sexta-feira, 19 de março de 2021

Associação de fabricantes de caixões se diz 'assustada' com demanda recorde e cita risco de faltar matéria-prima

 



O aumento no número de mortes por Covid-19 no país tem sido uma preocupação para o setor de fábricas de caixões, segundo o presidente da Associação dos Fabricantes de Urnas do Brasil (Afub), Antônio Marinho.

Ao G1, Marinho, que também é diretor de uma fábrica que está no mercado há 89 anos em Dois Córregos (SP), afirmou que os fabricantes já estão tendo dificuldades para encontrar matéria-prima para fazer os caixões, principalmente madeira e MDF.

Segundo ele, os fornecedores não estão aceitando pedidos além da média encomendada normalmente devido à alta na procura, e as chuvas no Paraná também dificultaram a extração do material. O Paraná é o segundo estado brasileiro que mais exporta madeira serrada e compensada.

“A restrição de alguns produtos está dificultando a produção das urnas. Tem empresas que já ficaram alguns dias paradas sem produzir, e isso é o mais crítico que pode acontece. O aço teve uma alta de mais de 180% e está sendo uma luta para conseguir. Aí também tem tecido, componentes de parafuso, alça, papel e papelão”, lista o empresário de Dois Córregos. De acordo com o presidente, no ano passado, a empresa percebeu um acréscimo de 20% na produção, mas depois normalizou. No entanto, neste ano, foi possível notar uma demanda bem maior por parte das funerárias.

“Nossa preocupação é ficar sem abastecimento. Em março está uma demanda muito alta, coisa que a gente não via ocorrer faz tempo. E a previsão é que isso vá até o mês de abril.”

Ainda segundo Marinho, que atende funerárias de todo o Brasil, algumas empresas têm solicitado o dobro de caixões por mês. Por isso, a fábrica teve que contratar mais funcionários e aumentar o horário de trabalho.

“Esse mês está uma correria, aumentou muito o volume de pedidos. Estamos produzindo de 15 a 16 mil urnas por mês. Em 2020, eram 12 mil urnas. Tem muita gente querendo fazer estoque porque as funerárias têm medo de ficar sem urnas”. Marinho também explicou que contratou cerca de 15 novos funcionários a partir de janeiro, mês que a empresa raramente faz novas contratações, e começou a abrir a fábrica aos sábados, o que não era feito há muito tempo, segundo o empresário.

“A gente está muito assustado porque todos os setores estão muito alertas. E é o inverso da curva aqui, eu sempre comento. Nós temos um mercado restrito porque não adianta aumentar a demanda sabendo que o número de óbitos é sempre o mesmo. Não tem como lançar um produto novo, isso não existe”, explica o empresário. Plano de emergência

Nesta sexta-feira (19), o Brasil completou duas semanas como o país com mais mortes diárias por Covid-19 no mundo, apontam dados do Our World in Data.

Neste mês, a Associação Brasileira de Empresas e Diretores do Setor Funerário (ABREDIF) emitiu uma recomendação às funerárias de todo o país para que elas suspendam as férias de seus funcionários e que realizem outras medidas emergenciais diante do aumento de mortes pela Covid-19. FONTE G1




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Pacheco- Presidente do Senaddo pede aval de Kamala Harris para Brasil comprar vacinas estocadas nos EUA

 


O presidente do SenadoRodrigo Pacheco (DEM-MG), enviou nesta sexta-feira (19) uma carta à vice-presidente dos Estados Unidos, Kamala Harris, para pedir que o Brasil seja autorizado a comprar doses de vacina contra a Covid que estão estocadas nos EUA e ainda não têm aval para uso interno.

A mensagem foi enviada à embaixada norte-americana no Brasil e endereçada a Kamala Harris – que, por ser vice de Joe Biden, é também presidente do Senado norte-americano.

No documento, Rodrigo Pacheco narra a "angústia e sofrimento" de famílias brasileiras com o agravamento da pandemia de coronavírus e destaca “dois séculos de frutuoso relacionamento” entre Brasil e Estados Unidos.

“Tenho a honra de me dirigir a vossa excelência, em nome do Congresso Nacional, o pleito de que seja considerada, pelas autoridades norte-americanas competentes, a eventual concessão de autorização especial que permita a aquisição, pelo governo brasileiro, de doses de vacina estocadas nos EUA e ainda sem a previsão de serem utilizadas localmente”, apela Pacheco.

O documento também foi protocolado no Ministério das Relações Exteriores do Brasil.

O parlamentar se refere a doses da vacina da Oxford/Astrazeneca que ainda não foi aprovada para uso nos Estados Unidos. O país possui milhões de doses do imunizante armazenadas e discute a possibilidade de enviá-las a outros países. O Brasil é um dos que podem ser beneficiados.

Fonte G1

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