quinta-feira, 15 de julho de 2021

UFMG é considerada a quinta melhor universidade da América Latina, aponta ranking

 



A Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) aparece, pelo segundo ano consecutivo, na quinta posição do ranking da Times Higher Education (THE), que listou as melhores universidades da América Latina. 

Quando o levantamento faz um recorte nacional, a UFMG aparece como a terceira melhor universidade do Brasil. O ranking da THE foi divulgado nessa terça-feira (13). 

O Brasil é o país com o maior número de universidades que compõem a edição 2021 do ranking latino-americano.

Confira a lista das 10 primeiras:

1 - Pontifícia Universidade Católica do Chile
 
2 - Universidade de São Paulo (USP)
 
3 - Universidade de Campinas (Unicamp)
 
4 - Instituto de Tecnologia de Monterrey (México)
 
5 - Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG)
 
6 - Universidade do Chile
 
7- Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RIO) 
 
8 - Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)
 
9 - Universidade Federal de São Paulo (Unifesp)
 
10- Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)


NASA diz que uma mudança na órbita da lua tornará as inundações da Terra piores

 




A partir da próxima década as “oscilações” na órbita da Lua, somado o aquecimento global, tornarão as inundações costeiras aqui na Terra muito piores, segundo os cientistas.




Quando a oscilação iniciar, as cidades costeiras podem repentinamente começar a inundar três ou quatro vezes mais do que agora, de acordo com uma pesquisa da NASA e da Universidade do Havaí.


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Operação combate ligações clandestinas de água e luz

 


Está em andamento em Igarapé, na Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH), a fase 2 da Operação Impacto, ação conjunta de CopasaCemig e Polícia Militar para combater fraudes e ligações clandestinas, popularmente conhecidas como “gatos”.

A fiscalização vai até quinta-feira (15/7) e, durante o período, serão vistoriados 85 alvos da Copasa e 15 alvos da Cemig em cinco bairros: Canarinho, Fernando Dias, Novo Igarapé, Planalto e Pousada Del Rey.  A operação também tem participação do Ministério Público de Minas Gerais e Polícia Civil.

Vistorias

No balanço de parte da operação, foram confirmadas em quatro de sete vistorias realizadas pela Copasa, na Rua Aclesio Teixeira, no bairro Canarinho. Já a Cemig vistoriou seis imóveis e constatou fraudes em cinco.

Segundo Valter Lucas Júnior, gerente da Unidade de Serviço de Hidrometria, a Copasa vem avaliando o perfil de consumo dos clientes há um ano, a fim de identificar possíveis fraudes. “Em Igarapé, identificamos 85 comércios e residências na cidade. É importante que os moradores se conscientizem da importância deste trabalho, tanto para minimizar os impactos no sistema produtor e distribuidor de água da Copasa, como os prejuízos operacionais e financeiros”, afirma.

Júnior ressalta que o objetivo da Copasa é melhorar continuamente o atendimento ao cliente, e a retirada das fraudes e ligações clandestinas colabora muito para isso. “Essas práticas são criminosas, podem resultar em prisão e causam enorme impacto no abastecimento de água de toda a população. Por isso, a companhia está realizando, além da Operação Impacto, a campanha de autodenúncia” informa o gerente.

Campanha de autodenúncia

Para atender consumidores que querem regularizar sua situação, a Copasa prorrogou por mais 60 dias a campanha de autodenúncia, válida até 26/8. A iniciativa convida clientes irregulares a fazer cadastro no site. Apenas neste período, haverá isenção de multas e sanções para os cadastrados. 

O cadastro, disponível neste link, deve ser preenchido com as seguintes informações: tipo de serviço, nome, endereço completo, telefone, e-mail e uma descrição simples da fraude. Em seguida, a empresa irá entrar em contato para agendar a ida da equipe técnica até o imóvel. 

A Copasa espera que a adesão espontânea dos consumidores contribua ainda mais para a melhoria dos serviços prestados à população mineira.

Já os clientes que não aderirem espontaneamente à campanha no período estabelecido serão fiscalizados e poderão responder pelo crime de furto de água. O delito é previsto no Código Penal Brasileiro, que estabelece, no artigo 155, parágrafo 4º,  pena de reclusão de dois a oito anos, e multa, por ser um crime qualificado.

Os moradores podem, ainda, realizar denúncia anônima de situações irregulares no site www.copasa.com.br.

Operação Impacto 

A Operação Impacto foi deflagrada pela Copasa, Cemig,  Policia Militar e Ministério Público na cidade de Ribeirão das Neves, em fevereiro deste ano.

Até o mês de junho, 23.539 sanções relacionadas aos serviços da Copasa foram aplicadas por motivos diversos como ligação clandestina, fraude no hidrômetro e esgotamento irregular, por exemplo. Somente neste mês, foram executadas 7.189 vistorias e aplicadas cerca de 1,5 mil sanções. A estimativa de perda mensal para a empresa é de R$ 13 milhões.

Na primeira fase da operação, a Cemig vistoriou 39 imóveis, sendo que os técnicos constataram 21 ligações irregulares. Foram envolvidos 23 empregados e utilizados oito veículos para supressão de gatos. A empresa contou também com o apoio de três técnicos/supervisores, dois empregados da segurança patrimonial e dois engenheiros.

Desde o início do ano, foram aproximadamente 260 mil serviços de inspeções, troca de medidores e regularização em pontos de medição. A empresa calcula que os prejuízos anuais com as irregularidades sejam superiores a R$ 400 milhões. 

Diagnóstico precoce ajuda pacientes com câncer de cabeça e pescoço

 



Em sexta edição, a campanha Julho Verde lembra a importância dos bons hábitos na prevenção do câncer de cabeça e pescoço, que tem como maiores causadores o tabagismo e o alcoolismo. Apesar da alta chance de cura quando descoberto no início, cerca de 10 mil pessoas morrem todo ano em decorrência da doença, somente no Brasil.

De acordo com o coordenador da equipe de Cirurgia de Cabeça e Pescoço do Hospital Alberto Cavalcanti (HAC), Guilherme Souza, os cânceres deste tipo referem-se aos tumores malignos das vias aerodigestivas superiores (boca, faringe, laringe e esôfago cervical), tumores malignos da tireóide e glândulas salivares, metástases cervicais e tumores cutâneos da região (no couro cabeludo, face ou pescoço).

Segundo ele, além dos maus hábitos relacionados ao cigarro e à bebida alcoólica, o histórico familial leva a um risco ainda maior no desenvolvimento do câncer de cabeça e pescoço. O médico frisa que alguns deles, como os localizados na orofaringe (amígdalas e porção posterior da língua), podem ser causados pelo HPV, que é o mesmo vírus do câncer de colo do útero.

Sinais de alerta

Feridas na boca e garganta que não cicatrizam, dor e dificuldade para engolir, alteração na voz, falta de ar e massas no pescoço, por mais de duas semanas, e ainda perda inexplicada de peso podem indicar que algo não vai bem e demanda avaliação médica.

Exemplo vem de Raimundo André Sobrinho, 65 anos. No segundo semestre do ano passado, ele começou a sentir uma rouquidão na voz que não passava. Apesar de a esposa insistir pela consulta médica, ele não via necessidade.“Um dia observei ele dormindo e vi que apresentava dificuldade para respirar. Então, na mesma hora, resolvi marcar uma consulta”, conta a esposa, Helena.

Após exames e uma biópsia, Raimundo foi diagnosticado com câncer na laringe e encaminhado ao Hospital Alberto Cavalcanti (HAC), referência estadual em oncologia. Lá, logo em seguida à primeira consulta, foi levado ao bloco cirúrgico. “O doutor Diogo, que atendeu meu marido, disse que era necessária a cirurgia imediata, pois o câncer estava muito avançado e ele poderia não conseguir mais respirar a qualquer momento. Levamos um susto muito grande. Mas hoje vemos o quanto ele teve sorte. Se não tivesse descoberto o câncer a tempo, podia ter morrido sem ar, sozinho, em casa, enquanto eu estava no trabalho”, afirma Helena.

Após algumas cirurgias e com o câncer todo retirado, Raimundo passou por 30 sessões de radioterapia e, hoje, segue vida praticamente normal. “Graças a Deus, ele está bem e curado. Sua única sequela foi a perda da voz, devido à retirada das cordas vocais. Hoje, ele consegue se comunicar falando pela laringe eletrônica,  se alimenta bem e não usa nenhum medicamento, apenas comparece à consulta a cada seis meses, para controle”, explica a esposa. E elogia: “Tivemos um atendimento excelente no Alberto Cavalcanti. Os médicos são muito bons. As enfermeiras, psicóloga e fonoaudióloga que atenderam meu marido foram muito atenciosas”.

Raimundo aproveita para deixar uma mensagem para quem está passando pela mesma situação que ele viveu. “Quem está fazendo tratamento de câncer tem que levantar a cabeça, ter fé em Deus, falar para si mesmo que não está sentindo nada e seguir em frente”. E afirma: “Graças a Deus, hoje eu estou bem, alegre e curado”.

Tratamento

Assim como ocorreu com Raimundo, na maioria das vezes é necessária uma biópsia para o diagnóstico definitivo de um câncer. Se diagnosticado, o tratamento vai variar de acordo com a localização e o tamanho do tumor. O tratamento mais comum é a cirurgia, seguida de radioterapia, além da quimioterapia para os casos mais avançados.

“O mais importante é o diagnóstico precoce, pois quanto mais cedo é descoberto o câncer, maiores são as chances de cura. Lembrando que, no caso do câncer de cabeça e pescoço, a chance de cura é alta, quando diagnosticado e tratado em tempo hábil”, afirma Guilherme.

Segundo o médico, em alguns casos, apesar de curados, os pacientes podem ficar com algumas sequelas, que vão variar de acordo com a extensão e o tipo do tratamento. “Por abranger uma área socialmente exposta (cabeça e pescoço), podem ocorrer alterações estéticas, além das consequências funcionais, como dificuldade para alimentação, uso de sondas e traqueostomias, perda da voz”, explica o médico. “Lembrando que quanto mais tardio o diagnóstico, mais sequelas o paciente terá”, alerta.

Fonaudiologia

Também os fonoaudiólogos cumprem importante papel para o tratamento de pacientes. “Atuamos, principalmente, na reabilitação dos pacientes, de forma que eles se recuperem das sequelas na deglutição e na comunicação. O tratamento vai depender do local da lesão e do tipo de tratamento indicado pelo médico,  cirurgia, radioterapia, quimioterapia ou tratamentos combinados”, afirma a fonoaudióloga Jussara Dolabella.

De acordo com ela, os exercícios são selecionados após a avaliação, de forma personalizada, de acordo com o tratamento realizado e a demanda de cada paciente, contribuindo para a melhoria da qualidade de vida e para a reinserção social deles. “Realizamos exercícios na musculatura da cabeça e do pescoço que estejam envolvidas nas funções de articulação, fala, mastigação, deglutição, voz e respiração. Além disso, apresentamos e treinamos as possibilidades de recuperação da comunicação nos casos de laringectomia total  (laringe eletrônica, voz esofágica e prótese traqueoesofágica)”, explica.

No HAC, além dos cirurgiões de cabeça e pescoço e das fonoaudiólogas, o tratamento é realizado por uma equipe multidisciplinar composta por oncologistas, radio-oncologistas, fisioterapeutas, psicólogos, psiquiatras, enfermeiros e assistentes sociais.

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