sábado, 17 de julho de 2021

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Em atuação desastrosa, Cruzeiro leva três do Avaí no Mineirão e se aproxima do Z4 da Série B

 


A semana de trabalho que o técnico Mozart teve para tentar corrigir os erros do Cruzeiro acabou por piorar ainda mais o time. Em uma atuação desastrosa, a Raposa foi presa fácil para o Avaí neste sábado, no Mineirão. Em três contra-ataques, a equipe catarinense venceu por 3 a 0 e impôs aos mineiros o sexto jogo seguido sem ganhar. Muito mal, o Cruzeiro entrou em campo com cinco mudanças: Norberto, Rhodolfo, Ariel Cabral, Claudinho e Marcelo Moreno. No entanto, o time pouco ameaçou o Avaí e se perdeu em campo após as alterações de Mozart na etapa final, quando o a Raposa perdia por 1 a 0. O treinador tirou o zagueiro Léo Santos para colocar o atacante Wellington Nem. O time ficou completamente perdido e levou mais dois em contra-ataque.

Com o resultado, o Cruzeiro caiu para a 16ª posição, com 11 pontos, e completou a sexta partida seguida sem vencer. Por outro lado, o Avaí engatou o sexto jogo sem perder e pulou para o sexto lugar, com 18 pontos.

A Raposa volta a jogar na próxima terça-feira (20), às 19h, contra o Remo, no estádio Baenão, pela 13ª rodada da Série B. Já o Avaí recebe o Operário na quinta (22), às 21h30, na Ressacada.

fonte: Rádio Itatiaia

A história do Japão contada pelas cerejeiras, que já foram sequestradas por kamikazes, e resgatadas por um jardineiro como símbolo nacional

 




Desde tempos imemoriais, as cerejeiras ajudaram os camponeses do Japão a identificarem o momento em que o fim do inverno se aproximava. Durante séculos, estas árvores foram veneradas neste país, e sua floração, a sakura, se tornou um poderoso símbolo de alegria e paz, mas também da brevidade da existência. O Hanami, a contemplação da floração, mantém-se como uma das tradições mais importantes do calendário japonês. Entretanto, na década de 1930, o imperialismo nipônico fez tudo mudar. “Em pouco mais de uma geração”, escreve Naoko Abe em O homem que salvou as cerejeiras, “os líderes japoneses tinham transformado secreta e imperceptivelmente as flores de cerejeira ―que passaram mais de 2.000 anos sendo um símbolo de paz―em flores de destruição”.

O sequestro das flores da cerejeira pela ideologia imperial japonesa, a ponto de transformá-las em símbolo dos kamikazes, os pilotos suicidas que se lançavam contra os navios norte-americanos, é uma das muitas histórias narradas por Naoko Abe, jornalista japonesa radicada em Londres, de 63 anos, em seu livro O homem que salvou as cerejeiras (inédito no Brasil). O título faz referência ao protagonista do relato, Collingwood Ingram, um inglês obcecado pelas cerejeiras silvestres do Japão, que chegou a preservar no seu jardim do Kent espécies que tinham desaparecido no seu país de origem. Mas a narrativa vai além da botânica, apresentando-se também como uma reflexão sobre uma das épocas mais sombrias da história daquele país e sobre a reconstrução da memória no pós-guerra.

“As flores de cerejeira estão profundamente arraigadas na mentalidade dos japoneses”, afirma Naoko Abe numa entrevista por videoconferência, de Londres. “É algo muito emocionante e bonito. As pessoas amam as flores. E as flores têm muitos significados: são um símbolo da beleza, do amor, de paz, mas também tiveram outras leituras. O simbolismo pode ir do positivo ao negativo. E foi isso que ocorreu durante a guerra: transformou-se completamente sem que ninguém se desse realmente conta, dadas as circunstâncias da época. Por isso achei importante mostrar como isso ocorreu, porque é uma transformação que não foi muito estudada”.

O livro reproduz um artigo de 1942, quando os Estados Unidos acabavam de lançar seu primeiro ataque aéreo contra o Japão, escrito pelo encarregado de parques de Tóquio, que mostra perfeitamente a metamorfose definitiva da flor de cerejeira em símbolo da violência e do militarismo. “Na base das vitórias do Exército imperial”, afirmava o texto, “há uma imensa reserva desse espírito imemorial que a flor da cerejeira representa. Com esse espírito nossos soldados desejam morrer corajosamente por nosso imperador”

Abe acredita que essa etapa da história do Japão foi completamente superada, mas que uma parte da ideologia continua vigente. “Ainda tem gente que glorifica a ideia de que os jovens devem dedicar suas vidas ao seu país. Outra coisa é que não digam isso de forma pública e oficial. Embora, felizmente, seja algo visto com bastante distância. A maioria prefere a paz à guerra e está consciente do que ocorreu no passado.”

Através das cerejeiras, Naoko Abe narra a história do Japão, um país que durante três séculos esteve totalmente fechado ao exterior, até a restauração Meiji em meados do século XIX, assim como a de sua própria família, que viveu a época das cerejeiras imperiais. Como se fosse uma árvore, é um livro do qual brotam numerosos ramos. Um deles é a história de Collingwood Ingram. “Quando vim morar na Inglaterra, entrei em contato com jardineiros e horticultores e rapidamente descobri a história desse homem que, no começo do século XX, se apaixonou pelas cerejeiras ornamentais japonesas e as introduziu na Inglaterra”, explica Abe. “Isso despertou muita curiosidade e eu quis investigar que tipo de pessoa era ele. Para Ingram, como darwinista, a diversidade era essencial. E quando ele viaja ao Japão em 1926, observa que muitas espécies estão desaparecendo e alerta para os perigos da perda de biodiversidade”.

De todas as histórias daquela viagem de Ingram ao Japão em 1926, a mais extraordinária tem a ver com a variedade taihaku ou akatsuki. O botânico inglês estava visitando Seisaku Funatsu perto do rio Arakawa. Tratava-se de um dos maiores especialistas nestas árvores do país e, escreve Abe, depois de lhe mostrar uma série de aquarelas de flores de cerejeiras, apresentou uma especialmente bela. “Esta cerejeira foi pintada pelo meu tataravô há 130 anos. Estávamos acostumados a vê-las perto de Kyoto, mas parece que foram extintas. Já não as encontro em parte alguma”, disse com nostalgia o sábio Funatsu a Ingram. E este respondeu: “Essa cerejeira cresce no meu jardim de Kent!”. Quando obteve um espécime híbrido após encontrá-lo no jardim de uma amiga, batizou a variedade de taihaku, “grande cerejeira branca”, mas descobriu durante aquela visita que o nome em japonês era akatsuki.

Levou quase cinco anos para conseguir que alguns galhos chegassem vivos ao Japão (era uma viagem longuíssima). Isso só foi possível ao enviá-los pelo trem Transiberiano, utilizando batatas cortadas para que retirassem água suficiente. Foi o princípio de algo muito mais importante: durante a II Guerra Mundial, quase todas as grandes cidades japonesas foram destruídas e, com elas as cerejeiras que faziam parte da paisagem urbana havia séculos. Já as cerejeiras que Ingram conservava em seu jardim de La Grange tinham sobrevivido ao conflito, e suas 129 espécies podiam se multiplicar por todo mundo. De fato, espaços como o bulevar National Mall em Washington e vários jardins reais abrigam cerejeiras que existem graças à obsessão daquele jardineiro inglês.

Antes de colecionador de cerejeiras, Ingram foi observador de pássaros e percebeu que a cada ano que passava (e morreu aos 101, em 1981, tendo tido portanto muito tempo para contemplar a natureza), menos espécies faziam ninhos em seu jardim de La Grange, no sul da Inglaterra. Sentiu – e se preocupou muito – que algo estava acontecendo na natureza. Neste ano no Japão aconteceu a sakura mais precoce em 1.200 anos (desde o ano 812 existem documentos que registram a data). A antecipação da florada das cerejeiras é um sinal adicional da crise climática que atinge o planeta. “É sem dúvida um indício do aquecimento global”, afirma Abe. “Para florescer, as cerejeiras precisam que faça frio pelo menos durante um mês. Para despertar, precisam ter passado um inverno com temperaturas inferiores a zero. Em longo prazo, se o aquecimento continuar avançando, haverá um momento em que as flores de cerejeira desaparecerão. É um efeito de muito longo prazo: as cerejeiras florescerão cada vez mais tarde, e é possível que um dia deixem de florescer totalmente”. Terão sobrevivido a ser um símbolo da barbárie imperial e da morte, mas não à crise climática que aflige o planeta. Fonte El Pais

 

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"Palácio nos Trilhos": conheça o trem luxuoso de R$ 1,8 bi feito com vidro

 




A experiência da viagem pode ser mais interessante do que o destino em si. Esse é um dos pensamentos por trás da criação do designer francês Thierry Gaugain, que desenvolveu um projeto até então chamado de "Palácio nos Trilhos". Conhecido por criar o conceito de iates luxuosos, dessa vez o artista investiu em terra firme para a sua nova concepção. Com 14 vagões, o veículo tem 400 metros de comprimento e tem como intuito oferecer aos viajantes experiências únicas durante o trajeto. Ou melhor, trajetos. Isso porque o trem, que alcança até 160 km/h e tem ocupação para até 18 hóspedes, teria também a capacidade de se dividir ao meio, oferecendo duas opções de destino. A ideia, segundo Thierry Gaugain à "CNN Travel", é que o projeto possa funcionar na Europa e nas Américas. A ideia é que o veículo seja comprado por um único proprietário, ou seja, não é um trem público. "O proprietário que imaginamos é alguém que esteja ciente da singularidade do trem e entenda que não falamos apenas de transporte", disse Thierry. Viajar não é uma questão de velocidade. É uma questão de aproveitar o tempo, porque o tempo é o único tesouro que temos." Um dos grandes destaques do veículo é a sua construção feita por meio de um vidro tecnológico, que pode se tornar transparente ou opaco. Se escolhida a segunda opção, os viajantes poderão reproduzir o cenário desejado nas paredes do trem, em vez da paisagem natural da viagem. "O trem é um palco", explica Gaugain à "CNN". "Você pode mudar a luz, a estação ou o ritmo para mudar sua relação com o tempo. O projeto do "Palácio nos Trilhos" ainda não foi comprado. Por ser ambicioso, o trem, segundo o designer, levaria uma média de três anos para ser construído e custaria aproximadamente US$ 350 milhões, aproximadamente R$ 1,8 bilhão. 

Fonte Uol

Vacinação contra a Covid-19 na segunda-feira contempla pessoas com 44 anos

 


A Prefeitura de Araxá realiza a aplicação da 1ª dose da vacina contra a Covid-19 de pessoas a partir de 44 anos na próxima segunda-feira (19), no Sesc, das 8h às 16h, mesmo local e horário para a imunização trabalhadores da indústria e construção civil também a partir de 44 anos. 

Com o avanço da vacinação por idade, a expectativa é que o município finalize a aplicação da 1ª dose, já entregue pelo Governo do Estado, na segunda-feira com a vacinação de pessoas com 44 anos e aguarda a chegada de um novo lote de vacinas para dar continuidade à campanha. 

Também, na segunda-feira, a aplicação da 2ª dose para grupos contemplados de acordo com cartão de vacina ocorre na Unisa, das 8h às 16h. 

Neste sábado (17), a vacinação continua somente para grupos já convocados (não inclui por faixa etária), tanto para aplicação da primeira dose, como da segunda dose de acordo com o cartão de vacina. A imunização no sábado acontece na Unisa, das 8h às 12h.

 Confira abaixo o cronograma, bem como as faixas etárias contempladas e documentos exigidos. 


SÁBADO: 17 DE JULHO

1ª dose - Grupos Contemplados - UNISA

Dia e horário: 17 de julho (sábado) - 8h às 12h

 

- Grupos Contemplados: Trabalhadores da saúde, idosos com 60 anos ou mais, pessoas com comorbidades e com e deficiência permanente (com e sem BPC), funcionários do sistema de privação de liberdade, trabalhadores da educação (Todos os professores e funcionários das escolas públicas e privadas do ensino básico - Cemei, pré-escola, ensino fundamental, ensino médio, curso técnico, EJA, ensino superior), forças de segurança e salvamento (Policiais Federais, Militares, Civis e Rodoviários, Bombeiros Militares e Civis, e Guardas Municipais), forças armadas (Membros ativos da Marinha, Exército e Aeronáutica), trabalhadores de limpeza urbana, caminhoneiros e trabalhadores do transporte.

 

Documentos exigidos: cópia (xerox) CPF, RG, comprovante de residência, cartão de SUS (se tiver) e comprovante específico de cada grupo.

 

2ª dose - Grupos Contemplados de acordo com cartão de vacina - UNISA

Dia e horário: 17 de julho (sábado) - 8h às 12h

 

Documentos exigidos: cópia (xerox) dos documentos pessoais, comprovante de residência e Cartão SUS (se tiver) e cartão de vacina.

 

SEGUNDA: 19 DE JULHO

 

Vacinação por idade - SESC

- 44+ (44 a 59 anos)

Dia e horário: 19 de julho (segunda) - 8h às 16h

 

Documentos exigidos: cópia (xerox) CPF, RG, Comprovante de Residência, Cartão de SUS (se tiver).

 

Trabalhadores da Indústria e Construção Civil (por idade) - SESC

- 44+ (44 a 59 anos)

Dia e horário: 19 de julho (segunda) - 8h às 16h

 

Documentos exigidos: cópia (xerox) CPF, RG, Comprovante de Residência, Cartão de SUS (se tiver) e cópia (xerox) da carteira de trabalho ou crachá funcional; ou contracheque com documento de identidade.

 

Gestantes, Puérperas e Lactantes - UNISA

Dia e horário: 19 de julho (segunda) - 8h às 16h

 

- Puérperas (com até 45 dias) e Lactantes (até 6 meses)

 

Documentos exigidos: cópia (xerox) CPF, RG, Comprovante de Residência, Cartão de SUS (se tiver) e certidão de nascimento ou cartão do bebê.

 

- Gestantes (com e sem comorbidades)

 

Documentos exigidos: cópia (xerox) CPF, RG, Comprovante de Residência, Cartão de SUS (se tiver) e cartão pré-natal.

 

1ª dose - Grupos Contemplados - UNISA

Dia e horário: 19 de julho (segunda) - 8h às 16h

 

- Grupos Contemplados: Trabalhadores da saúde, idosos com 60 anos ou mais, pessoas com comorbidades e com e deficiência permanente (com e sem BPC), funcionários do sistema de privação de liberdade, trabalhadores da educação (Todos os professores e funcionários das escolas públicas e privadas do ensino básico - Cemei, pré-escola, ensino fundamental, ensino médio, curso técnico, EJA, ensino superior), forças de segurança e salvamento (Policiais Federais, Militares, Civis e Rodoviários, Bombeiros Militares e Civis, e Guardas Municipais), forças armadas (Membros ativos da Marinha, Exército e Aeronáutica), trabalhadores de limpeza urbana, caminhoneiros e trabalhadores do transporte.

 

Documentos exigidos: cópia (xerox) CPF, RG, comprovante de residência, cartão de SUS (se tiver) e comprovante específico de cada grupo.

 

2ª dose - Grupos Contemplados de acordo com cartão de vacina - UNISA

Dia e horário: 19 de julho (segunda) - 8h às 16h

 

Documentos exigidos: cópia (xerox) dos documentos pessoais, comprovante de residência e Cartão SUS (se tiver) e cartão de vacina.

 

Campanha Vacinação Solidária 

A Prefeitura de Araxá é parceira da Campanha Vacinação Solidária, de iniciativa da Câmara Municipal, Ampara, SOS e Insanos Moto Clube, para arrecadação de óleo nos dias de vacinação contra a Covid-19 ou contra a gripe. 

 A doação está sendo revertida em cestas básicas às famílias carentes de Araxá. "Ajudar ao próximo também é uma forma de salvar vidas. Receba vacina, doe amor".