sábado, 10 de julho de 2021

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Etanol ou gasolina: quando vale a pena abastecer com cada combustível?

 



Apenas entre a metade de abril e o começo de junho, o valor médio do litro da gasolina subiu 28,24% para R$ 5,676 no país, de acordo com dados da Agência Nacional do Petróleo, Gás e Biocombustíveis (ANP). Essa escalada de preço faz com que os donos de carros flex se perguntem se é economicamente mais vantajoso abastecer o veículo com etanol.

Baseado nas propriedades do etanol, sabe-se que o combustível vegetal tem 70% da eficiência energética da gasolina. Ou seja, um litro de etanol libera o equivalente a 70% da energia de um litro de gasolina. Sendo assim, o preço do etanol não poderia superar 70% do valor da gasolina para ser financeiramente vantajoso.

Essa conta é simples: basta dividir o valor do etanol pelo da gasolina no posto em que você abastece, e o resultado não pode ser superior a 0,7. Mas nem precisa pegar a calculadora. De acordo com a tabela nacional de preços médios para os combustíveis mais recente divulgada pela ANP e válida para a semana entre os dias 13 e 19 de junho, em nenhum estado está valendo a pena abastecer com etanol.

O caso mais grave é o do Amapá, onde o etanol está mais caro que a gasolina, custando respectivamente R$ 5,250 e R$ 4,944. Colocando na ponta do lápis, a divisão dos valores dá um resultado de 1,06.

Por sua vez, o melhor resultado para o etanol é encontrado no Mato Grosso, já que o resultado da divisão é de 0,71. Já em São Paulo, o combustível vegetal custa 77,98% (0,78) do valor cobrado pelo de origem fóssil.

Mas é bom fazer uma ressalva. Não é pelo fato de o etanol ter 70% da eficiência energética da gasolina que esse seja o número exato para o seu carro. Alguns veículos podem ser mais ou menos eficientes com o etanol. Hoje, a maioria dos veículos flex utiliza uma configuração intermediária de taxa de compressão e tempo de ignição para poder rodar com os dois combustíveis. Ou seja, não estão otimizados para nenhum. Assim, a eficiência com etanol varia de acordo com o motor, o carro e a montadora. 

Para saber a eficiência de seu veículo, basta consultar o Selo de Eficiência Energética emitido pelo Conpet e pelo InMetro, caso disponível. O cálculo é o mesmo do preço do combustível. Divida o número em km/l obtido pelo carro com etanol pelo número em km/l da gasolina. Se um carro faz 5 km/l com etanol, mas 10 km/l com gasolina, o resultado é 0,5. Ou seja, neste caso hipotético, o etanol não pode passar de 50% do preço da gasolina.

Impactos ambientais

Como já se foi amplamente debatido, os veículos a combustão emitem uma série de gases nocivos à atmosfera. Entre eles, estão o monóxido de carbono (CO), o dióxido de carbono (CO2) e o óxido de nitrogênio, além de material particulado. No caso dos veículos movidos a gasolina, o maior problema é que essa quantidade de carbono é removida de reservatórios subterrâneos e acrescentada à atmosfera, gerando impactos ambientais como o aquecimento global.

E este é um dos principais apelos do uso do etanol em termos ecológicos. Como sua origem é vegetal, o carbono de sua composição foi extraído a partir do que já estava disponível na atmosfera pela cana de açúcar. Então a queima do etanol, mesmo emitindo carbono em diversos formatos, não acrescenta carbono à atmosfera, e o ciclo se fecha pela absorção do elemento pelas plantas.

No entanto, nem tudo é positivo a respeito do uso de etanol, ecologicamente falando. De fato, ele emite uma menor quantidade de carbono e nitróxidos na atmosfera, mas emite.

Também é preciso falar da emissão de hidrocarbonetos expelidos pela queima de ambos. No caso da gasolina, entre outros elementos químicos, emite-se benzeno, altamente tóxico à saúde. O etanol, por sua vez, emite mais acetaldeídos, também perigosos, porém menos nocivos.

Um comunicado emitido em 2020 pela União da Indústria da Cana de Açúcar (UNICA) afirmou que “apesar de o limite de emissões de escape ser o mesmo para veículos usando etanol ou gasolina, isso não significa que as emissões reais utilizando um ou outro combustível sejam as mesmas”. A entidade também afirma que, desde 2003, a adição de 27% de etanol à gasolina comum “reduziu a emissão de gases de efeito estufa em mais de 515 milhões de toneladas de CO2 entre março de 2003 e maio de 2020”.

Outro fator a ser considerado é que a produção de cana também é nociva para o meio ambiente, incentivando a monocultura em grandes porções de terra arável, além de demandar uma grande quantidade de diesel para o funcionamento de tratores e colheitadeiras. Isso sem contar os processos de queimadas nos canaviais.

Um dos críticos do uso de etanol como combustível no Brasil foi João Augusto Conrado do Amaral Gurgel, finado fundador da extinta Gurgel Motores. Apesar do bom relacionamento com o governo militar na época do Proálcool, não achava que o etanol era um bom substituto para a gasolina, afirmando que a terra deveria produzir alimentos, não combustível. No entanto, Gurgel tinha mais interesse no desenvolvimento de carros elétricos, bandeira sustentada pelo executivo desde a década de 1970, quando a crise do petróleo elevou os preços dos combustíveis, e a marca que levava seu nome apresentou o Gurgel Itaipu, um dos primeiros protótipos de carro elétrico nacionais.

O que foi o ProÁlcool mesmo?

A história do Brasil com etanol como combustível começou ainda na década de 1970, quando o governo lançou o Proálcool, um programa de incentivo ao uso do combustível vegetal derivado da cana de açúcar. O Fiat 147 foi o primeiro modelo de produção no Brasil a conseguir rodar somente com etanol. 

Foi apenas em 2003, quando a Volkswagen lançou o primeiro Gol Flex, que foi possível optar tanto por gasolina quanto por etanol no tanque em qualquer proporção. Em termos gerais, diz-se que a gasolina oferece uma maior autonomia por abastecimento, enquanto o etanol, em contrapartida, gera um pouco mais de desempenho.

No final das contas…

Como não existe um estoque regulador para manter os preços do etanol relativamente estáveis ao longo do ano, o consumidor fica à mercê dos períodos de safra e entressafra da cana, causando uma grande variação nos valores cobrados pelo combustível. Isso sem contar que os produtores podem optar por usar a cana para venda de açúcar no mercado internacional, caso os valores sejam mais atrativos que os da venda do combustível por aqui, podendo criar escassez no produto. Por ser uma cultura altamente mecanizada, os valores do diesel também impactam os custos de produção.

Então a resposta para a pergunta se vale a pena usar etanol, do ponto de vista econômico, vai sempre depender dos cálculos dos valores em relação à gasolina. Para quem aposta no etanol como solução mais amigável ao meio ambiente, vale lembrar que ainda assim há emissões de poluentes pelo uso do combustível vegetal, apesar de menores e de não acrescentar carbono à atmosfera; e que o cultivo de cana de açúcar também polui. No entanto, o faz em menores quantidades que a gasolina. Fonte CNN Brasil

Mais escolas estaduais voltam a receber os alunos na próxima segunda-feira (12/7)

 


Retorno está ocorrendo de forma segura, gradual, híbrido e facultativo para as famílias

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A próxima segunda-feira (12/7) será mais um marco especial no processo de retomada das atividades pedagógicas presenciais na rede estadual de ensino. É o dia em que mais escolas estaduais voltam a receber os alunos depois de quase um ano e meio longe das salas de aula, devido à pandemia da covid-19. 

Com todo cuidado e segurança, respeitando rigorosamente os protocolos sanitários da Secretaria de Estado de Saúde (SES-MG), a rede estadual passará a contar com 751 escolas estaduais reabertas com atividades presenciais. 

Além disso, com as novas determinações do Comitê Extraordinário Covid-19, com as atualizações nas ondas do Plano Minas Consciente da última quinta-feira (8/7), todas as regiões do estado estão aptas para o retorno das atividades presenciais nas escolas da rede pública estadual, desde que não tenha impedimento por parte da prefeitura local.

O novo passo só foi possível graças à melhoria dos índices epidemiológicos e do acompanhamento realizado nas primeiras unidades de ensino reabertas. Houve reforço na segurança dos protocolos e do checklist de preparação para o recebimento de professores e alunos e a boa aceitação da comunidade escolar como um todo. Vale sempre lembrar que o retorno das escolas da rede estadual de Minas é seguro, gradual, híbrido, facultativo e foi planejado, com todo o cuidado, para garantir o cumprimento dos protocolos sanitários e transmitir a segurança e confiança necessárias a alunos, funcionários, pais e responsáveis.

Cenários

Com as novas determinações, 17 unidades de ensino, de 5 municípios que estavam em localidades enquadradas na onda vermelha, porém, na classificação de Cenário Epidemiológico e Assistencial Desfavorável, poderão começar com o acolhimento de professores na segunda-feira (12/7) para um retorno dos alunos após o recesso escolar. Nesses locais, fica autorizado o retorno das atividades nos anos iniciais do ensino fundamental – 1º ao 5º ano.

Para os locais em que a retomada dos anos iniciais do ensino fundamental já ocorreu, pois estavam nas ondas amarela ou verde há mais tempo, a partir de 12/7 as escolas começam a receber também os alunos do 9º ano do ensino fundamental e do 3º ano do ensino médio. São 153 unidades escolares, de 26 municípios. 

Outro cenário é o das escolas de municípios em onda amarela ou verde, e que não haviam iniciado o processo de retomada, e que vão retomar agora as atividades com alunos dos anos iniciais e do 9º ano do ensino fundamental e do 3º ano do ensino médio. Nesta situação estão 297 escolas, em 56 municípios.

Para os locais que estavam em onda vermelha, mas no cenário favorável e que fizeram o acolhimento dos professores esta semana, é chegada a hora dos alunos dos anos iniciais do ensino fundamental serem recebidos na segunda-feira, 12/7. O total de 301 escolas de 45 municípios estão nessa realidade.

Com as novas mudanças de ondas do Plano Minas Consciente, mais municípios estão autorizados a progredir com o acolhimento de professores.
Sempre que alunos, pais e/ou responsáveis precisarem verificar se as escolas estão com as atividades presenciais autorizadas, basta acessar o site da pasta: www.educacao.mg.gov.br. Na aba destinada à retomada, a listagem de municípios e unidades de ensino estarão atualizadas. O contato com o gestor da escola também é fundamental para ficar por dentro de todas as informações sobre o ensino híbrido.

Clique aqui e confira a listagem. Para saber todas as atualizações semanais, acesse este link.

CBMM INFORMA:

 

LINK CBMM https://youtu.be/O9xSLNbWXxM

CRUZEIRO EMPATA COM BOTAFOGO EM 3 A 3 PELA SÉRIE B

 


O Cruzeiro adoçou o paladar de sua torcida e indicou que a sequência sem vitórias na Série B estava perto do fim no confronto deste sábado com o Botafogo, no estádio Nilton Santos, no Rio de Janeiro, pela 11ª rodada. Depois de ficar por duas vezes atrás no placar, com gols de Chay, a equipe celeste reagiu na etapa complementar e fez 3 a 2 em cima do Botafogo - um gol de Gilvan, contra, e dois de Marcelo Moreno. Contudo, o time carioca pressionou na reta final e conseguiu o 3 a 3 novamente com Chay, aos 47 minutos. O resultado foi amargo para ambos os clubes, que seguem distantes da zona de acesso à primeira divisão do Campeonato Brasileiro. A Raposa contabilizou o 11º ponto em 11 rodadas (13º lugar) e ampliou a série negativa para cinco partidas (uma derrota e quatro empates). Já o Fogão estacionou na 10ª posição, com 13 pontos - quatro a menos que o CRB, 4º colocado.

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Pele amarelada, excesso de peso, má postura e cabelo ralo – esses são os efeitos mais visíveis do home office

 


Excesso de pesomá postura, pele amarelada. A mulher da imagem acima é o retrato do lado mais perigoso do home office. Trabalhar em casa por muito tempo pode comprometer o bom funcionamento do organismo. Os efeitos dos maus hábitos adquiridos durante o isolamento imposto pela pandemia do novo coronavírus estão descritos em um estudo recém-lançado, por médicos da farmacêutica britânica LloydsPharmacy.

Segundos os pesquisadores, os impactos  podem ir da mudança do cor da pele pela falta de sol ao ganho de peso por causa do sedentarismo e a problemas na coluna, entre os problemas mais vísiveis e comuns. Se nada for feito para combater os maus hábitos adquiridos durante a pandemia, alertam os médicos, os comprometimentos de hoje podem se manter no longo prazo, por até cinco anos.

Outros efeitos adversos do home office não podem ser notados na imagem da simulação da LloydsPharmacy, mas, eles estão lá, advertem os autores do estudo. A  deteriorização da visão, a queda de cabelo e os dentes cerrados por causa da tensão --sobretudo, o bruxismo, durante a noite. Impossível não considerar o estresse e a ansiedade, a queda na libido, a falta de vitamina D e a má qualidade do sono.

Os médicos ingleses lembram que o problema não está em trabalhar em casa, mas como trabalhar. Evite, por exemplo, levar o computador para a cama ou para o sofá. Levante-se regularmente, em pequenos intervalos, para se alongar..

Kieran Seyan, da LloydsPharmacy, diz que a pandemia forçou a uma das mais radicais  mudanças de comportamento já experimentadas pelos seres humanos. “Os novos hábitos e rotinas, que resultaram de restrições de bloqueio, como trabalhar em casa, aumentar o tempo de tela e a falta de motivação para se exercitar, podem ser configurados para permanecer”, afirmou. 

“É importante que as pessoas entendam que essas mudanças negativas podem estar afetando a saúde individual e o bem-estar mental. Encorajamos pequenas mudanças que fazem uma diferença positiva, ajudando as pessoas a se sentirem em forma e saudáveis ​​para o futuro", acrescentou o médico Seyan.

FONTE:NEGÓCIOS