sexta-feira, 16 de julho de 2021

Quais são os perigos do descarte irregular do óleo de cozinha?

 



Por mais saudável que seja a alimentação da família, o óleo de cozinha está presente na maioria das casas dos brasileiros. Seja para temperar saladas, para preparar pães e bolos ou fritar salgados que todo mundo adora, é difícil ficar longe do óleo de cozinha. No entanto, o descarte ainda pede bastante atenção. O professor de Química do Colégio Marista Frei Rogério, Angelo Pinto, explica que apenas um litro da substância contamina 20 mil litros de água se não for destinado corretamente. “Além da poluição da água, quando em contato com o solo, o óleo impede a absorção de nutrientes pelas plantas. E se sofrer deterioração no ambiente, libera o gás metano, que é 21 vezes mais prejudicial que o dióxido de carbono para as mudanças climáticas”, alerta.

O professor conta que ainda é comum que o óleo usado seja jogado no ralo da pia ou diretamente na rede de esgoto. Mas esse comportamento, além de prejudicar o meio ambiente, também pode causar prejuízos à tubulação da casa e da cidade. “Ao longo do tempo, a gordura vai sendo acumulada no encanamento da rede de esgoto e pode gerar entupimentos, vazamentos e muito prejuízo”, explica. 

A maneira certa de descartar o óleo de cozinha é guardá-lo em uma garrafa PET e destinar aos centros de coleta e reciclagem da sua cidade. Muitas prefeituras. ONGs, cooperativas e redes de lojas nas cidades já coletam esse material. Basta se informar e ajustar hábitos cotidianos, em prol da sustentabilidade do planeta. 

Transformando óleo usado em sabão

Uma maneira prática de reciclar o óleo é fazer sabão que pode ser usado para limpeza geral e lavar a louça, mas não para banho. Mas lembre-se de produzir o sabão em ambiente aberto e ventilado, usar luva e máscara para misturar a soda na água.

Confira a receita: 

500 mL de óleo usado e filtrado

70 g de soda cáustica

70 mL de água

50 mL de álcool hidratado com concentração superior a 70 ° GL.

1 caixa tetrapack de leite

1 copo de vidro grande

1 colher pequena de madeira 

 

Colocar o óleo na caixa de leite.

No copo de vidro, colocar a água e a soda, nesta ordem, mexendo até dissolver.

Após a dissolução, adicionar ao óleo e mexer por 15 minutos. Depois de terminado, misturar o etanol, mexendo com a colher até solidificar. Deixar curar por uma semana e desembalar

Para quem não tem balança, a receita é multiplicada:

1 kg de soda

1 L água

7 L de óleo.

600 mL de álcool.

Dissolver a soda na água em um recipiente e adicione ao óleo, mexendo por 50 minutos.

Ao final, misturar o etanol. Pode ser utilizada uma caixa revestida com saco de lixo para a cura do sabão, que pode ser usado após 10 dias. 

 

Sobre os Colégios Maristas:  os Colégios Maristas estão presentes no Distrito Federal, Goiás, Paraná, Santa Catarina e São Paulo com 18 unidades. Nelas, os mais de 25 mil alunos recebem formação integral, composta pela tradição dos valores Maristas e pela excelência acadêmica. Por meio de propostas pedagógicas diferenciadas, crianças e jovens desenvolvem conhecimento, pensamento crítico, autonomia e se tornam mais preparados para viver em uma sociedade em constante transformação. Saiba mais em www.colegiosmaristas.com.br.

Hormônio feminino protege a audição das mulheres

 



Os homens têm maior tendência a problemas auditivos porque o nível de estradiol deles é mais baixo


Sexo frágil? Que nada! Pesquisa da Universidade Johns Hopkins (EUA) revelou que o risco de perda auditiva é cinco vezes maior em homens do que em mulheres. E por que isso acontece? Uma das razões é a influência dos hormônios, como comprovou outro estudo, esse conduzido na Universidade de Rochester (EUA). Os pesquisadores descobriram que os hormônios femininos protegem a audição, fazendo com que o declínio auditivo se inicie mais tardiamente nas mulheres do que nos homens.

Há uma relação direta, o cérebro, entre o hormônio sexual feminino estradiol e a audição. "Os homens ouvem menos porque seu nível de estradiol é mais baixo. As mulheres têm um processamento auditivo melhor", de acordo com o neurocientista brasileiro Raphael Pinaud, que coordenou o trabalho.

Outra pesquisa, realizada em uma clínica de audição de Massachusetts (EUA), mostrou que as mulheres também se sentem mais à vontade para falar de sua perda auditiva, enquanto que os homens preferem esconder essa perda, mesmo que isso prejudique a sua comunicação no dia a dia.

No Brasil, a Pesquisa Nacional de Saúde, realizada pelo IBGE com apoio do Ministério da Saúde, também apontou que os homens são mais suscetíveis a problemas de audição do que as mulheres - em toda a população, a proporção é de 1,2% no sexo masculino e 1,0% no sexo feminino.

Por tudo isso, a tendência é que a dificuldade de audição comece a aparecer mais cedo nos homens. Essa diferença, no entanto, diminui por volta dos 50 anos de idade. É nessa fase da vida que as células auditivas começam a se desgastar naturalmente, resultando na perda auditiva relacionada à idade, conhecida como presbiacusia .

"É importante que tanto homens quanto mulheres consultem um otorrinolaringologista anualmente. O médico irá checar se está tudo bem com a audição e pode recomendar uma audiometria - exame que avalia se já há perda auditiva. E caso se confirme, avalia o tipo e o grau do deficit auditivo. A partir daí, se for necessário, será identificado o melhor tipo de tratamento, que pode ser com o uso de aparelhos auditivos", explica a Fonoaudióloga Marcella Vidal, Gerente de Audiologia Corporativo da Telex Soluções Auditivas.

É bom enfatizar, no entanto, que as mulheres, cada vez mais, vêm assumindo funções no trabalho antes exercidas apenas por homens e, além disso, convivem também com muito barulho no cotidiano, principalmente as mais jovens. Na verdade, o estilo de vida e a atividade profissional também são fatores que ainda tornam os homens mais suscetíveis aos problemas auditivos.

No dia a dia, nos centros urbanos, convivemos com o barulho diariamente, seja no trânsito, no movimento das ruas, próximo a obras e até em nossa própria casa. Além disso, é cada vez mais comum ouvir música em fones de ouvido, seja na corrida matinal ou até mesmo durante a ida ao trabalho de ônibus ou metrô. É aquela animada playlist que você coloca bem alta, todos os dias! E esse barulho constante em diversas situações do cotidiano podem, sim, prejudicar a audição.

"A poluição sonora é um dos principais vilões. Por isso, eu recomendo evitar ambientes com sons intensos. Além disso, é importante ouvir música e assistir TV sempre em volumes abaixo de 85 decibéis", alerta a Fonoaudióloga da Telex.

Genética x perda auditiva

A perda de audição também é influenciada pela genética. Há indivíduos que são geneticamente predispostos a serem mais sensíveis aos sons elevados. Seja esse o seu caso ou não, algumas atitudes fazem toda diferença quando o assunto é a saúde auditiva. Usar protetores auriculares em ambientes barulhentos, por exemplo, é essencial. Eles podem garantir um bom conforto acústico para quem precisa estar próximo a maquinários ou em lugares barulhentos, como estações de metrô.

E para termos uma noção dos danos causados à audição pelos ruídos do cotidiano, já é possível baixar aplicativos que registram os decibéis do ambiente.

"Os efeitos da exposição prolongada a sons intensos podem demorar para aparecer, já que a deficiência auditiva vai atingindo estágios cada vez maiores ao longo da vida. Por isso é importante se cuidar desde cedo a fim de evitar problemas futuros de perda de audição precoce", finaliza Marcella Vidal.

CBMM INFORMA:

 


LINK CBMM https://youtu.be/O9xSLNbWXxM

Fisioterapia respiratória auxilia recuperação de pacientes da Covid-19

 


Especialista em reabilitação cardiopulmonar da Domicile Home Care alerta para a 3ª onda do vírus e para as sequelas

Após o processo de recuperação da Covid-19, o paciente que se contaminou com o vírus tem que lidar com mais um desafio: as sequelas que o coronavírus traz. Segundo a Domicile, empresa de home care, o número de pacientes com algum tipo de sequela, em home care, aumentou 20% no primeiro semestre do ano. Parte dos pacientes relatam problemas pulmonares e, entre as soluções para esse sintoma, está a fisioterapia respiratória.

Isso acontece porque a doença causa uma inflamação persistente, que compromete o funcionamento do pulmão e, para João Paulo Silveira, especialista em fisioterapia respiratória e CEO da Domicile, o órgão pode levar até pouco mais de um ano para se recuperar. "Um paciente com Covid perde muito rapidamente a capacidade de respirar e, com isso, muitos precisam ser submetidos à ventilação mecânica. Mesmo após a recuperação, os pulmões ficam com cicatrizes, chamadas de fibroses, ocasionando sintomas como fraqueza, dispneia (falta de ar), cansaço, perda muscular e outras sequelas da doença", explica.

Segundo o especialista, a fisioterapia ou reabilitação respiratória é um dos principais métodos de recuperação e consiste em técnicas direcionadas para diminuir a dispneia (falta de ar) e melhorar a respiração. Esse tratamento trabalha principalmente o pulmão, a caixa torácica e os músculos respiratórios.

Entre os exercícios indicados pelo especialista, estão treinos aeróbicos, como por exemplo caminhada; de força, com a utilização de peso, mas de forma moderada; e com equipamentos, sendo ajustado de acordo com a força muscular do paciente ou ainda, alternativos como por exemplo, a acupuntura. Em todos os casos, com o acompanhamento de um profissional. "Uma outra opção para os pacientes que estão com dificuldade em respirar são os exercícios mais simples, com técnicas de relaxamento e meditação, combinados com técnicas de respiração com o diafragma", avalia o especialista.

Um estudo que acompanhou mais de 1.700 pessoas por seis meses após a infecção por covid-19 em Wuhan, na China, mostrou que a maioria (76%) relatou pelo menos um sintoma nesse período posterior à fase aguda. Os mais relatados foram cansaço e fraqueza muscular (63%); dificuldades para dormir (26%); e ansiedade e depressão (23%).

O especialista ainda afirma que além das sequelas respiratórias, há risco de sequelas no cérebro, nos rins e no coração, para uma parcela de acometidos, em especial os casos mais graves que exigem internação na Unidade de Terapia Intensiva (UTI). Outra consequência encontrada em pacientes graves de Covid-19 são, dificuldade de raciocínio e memória, sintomas de ansiedade, depressão, estresse pós-traumático, etc. "Embora o calendário sobre a vacinação no Estado de São Paulo pareça estar evoluindo, é possível que o país ainda sofra uma 3ª onda da pandemia. A indicação é que cada grupo se atente às datas e continue utilizando realizando as medidas de proteção como uso de máscara de proteção em locais públicos; higienize regularmente as mãos com álcool gel 70% ou água e sabonete; mantenha, pelo menos, 2 metros de distância entre você e qualquer pessoa que esteja tossindo ou espirrando; evite tocar nos olhos, nariz e boca; cubra a boca e o nariz quando tossir ou espirrar; fique em casa se não se sentir bem; se tiver febre, tosse e dificuldade em respirar, procure atendimento médico", finaliza.

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Sobre a Domicile
Presente em todos os estados brasileiros, a Domicile Home Care atende mais de 210 municípios e ultrapassa a marca de 5 mil pacientes com atenção médica domiciliar. Fundada em 2007 por João Paulo Silveira, em Jundiaí, a empresa tem o objetivo de se tornar a maior empresa de home care do Brasil, operando com mais de 30 convênios médicos. O modelo de negócio da Domicile funciona, principalmente, por meio de convênios médicos. São eles que contratam a empresa para operar o home care e com isso desafogar o sistema de saúde, melhorando o fluxo de atendimentos hospitalares, mas mantendo a qualidade do tratamento, desde os mais leves, aos mais complexos, na casa do paciente. A empresa atende desde procedimentos médicos simples, até pacientes de alta complexidade com necessidade de equipamentos de suporte à vida, como por exemplo, pacientes dependentes de ventilação mecânica permanente.  

Saiba como a alimentação pode melhorar a qualidade do sono

 



Renata Guirau, nutricionista do Oba Hortifruti, indica os alimentos que podem minimizar os distúrbios causados pela insônia

As cerejas, por exemplo, entram como uma opção para auxiliar na melhora da qualidade do sono. Em contrapartida, estimulantes, como cafeína, devem ser deixados de lado para facilitar o momento de repouso

Em 2019, a empresa de tecnologia Royal Philips fez um levantamento com diferentes países para avaliar a qualidade do sono dessas regiões. No Brasil, 36% dos entrevistados relataram ter problemas recorrentes de insônia. Passados dois anos, um estudo divulgado pela Persono, da Coteminas, intitulado “Acorda, Brasil!”, concluiu que 65% dos brasileiros sofrem distúrbios do sono atualmente.

De acordo com Renata Guirau, nutricionista do Oba Hortifruti, a alimentação pode ser uma das responsáveis por interferir no sono - de forma positiva ou negativa. Alimentos que proporcionam uma sensação de calmante, por exemplo, trazem resultados benéficos na hora de dormir. Em contrapartida, estimulantes, como a cafeína, devem ser evitados no final do dia.

“Uma análise de revisão sistemática, do ano passado, mostrou que dietas pobres em carboidratos, triptofano e compostos bioativos (encontrados nos vegetais) podem favorecer uma piora na qualidade do sono. Portanto, é essencial ser consciente no momento das refeições, visto que os alimentos que ingerimos podem nos fornecer nutrientes que favorecem o sono ou que nos atrapalham a dormir”, explica a profissional.

Segundo Renata, alimentos de difícil digestão, sobretudo consumidos à noite, como carnes com alto teor de gordura e alguns vegetais crus, podem favorecer desconfortos gástricos, gerando insônias e dificuldades para manter a qualidade do sono. Açúcar e cafeína de diferentes tipos - do café, dos chás escuros e dos refrigerantes de cola - também podem prejudicar esse momento de descanso.

“Por outro lado, alguns alimentos vão nos ajudar. É o caso da cereja e do kiwi, que nos fornecem uma pequena quantidade de melatonina, mas que traz um efeito benéfico na regulação do sono. Lácteos também entram como uma boa opção, assim como os chás calmantes de camomila, melissa, cidreira e mulungu. Quem deseja melhorar a qualidade do sono deve apostar nesses consumos de forma rotineira”, aconselha.

Renata reforça que acrescentar esses alimentos de modo fracionado, ou sem uma constância, pode não gerar o efeito desejado. Portanto, é indicado transformar os hábitos alimentares para que o sono seja regular, tranquilo e sem interrupções ao longo da noite.

Outros hábitos importantes que devem ser levados em consideração, principalmente no que diz respeito à saudabilidade do corpo, envolvem a ingestão constante de água ao longo do dia, evitando o seu excesso perto do período noturno para evitar os momentos de levantar, no meio da noite, para ir ao banheiro.

A busca por alimentos mais leves, evitando frituras no jantar, para facilitar a digestão, também deve ser primordial, especialmente para quem sofre com problemas de sono. Além disso, a nutricionista do Oba Hortifruti destaca os cuidados com a alimentação perto do horário de dormir. O ideal é que haja um intervalo neste processo para que o corpo possa iniciar o seu período de descanso.

“Os seres humanos são diurnos e as nossas refeições devem ser feitas o mais cedo possível. O nosso trato digestório precisa de repouso, por isso, não é aconselhado comer entre 23h ou 00h, por exemplo. Todavia, não há uma regra rígida quanto ao horário da última refeição. Muitas pessoas podem se beneficiar ao tentar fazer um intervalo de pelo menos duas horas para o horário de dormir. Isso vale especialmente para as pessoas com problemas gástricos, como gastrite e doença do refluxo”, contextualiza.

Recomenda-se também que o padrão de alimentação de cada indivíduo seja equilibrado, contendo todos os grupos de alimentos. Isso possibilitará a redução do estresse oxidativo e diminuirá a fome excessiva no final do dia, o que também pode ajudar bastante na melhoria da qualidade do sono.

É interessante apostar em frutas, verduras e legumes ao longo do dia, com um bom teor de antioxidante e compostos fitoquímicos. A ingestão desses alimentos regula a produção de neurotransmissores, responsáveis por ajudar no relaxamento do corpo.

CBMM INFORMA:

 

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Como combater o medo em plena pandemia?

 


A crise sanitária da Covid­19 está causando outra igualmente perigosa: a crise do medo. Contribuem para isso o isolamento ou o distanciamento das pessoas queridas, a perda da liberdade de ir e vir, as inseguranças diante do desconhecido e de um cenário que pode mudar a cada dia. Vive­se um sobe e desce de emoções que gera estresse, angústia e ansiedade, levando ao processo de somatização, quando o desequilíbrio psíquico afeta também o funcionamento de diversos órgãos do corpo.

É comprovado que os fatores críticos relacionados à mente podem ter consequências físicas: as chamadas doenças psicossomáticas, como alergias, inflamações e dores. Engana­se quem imagina tratar­se de um mal que atinge somente os adultos.


Trata­se de uma emoção primária, inata, que faz parte de cada um de nós desde que nascemos. E não é exclusividade do ser humano, pois todos os animais sentem medo por instinto. Consiste, de fato, em algo que, na dose certa, nos protege. Porém, quando exacerbado, torna­se um fator patológico e diabólico, porque nos paralisa.


“Repito que a situação de pandemia, que inclui o receio de ser contaminado e a insegurança econômica, é um fator agravante para que o medo saia de controle e sejamos dominados por ele. O problema existe, é real e ronda nossos lares, mas não podemos nos isolar ainda mais, criando um reduto interior tão inacessível que nos impeça de amar e sermos amados. Não podemos nos fechar como uma ostra! Sobretudo, não podemos ter medo… de Deus! Todo medo de Deus é pernicioso e impede o crescimento espiritual", afirma Padre Reginaldo Manzotti em seu livro A Nova Batalha.


O medo de errar, por exemplo, não nos permite ousar na fé e deixar a casca do “homem velho” em busca da semente do “homem novo”. Agora, reflitamos: qual a probabilidade de errarmos ao agir? É grande. Porém, o que importa é agir querendo acertar. Deus quer que multipliquemos os talentos que Ele nos confia, e não que tenhamos medo d’Ele. Certamente, temos de ser humildes e usar os dons recebidos a Seu serviço, mas não podemos nos dar o direito de, por medo, aniquilar o que o Senhor nos entregou. Isso é uma desonestidade com o Criador. 


A Nova Batalha

Medo, ansiedade e crises pessoais são alguns dos assuntos abordados em ‘A Nova Batalha – O Natural e o Sobrenatural’, o novo livro do Padre Reginaldo Manzotti. Na obra, o autor afirma ao público que estamos todos travando uma nova batalha e correndo contra o tempo. Milhões de vidas foram ceifadas ao redor do mundo, e não há mais dúvidas de que, depois da Covid-19, tudo será diferente. “O inimigo seduz tocando nos pontos fracos do ser humano: as vaidades, a sede de poder e o egoísmo alimentam isso que podemos chamar de ‘o mal do século’. As fake news também são manifestações do mal na vida cotidiana de hoje, assim como o medo da morte, da perda dos entes queridos ou do desemprego”, diz.         


Publicado pela Editora Petra, esse é o 22º livro do sacerdote, Fenômeno do mercado editorial, Padre Reginaldo Manzotti, que já ganhou três prêmios PublishNews e soma 6 milhões de livros vendidos.


Sobre o Padre Reginaldo Manzotti

Sacerdote, escritor, músico, compositor, cantor e apresentador de rádio e TV, o padre Reginaldo Manzotti ao completar 25 anos de sacerdócio, decidiu se reinventar e inovar mais uma vez em prol da evangelização.  

Antenado com as mídias digitais, o sacerdote tem 7.3 milhões de seguidores no Facebook, 3.7 milhões de seguidores no Instagram, 2.68 milhões de pessoas inscritas em seu canal do YouTube, 694 mil seguidores no Twitter e 221 mil em seu canal Vevo. Seu portal, www.padrereginaldomanzotti.org.br, recebe mais de 1 milhão de acessos mês.


Sacerdote que evangeliza pelos meios de comunicação, o padre apresenta programas de rádio e televisão que são retransmitidos e exibidos em mais de 1680 emissoras do país, além de outros países como: Inglaterra, Estados Unidos, Portugal, Espanha, Angola, Paraguai, Bolívia e Uruguai.


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