LINK UNIARAXÁ : https://site.uniaraxa.edu.br/
sábado, 10 de julho de 2021
Após quarta vitória seguida, jogadores do Atlético destacam a força do grupo
O técnico Cuca mandou um time mesclado no clássico contra o América neste sábado à noite. Mesmo assim, o Atlético saiu com a vitória por 1 a 0 na Arena Independência, pela 11ª rodada do Campeonato Brasileiro. Foi a quarta vitória seguida do Galo na competição. O treinador poupou alguns dos titulares porque, na terça-feira, o Atlético entra em campo pela primeira partida das oitavas de final da Copa Libertadores diante do Boca Juniors, no estádio La Bambonera, em Buenos Aires.
O volante Jair foi um dos que tiveram a oportunidade de começar jogando e elogiou a força e qualidade do grupo. "Jogo difícil, de contato, é importante pontuar, mostramos mais uma vez a força do grupo. Importante está todo mundo bem, preparado. Quem entrou hoje, entrou bem, importante vencer hoje, sabemos que o Campeonato Brasileiro é muito difícil, ano passado batemos na trave", explicou.
Além da Libertadores e do Campeonato Brasileiro, neste mês o Atlético terá confronto com o Bahia pelas oitavas de final da Copa do Brasil. O goleiro Everson afirmou que o time tem condições de buscar o título em todas competições. "O nosso grupo é muito qualificado. A diretoria foi buscar peças para nosso time brigar em todas as competições. A vitória sobre o América foi importante e agora vamos focar em fazer um grande jogo contra o Boca."
Pelo Brasileiro, o Atlético volta a campo no sábado (17) contra o Corinthians, em São Paulo, às 19h. Com o resultado, o Atlético subiu para a terceira colocação, com 22 pontos, três a menos do que o líder Palmeiras.
O minúsculo país no Pacífico que pode concretizar a temida mineração no fundo do mar
A minúscula nação de Nauru, no Pacífico, deu início a uma série de preocupações e críticas ao exigir que as regras para a mineração em alto mar sejam definidas nos próximos dois anos. Grupos ambientalistas alertam que isso levará a uma corrida destrutiva nos "nódulos" do fundo do mar, ricos em minerais, que são alvo de mineradoras e governos há décadas.
Mas autoridades da Organização das Nações Unidas (ONU) que supervisionam a mineração em alto mar dizem que nenhum empreendimento subaquático pode ter início nos próximos anos. Então, o que está causando preocupação? É tudo sobre uma carta que se refere às letras pequenas de um tratado internacional que tem implicações de longo alcance. Nauru, um Estado insular no Oceano Pacífico, pediu à Autoridade Internacional para os Fundos Marinhos (braço da ONU que supervisiona o fundo do oceano) que acelere a regulamentação que servirá de baliza para a mineração em alto mar. O governo local ativou uma subcláusula aparentemente obscura na Convenção das Nações Unidas sobre o Direito do Mar que permite que países acionem um "gatilho de dois anos" se acharem que negociações estão indo muito devagar. Nauru, nação de 12 mil habitantes de 21 quilômetros quadrados que tem parceria com uma empresa de mineração, DeepGreen, argumenta que é "um dever dela para com a comunidade internacional" tomar essa iniciativa de acionar o gatilho a fim de ajudar a se alcançar "segurança regulatória". O país afirma que tem mais a perder com as mudanças climáticas, por isso quer incentivar o acesso às pequenas rochas conhecidas como nódulos que se encontram no fundo do mar.
Isso porque eles são ricos em cobalto e outros metais valiosos que podem ser úteis para baterias e sistemas de energia renovável na transição que substituirá combustíveis fósseis. Por que esse debate importa? Se o braço da ONU não conseguir estabelecer as regras para a mineração em dois anos, ele poderá emitir aprovação provisória a Nauru para seguir com seu projeto ? e ninguém sabe o que isso pode representar. "Isso poderia realmente abrir as comportas", afirma Matthew Gianni, da Deep Sea Conservation Coalition, à BBC.
"Se Nauru e a DeepGreen obtiverem uma licença provisória, qualquer empresa ou Estado nacional pode acionar o gatilho de dois anos também e, então, todo o processo entrará no caos absoluto. As coisas ficaram muito mais complicadas ? não seria um processo de negociação coordenado e bem planejado para atingirmos a regulamentação." O que diz a Autoridade Internacional para os Fundos Marinhos? Em entrevista à BBC, o secretário-geral do órgão, Michael Lodge, minimizou as implicações da mudança de Nauru, dizendo que ainda há um longo caminho a ser percorrido antes que qualquer atividade mineradora possa ter início. Ele disse que o conselho da Autoridade Internacional para os Fundos Marinhos concordou em 2017 em concluir a regulamentação para mineração no fundo do mar até 2020. Mas um plano que foi descarrilado pela covid-19. Se Nauru e sua parceira comercial DeepGreen estiverem prontos para solicitar uma licença de mineração em dois anos, haveria uma série de obstáculos antes que a aprovação pudesse ser dada — incluindo uma avaliação de impacto ambiental e planos para minimizar os danos. "Mesmo sob os atuais projetos de regulamentação", disse Lodge, "qualquer pedido de exploração provavelmente será um processo demorado, com vários pesos e contrapesos".
sso levaria pelo menos dois ou três anos, de modo que, na prática, o início de qualquer mineração seria por volta de 2026. Qual é o futuro da exploração das profundezas do oceano? Cientistas dizem que estão longe de alcançar uma compreensão completa dos ecossistemas nas planícies abissais. Mas já sabem que são muito mais vibrantes e complexos do que se pensava décadas atrás. Estima-se que esses nódulos, habitat para inúmeras formas de vida, se formaram ao longo de vários milhões de anos. Dessa forma, qualquer recuperação posterior à mineração será incrivelmente lenta. Além disso, o que ainda não se sabe é qual será o efeito das plumas de sedimentos que serão agitadas pelas máquinas gigantes de mineração e provavelmente irão se espalhar por longas distâncias debaixo d'água. Estudar esses aspectos é uma tarefa difícil e lenta, e é improvável que seja totalmente respondida dentro do período de dois anos iniciado por Nauru. Andrew Friedman, do The Pew Charitable Trusts, está entre os que temem a "aceleração" o processo de aprovação. "O fundo do mar é um ambiente vasto, inexplorado e biologicamente rico, e a Autoridade Internacional para os Fundos Marinhos deve investir o tempo e os recursos necessários para garantir que os ecossistemas do fundo do mar sejam protegidos antes que qualquer mineração prossiga." Uma das regiões na mira de mineradoras e de Nauru é a de Clarion-Clipperton (CCZ, na sigla em inglês), no oceano Pacífico. Ali, a 4 mil metros abaixo da superfície marinha, distância equivalente a cinco vezes o tamanho do Burj Khalifa, o prédio mais alto do mundo, encontram-se vastos depósitos de nódulos de manganês, pedras ricas em níquel, cobre, cobalto e outros minerais essenciais para a fabricação de equipamentos ? de celulares a baterias para carros elétricos e painéis solares. Ainda que não existam cálculos exatos, estima-se que a CCZ poderia abrigar 27 milhões de toneladas de nódulos, que têm o tamanho de uma bola de beisebol. Não se sabe, entretanto, se essa quantidade toda será acessível. Michael Johnston, da Nautilus Minerals, calcula que, no ritmo do consumo de hoje, a CCZ terá cobre o suficiente para abastecer o mundo durante os próximos 30 anos. Por outro lado, biólogos e ambientalistas descobriram que, de alguma maneira, todo o ecossistema da CCZ está conectado aos nódulos. Algumas espécies de esponjas e anêmonas precisam da superfície dura dos nódulos para viver. Vídeos gravados na CCZ também mostram que nos lugares onde há mais nódulos há uma quantidade maior de peixes, com tamanho e diversidade maiores que espécies em áreas com menos nódulos. O que vem agora? Jessica Battle, do World Wide Fund for Nature (WWF), diz que a adoção de uma moratória é fundamental para uma avaliação adequada dos riscos."Nós realmente precisamos colocar um freio em tudo isso, em particular até que haja tempo suficiente para a ciência ajudar a tomar uma decisão informada." Ela está menos preocupada com as perspectivas de uma mineração real começando em dois anos — já que as máquinas de mineração ainda não estão prontas ? e mais com o que pode acontecer na pressa para concluir a regulamentação. "O que vai prevalecer? O princípio da precaução e cuidado com o meio ambiente? Ou os interesses comerciais?".
Fonte: UOL
Governo atualiza dados de distribuição de medicamentos do kit intubação em Minas
Última entrega atendeu 47 hospitais; situação dos estoques é estável, indica Secretaria de Estado de Saúde
Com mais de 1,6 milhão de kits intubação enviados pela Secretaria de Estado da Saúde de Minas Gerais (SES-MG) às unidades de saúde ao longo da pandemia, os estoques nos hospitais mineiros são considerados estáveis. Os dados são monitorados semanalmente em 514 unidades de saúde que fazem atendimento a pacientes com covid-19.
Apesar da situação de estabilidade nos últimos dois meses, a SES-MG continua apoiando as gestões locais com o envio dos kit intubação. Nesta semana, foram disponibilizadas 12.350 unidades de atracúrio para atender 47 unidades de saúde em 36 cidades. Os insumos são direcionados a instituições que se encontram com níveis de disponibilidade dos medicamentos reduzidos.
Neste contexto, a vacinação é fundamental para o alívio do fluxo na rede hospitalar. “A ampliação da cobertura vacinal em Minas Gerais diminui a espera por vagas em UTI e quantidade de pacientes graves”, explica o diretor de Medicamentos Básicos da Secretaria de Estado de Saúde (SES-MG), Jans Bastos Izidoro. “A distribuição de itens importados também vem dando fôlego para o mercado nacional se recuperar e ampliar a oferta de sedativos. O cenário é estável, mas continuamos em alerta”, complementa o diretor.
Redução
Com uma cobertura de primeiras doses aplicadas em relação aos grupos prioritários de 97,35%, e de segunda com 35,38%, no último mês, o número de pacientes aguardando uma unidade de terapia intensiva caiu de 227 para 54, graças à ampliação no número de leitos e também à redução da circulação do vírus.
A mortalidade por faixa etária a cada 100 mil habitantes também apresenta uma queda expressiva, especialmente entre os grupos imunizados. Na faixa etária com 80 anos ou mais, a taxa de mortalidade caiu de 12% para 10% desde o início da pandemia. Já nos grupos que possuem entre 70 e 79 anos, a redução foi de 43% para 28%. Entre as pessoas que têm entre 60 e 69 anos, a queda foi de 24% para 19%.
Monitoramento
A SES-MG, juntamente com o Conselho de Secretarias Municipais de Saúde de Minas Gerais (Cosems-MG), faz o levantamento periódico dos quantitativos dos prestadores e fornecedores de medicamentos e insumos das unidades hospitalares.
Também é monitorado o abastecimento de fármacos nas redes públicas e privadas de assistência médico-hospitalar, que devem informar regularmente à SES-MG sobre estoques disponíveis de medicamentos e insumos.
O monitoramento é feito a partir da autodeclaração e preenchimento de formulário. Assim que cada remessa chega ao estado, o resultado do monitoramento semanal é analisado para distribuição aos hospitais em situação mais crítica e conforme disponibilidade do estoque. A sugestão de distribuição é validada junto a uma comissão da SES-MG e do Cosems-MG.
Clique aqui e confira a relação das unidades hospitalares que receberam os medicamentos.
Confira a relação de medicamentos para os kit intubação disponibilizados por macrorregião entre março de 2020 a junho de 2021:
Centro: 529.997
Vale do Aço: 162.909
Sul: 134.267
Sudeste: 127.251
Norte: 110.403
Triângulo do Sul: 75.329
Leste do Sul: 69.348
Oeste: 59.659
Noroeste: 54.117
Leste: 52.201
Nordeste: 47223
Centro Sul: 39.118
Jequitinhonha: 19.012
Total: 1.608.841
Dia Mundial da Saúde Ocular alerta para a prevenção de doenças visuais
Eles expressam nossas emoções e nos permitem ver o mundo de uma maneira viva e dinâmica. Nossos olhos são órgãos complexos e com alto grau de desenvolvimento. É no sistema ocular que estão as células de maior metabolismo de todo o nosso organismo. Para termos uma visão saudável, é importante cultivar alguns hábitos para prevenção das doenças associadas aos olhos.
O Dia Mundial da Saúde Ocular, comemorado em 10/7, é um chamado para alertar a população e os profissionais de saúde sobre a importância da prevenção e do diagnóstico de doenças oculares que, se não tratadas, podem levar à perda da visão. No mundo, as principais causas de deficiência visual são os erros de refração (miopia, hipermetropia, astigmatismo e presbiopia), catarata, degeneração macular relacionada à idade, glaucoma, retinopatia diabética e opacidade de córnea. Além disso, ações simples, como levar as mãos aos olhos, podem desencadear doenças como conjuntivites e outras infecções por microrganismos.
Segundo dados da Organização Mundial de Saúde (OMS), pelo menos 2,2 bilhões de pessoas possuem algum tipo de deficiência visual e, desses, pelo menos 1 bilhão poderia ser prevenido ou tratado. No Brasil, 6,5 milhões de pessoas têm deficiência visual e 1,6 milhão são completamente cegos.
Pesquisas
A Fundação Ezequiel Dias (Funed) mantém, entre seus grupos de pesquisa, um que desenvolve estudos em saúde ocular. Liderado pela diretora de Pesquisa e Desenvolvimento da Fundação, Sílvia Ligório Fialho, o grupo estuda o tratamento de diferentes doenças oftálmicas, tais como uveíte, toxoplasmose ocular, glaucoma e outras associadas à neovascularização.
No início de 2021, o grupo participou de um estudo que fez implante intravítreo de clindamicina para tratamento da toxoplasmose ocular. “A paciente que recebeu o implante é portadora de HIV, sendo o tratamento oral contraindicado. Temos um estudo clínico com dez pacientes, aprovado pela Comissão Nacional de Ética em Pesquisa (Conep), que permitirá o avanço da pesquisa. Esse estudo clínico é uma etapa essencial para o processo de aprovação e registro de um medicamento inovador e de incontestável relevância social para o Brasil”, explica Sílvia Fialho.
Prêmio
Em junho, o grupo de pesquisadores da Funed, juntamente com pesquisadores da UFMG, recebeu o Prêmio Thieme 2021 como o Trabalho Original Mais Inovador da Revista Planta Médica, com o artigo Implantes intravítreos de ácido rosmarínico: uma nova abordagem terapêutica para neovascularização.
No estudo, implantes intraoculares de ácido polilático-co-glicólico carregados com ácido rosmarínico foram desenvolvidos com o objetivo de contribuir para o tratamento da neovascularização ocular. “O objetivo das nossas pesquisas é proporcionar aos pacientes tratamentos que possam combater doenças oftálmicas ou evitar que cheguem a estágios avançados, de perda parcial ou total da visão”, diz Sílvia.
Julho Turquesa
Instituído desde 2017 nos Estados Unidos, o Julho Turquesa surgiu no Brasil em 2020, por meio de uma parceria entre a Associação dos Portadores de Olho Seco (Apos) e a Tear Film Ocular Surface Society (TFOS), com o objetivo de informar melhor a população sobre a síndrome do olho seco. A doença afeta milhões de pessoas no mundo e teve um aumento considerável de casos durante a pandemia de covid-19 devido aos hábitos no isolamento social, como ficar mais tempo em frente às telas do computador, tablet e celular, por exemplo.
O grupo de pesquisa em doenças oftálmicas da Funed desenvolve projetos nessa área, buscando novos tratamentos para a doença do olho seco, na forma de colírios à base de hidrogéis e sistemas nanoparticulados.
A pesquisadora Sílvia Fialho dá algumas dicas de prevenção às doenças oculares:
· A exposição aos raios ultravioletas agrava o desenvolvimento dessas doenças. Portanto, o uso de óculos escuros com fatores de proteção é essencial quando a pessoa ficar exposta à claridade.
· Devemos evitar coçar os olhos, principalmente com as mãos sujas.
· Sempre remova a maquiagem dos olhos antes de dormir.
· Verifique regularmente o nível de glicose no sangue, para evitar problemas oculares provocados pela diabetes.
· Ao menos uma vez por dia, higienize a área em volta dos olhos, como pálpebras, cílios e cantos, para remover impurezas e secreções secas.
· Visitas regulares ao médico oftalmologista para fazer exames preventivos permitem o diagnóstico precoce e o tratamento no momento certo.
ANUNCIE NO BLOG DO ARMINDO MAIA E VALORIZE SUA MARCA, PRODUTO E EMPRESA
Blog do Armindo Maia - O outro lado da notícia
QUEM SOMOS
BLOG DO ARMINDO MAIA- ARAXÁ MG
O repórter Armindo Maia, tem quase 40 anos de atuação no jornalismo e mídias diversas, como jornal impresso, rádio, televisão e assessoria de comunicação. O site de notícia e prestação de serviço, BLOG DO ARMINDO MAIA, foi criado em 2013, buscado primar pelo jornalismo informativo, ético e acima de tudo voltado para a difusão dos valores sociais e humanos, que norteiam uma nação democrática. Nosso foco visa a promoção da pessoa de bem e a propagação da cultura, arte, conhecimento, valorizando a notícia séria, didática, sem vínculos partidário, ideológico e religioso, mas acima de tudo compromissado com a defesa da lei, ordem e da justiça. Um site de notícia eclético, dinâmico, atualizado 24 horas por dia, com uma equipe profissional, empenhada em apurar e produzir conteúdos com exclusividade e com interação em tempo real com os nossos internautas, parceiros e clientes. O nosso compromisso é com a veracidade, transparência e respeito aos nossos seguidores mundo afora.
FALE CONOSCO, DÊ SUGESTÕES, DIVULGUE E PROMOVA SEU PRODUTO, EMPRESA, COMÉRCIO E SERVIÇO:
BLOG DO ARMINDO MAIA
E mail armindomaia.araxa@gmail.com
WhatsApp 34 99138 6799
Instagram @blogdoarmindomaia









