terça-feira, 20 de julho de 2021

UNIARAXÁ INFORMA:

 




Araxá prorroga inscrições para o programa Renda Básica até 6 de agosto

 


Para ampliar o acesso das famílias em situação de vulnerabilidade social ao Programa Renda Básica, a Secretaria Municipal de Ação Social prorrogou as inscrições do programa até o dia 6 de agosto. 

Para participar, o interessado deve fazer o agendamento da entrevista presencial no site (www.araxarendabasica.com.br) e comparecer na data programada com toda a documentação necessária, descrita no site. Quem não tiver acesso à internet, pode procurar o Núcleo de Convivência ou o Centro de Referência de Assistência Social (Cras) mais próximo de sua residência. 

O Programa Renda Básica Araxá consiste na complementação mensal da renda familiar através da concessão de benefício de até R$ 200,00 (duzentos reais). O objetivo é reduzir o impacto econômico gerado pela pandemia e assegurar melhores condições de vida para quem está em situação de vulnerabilidade social. 

Entre os critérios para ser beneficiado pelo Programa está o de ser residente e domiciliado no município de Araxá há pelo menos cinco anos e ter renda familiar bruta mensal igual ou inferior a 20% do salário mínimo vigente. Beneficiários do Programa Bolsa Família ou contemplados com qualquer outro projeto social e/ou auxílio financeiro também podem requerer o benefício. 

O município estima beneficiar cerca de 4.000 famílias que estão em situação de extrema pobreza em Araxá. A ação prevê que as famílias que preencherem os requisitos serão contempladas por 12 meses, podendo o benefício ser prorrogado de acordo com a situação de renda familiar.


Irregularidades relacionadas à segurança e saúde dos servidores da PMA são foco de TAC com Ministério Público do Trabalho



Representantes do Sinplalto participaram de uma audiência virtual para a definição do Termo de Ajustamento de Conduta O Ministério Público do Trabalho, após recebimento de uma denúncia anônima e a devida notificação ao Sindicato dos Servidores Públicos Municipais das Prefeituras, Câmaras e Autarquias da Microrregião do Planalto de Araxá (Sinplalto), realizou uma audiência virtual com a Prefeitura de Araxá, que culminou com um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) entre a PMA e o Ministério Público, com vistas regularizar as situações que vinham sendo observadas e que colocavam em risco a saúde e segurança dos servidores públicos municipais da cidade. O Sinplalto, representado pelo Presidente Hely Aires, o Assessor Jurídico, Eldbrendo Monteiro e a Diretora de Saúde do Trabalhador, Juliana Guaraldo, participou da Audiência presidida pelo Promotor Thiago Lopes. O Procurador Jurídico da Prefeitura de Araxá, Rick Paranhos representou o Município. O Sindicato foi notificado em junho pela Procuradoria sobre a falta de equipamentos de segurança para um servidor durante a execução de suas funções. O Sinplalto, cumprindo a determinação, fez uma ampla fiscalização, contratando uma empresa especializada. Um relatório robusto, formatado a partir do trabalho de analise em todos os setores da Prefeitura de Araxá, foi remetido ao Ministério Público do Trabalho. O documento apontou todas as irregularidades e deficiências do Setor de Segurança e Saúde dos Servidores de Araxá. A partir disso foi então realiza a audiência. O Procurador do Trabalho elogiou o trabalho do Sinplalto e a atuação da diretoria, reconhecendo o trabalho feito e apresentado ao órgão. Dentro disso, o Presidente do Sinplalto e da Federação dos Servidores Municipais (Feserv), Hely Aires, ressaltou a atuação certeira e cumprimentou a Presidente em Exercício Marlene Apolinário e a Secretária Vanilda, que foram as duas diretoras que acompanharam a técnica do trabalho em todos os setores vistoriados. Hely agradeceu e reconhece a participação delas em todo esse trabalho. O que ficou acordado O TAC firmado entre a Prefeitura de Araxá e a Procuradoria Regional do Trabalho determina que o Município tem até 30 de agosto de 2021 para implementar e comprovar as ações para solucionar as irregularidades identificadas. De imediato, o Poder Executivo, conforme o Termo, deve se atentar a substituir Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) que estejam danificados. Planos de ações de combate ao Covid-19 devem ser regulamentados em até 30 dias, afim de proteger todos os servidores. Ainda tem, até o final do ano, para trocar os uniformes exigidos para as funções, que estejam fora dos padrões recomendados. Em um médio prazo o TAC estabelece que até fevereiro de 2022, a Prefeitura precisa elaborar, implementar e executar, efetivamente, o Programa de Prevenção de Riscos Ambientais (PPRA) e o Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional (PCMSO). A promoção de treinamentos e capacitações pertinentes a cada setor de trabalho também faz parte do plano de ações que devem ser colocados em prática até 2022. “Promover treinamentos de capacitação dos trabalhos para trabalhos em altura, a ser ministrado por pessoa com comprovada proficiência no assunto, antes do início das atividades e a cada dois anos ou diante de mudança nos procedimentos e operações de trabalho, retorno de afastamento superior a noventa dias, mudança de empresa ou outro evento que indique necessidade”, aponta o TAC. O Termo firmado ainda traz que, a não realização das obrigações estabelecidas é passível de multa de R$ 100 mil por cláusula descumprida. “O cumprimento do presente ajuste é passível de fiscalização, a qualquer tempo, pelo Ministério Público do Trabalho, pela Superintendência Regional do Trabalho e demais órgãos públicos com poderes de polícia e de investigação, bem como pelos respectivos entes sindicais”, diz o documento. O TAC foi assinado pelas partes e o Poder Executivo já deve realizar as ações estabelecidas. O Sinplalto vai seguir acompanhado todo o caso. Ascom Sinplalto

sábado, 17 de julho de 2021

CBMM INFORMA:

 

LINK CBMM https://youtu.be/O9xSLNbWXxM

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JAC e-JS1: como é dirigir o carro elétrico mais barato do Brasil

 



Você deixaria de comprar um Honda Civic Touring ou um Volkswagen Taos Comfortline para comprar um carro elétrico com 3,65 m de comprimento? Esse é um dilema possível para os interessados no JAC e-JS1, que estreia no Brasil em outubro mas já está em pré-venda por R$ 149.990. QUATRO RODAS teve contato com uma das primeiras unidades importadas, ainda em pré-série. Isso explica, por exemplo, os bocais de recarga no padrão CB/T chinês, raro entre os carregadores públicos disponíveis no Brasil, e o logotipo da marca SOL na traseira. Isso porque, na China, o e-JS1 é vendido como SOL EX10. Não conhece a SOL? A marca, focada em carros elétricos, surgiu de uma joint-venture entre a JAC e a Volkswagen. A parceria parece ter dado certo, porque a Volkswagen comprou metade das ações da JAC Motors meses depois. O “toque” da VW no projeto deu resultado. Na comparação com o JAC iEV20, que usa o mesmo chassi, mas tem apelo de “mini-SUV”, com suspensão elevada e estepe pendurado na traseira, o e-JS1 tem acerto de suspensão mais equilibrado e interior com materiais de melhor qualidade e visual mais convidativo. A propósito, o JAC iEV20 seguirá à venda por R$ 159.990. A suspensão elevada seria a principal justificativa para manter dois carros tão parecidos nas lojas. Outra diferença importante está no motor e nas baterias. O e-JS4 tem 61 cv e 15,3 kgfm, enquanto o irmão mais antigo tem 68 cv e 21,4 kgfm. O iEV20 tem bateria de 41 kWh, o que garante autonomia de 320 km. Enquanto isso, a criação da SOL tem 30,2 kWh mas pode rodar 302 km com uma carga. E foi praticamente isso que conseguimos em nosso teste, ainda que em rodovia, rodando a velocidades entre 80 e  90 km/h e com ar-condicionado desligado. A velocidade máxima é de 110 km/h e em nosso teste o carro precisou de 14,3 s para chegar aos 100 km/h. A recarga só foi possível em uma tomada doméstica, de 220V. Levou 16h40 para ir dos 8 ao 100%. Não é ruim: quem roda 50 km por dia, por exemplo, só precisaria recarregar o carro aos finais de semana. Mas os carros que serão comercializados poderão ser recarregados em estações de carga rápida, que levam a carga dos 15 aos 85% em 1h, de acordo com a JAC. Em resumo, o JAC e-JS1 é um bom carro urbano, com rodar confortável, desempenho interessante e boa autonomia para um elétrico. Mas a cotação do dólar e falta de incentivos fiscais a elétricos pesam: os R$ 149.990 cobrados estão mais para uma barreira do que para uma qualidade do elétrico mais barato do Brasil. 


FONTE: 4 RODAS

Minas Gerais vai incluir público de 12 a 17 anos na campanha de imunização contra a Covid-19

 



O avanço da imunização contra a Covid-19 em Minas Gerais, reduziu o número de óbitos e internações no estado, com isso nesta quinta-feira (15) o governador Romeu Zema (Novo), anunciou durante coletiva de imprensa realizada na cidade Juiz de Fora.

Zema informou que houve a requisição junto ao Ministério da Saúde para obter a autorizar para inclusão do público de 12 a 17 anos na campanha de imunização contra a Covid-19.

Além disso, o governador também afirma ter requerido à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), a autorização para a compra de imunizantes para este grupo. “Mesmo que o Ministério da Saúde não concorde (com a solicitação), o Estado de Minas já solicitou autorização à Anvisa para adquirir vacinas e estar imunizando esse público. Então, tudo indica que nós vamos sim levar essa imunização para pessoas acima de 12 anos” disse Zema.

No dia 8 de julho, Zema já havia afirmado que o calendário de vacinação do estado seria adiantado para todos os mineiros com 18 anos ou mais até setembro. E desta vez explicou que a ideia é iniciar essa etapa de vacinação quando todos mineiros maiores de idade tiverem recebido as vacinas. Segundo Zema, mesmo que o Ministério da Saúde não dê aval à imunização de menores, o governo pretende comprar doses para expandir o público-alvo.

"Já pleiteamos ao Ministério da Saúde que esse público seja incluído tão logo o público acima de 18 anos tenha o processo de imunização feito. Mesmo que o Ministério da Saúde não concorde, o estado de Minas está encomendando (vacinas). (O governo) já solicitou solicitação da Anvisa - para adquirir vacinas e imunizar esse público", disse o governador, ao Jornal Tribuna.

Fonte: Tribuna de Minas