sexta-feira, 19 de março de 2021

Sertões e CBMM anunciam parceria para as próximas temporadas

 

Em jornada rumo à eletrificação, Sertões firma parceria com empresa brasileira líder na tecnologia do nióbio e reforça posicionamento sustentável


 

19 de março de 2021 – Sertões e CBMM aceleram juntas para um evento já conhecido dos brasileiros, mas que promete trazer muitas novidades a partir da edição de 2021. A parceria entre as empresas, além de garantir a adoção de tecnologias mais sustentáveis, ampliará o debate sobre o desenvolvimento de novas soluções no segmento automotivo, reforçando o pioneirismo do Brasil nesta frente.

 

“O Sertões é o maior rali das Américas e estamos em busca de ser um evento cada vez mais sustentável. Este ano, será uma edição inovadora, pois, além de zerarmos o carbono de toda a prova, celebramos a entrada de parceiros estratégicos como a CBMM, que vão nos ajudar no processo de eletrificação do Sertões. Em 2021, teremos o teste do veículo híbrido que conta com desenvolvimento da Giaffone Racing em parceria com a CBMM. Nossa meta é estrear a categoria híbrida em 2022, ano da 30ª edição do Sertões e do Bicentenário da Independência do Brasil”, garante Joaquim Monteiro de Carvalho, CEO do Sertões.

 

“Temos tradição no desenvolvimento de tecnologias mais sustentáveis por meio de grandes projetos que envolvem o automobilismo no mundo. Encontramos no Sertões uma grande sinergia com nossa estratégia de investir em ações multiplataformas, que agregam inovação e legado socioambiental.”, explica Giuliano Fernandes, Head de Marketing e Comunicação da CBMM.

Para levar ao Sertões tecnologia de ponta, a CBMM atua junto com a Giaffone Racing para o desenvolvimento de veículos pioneiros, que contarão com produtos de nióbio em suas estruturas, o que garante mais resistência, leveza, potência e economia de combustível. Além disso, há investimentos em modelos com motorização hibrida e 100% elétrica.

 

Muito mais que uma competição off-road, o Sertões reforçará, a partir deste ano, ações focadas em legado e de promoção ao turismo sustentável em todas as regiões do país. Entre as iniciativas se destaca a neutralização da pegada de carbono do projeto, por meio da plataforma Moss Earth, uma das mais conceituadas neste segmento. A saga também contará com duas novas categorias: uma para carros híbridos e outra para veículos movidos a etanol.

Enquanto isso, no backstage para 2022, o Sertões segue sua jornada rumo à eletrificação. A série pretende aproximar o país da transformação da matriz energética mundial, com testes de veículos 100% elétricos. Se as competições antecipam inovações, o futuro dos carros elétricos pode estar mais próximo do que se imagina.

 

Sobre o Sertões

O Sertões é o maior rali das Américas. Esta história começou em 1993, quando a primeira edição teve largada em Campos do Jordão (SP) e chegada em Natal (RN). Este ano, a prova realiza sua 29ª edição, voltando às suas origens, uma vez que a largada acontecerá no Rio Grande do Norte. Em 2021, o Sertões conta com mais uma novidade: pela primeira vez será 100% disputado no Nordeste.

Sobre a CBMM

Líder mundial na produção e comercialização de produtos de Nióbio, a CBMM possui mais de 400 clientes, em mais de 50 países. Sediada no Brasil, com escritórios e subsidiárias na China, Países Baixos, Singapura, Suíça e Estados Unidos, a companhia fornece produtos e tecnologia de ponta aos setores de infraestrutura, mobilidade, aeroespacial e energia. Fundada em 1955, em Araxá, Minas Gerais, a CBMM conta com um programa de tecnologia que amplia as aplicações do Nióbio e contribui para o crescimento e diversificação deste mercado. Em 2019, a companhia investiu na 2DM, empresa com sede em Singapura, dedicada à produção de Grafeno.


Pesquisador brasileiro descobre novas espécies de samambaias na América do Sul e no Caribe

 


Encontrada em casas, apartamentos e escritórios de todas as regiões do Brasil, a samambaia é uma das plantas mais populares do país. E para quem gosta dessas versáteis e belas representantes da flora, uma boa notícia: um pesquisador brasileiro e outro americano acabaram de descobrir seis novas espécies de samambaia, sendo que uma delas ocorre na porção brasileira da floresta amazônica. As descobertas foram publicadas em dois artigos na evista científica Brittonia, editada pelo Jardim Botânica de Nova York, nos Estados Unidos.

“As samambaias têm uma fase no ciclo de vida em que são muito sensíveis e qualquer alteração ambiental, como poluição ou desmatamento, pode ser bastante prejudicial. Logo, a ocorrência dessas espécies acaba servindo como bioindicador da qualidade dos ecossistemas. Se entendermos como elas evoluíram, como elas se diversificaram e as influências das mudanças climáticas na sobrevivência dessas plantas, teremos dados importantes para ações mais efetivas de conservação da biodiversidade”, explica o membro da Rede de Especialistas em Conservação da Natureza (RECN) e professor do Departamento de Botânica da Universidade Federal do Paraná (UFPR), Paulo Henrique Labiak Evangelista.

A descoberta da espécie amazônica, batizada com o nome científico de Campyloneurum atrosquamatum, foi publicada na edição de setembro da Brittonia, enquanto as outras cinco espécies, registradas na Colômbia (C. castaneum, C. filiforme e C. pichinchae), Jamaica (C. jamaicense) e Equador (C. parvisquama), foram apresentadas ao mundo na edição de dezembro.

Em geral, na Botânica, as espécies são descobertas por meio do trabalho de campo, em que os pesquisadores vão a um determinado local e coletam as plantas ainda frescas; ou por meio das coleções já presentes em herbários, que são grandes bibliotecas da biodiversidade.

“Existem muitas plantas em herbários que nunca foram estudadas e, portanto, é como se elas ainda fossem invisíveis. Tecnicamente elas foram descobertas, mas não estudadas ou descritas. Sem a descrição, a ciência não tem como confirmar de que se trata realmente de novas espécies. Por isso a importância desses estudos”, aponta Labiak, destacando ainda que, se uma planta não foi descrita, não dá para saber se ela pode vir a ter princípios ativos ou algum gene importante que tenha alguma aplicação prática na vida das pessoas. Vale lembrar que as plantas são a principal fonte de alimentos e compostos químicos usados pelos seres humanos. Entre esses compostos destacam-se alguns de grande importância, como a cafeína, a lidocaína e a morfina. “Se não conhecemos nem a espécie, não podemos conhecer suas aplicações.”

Etapas da descoberta

Em todas as seis espécies, os pesquisadores (Labiak e seu colega, o americano Robbin C. Moran) conduziram um minucioso trabalho de biologia molecular para analisar os dados de sequenciamento genético das plantas. Essa é uma etapa extremamente importante, pois em casos de espécies de um mesmo gênero, como as samambaias, que pertencem todas ao gênero Campyloneurum, nem sempre é possível identificar diferenças claras em sua morfologia, ou seja, em seus aspectos visuais.

Uma vez concluído o sequenciamento genético, ele é comparado com amostras de várias outras localidades, utilizando análises filogenéticas (evolutivas) moleculares. Mesmo as amostras de herbários, que por causa do tempo muitas vezes ficam com o DNA fragmentado, podem ser usadas nestes estudos evolutivos.

“Pegamos amostras de vários países para entender como esse gênero evoluiu e se distribuiu ao longo do tempo na região neotropical. Depois comparamos vários espécimes (exemplares) de uma mesma espécie. A da Jamaica, por exemplo, estava sendo identificada como se fosse uma planta que existe na Martinica, na Venezuela. Coletamos outras espécies similares e vimos, com base na análise de DNA, que cada uma fazia parte de uma linhagem diferente, chegando assim à conclusão de que essa população de samambaia da Jamaica era de fato uma outra espécie, nova, e que o nome que estava sendo atribuído a ela estava errado”, conta o botânico da UFPR. Ao todo, foram coletadas mais de 200 amostras para este estudo, de vários países.

O gênero Campyloneurum é comum em áreas tropicais, úmidas e montanhosas e só pode ser visto na região neotropical, ou seja, em áreas de clima tropical das Américas – do sul dos Estados Unidos até o norte da Argentina. Assim, ela pode ser encontrada nos Andes e nas montanhas da América Central.

As espécies do gênero são relativamente fáceis de serem distinguidas de outras por terem características morfológicas únicas. O nome Campyloneurum significa “nervuras tortuosas”, justamente para fazer referência ao padrão de nervuras presentes em toda a sua folha. No entanto, curiosamente, como todas as espécies apresentam padrões similares, a diferenciação visual acaba se tornando bem difícil, obrigando os botânicos a recorrerem às análises genéticas.

Embora essas tenham sido as descobertas mais recentes, o trabalho dos pesquisadores começou em 2016 e, desde então, mais de 10 novas espécies foram descritas por eles.

Sobre a Rede de Especialistas 

A Rede de Especialistas em Conservação da Natureza (RECN) reúne cerca de 80 profissionais de todas as regiões do Brasil e alguns do exterior que trazem ao trabalho que desenvolvem a importância da conservação da natureza e da proteção da biodiversidade. São juristas, urbanistas, biólogos, engenheiros, ambientalistas, cientistas, professores universitários – de referência nacional e internacional – que se voluntariaram para serem porta-vozes da natureza, dando entrevistas, trazendo novas perspectivas, gerando conteúdo e enriquecendo informações de reportagens das mais diversas editorias. Criada em 2014, a Rede é uma iniciativa da Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza. Os pronunciamentos e artigos dos membros da Rede refletem exclusivamente a opinião dos respectivos autores. Acesse o Guia de Fontes em www.fundacaogrupoboticario.org.br

CBMM INFORMA:

 

LINK:  https://www.youtube.com/watch?v=QpED1KJ5NW


UNIARAXÁ INFORMA:

 

LINK UNIARAXÁ : https://site.uniaraxa.edu.br/


A importância do café da manhã reforçado na rotina alimentar

 

Apesar de boa parte dos brasileiros pular essa refeição, o desjejum é o responsável por devolver energia e disposição para as tarefas do cotidiano

 


Apesar de uma série de estudos científicos relacionarem o hábito de pular o café da manhã com a predisposição ao ganho de peso, há quem dedique pouco ou nenhum tempo para a refeição.  

 

À exemplo, um estudo conduzido pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP) em parceria com pesquisadores de mais seis países contatou que o aumento do Índice de Massa Corporal (IMC) em adolescentes tem relação com o fato desde não fazerem o desjejum de maneira correta.  

 

De acordo com outro estudo, desta vez promovido por pesquisadores da Universidade de Lübeck, na Alemanha, pessoas que se alimentam mais no café da manhã podem queimar até duas vezes mais calorias que quem prefere optar por uma refeição farta em outros horários do dia. Na contramão, se a primeira refeição do dia for baixa em calorias, o apetite tente a aumentar, em especial para doces.   

 

O nutrólogo Dr. Sandro Ferraz aponta que essa dinâmica se estabelece devido à ligação da refeição com a manutenção da saciedade. “Quando o desjejum é feito da maneira correta e com a quantidade de nutrientes necessários, o organismo consegue equilibrar de maneira mais assertiva os níveis de açúcar, fazendo que o indivíduo consiga se manter saciado e sem desejo por alimentos de consumo rápido até a próxima refeição”, analisa.  

 

Outro fator é que durante o sono, o indivíduo mesmo descansado não para de consumir energia, fazendo com que a ingestão de nutrientes seja fundamental não apenas para a manutenção do peso como também para que haja força e disposição para realizar as atividades de rotina. “Apesar dos benefícios, pular a refeição tem se tornado comum entre os brasileiros que preferem dormir até mais tarde ou um petisco rápido”, comenta. 

 

Para um café da manhã balanceado, o nutrólogo aponta que laticínios, cerais e frutas estão entre as categorias alimentares que melhor se adequam à refeição. “Bebidas como leites e iogurtes além de importantes fontes de cálcio, são ricos em proteínas, assim como cereais e pães fornecem carboidratos, vitaminas e fibras fundamentais para fornecer energia ao corpo”, recomenda.  

 

No caso das frutas, Dr. Sandro Ferraz aponta que as frutas, além de forneceram as fibras, minerais e vitaminas, são importantes para o bom funcionamento do intestino. “Para uma refeição completa, é recomendado combinar pelo menos três grupos alimentares, visto que um bom café da manhã representa de 20 a 25% das calorias diárias necessárias para que o corpo e a mente funcionem de maneira adequada”, comenta.

PROJETO VOLEI: OPORTUNIDADES

 



UNIARAXÁ INFORMA:

 


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