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Em jornada rumo à eletrificação, Sertões firma parceria com empresa brasileira líder na tecnologia do nióbio e reforça posicionamento sustentável
Sertões e CBMM aceleram juntas para um evento já conhecido dos brasileiros, mas que promete trazer muitas novidades a partir da edição de 2021. A parceria entre as empresas, além de garantir a adoção de tecnologias mais sustentáveis, ampliará o debate sobre o desenvolvimento de novas soluções no segmento automotivo, reforçando o pioneirismo do Brasil nesta frente.
“O Sertões é o maior rali das Américas e estamos em busca de ser um evento cada vez mais sustentável. Este ano, será uma edição inovadora, pois, além de zerarmos o carbono de toda a prova, celebramos a entrada de parceiros estratégicos como a CBMM, que vão nos ajudar no processo de eletrificação do Sertões. Em 2021, teremos o teste do veículo híbrido que conta com desenvolvimento da Giaffone Racing em parceria com a CBMM. Nossa meta é estrear a categoria híbrida em 2022, ano da 30ª edição do Sertões e do Bicentenário da Independência do Brasil”, garante Joaquim Monteiro de Carvalho, CEO do Sertões.
“Temos tradição no desenvolvimento de tecnologias mais sustentáveis por meio de grandes projetos que envolvem o automobilismo no mundo. Encontramos no Sertões uma grande sinergia com nossa estratégia de investir em ações multiplataformas, que agregam inovação e legado socioambiental.”, explica Giuliano Fernandes, Head de Marketing e Comunicação da CBMM.
Para levar ao Sertões tecnologia de ponta, a CBMM atua junto com a Giaffone Racing para o desenvolvimento de veículos pioneiros, que contarão com produtos de nióbio em suas estruturas, o que garante mais resistência, leveza, potência e economia de combustível. Além disso, há investimentos em modelos com motorização hibrida e 100% elétrica.
Muito mais que uma competição off-road, o Sertões reforçará, a partir deste ano, ações focadas em legado e de promoção ao turismo sustentável em todas as regiões do país. Entre as iniciativas se destaca a neutralização da pegada de carbono do projeto, por meio da plataforma Moss Earth, uma das mais conceituadas neste segmento. A saga também contará com duas novas categorias: uma para carros híbridos e outra para veículos movidos a etanol.
Enquanto isso, no backstage para 2022, o Sertões segue sua jornada rumo à eletrificação. A série pretende aproximar o país da transformação da matriz energética mundial, com testes de veículos 100% elétricos. Se as competições antecipam inovações, o futuro dos carros elétricos pode estar mais próximo do que se imagina.
Sobre o Sertões
O Sertões é o maior rali das Américas. Esta história começou em 1993, quando a primeira edição teve largada em Campos do Jordão (SP) e chegada em Natal (RN). Este ano, a prova realiza sua 29ª edição, voltando às suas origens, uma vez que a largada acontecerá no Rio Grande do Norte. Em 2021, o Sertões conta com mais uma novidade: pela primeira vez será 100% disputado no Nordeste.
Sobre a CBMM
Líder mundial na produção e comercialização de produtos de Nióbio, a CBMM possui mais de 400 clientes, em mais de 50 países. Sediada no Brasil, com escritórios e subsidiárias na China, Países Baixos, Singapura, Suíça e Estados Unidos, a companhia fornece produtos e tecnologia de ponta aos setores de infraestrutura, mobilidade, aeroespacial e energia. Fundada em 1955, em Araxá, Minas Gerais, a CBMM conta com um programa de tecnologia que amplia as aplicações do Nióbio e contribui para o crescimento e diversificação deste mercado. Em 2019, a companhia investiu na 2DM, empresa com sede em Singapura, dedicada à produção de Grafeno.
Na manhã de 8 de julho de 1947, a assessoria de imprensa da Base Aérea do Exército em Roswell soltou o seguinte comunicado à imprensa:
"Os vários rumores a respeito dos discos voadores se tornaram uma realidade ontem, quando o escritório de inteligência do 509º Grupo de Bombardeio da 11ª Força Aérea, Basea Aérea do Exército em Roswell, teve a sorte de ter em posse um disco através da cooperação com um dos rancheiros local e o escritório do xerife de Chaves County. O objeto voador pousou num rancho perto de Roswell em algum momento na semana passada."
Não possuindo telefone, o rancheiro guardou o disco até quando ele foi capaz de entrar em contato com o escritório do xerife, que em seu turno notificou o major Jesse A. Marcel do Escritório de Inteligência do 509º Grupo de Bombardeiro. Ações foram tomadas imediatamente e o disco foi recuperado da casa do rancheiro. Foi inspecionado na Base Aérea do Exército em Roswell e a seguir levada pelo major Marcel para a autoridade superior.
E a imprensa, compreensivelmente, foi à loucura. Roswell, uma cidadezinha do Novo México, se tornaria sinônimo mundial de contatos com inteligências extraterrenas. Mas, antes do fim do dia, seria publicado o desmentido, dessa vez pelo tal quartel superior, a base de Forth Worth, Texas, para onde haviam sido enviadas as partes do disco. (Não foi a Área 51 - essa fica em Nevada, estado de Las Vegas). Era só um balão de pesquisas climáticas, disseram os militares.
A história havia começado no dia 14 de junho, quando o rancheiro em questão, William Brazel, achou alguma coisa a 30 km de Roswell, Novo México. No dia 7 de julho, ele foi até a cidade, encontrou o xerife George Wilcox e afirmou que tinha achado "um desses tal disco voador". O xerife entrou em contato com a base e ele o major Marcel foram ver. Os restos foram pegos, brevemente observados e, com a autorização do chefe da base, o general William H. Blanchard, foi publicada a versão do disco voador.
Um dia após o desmentido, Brazel foi entrevistado e afirmou que o que havia recolhido eram apenas tiras de borracha, papel alumínio, um papel duro e hastes metálicas. Caso encerrado.
Caso arquivado
Fosse hoje em dia, nunca mais deixaria de circular a versão original. Como foi em 1947, a história morreu por aí. Uma mera confusão.
Passar-se-iam 31 anos até se falar em Roswell novamente. Foi quando o físico nuclear tornado ufólogo Stanton T. Friedman encontrou um major Jesse Marcel aposentado e disposto a falar. Marcel, que em 1947 havia mencionado apenas os pedaços de borracha e papel alumínio, afirmou então que o que viu era mesmo um disco voador e que ele mesmo havia trocado os restos do disco para os de um balão, nas fotos, para acobertar a história. Também afirmou que ele próprio pilotou o avião. E que tinha formação em física.
Estas duas últimas, um tanto quanto... verdade alternativa. Marcel não pilotava nada nem havia se formado. Guarde isto, que é importante.
Depois de Marcel, outros velhinhos de Roswell saltaram para dar suas versões. Walter Haut, o tenente que escreveu o comunicado original, começou dizendo que não era realmente uma testemunha. Em 1979, afirmou que não havia visto nada, nem o permitiram ver quando pediu. Mais tarde, começou a reforçar o quanto acreditava que seu chefe, o general Blanchard, definitivamente acreditava que havia visto um OVNI, que não poderia ter ele — nem tampouco Marcel — achado que balão era disco voador. Em 2000, a história avançou para ele dizer que viu pessoalmente não só o disco, como alienígenas mortos nele.
Haut afirmava que só podia dizer tudo o que sabia após sua morte, por uma promessa feita ao general. Ele se foi em 2005 e, em 2007, o livro Witness to Roswell: Unmasing the 60 Years Cover-Up (Testemunha de Roswell: Desmascarando 650 Anos de uma Operação Abafa) trouxe seu testemunho final. Nessa versão, logo após escrever o comunicado, Haut foi levado a um hangar onde estavam a nave e vários corpos minúsculos.
Soube então que havia em verdade dois locais com vestígios alienígenas: o encontrado pelo rancheiro era na verdade o campo menor. A nave havia sido achada pelo exército em outro lugar — e daí os militares decidirem lançar um comunicado sobre o campo que já havia sido visto por civis e era mais fácil de acobertar. Haut e Marcel são apenas as testemunhas mais próximas do incidente a falarem. Várias outras surgiram para afirmar terem visto a nave em terra e no ar, ou até terem sido abduzidas em 1947. Um deles, Glenn Dennis, agente funerário, afirmou ter levado os corpos dos alienígenas a pedido do Exército. E, com Haut, fez disso um negócio, o Museu do OVNI (Museum of UFO).
A conspiração terráquea
Mas Glenn disse isso só em 1989. E aí moram as suspeitas. Testemunhos de Roswell são vistos como extremo ceticismo por historiadores e cientistas. Marcel era um mentiroso, Haut estava no fim da vida, mentalmente instável. Tanto eles quanto todas as outras testemunhas (que continuam a aparecer) só parecem ter descoberto ter visto alienígenas depois de 1978. O famoso vídeo da autópsia, se você está se perguntando, é uma fraude dos anos 1990, feita pelo cineasta Ray Santilli.
Mas houve, sim, uma conspiração. Só não a que os ufólogos querem ver. Documentos revelados em 1994 mostraram a razão da correria toda do Exército - e quem sabe também essa conversa de alienígenas, uma tentativa mais que estabanada para ocultar a realidade. Os civis e militares envolvidos haviam visto uma coisa realmente esquisita. E ultrassecreta.
O Project Mogul era uma inciativa da Aeronáutica para descobrir se os soviéticos estavam fazendo testes nucleares. Consistia em se lançar balões meteorológicos presos uns aos outros em filas, de forma a manterem-se numa altitude estável na alta atmosfera. Carregavam rádios, microfones e estranhas estruturas de papel alumínio. Sua função era detectar pelo som de uma explosão nuclear, a meio mundo de distância.
O projeto tinha uma base científica sólida, mas se mostrou caro demais em relação às alternativas, detectores sísmicos e amostras de radiação no ar. E, como mostrou Roswell, não era exatamente discreto.
Essa é a algo frustrante e não alternativa verdade conhecida sobre Roswell. Para acreditar que houve mesmo alienígenas, também é preciso aceitar uma massiva operação de acobertamento, durando sete décadas, que envolve não só o governo e o Exército, como cientistas, a imprensa e as próprias testemunhas, durante as três primeiras dessas décadas. Uma conspiração envolvendo o mundo inteiro. FONTE UOL
O trabalhador não poderá mais se aposentar pelo tempo de contribuição ao INSS (Instituto Nacional do Seguro Social). Daqui para frente, o contribuinte terá que se encaixar nas seguintes regras de transição, que também vale para quem nunca contribuiu.
Sistema de Pontos (Regra 88/98)
Antes, em 2020, essa Regra era 87/97.
O trabalhador terá que alcançar uma pontuação que deverá resultar numa soma de sua idade + tempo de contribuição.
Neste ano, passou a ser de 88 pontos para as mulheres e 98 pontos para os homens, levando em conta o tempo mínimo de contribuição de 35 anos para os homens e 30 anos para as mulheres.
A nova regra prevê um aumento de 1 ponto a cada ano, até chegar a 100 pontos para as mulheres em 2023 e 105 pontos para os homens em 2028.
Tempo de Contribuição + Idade Mínima
A partir de 2021, a idade mínima passou a ser de 57 anos para as mulheres e 62 anos para os homens (sendo o tempo de contribuição 30 anos para as mulheres e 35 anos para os homens).
Por Idade
A idade mínima para o trabalhador se aposentar passou a ser de 65 anos para os homens. Porém, para as mulheres, ela terá que ter 61 anos em 2021 e acrescentar mais seis meses, como no ano passado. O tempo de contribuição continua 15 anos para ambos os sexos.
Pedágio de 50%
No caso das mulheres: Se ela contribuiu por pelo menos 28 anos quando a reforma entrou em vigor, poderá cumprir um pedágio de 50% do tempo que falta para chegar aos 30 anos de contribuição. Neste caso, não há idade mínima.
No caso dos homens: Se ele contribuiu por pelo menos 33 anos quando a reforma entrou em vigor, poderá cumprir um pedágio de 50% do tempo que falta para chegar aos 35 anos de contribuição. Neste caso, não há idade mínima.
Pedágio de 100%
A mulher: Será possível se aposentar a partir dos 57 anos de idade. Porém, precisará cumprir um pedágio de 100% do tempo que falta para chegar aos 35 anos de contribuição na data em que a reforma entrou em vigor.
O homem: Será possível se aposentar a partir de 60 anos, porém, precisará cumprir um pedágio de 100% do tempo que falta para chegar aos 35 anos de contribuição na data em que a reforma entrou em vigor.
Em 2020 a regra era:
A mulher precisava ter 56 anos e seis meses de idade e 30 anos de contribuição, e o homem 61 anos e seis meses de idade e 35 anos de contribuição. Em 2021, a regra mudou: A mulher terá que ter 57 anos e os homens 62 anos.
Pontos
A exigência anterior era que a soma da idade com o tempo de contribuição fosse 87 pontos para as mulheres e 97 pontos para os homens. Agora, em 2021, essa pontuação aumentou para 88 para as mulheres e 98 para os homens.
Essas mudanças só valerão para quem atingir os critérios de aposentadoria neste ano. para quem já cumpriu em 2020, mas ainda não deu entrada no pedido da aposentadoria, os critérios que valem são os de 2020.
Fonte: Jornal Contábil