sexta-feira, 10 de setembro de 2021

Comando da Aeronáutica realiza inspeção de segurança no aeroporto de Araxá



A Estação Prestadora dos Serviços de Telecomunicações e de Tráfego Aéreo (EPTA), localizada no Aeroporto Municipal Romeu Zema, foi inspecionada pela Assessoria de Segurança Operacional do Controle do Espaço Aéreo (Asocea) entre os dias 31 de agosto e 3 de setembro. Toda estrutura, os equipamentos de navegação e os procedimentos que são aplicados durante o atendimento a uma aeronave foram inspecionados na estação, que é operada pela Secretaria Municipal de Segurança Pública.

A vistoria é prevista no plano anual de inspeções de 2021 e tem como objetivo avaliar o cumprimento das normas emanadas pelo órgão regulador. A equipe de inspeção foi chefiada pelo tenente-coronel-aviador Albuquerque e composta por militares das áreas de Meteorologia (MET), Serviço de Informações Aeronáuticas (AIS) e Comunicação, Navegação e Vigilância (CNS).

Albuquerque reconheceu a eficiência dos servidores que atuam na EPTA do aeroporto, que responderam a todos os protocolos de inspeção.

O administrador do Aeroporto Municipal, Fabiano Cota, acompanhou todos os processos e ressaltou a relevância desta inspeção da Asocea para o aprimoramento do conhecimento técnico e garantia da segurança operacional. “É um trabalho muito importante e que busca sempre um melhor atendimento aos usuários do transporte aéreo, com conforto e segurança.” 

quinta-feira, 9 de setembro de 2021

CBMM INFORMA:

 

 LINK CBMM https://youtu.be/O9xSLNbWXxM


Araxá vacina pessoas a partir de 19 anos contra a Covid-19 nesta sexta



A Secretaria Municipal de Saúde realiza a aplicação da 1ª dose da vacina contra a Covid-19 em pessoas a partir de 19 anos nesta sexta-feira (10), no Sesc, das 8h às 16h. A imunização abrange ainda trabalhadores da indústria e construção civil com a mesma faixa etária. 

O município recebeu cerca de 1.700 doses de imunizantes contra a Covid-19 para aplicação de 1ª dose em pessoas a partir de 19 anos. A Prefeitura de Araxá conseguiu junto à Superintendência Regional de Saúde uma maior agilidade para entrega do novo lote, que também destinou mais de 2.500 doses para aplicação da 2ª dose. 

A 1ª dose para demais grupos contemplados (exceto por idade e trabalhadores da indústria e construção civil) acontece na Unisa, das 8h às 16h.

 

2ª Dose AstraZeneca e CoronaVac 

A Prefeitura de Araxá segue realizando a aplicação da 2ª dose da CoronaVac e AstraZeneca, conforme data agendada no Cartão Vacina ou doses em atraso. A imunização é feita na Unisa, Unioeste e ESF Pão de Açúcar, das 8h às 16h.

 

2ª Dose Pfizer 

Já a aplicação da 2ª dose da Pifzer, conforme data agendada no Cartão Vacina ou doses em atraso, é feita exclusivamente na Unisa, das 8h às 16h.

 

CRONOGRAMA 

Vacinação por idade – SESC

- 19+ (19 a 59 anos)

Dia e horário: 10 de setembro (sexta) - 8h às 16h 

Documentos exigidos: cópia (xerox) CPF, RG, Comprovante de Residência, Cartão de SUS (se tiver).

 

Trabalhadores da Indústria e Construção Civil (por idade) – SESC

- 19+ (19 a 59 anos)

Dia e horário: 10 de setembro (sexta) - 8h às 16h 

Documentos exigidos: cópia (xerox) CPF, RG, Comprovante de Residência, Cartão de SUS (se tiver); cópia (xerox) da Carteira de Trabalho ou crachá funcional; ou contracheque com documento de identidade.

 

2ª dose CoronaVac e AstraZeneca - Conforme agendamento no Cartão de Vacina ou doses em atraso - UNISA, UNIOESTE e ESF PÃO DE AÇÚCAR

Dia e horário: 10 de setembro (sexta) - 8h às 16h 

Documentos exigidos: cópia (xerox) dos documentos pessoais e Cartão de Vacina.

 

2ª dose Pfizer - Conforme agendamento no Cartão de Vacina ou doses em atraso - UNISA

Dia e horário: 10 de setembro (sexta) - 8h às 16h 

Documentos exigidos: cópia (xerox) dos documentos pessoais e Cartão de Vacina.

 

1ª dose Grupos Contemplados (exceto por idade e trabalhadores da indústria e construção civil) – UNISA

Dia e horário: 10 de setembro (sexta) - 8h às 16h 

- Grupos Contemplados: Trabalhadores da saúde, idosos com 60 anos ou mais, pessoas com comorbidades e com deficiência permanente (com e sem BPC), funcionários do sistema de privação de liberdade, trabalhadores da educação (Todos os professores e funcionários das escolas públicas e privadas do ensino básico - Cemei, pré-escola, ensino fundamental, ensino médio, curso técnico, EJA, ensino superior), forças de segurança e salvamento (Policiais Federais, Militares, Civis e Rodoviários, Bombeiros Militares e Civis, e Guardas Municipais), forças armadas (Membros ativos da Marinha, Exército e Aeronáutica), trabalhadores de limpeza urbana, caminhoneiros e trabalhadores do transporte.

Documentos exigidos: cópia (xerox) CPF, RG e comprovante de residência, Cartão do SUS (se tiver), Cartão de Vacina e comprovante específico de cada grupo.

 

Gestantes, Puérperas e Lactantes – UNISA

Dia e horário: 10 de setembro (sexta) - 8h às 16h

 

- Puérperas (com até 45 dias) e Lactantes (até 6 meses) 

Documentos exigidos: cópia (xerox) CPF, RG, Comprovante de Residência, Cartão do SUS (se tiver) e certidão de nascimento ou cartão do bebê.

 

- Gestantes (com e sem comorbidades) 

Documentos exigidos: cópia (xerox) CPF, RG, Comprovante de Residência, Cartão do SUS (se tiver) e cartão pré-natal.

 

Campanha Vacinação Solidária 

A Prefeitura de Araxá é parceira da Campanha Vacinação Solidária, de iniciativa da Câmara Municipal, Ampara, SOS e Insanos Moto Clube, para arrecadação de óleo nos dias de vacinação contra a Covid-19 ou contra a gripe.

A doação está sendo revertida em cestas básicas às famílias carentes de Araxá. "Ajudar ao próximo também é uma forma de salvar vidas. Receba vacina, doe amor". 

Boletim Covid Araxá - 9 de setembro

 

A Secretaria Municipal de Saúde informa que um óbito foi registrado nesta quinta-feira. Trata-se de uma mulher de 74 anos.





UNIARAXÁ INFORMA:

 

UNIARAXÁ : https://site.uniaraxa.edu.br/


O consumo de açúcares pode prejudicar o rendimento de atletas


Ex-atleta, nutricionista e educadora física, Dani Borges, explica o que a ingestão exagerada de açúcares afeta no corpo e no rendimento esportivo

Muitas vezes quando se fala em alta performance, principalmente de atletas, as pessoas associam energia ao açúcar, mas de acordo com a ex-atleta, nutricionista e educadora física, Dani Borges, é o contrário, o atleta precisa sim consumir energia, mas é de carboidrato bom, que vai ter um valor nutricional com vitaminas e minerais e não açúcar em si que passa por processo de refinamento.

Inclusive, no processo de refinamento o açúcar passa por inclusão de ativos químicos e um deles é o enxofre, que tira as vitaminas e minerais presentes naquele alimento. “Ele fica sendo apenas um veículo para fonte de energia rápida, só que sem vitamina nenhuma”, diz a nutricionista.


 
O açúcar refinado, por exemplo, quando ingerido é rapidamente absorvido, estimulando a produção de insulina que é hormônio secretado pelo pâncreas. “Quando isso acontece ou quando há o consumo excessivo que possa ocasionar uma sobrecarga para secretar a insulina no pâncreas, para tentar deixar os níveis mais adequados de glicemia no nosso sangue”, explica Dani Borges.

Quando há o consumo em quantidade exagerada do açúcar, a ingestão pode levar a uma resistência periférica à insulina, diabetes tipo 2, hiperglicemia, hiperinsulinemia e até alterar os glicerídeos e tudo isso é associado a risco de doenças cardiovasculares aumentadas. “Esse excesso, então, prejudica a saúde e a performance de um atleta”, conclui.

Sobre Dani Borges

Dani Borges é ex-atleta, nutricionista e educadora física. Além disso, ela dá consultoria online individualizada e personalizada.  

Acondroplasia: entenda por que as pessoas com esse tipo de nanismo podem estar no grupo de risco da COVID-19



 - Causada por mutações no gene FGFR3, a acondroplasia é o tipo mais comum de nanismo
- Devido ao crescimento desproporcional dos órgãos e ossos, acondroplásicos podem apresentar problemas cardíacos, neurológicos, auditivos, respiratórios e obesidade

São Paulo, julho de 2021 - A acondroplasia é uma doença responsável pela maioria dos casos de nanismo, que provoca um desenvolvimento atípico dos ossos devido a mutações no gene. FGFR3, responsável pela diminuição da velocidade de crescimento. Devido à alteração genética, esses pacientes podem apresentar diminuição na caixa torácica, prejudicando o funcionamento do pulmão e, portanto, transformando estes pacientes em um grupo de risco para a infecção da COVID-19.

Os indivíduos com acondroplasia lidam com a desproporcionalidade de ossos e órgãos, o que leva a mais sintomas e possíveis complicações de saúde, como: ponte nasal achatada que pode gerar apneia de sono obstrutiva; compressão da medula espinal; articulações hipersensíveis; frequentes infecções de ouvido que podem levar à perda auditiva; estreitamento dos ossos do tórax e crânio frente ao tamanho dos órgãos e propensão à obesidade[i].

Segundo o médico geneticista Wagner Baratela, "em casos de doenças que acometem o sistema respiratório, como o coronavírus, é importante tomar um maior cuidado e reforçar o acompanhamento médico, uma vez que alguns desses pacientes possuem o tórax mais estreito, o que pode agravar o impacto do vírus nos pulmões". A COVID-19 é uma doença complexa que nos casos mais graves acomete principalmente as funções pulmonares devido a uma inflamação causada no local.

Baratela ainda reforça que a obesidade "é uma questão importante e comum quando falamos de acondroplasia, tendo em vista que o indivíduo possui uma limitação ortopédica e que, portanto, possui maior dificuldade em fazer atividade física e precisa optar por esportes de menos impacto. Por ter um gasto energético menor, os acondroplásicos têm uma tendência de acumular mais calorias, logo torna-se essencial um acompanhamento médico multidisciplinar". Como se sabe, segundo especialistas, a obesidade, assim como hipertensão, diabetes, problemas cardíacos e a diminuição da capacidade pulmonar, são considerados fatores de risco que levam pacientes infectados com COVID-19 a um estado grave[1].

Por essa razão a priorização da vacinação de pessoas com doenças raras é um tópico importante. O tema, que foi discutido, no último mês, em audiência pública realizada pelas comissões de Seguridade Social e Família e a dos Direitos das Pessoas com Deficiência da Câmara dos Deputados[2], ainda não é realidade para todos, um cenário de obstrução de acesso que o portador de doença rara está acostumado.

Diferente do nanismo pituitário, em que o indivíduo apresenta uma estatura 20% menor do que média da população - ocasionado por distúrbios metabólicos e hormonais - e ainda assim existe proporcionalidade no crescimento dos ossos e órgãos[3], os acondroplásicos enfrentam, por toda a vida, inúmeras complicações que vão além dos sintomas físicos mais perceptíveis. Doenças respiratórias, neurológicas e cardiovasculares podem ser evitadas com acesso a diagnóstico e tratamento precoce, assim como a uma equipe médica multidisciplinar. "Graças ao avanço da ciência esse paciente começa a ter mais opções de desenvolvimento, que levam a uma vida mais saudável e com mais qualidade", finaliza o especialista.

Sobre a Acondroplasia

A acondroplasia é uma displasia óssea, em que o gene FGFR3 modificado atua de forma exagerada e impede o crescimento normal e estimula um crescimento desproporcional de alguns ossos. Em geral, a altura média das mulheres adultas é de 140 cm, enquanto a dos homens adultos é de 150 cm[4].

Apesar de ser o tipo mais comum de nanismo, a acondroplasia é considerada uma doença rara, com incidência de 1 a cada 25.000 nascimentos[5]. Embora esse tipo de nanismo possa se manifestar na criança devido a herança do gene de algum dos pais, na realidade, em 80% dos casos, a criança nasce com a condição devido a uma nova mutação, mesmo que tenha pais com a estatura média. A chance de pais sem a condição terem outro filho com a doença é baixa, porém para os pais acondroplásicos a porcentagem sobe para no mínimo 50%[6].

O diagnóstico é feito a partir da observação de aspectos presentes em exames clínicos e radiológicos, em razão disso é possível ter o diagnóstico pré-natal através da ecografia de rotina do 3° trimestre que poderá ser confirmado com a amniocentese, exame em que se colhe o líquido amniótico[ii].

Até o momento não existe cura para a acondroplasia, entretanto existem tratamentos e ações que podem ser colocados em prática para o controle e manutenção tanto da doença quanto dos seus sintomas. Para isso, a equipe médica multidisciplinar e o avanço da ciência têm mostrado resultados promissores para esta população.

Sobre a Biomarin

A BioMarin é uma empresa global de biotecnologia que desenvolve e comercializa terapias inovadoras para doenças genéticas raras, graves e com risco de vida. O portfólio da empresa consiste em sete produtos comercializados em todo o mundo, e vários candidatos a produtos em fase de teste clínicos ou pré-clínicos. No Brasil, a empresa comercializa quatro produtos para doenças raras.

Referências
[1]https://www.paho.org/pt/covid19.
[2]https://www.camara.leg.br/noticias/768270-comissoes-debatem-vacinacao-para-pessoas-com
[3]https://drauziovarella.uol.com.br/doencas-e-sintomas/nanismo/. Acesso em 01 de julho de 2021.
[4]https://www.hospitalinfantilsabara.org.br/sintomas-doencas-tratamentos/acondroplasia-ou-nanismo/. Acesso em 01 de julho de 2021.
[5]Waller DK, Correa A, Vo TM, et al. The population-based prevalence of achondroplasia and thanatophoric dysplasia in selected regions of the US. Am J Med Genet A. 2008 Sep 15;146A(18):2385-9. doi: 10.1002/ajmg.a.32485. Acessom em 01 de julho de 2021

[6]Nanismo Acondroplásico é o mais comum - So mos Todos Gigantes. Acesso em 01 de julho de 2021.