aluguel, o que depende de qual seguradora vai aprovar o cadastro do potencial locatário. Só ai fica claro que não é preciso fiador porque ele foi substituído por outra modalidade de garantia para o locador que, no caso, é o Seguro Fiança.
Será que essa loja vai ser alugada rapidamente após esse ano de pandemia que hoje esta em seu pior momento? Aliás, estima-se que cerca de 20% dos imóveis comerciais estão fechados em Belo Horizonte à espera de um novo inquilino, mesmo com os preços dos aluguéis semelhantes aos de um ano atrás ou até bem menores. Vale lembrar que muitos locatários conseguiram descontos de até 50% no valor de seus aluguéis por um determinado período no início da pandemia através de negociações bem como a troca do índice usado para reajustar os valores dos contratos renovados com o uso do IPCA no lugar do IGPM, que aliás, chegou a 28,95% em fevereiro desse ano.
Como deve estar sendo o posicionamento de muitas das pessoas que investiram na aquisição de imóveis para serem alugados na expectativa de que gerariam um complemento financeiro para os proventos da aposentadoria? Imaginemos o que é ter, de repente, um imóvel desocupado pois o inquilino não consegue mais pagar o preço contratual enquanto o proprietário não renegocia nada, na certeza de que não pode fazer nenhuma concessão para não prejudicar seu próprio orçamento. O inquilino devolve o imóvel e o proprietário, além de ficar sem o dinheiro do aluguel – mesmo pagando 15 % de imposto de renda e 10% de taxa de administração da imobiliária – ainda tem de arcar com o IPTU e o condomínio no caso de um edifício, por exemplo.
Não tenho a pretensão de esgotar o assunto, mas reflita um pouco sobre o que você faria se estivesse numa situação como a descrita aqui.
LUIS BORGES É ARAXAENSE E ENGENHEIRO
Em 300 dias(10 meses): 2 mulheres fizeram história na tecnologia e medicina
A 1ª vacina contra covid-19 só foi possível graças a Húngara Katalin Karikó e o 1ª aplicativo para UTIs que otimiza a vida de médicos e pacientes foi criado por médica brasileira, Clarice Costa, e já tem mais de 1000 downloads.







