sábado, 17 de julho de 2021

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Fósseis encontrados na China e em Israel mudam a história da evolução

 


Uma equipe de 12 cientistas liderados pelo professor Qiang Ji, da Hebei GEO University, na China, identificou uma nova espécie humana que viveu na Ásia de 138 mil a 309 mil anos atrás. O crânio de Harbin, capital da província de Heilongjiang, no nordeste da China, foi datado em 146 mil anos e recebeu o nome de Homo longi ou homem dragão, em homenagem ao local onde foi descoberto, Long Jiang, ou Dragon River (Rio Dragão, em português).

De acordo com o Museu de História Natural de Londres, instituição a que está vinculado Chris Stringer, um dos pesquisadores da equipe, o fóssil pertence a uma das diferentes espécies humanas que coexistiram na Ásia, Europa e África há 100 mil anos, como os homens de Dali, Jinniushan e Hualongdong. Todas elas podem ser consideradas formas de transição entre a espécie Homo erectus, a 1ª identificada do gênero Homo, que surgiu há 1,9 milhão de anos e que se destacou pela fabricação de instrumentos e utensílios de pedra, madeira, pele e ossos, e a atual Homo sapiens, surgida na África há cerca de 200 mil anos. A espécie de transição mais conhecida é a Homo neanderthalensis, os neandertais, extintos há 40 mil anos.

O crânio de Harbin foi encontrado por um operário que trabalhava na construção de uma ponte sobre o Rio Songhua, em 1933, mas somente foi levado aos cientistas em 2018, por um camponês neto do operário. Como o local do achado foi desfigurado ao longo do tempo, as condições do entorno do fóssil não puderam ser reconstituídos, e os cientistas utilizaram técnicas de análises geoquímicas sofisticadas para fazer a datação.

Chris Stringer explica que o crânio de Harbin é “enorme”, com volume cerebral semelhante ao do humano atual, indicando que ele tinha características do Homo sapiens. “É o maior ou o segundo maior valor para muitas medições em nosso banco de dados fóssil comparativo e seu volume cerebral de 1.420 ml corresponde ao dos humanos modernos. Ele também mostra outras características semelhantes à nossa espécie. Tem maçãs do rosto planas e baixas com uma fossa canina rasa, e o rosto parece reduzido e enfiado sob a caixa craniana.”

ANÁLISE DO CRÂNIO

Os detalhes da descoberta foram publicados nessa 6ª feira (25.jun), em artigo no periódico The Innovation, com o nome de Provação Geoquímica e datação direta do crânio humano arcaico de Harbin, em tradução livre.

Foram feitas análises geoquímicas que incluíram fluorescência de raios X não destrutiva e elementos de terras raras. Os resultados da datação indicam semelhanças com os mamíferos do Pleistoceno Médio-Holoceno e de outros fósseis humanos recuperados da área de Harbin.

“O crânio humano de Harbin é um dos mais bem preservados de todos os fósseis humanos arcaicos encontrados e tem grande importância para a compreensão da diversificação do gênero Homo e da origem do Homo sapiens. Ele representa uma nova linhagem humana, evoluindo no Leste Asiático, e é colocada como grupo irmão do Homo sapiens. Uma combinação de características primitivas e derivadas no crânio de Harbin estabelece um bom conjunto de características diagnósticas que foram usadas para definir uma nova espécie de Homo”, diz o artigo.

De acordo com os pesquisadores, o homem dragão pode ser contemporâneo de outros humanos arcaicos do Pleistoceno Médio da China, como Xiahe (160 mil anos), Jinniushan (200 mil anos), Dali (327 mil a 240 mil anos) e Hualongdong (345 mil a 265 mil anos). Essa datação também se sobrepõe à do Homo sapiens inicial da África e do Oriente Médio. A espécie Homo longi pode ter sido tão bem-sucedida quanto as primeiras populações de Homo sapiens, distribuindo-se por uma grande área na Ásia, incluindo ambientes extremos em altitude e frio.

FRIO MAIS INTENSO QUE NA ONDA POLAR DE JUNHO

 



A forte massa de ar polar que ingressará neste fim de semana poderá trazer mais frio em algumas cidades que na poderosa onda polar do final de junho, a despeito de ser uma incursão de ar polar menos intensa que a de semanas atrás. Diversas cidades podem ter na próxima semana as suas menores temperaturas mínimas do ano.

A massa de ar polar que ingressa no território brasileiro neste fim de semana terá uma trajetória continental, o que significa que avançará pelo interior do continente. Por isso, a previsão é de queda de temperatura no Sul, em partes do Centro-Oeste e do Sudeste do Brasil, e até em pontos da Região Norte com a caracterização de friagem. 

As madrugadas mais frias neste novo episódio gelado, na maior parte das cidades, devem ser a de domingo (18) até quarta (21). Em Porto Alegre e na cidade de São Paulo, como exemplos, as madrugadas com frio mais intenso tendem a ser a de segunda(19) e a da próxima quarta (21).

A MetSul projeta marcas negativas ou próximas de 0ºC em grande número de cidades do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina na primeira metade da próxima semana. Campos de Cima da Serra e áreas de baixadas de locais de maior altitude do estado gaúcho como da região de Soledade e da Serra do Sudeste podem ter marcas de -5ºC a -6ºC, e mesmo até mais baixas isoladamente. Na Grande Porto Alegre, os termômetros podem indicar 1ºC a 2ºC em alguns locais. Mínimas de -6ºC a -8ºC podem ocorrer no Planalto Sul de Santa Catarina. Muitos pontos do Paraná vão ter também marcas abaixo de zero ou ao redor de 0ºC. Na cidade de São Paulo, marcas abaixo dos 5ºC são possíveis em diversos bairros.

POR QUE MAIS FRIO À NOITE COM AR POLAR MENOS INTENSO?

O ar polar que chega neste fim de semana não é tão intenso quanto o do final de junho e não será tão abrangente no território brasileiro como três semanas atrás, mesmo atingindo áreas do Sul, Centro-Oeste, Sudeste e até do Norte. Como esta erupção de ar gelado não é tão forte como a de junho, em locais mais ao Norte como do Centro-Oeste as mínimas não devem ser tão baixas desta vez, apesar da previsão de muito frio em diversos locais.

No Sul e em parte de São Paulo é que pode se dar um quadro distinto. As mínimas serem mais baixas agora que no final do último mês. A explicação é simples e passa pelo perfil de umidade da atmosfera ao longo do episódio de ar gelado.

No final de junho, em muitas cidades do Sul do país os primeiros dias da onda polar se deram com vento e abundante presença de nebulosidade. Isso favoreceu a ocorrência de neve nos três estados do Sul e pela primeira vez desde 2000 a queda de neve por três dias seguidos. Por outro lado, vento e nuvens são fatores que inibem resfriamento maior no período noturno.

Em junho, quando do auge de intensidade do ar polar, entre os dias 28 e 29, o tempo foi nublado a encoberto, inclusive com garoa e chuva leve, o que proporcionou a neve. No dia 30, quando o ar polar começava a perder força, ainda havia muitas nuvens e instabilidade. Foi justamente na madrugada do dia 30 que se produziu a neve mais expressiva no Planalto Sul Catarinense. Tempo mais aberto somente ocorreu a partir da quinta-feira (1/7).

Agora, diferentemente do fim de junho, grande parte deste evento de frio deverá se dar com um perfil mais seco da atmosfera. Entre domingo (18) e segunda (19) se espera a passagem de nuvens e vento em parte do Sul do Brasil por um ciclone extratropical, mas muitas áreas já terão tempo seco. Na primeira metade da próxima semana, a tendência é de tempo aberto e vento calmo a fraco, favorecendo resfriamento noturno. Assim, esta nova incursão polar terá tempo mais aberto e seco coincidindo com o seu auge de força, o que não ocorreu na última.

E MÁXIMAS MAIS ALTAS

Este cenário, entretanto, não favorecerá máximas tão baixas quanto na última onda de frio. Muitas cidades tiveram máximas baixíssimas no final de junho, de um dígito, e em alguns municípios sequer passaram dos 5ºC. Porto Alegre, por exemplo, chegou a anotar máxima de apenas 9,5ºC no Jardim Botânico.

Desta vez, com sol, as tardes não serão frias, a despeito da previsão de máximas baixas no domingo e na segunda. Tardes de 12ºC a 14ºC com sol, como se prevê para o começo da semana, podem ser consideradas muito frias, afinal a média máxima desta época do ano está ao redor de 20ºC na Capital. Preparem, portanto, os agasalhos.


CBMM INFORMA

 

LINK CBMM https://youtu.be/O9xSLNbWXxM

'Tinha patrão, hoje tenho cliente': as diferenças de ser doméstica no Brasil e nos EUA

 


"Patrão vem como uma autoridade, como 'você faz aquilo que eu estou falando', não é como uma igualdade. Eu senti isso na pele e minha mãe também sentiu isso muito forte. Cliente é diferente. O cliente te respeita, te olha nos olhos, te valoriza, reconhece o seu esforço e o seu trabalho. E ele te paga por isso e paga bem."

Para Paula Costa, de 53 anos e faxineira em Boston há mais de 20, a diferença entre ter "patrões" e ter "clientes" é um dos pontos fundamentais que distinguem a experiência de ser uma trabalhadora doméstica no Brasil e nos Estados Unidos.

Ela conhece essa diferença na própria trajetória. Filha de doméstica, começou na profissão aos 9 anos, sem receber nada por isso, como uma dessas meninas que são "pegas para criar" por famílias mais ricas, ganhando moradia em troca de trabalho, que conciliava com a escola.

Nos Estados Unidos, começou como ajudante de faxineira e atualmente tem seu próprio negócio, sendo ela agora quem às vezes contrata ajudantes para dar conta do serviço. 

Ex-BBB em busca de doméstica nos EUA

A diferença na cultura do trabalho doméstico no Brasil e nos Estados Unidos gerou polêmica nas redes sociais recentemente, após a ex-BBB e influenciadora digital Adriana Sant'Anna reclamar no seu Instagram da dificuldade de encontrar uma empregada doméstica em Orlando, na Flórida.

"Aqui ganha por hora de trabalho e eu quero alguém para ficar aqui o tempo todo, fazendo tudo para mim e não acho", disse Sant'Anna, em vídeo publicado na rede social. "Eu preciso trabalhar, essas coisas que tenho que ficar fazendo não dá, que é lavar roupa, passar, arrumar, organizar, tirar bagunça, pegar roupa suja de criança.

"A gente no Brasil estava feita. Porque lá [no Brasil] uma pessoa faz tudo. Aqui [nos Estados Unidos], para passar, 25 dólares a hora a mais, para dobrar 25 dólares. Ah, para poder esticar o braço, mais 10 dólares. É assim. Então, você que tem alguém no Brasil, ajoelha e agradeça a Jesus", completou.

Depois de sofrer uma onda de críticas, a ex-BBB voltou a postar, agora para se defender.

Pagar melhores salários é a sugestão do presidente americano Joe Biden para empregadores dos Estados Unidos que têm se queixado de dificuldade para contratar, em meio à retomada da economia americana, com o avanço da vacinação contra a covid-19.

"Vocês estavam me perguntando... 'Está sabendo? Empregadores não conseguem encontrar trabalhadores.' Eu digo: 'Paguem mais a eles'", afirmou Biden, durante uma coletiva de imprensa ao fim de junho. "[Empregadores] vão ter que competir e começar a pagar a quem trabalha duro um salário decente", completou o democrata.

'Nos EUA, trabalho doméstico é serviço caro'

A doutora em Educação e ex-faxineira Heloiza Barbosa lançou em março de 2020 o Faxina, um podcast que conta as histórias de faxineiros e faxineiras brasileiras que trabalham nos Estados Unidos.

"São serviços contratados e são serviços caros, se você está acostumado no Brasil a pagar muito pouco por isso", explica a pedagoga. "Aí já tem uma diferença: a ideia de serviços prestados, ou seja, você não é empregado de alguém como o trabalhador doméstico é no Brasil, você é dono da sua empresa e vende o serviço para a pessoa que te contrata."

A diferença parece bastante óbvia com relação a uma trabalhadora doméstica brasileira mensalista, que presta serviços a uma pessoa ou família de forma contínua, mediante um salário fixo. Mas Heloiza afirma que a dinâmica também é distinta do trabalho das diaristas, profissionais autônomas que atendem famílias diversas, sem vínculo empregatício.

Sem proteção social

A apresentadora do Faxina Podcast destaca, porém, que isso não significa que as domésticas que trabalham nos Estados Unidos contem com maior proteção social.

"Estamos falando de um sistema capitalista, onde o trabalhador só tem valor enquanto tem força de trabalho para vender", afirma. "Não há benefícios sociais, férias remuneradas, aposentadoria, direito a dias de afastamento por doença. Simplesmente, se não trabalha, não ganha.

No geral, esse grupo é formado por uma faxineira mais experiente, que tem uma lista de clientes e é conhecida como "dona do schedule" (algo como a "dona da agenda", em português). Essa faxineira contrata ajudantes, que em geral são as imigrantes recém-chegadas que estão em busca de emprego e, muitas vezes, não falam inglês. São as chamadas helpers.

"Eu comecei dando um 'help'", conta Paula Costa, sobre como entrou no mercado americano de faxina doméstica. "Levantava bem cedo, o carro vinha buscar, quando dava 7h estávamos entrando na primeira casa. Fazíamos nove casas no dia e eu ganhava US$ 60 (R$ 305 a valores atuais) por dia, isso há 22 anos atrás."

"As donas de schedule faziam muito dinheiro, mas elas pagavam mal as 'helps'. Nove casas num dia, pagando US$ 60 para cada uma das três ou quatro funcionárias que elas levavam. Ganhando cerca de US$ 100 por casa (R$ 510), para ficar uma hora, ou uma hora e meia. Elas faziam - e fazem - muito dinheiro."

Brasil, maior empregador doméstico das Américas

Além da forma de trabalhar, há outra diferença grande no mercado de trabalho doméstico dos dois países: o número de pessoas ocupadas nesse tipo de função.

Segundo a Organização Internacional do Trabalho (OIT), agência das Nações Unidas dedicada ao tema, o Brasil é o segundo maior empregador doméstico do mundo, atrás apenas da China, que ocupa o topo da lista, com 22 milhões de trabalhadores domésticos, representando 2,9% de sua força de trabalho.

Para o sociólogo Tulio Custódio, que estuda a desumanização dos trabalhadores precários em seu doutorado na Universidade de São Paulo (USP), o elevado número de trabalhadores domésticos no Brasil é uma herança do nosso passado colonial.

"A colonização é fortemente marcada pelo padrão patriarcal, que coloca a mulher como a responsável pelo trabalho doméstico e de cuidado", diz Custódio. "Além disso, esse é um trabalho que é realizado especialmente pelas populações situadas na marginalidade social, isto é, pela população negra, o que tem origem na escravidão."

Apesar dos Estados Unidos também terem um passado colonial e escravista, Custódio observa que o número de africanos escravizados trazidos ao Brasil foi muito maior.

Estima-se que, entre os séculos 16 e 19, cerca de 4,9 milhões de africanos desembarcaram na costa brasileira, o que representa 46% de todos os escravizados trazidos ao continente americano. Em comparação, pouco mais de 388 mil escravizados foram levados para os Estados Unidos.

Isso se reflete na composição racial dos dois países: enquanto nos Estados Unidos os negros são 13% da população, no Brasil, segundo classificação do IBGE para pretos e pardos, somos 56%.

Formas distintas de lidar com o passado escravista

"Foram dois países que tiveram a experiência da escravidão, mas há uma diferença bem grande na forma como trataram essa questão", observa Cristina Vieceli, economista do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese).
A economista do Dieese destaca ainda que o país tem também uma parcela muito grande da população pobre e é extremamente desigual — mais do que os Estados Unidos.
"Exército de reserva" é um termo usado pelo filósofo Karl Marx, que se refere ao desemprego "permanente" das economias capitalistas. No Brasil, por exemplo, a taxa de desemprego atualmente está em 14,7% e quando ela chegou ao ponto mais baixo na história recente, caiu a 6,2% (em dezembro de 2013). Fonte G1


Homem que comeu 15 pratos em rodízio é ‘convidado a se retirar’ de restaurante

 





O pintor João Carlos ganhou grande repercussão nas redes sociais após dar um grande prejuízo para a rede de restaurantes Ragazzo. Em uma visita ao restaurante, ele pagou R$ 19,90 para aproveitar um rodízio de massas e comeu, sozinho, 15 pratos de comida italiana. Segundo o pintor, o restaurante pediu que ele se retirasse do local e devolveria o dinheiro dele para que João Carlos parasse de consumir na loja.

“Os caras mandaram eu parar, não querem me servir mais, não, pessoal. Falaram que devolvem meu dinheiro para eu me retirar do estabelecimento. Estou fazendo esse vídeo aqui para vocês verem que isso não se faz, eu estou pagando. Me botaram para correr. O cara falou que não vai me servir mais, não. Só porque comi 14 pratos, com esse 15, e os caras mandaram me retirar do rodízio, disse.

O Ragazzo negou que tenha pedido para João se retirar. “Reforçamos que na promoção Rodízio de Massas & Coxinhas Ragazzo, os clientes podem consumir os pratos selecionados do programa sem limitação de quantidade, conforme estabelece o regulamento oficial disponível no site, redes sociais e lojas físicas da marca”, disse a empresa em nota ao jornal Extra.

Então, para selar as pazes, a rede de restaurantes convidou João para voltar ao rodízio. O pintor comeu 35 pratos de comida em sua segunda visita ao fast-food de culinária italiana. Um baita prejuízo, hein ?