sábado, 10 de julho de 2021

Zema confirma que irá disputar a reeleição em MG, e recusa convite para a presidência

 



Palácio do Planalto, que nada! Zema quer mesmo é continuar como governador. Diz ele, claro. O chefe do Executivo estadual confirmou ter recebido convites para concorrer à presidência da República pelo partido Novo em 2022, mas disse ter recusado as propostas e assegurou que o projeto é concorrer à reeleição em Minas Gerais no ano que vem.

Durante entrevista a uma emissora de rádio da capital, Zema disse que apenas um mandato não é suficiente para concluir o plano de recuperação do Estado. “O Estado vai passar por momento único. Isso é fruto do meu governo. Se eu não for reeleito, estou satisfeito do mesmo jeito. Vou deixar um Estado muito melhor do que aquele que recebi.

Estrago era tão grande que não dava para colocar todos vagões em cima do trilho”, disse ele. Questionado sobre alianças com outros partidos, o governador disse que conversas já foram iniciadas, mas frisou que os acordos costumam ser definidos mais perto das eleições, dado o vaivém das posições das legendas .

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Governo de MG libera trabalho presencial do funcionalismo, e sindicato contesta

 



O governo de Minas Gerais autorizou a volta ao trabalho presencial "seguro e gradual" em órgãos, autarquias e fundações do poder Executivo. A determinação foi publicada no Diário Oficial do Estado e passa a valer a partir desta sexta-feira (9). O texto estabelece regras de prevenção à Covid-19 como o distanciamento previsto no plano Minas Consciente para cada uma das ondas do programa. 

O Sindpúblicos-MG contesta a capacidade das instalações do serviço público de atender às normas de prevenção a ponto de garantir a segurança dos servidores e do público. O sindicato entende que a volta ao regime presencial deveria acontecer após a vacinação do público maior de 18 anos.

O Comitê Extraordinário Covid-19 do governo prevê que os dirigentes de cada órgão devem definir o percentual de funcionários que irão trabalhar em regime presencial, podendo revezar com os funcionários em regime remoto. 

Os servidores em regime presencial devem ser preferencialmente aqueles que já se vacinaram contra o coronavírus, segundo o texto assinado pelo secretário de Saúde, Fábio Bacheretti. 

Contestação. 

O diretor educacional do Sindpúblicos-MG, Eduardo Sérgio Coelho, defende que o retorno dos servidores ao trabalho presencial deveria acontecer após a vacinação da população adulta. 

"A prudência e o bom senso nos leva, por parte do Sindpúblicos, a reivindicar que esse tipo de retorno, que deveria se dar a partir de outubro, já que o calendário de vacinação prevê que em setembro haveria vacinação de 18 a 24 anos. O servidor que vai voltar para o trabalho presencial teria que tomar as duas doses ou a vacina de dose única. Nós pedimos ao governo para que seja implantado o trabalho híbrido", diz. 

Outra crítica feita pelo diretor sindical é em relação ao espaço físico dos órgãos e autarquias do Estado. 

"Os servidores deveriam ser testados antes de entrar no local de trabalho. Pode ter um servidor que está com Covid e pode espalhar o vírus no ambiente mesmo com o distanciamento, porque tem autarquias e órgãos que não tem a menor estrutura física para se fazer o distanciamento", afirma.

A reportagem questionou o governo de Minas sobre as contestações do sindicato e aguarda resposta.


FONTE: O TEMPO 

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Ninguém sabe como, mas Mortara ainda é líder da Fórmula E. Confira classificação

 




A briga pelo título da Fórmula E segue completamente aberta. A corrida deste sábado (10) em Nova York voltou a ter um vencedor inédito, Maximilian Günther, e uma série de pilotos de ponta tropeçando. É nesse contexto que Edoardo Mortara completa mais um dia como líder da temporada – mesmo terminando o primeiro eP do fim de semana em 14°.

Mortara estaciona em 72 pontos, mesma quantidade de Robin Frijns, quinto. Como o suíço tem uma vitória, leva a vantagem nos critérios de desempate. Jean-Éric Vergne, com 68, recuperou terreno após cruzar a linha de chegada em segundo. René Rast, 61, e António Félix da Costa, 60, também ficam embolados na briga pelo caneco.


Primeiros filhotes de ararinha-azul nascem na Caatinga após 30 anos

 




Considerada extinta na natureza desde 2000, a ararinha-azul (Cyanopsitta spixii) teve sua sobrevivência atrelada apenas a cativeiros no Brasil e no mundo ao longo das últimas décadas. Aos poucos, no entanto, a espécie vem trilhando o “caminho de volta para casa”. Pesquisadores comemoram este mês o nascimento dos dois primeiros filhotes da espécie na Caatinga baiana, 30 anos depois do último registro de um espécime no sertão da Bahia, seu habitat.

O primeiro passo para a reintrodução das ararinhas na natureza foi possível graças ao trabalho da Associação para a Conservação de Papagaios Ameaçados (ACTP, na sigla em inglês). No começo de 2020, a ONG alemã enviou ao Brasil um grupo de 52 ararinhas-azuis. Pouco mais de um ano depois, um casal colocou quatro ovos, apenas dois férteis.

O primeiro filhote nasceu em 11 de abril, mas morreu no dia seguinte por conta da inexperiência dos pais. No dia 13, um novo filhote veio ao mundo: também abandonado pelos pais de primeira viagem, ele foi acolhido pelos pesquisadores, que agora o alimentam e cuidam para que sobreviva e seja solto nas matas assim que possível, para restabelecer definitivamente a ararinha em solo brasileiro.

As aves que vieram da Alemanha estão sob os cuidados destes especialistas no Refúgio de Vida Silvestre da Ararinha-Azul e na Área de Proteção Ambiental da Ararinha-Azul, ambas unidades de conservação criadas no município de Curaçá, Norte da Bahia, em junho de 2018. Com 29,2 mil e 90,6 mil hectares, respectivamente, os dois locais são destinados à reintrodução e proteção da espécie, e conservação do bioma. A construção do Centro e o projeto de reintrodução são custeados pela ACTP.

Em Curaçá também está o Centro de Reprodução e Reintrodução das Ararinhas-Azuis. O local conta com dois viveiros sob coordenação dos pesquisadores, responsáveis pelo monitoramento das ararinhas junto com a equipe do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio).

Ameaçada pelo homem

De acordo com o ICMBio, a Cyanopsitta spixii foi descoberta no início do século 19 pelo naturalista alemão Johann Baptist von Spix. A espécie é exclusiva da Caatinga brasileira, uma savana desértica de clima semi-árido no Nordeste do Brasil. Sua população foi dizimada pela ação humana, devido ao tráfico de animais e à perda do habitat para a pecuária e agricultura. O último exemplar conhecido na natureza desapareceu em outubro de 2000.

Desde então, exemplares só eram vistos em coleções particulares e por reprodução em cativeiros, principalmente no exterior. “A ararinha é considerada uma das espécies de aves mais ameaçadas do mundo. Em 2000, foi classificada como Criticamente em Perigo (CR) possivelmente Extinta na Natureza (EW), restando apenas indivíduos em cativeiro”, afirmou o órgão.


Fonte: Metrople