terça-feira, 23 de março de 2021

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Associação de Doadores de Sangue de Araxá realiza segunda campanha

 


Em tempos de pandemia, a solidariedade ainda fala mais alto. O exemplo vem da Associação de Doadores de Sangue de Araxá, parceiros e voluntários, que realizaram a Segunda Campanha de doação de sangue em 2021. A mobilização, aconteceu através de mais uma excursão à cidade de Uberaba onde se encontra a Fundação Hemonimas mais próximo, responsável por encaminhar o sangue para os hospitais de Araxá.  A campanha teve ainda as parcerias com  a Associação do Câncer de Araxá, Hospital Dom Bosco, UNIMED, Clínica Resulta, Sabin Laboratório, Rotary Clube, Andrade Transporte, Carlos contabilidade e a Padaria Urciano. A excursão foi realizada cumprindo todos os protocolos sanitários visando garantir a segurança dos doadores.

A Associação agradece a todos os doadores inscritos. Outras informações podem ser obtidas nos seguintes contatos:  Telefones (34) 3664-7431 ou no Endereço: R. Thieres Botelho, 179 - Centro, Araxá.

 

 

 

 


9 em cada 10 brasileiros querem ser vacinados contra COVID-19, aponta pesquisa Ipsos

 


Brasil lidera ranking de 15 países sobre intenção de ser imunizado, adesão subiu 24 pontos percentuais de dezembro a fevereiro

Se a vacina para COVID-19 estivesse disponível, você a tomaria? 9 em cada 10 brasileiros (89%) responderam que sim em pesquisa realizada pela Ipsos com o Fórum Econômico Mundial. O Brasil aparece em primeiro lugar em ranking com 15 países, seguido por Reino Unido (87%), Itália (85%), Espanha e China (ambos 82%) e Coreia do Sul e México (esses dois últimos com 80%). Com a chegada do imunizante, o percentual de pessoas que querem a vacina aumentou 24 pontos percentuais no Brasil entre dezembro de 2020 e fevereiro de 2021.

O Brasil é também o país onde as pessoas têm a intenção de ir mais rápido se vacinar: 78% dos entrevistados pretendem se imunizar imediatamente após a vacina ficar disponível. Na sequência, aparecem Reino Unido, com 75%, e México, com 66%.

“Os brasileiros enfrentam particular insegurança durante a pandemia, não apenas pelos chocantes números de contágios e mortes, mas também pela turbulência de como as informações sobre a doença chegam à população e a confusão sobre as ações de combate. Assim, a vacinação aparece como a solução esperada para todo o sofrimento”, afirma Marcos Calliari, presidente da Ipsos.

O executivo ressalta que os brasileiros já se acostumaram com os grandes programas de imunização, o que torna a ideia de vacinação bastante normal. “Quando a vacinação começou de fato, a adesão à ideia acabou sendo indiscutível, apesar das polêmicas públicas prévias que questionavam sua efetividade - e que hoje parecem não ter mais influência”.

A pesquisa on-line foi realizada pela Ipsos entre 25 e 28 de fevereiro de 2021 na Alemanha, África do Sul, Austrália, Brasil, Canadá, China, Coreia do Sul, EUA, Espanha, França, Itália, Japão, México, Rússia e Reino Unido. Foram entrevistadas 13500 pessoas, sendo 1000 brasileiros. A margem de erro é de 3,5 pontos percentuais.

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Desenvolvida primeira soja brasileira para ser consumida como edamame, alimento popular no oriente

 



A cultivar de soja BRS 267 poderá ampliar o consumo de um alimento ainda pouco conhecido no Brasil, o edamame, grãos verdes servidos com sal, bem comuns no Japão e em outros países asiáticos. A cultivar produz grãos grandes, de sabor suave, que apresentam textura similar a outras leguminosas como grão-de-bico, ervilha verde e alguns tipos de feijões. O preparo é fácil, com rápido cozimento, e pode ser consumida em lanches como snacks, ou compor pratos como sopas e saladas.

Como potencial produto de nicho, o cultivo da soja para edamame é uma boa opção para agricultores familiares e orgânicos. O pesquisador da Embrapa José Ubirajara Moreira explica que realizar a colheita da BRS 267 na fase certa é primordial para um produto com qualidade sensorial e nutricional diferenciada. “Deve ser colhido no estádio R6, com grãos formados, verdes e completamente cheios. Esse período de colheita é muito curto e dura de dois a quatro dias”, informa.

A pesquisadora da Embrapa Ilana Felberg lembra que, assim como toda soja, a cultivar BRS 267 deve ser cozida antes de ser consumida. Foram realizados procedimentos para estabelecer as etapas e condições de processo que possam ser facilmente reproduzidos em cozinhas ou agroindústrias familiares. “Podemos cozinhar tanto as vagens quanto os grãos já debulhados. O que fizemos foi avaliar e verificar a efetividade do tempo de cozimento na inativação de fatores antinutricionais para tornar seguro o consumo do produto,” conta.

A etapa de cozimento das vagens requer fervura em água. “Sugere-se o tempo de 20 minutos. Após o cozimento é necessário escorrer a água e, em seguida, mergulhar o recipiente com as vagens em água fria ou passar em água corrente até que esfriem, para interromper o cozimento e evitar o amolecimento excessivo das vagens”, explica a pesquisadora da Embrapa Renata Torrezan.

Depois da retirada do excesso de água, o produto pode ser acondicionado em embalagens adequadas ao tipo de estocagem. “O armazenamento pode ser por até cinco dias em temperatura de refrigeração, entre dois e oito graus Celsius, ou por até um ano em temperatura de congelamento de 18 graus negativos”, acrescenta Torrezan.