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terça-feira, 14 de setembro de 2021
Projeto Laudelina de Campos Melo
O Projeto é uma homenagem, ela
que completaria nesse ano 117 anos. Laudelina
era uma mulher a frente do seu
tempo, era mineira, nasceu na cidade de Poços de Caldas em 12 de outubro de
1904, menos de 20 anos depois da abolição da escravatura no país, em 1888. Ela
começou a trabalhar aos sete anos de idade, abandonou a escola para cuidar dos
irmãos enquanto a mãe trabalhava e aos 16 anos passou a atuar de organizações
sociais do movimento negro.
País com mais de 5 milhões de
trabalhadores domésticos, o Brasil viu nascer o movimento sindical da categoria
na cidade de Santos em 1936, por iniciativa de Laudelina de Campos Melo em
busca de melhores condições de trabalho.
A atuação de Laudelina e de
outras pioneiras foi essencial para a categoria, e por extensão para as
mulheres negras, porque as trabalhadoras domésticas não tinham direito à
sindicalização e nem eram protegidas pela legislação vigente. A categoria
só garantiria direitos de carteira assinada e previdência social em 1972, mas
ainda com sérias restrições aos trabalhadores domésticos.
O Projeto teve inicio no mês de
agosto e vai ate novembro e promovendo ações para mulheres com qualificação e
capacitação com a profissional Sebastiana Santos e atendimento multidisciplinar com
assistente social, psicólogo e assessoramento jurídico, contribuindo para o
reconhecimento e a valorização dos direitos e da cidadania das mulheres,
visando reduzir a desigualdade de gênero, quebrando barreiras e preconceitos,
preparando para o mercado de trabalho e empreendedorismo, com vistas ao aumento
da capacidade de empregabilidade das mulheres que estão em situação de
vulnerabilidade social.
Realização: Instituto MOVART
junto com os parceiros; UNIARAXÁ através do Curso de Psicologia e Núcleo de
Práticas Jurídicas (NPJ), Creas, Polícia Militar, Polícia Civil, Kamel Mega
Mix, Tita Camisetas Personalizadas, Miguel Araujo Fotografia, Fundação Cultural
Calmon Barreto e SEBRAE.
O Instituto MOVART é uma Instituição de essência forte, destaca Wanessa;
que veio do seu próprio talento e anseio da comunidade inclusiva e trabalha na
manutenção da paz e o respeito aos direitos humanos baseados no Estado
Democrático de Direito que são a base para o
desenvolvimento humano sustentável. Pensando assim, o Projeto “Laudelina
de Campos Melo” demanda serviços prestados pelas empregadas domésticas, do
qual, tem crescido bastante, fazendo com que somente aquelas profissionais
responsáveis, que cumprem todas as suas tarefas com eficiência, qualidade e
higiene se destaquem no mercado, estendemos para qualificar em outras áreas
relativas, sendo para camareira e personal organizer e também etiqueta
profissional, dessa forma, a capacitação é uma excelente oportunidade de crescimento
para quem deseja ter sucesso na área ou diversas áreas que essas atuações
incluem.
O Projeto irá atender gratuitamente 20 (vinte) mulheres com e sem deficiência na Sede do Instituto
MOVART, Teatro Municipal e UNIARAXÁ, dentro da visão serviço e criação de valor
através do relacionamento com cliente, formando mulheres com um leque de
oportunidades para ser fortalecido com a dinamização da atividade organizacional,
promovendo várias situações de inclusão a MOVART irá contratar ao final do projeto,
uma aluna para dar suporte as ações do Instituto e as demais alunas encaminhadas
para a rede empresarial de Araxá
O Projeto Laudelino de Campos Melo vai ainda contribuir para o egresso e
permanência das alunas no Projeto, com apoio do Movart Kids, onde os filhos
poderão realizar atividades lúdicas, artísticas
e de reforço escolar, enquanto as mães possam participar das capacitações com
tranquilidade. Como meio de fomentar na prática o que aprenderam na teoria, as
alunas irão em estabelecimentos sendo escola, hotel, restaurante e suas
próprias residências uma das outras onde irão aplicar o conteúdo aprendido,
seguindo todos os protocolos de segurança, desenvolvendo na prática.
Cemig finaliza construção de linha de distribuição que vai atender a planta da McCain em Araxá
Uma importante obra que vai ampliar o sistema elétrico
e colaborar para a economia da região de Araxá foi concluída pela Cemig.
Trata-se da linha de distribuição que interliga a subestação Araxá 1 à planta
da empresa McCain, que está sendo implantada em Araxá para produção de batatas
pré-fritas.
O empreendimento recebeu investimentos de R$ 12
milhões, sendo R$ 1,6 milhão por parte da Cemig e os demais R$ 10,4 milhões por
parte da McCain. A conexão do empreendimento ao sistema elétrico da Cemig vai
contribuir para o desenvolvimento da região e melhoria de vida das pessoas,
gerando emprego e renda.
“Essa obra é parte de um ambicioso plano de
investimentos que a Cemig está realizando em todo o estado. Ela vai beneficiar
o município de Araxá e região e contribuir para viabilizar a produção, além de
trazer benefícios diretos e indiretos para a população, como a geração de
empregos e fomento da economia do município”, avalia Marney Tadeu Antunes,
diretor de Distribuição da Cemig.
A linha de distribuição Araxá 1 - McCain é
atendida em 138 kV e possui 59 estruturas metálicas distribuídas ao longo de
18,8 km de extensão, que vai desde a subestação Araxá 1, na vila Silvéria, até
a planta do cliente, às margens da BR-262.
McCain
A planta da canadense McCain que está em construção em
Araxá é a primeira fábrica de batatas pré-fritas da empresa no Brasil e está
recebendo investimentos da ordem de 100 milhões de dólares. O empreendimento
deve gerar cerca de 600 empregos, entre diretos e indiretos, nessa que é a
principal região produtora de batatas do país.
Investimentos
Desta forma, o Governo de Minas, por meio da Cemig, está colocando em prática um plano de investimentos que vai aplicar, até 2022, R$ 6,2 bilhões em melhorias de linhas de distribuição, subestações e redes de média e baixa tensão. O valor contribuirá para viabilizar o desenvolvimento econômico e social do estado, uma vez que será distribuído por todas as regiões de Minas Gerais.
Araxá já recolheu mais de 2.000 toneladas de entulho em áreas entre janeiro e setembro
Lixo, entulho, móveis velhos e
animais mortos. A limpeza de praças, espaços públicos, canteiros e áreas verdes
já gerou um volume de aproximado de 500 caminhões desde o início do ano. Entre
janeiro e a primeira quinzena de setembro, já são mais de 2.000 toneladas de
material não orgânico e galhos recolhidos em áreas de descarte irregular
durante os mutirões realizados pela Secretaria Municipal de Serviços Urbanos e
o Instituto de Planejamento e Desenvolvimento Sustentável de Araxá (IPDSA) .
De acordo com o Código de Posturas de
Araxá, o cidadão que despejar, de forma irregular, ou fora do horário de
coleta, lixo e entulho nas vias da cidade, pode responder processo
administrativo e criminal.
“O descarte irregular de entulho e
lixo em lotes baldios e áreas públicas é crime contra o meio ambiente previsto
em Lei Federal, Decreto Estadual e no Código de Posturas. O infrator está
sujeito a uma multa que pode chegar a 50 Unidades Fiscais da Prefeitura de
Araxá (UFPAs) - R$ 2.807,50 -”, explica o chefe da Divisão de Meio Ambiente do
IPDSA, o biólogo Vinícius Martins.
De acordo com o secretário municipal
de Serviços Urbanos, Ricardo Alexandre da Silva (Kaká), o Poder Público tem
feito sua parte, mas é preciso ajuda e conscientização da população.
“Precisamos que as pessoas tenham
consciência e não descartem lixo em locais inadequados, principalmente naqueles
que podem tornar-se criadouros do mosquito transmissor da dengue e outras
doenças. Além desses locais se transformarem em áreas de risco para a saúde
pública, o trabalho que temos que fazer para retirada acaba prejudicando outros
serviços de atendimento à população”, explica.
O cidadão que deseja fazer um descarte
correto de entulho pode procurar a Secretaria Municipal de Serviços Urbanos. Em
relação ao descarte de móveis e eletrodomésticos, a população pode acionar a
cooperativa ou associações de catadores de recicláveis. A população também pode
contribuir denunciando situações de descarte no IPDSA através do número:
3661-3675 ou 3612-2498.
Prefeitura de Araxá pede conscientização da população para não descartar entulho em áreas irregulares
O
descarte de entulhos, material não orgânico e galhos em áreas irregulares tem
causado diversos problemas em Araxá. Mais de 2.000 toneladas de entulhos já
foram recolhidas durante os mutirões realizados pela Secretaria Municipal de
Serviços Urbanos e o Instituto de Planejamento e Desenvolvimento Sustentável de
Araxá (IPDSA). A Prefeitura de Araxá pede à população mais conscientização para
evitar mais problemas ambientais e de saúde pública nesses locais. Além disso,
o trabalho de retirada desses resíduos atrasa o cronograma de outros serviços
de limpeza no município.
“É um
serviço que infelizmente não caminha, não vai para frente por causa da falta de
conscientização. Tem espaços na cidade que nossa equipe precisa voltar toda
semana. Recentemente, houve uma situação em que estávamos removendo o entulho e
lixo de uma área verde, na matinha do bairro São Francisco, e na mesma hora
chegou um veículo e despejou mais lixo. Se a população não se conscientizar, a
gente não consegue manter a cidade limpa”, alerta o secretário Ricardo
Alexandre da Silva (Kaká).
O
chefe da Divisão de Meio Ambiente do IPDSA, o biólogo Vinícius Martins, reforça
que o descarte irregular de entulho e lixo em lotes baldios e áreas públicas é
crime contra o meio ambiente, e o infrator está sujeito a uma multa que pode
chegar a 50 Unidades Fiscais da Prefeitura de Araxá (UFPAs), que equivale a R$
2.807,50.
“Além
de pesar no bolso, gera uma série de problemas para quem vive próximo ao local
onde esse material é descartado. Impacta negativamente o paisagismo da área;
pode causar enchentes e alagamentos na cidade; prejudica a sobrevivência da
fauna e flora; causa mal cheiro; provoca a proliferação de ratos, baratas e
escorpiões; e aumenta o número de criadouros do mosquito Aedes aegypti, que
transmite dengue, zika vírus, febre amarela e chikungunya”, afirma.
Segundo
Kaká, hoje na cidade já existem alguns locais em que esta prática do descarte é
comum. Ele adianta que a pasta, em atuação conjunta com o IPDSA, está alinhando
um projeto que vai criar cinco ecopontos pela cidade, nas regiões Norte, Sul,
Leste, Oeste e Centro. Nesses locais será permitido o descarte apenas de
Resíduos de Construção Civil (RCC).
“Hoje
a alternativa que a população tem é descartar os resíduos de construção civil
no Bota-fora do Distrito Industrial. Em relação ao descarte de móveis e
eletrodomésticos, a população pode acionar a cooperativa ou associações de
catadores de recicláveis. Eles fazem a fragmentação para o aproveitamento de
cada tipo de material”, explica.
A
população também pode contribuir denunciando situações de descarte no IPDSA
através do número: 3661-3675 ou 3612-2498.










