terça-feira, 14 de setembro de 2021

CBMM INFORMA:

 

LINK CBMM https://youtu.be/O9xSLNbWXxM


Projeto Laudelina de Campos Melo

 




O Projeto é uma homenagem, ela que completaria nesse ano 117 anos. Laudelina

era uma mulher a frente do seu tempo, era mineira, nasceu na cidade de Poços de Caldas em 12 de outubro de 1904, menos de 20 anos depois da abolição da escravatura no país, em 1888. Ela começou a trabalhar aos sete anos de idade, abandonou a escola para cuidar dos irmãos enquanto a mãe trabalhava e aos 16 anos passou a atuar de organizações sociais do movimento negro.

 

País com mais de 5 milhões de trabalhadores domésticos, o Brasil viu nascer o movimento sindical da categoria na cidade de Santos em 1936, por iniciativa de Laudelina de Campos Melo em busca de melhores condições de trabalho. 

 

A atuação de Laudelina e de outras pioneiras foi essencial para a categoria, e por extensão para as mulheres negras, porque as trabalhadoras domésticas não tinham direito à sindicalização e nem eram protegidas pela legislação vigente. A categoria só garantiria direitos de carteira assinada e previdência social em 1972, mas ainda com sérias restrições aos trabalhadores domésticos.

 

O Projeto teve inicio no mês de agosto e vai ate novembro e promovendo ações para mulheres com qualificação e capacitação com a profissional Sebastiana Santos e atendimento multidisciplinar com assistente social, psicólogo e assessoramento jurídico, contribuindo para o reconhecimento e a valorização dos direitos e da cidadania das mulheres, visando reduzir a desigualdade de gênero, quebrando barreiras e preconceitos, preparando para o mercado de trabalho e empreendedorismo, com vistas ao aumento da capacidade de empregabilidade das mulheres que estão em situação de vulnerabilidade social.

Realização: Instituto MOVART junto com os parceiros; UNIARAXÁ através do Curso de Psicologia e Núcleo de Práticas Jurídicas (NPJ), Creas, Polícia Militar, Polícia Civil, Kamel Mega Mix, Tita Camisetas Personalizadas, Miguel Araujo Fotografia, Fundação Cultural Calmon Barreto e SEBRAE.

  O Instituto MOVART é uma Instituição de essência forte, destaca Wanessa; que veio do seu próprio talento e anseio da comunidade inclusiva e trabalha na manutenção da paz e o respeito aos direitos humanos baseados no Estado Democrático de Direito que são a base para o  desenvolvimento humano sustentável. Pensando assim, o Projeto “Laudelina de Campos Melo” demanda serviços prestados pelas empregadas domésticas, do qual, tem crescido bastante, fazendo com que somente aquelas profissionais responsáveis, que cumprem todas as suas tarefas com eficiência, qualidade e higiene se destaquem no mercado, estendemos para qualificar em outras áreas relativas, sendo para camareira e personal organizer e também etiqueta profissional, dessa forma, a capacitação é uma excelente oportunidade de crescimento para quem deseja ter sucesso na área ou diversas áreas que essas atuações incluem.

  O Projeto  irá atender gratuitamente 20 (vinte) mulheres  com e sem deficiência na Sede do Instituto MOVART, Teatro Municipal e UNIARAXÁ, dentro da visão serviço e criação de valor através do relacionamento com cliente, formando mulheres com um leque de oportunidades para ser fortalecido com a dinamização da atividade organizacional, promovendo várias situações de inclusão a MOVART irá contratar ao final do projeto, uma aluna para dar suporte as ações do Instituto e as demais alunas encaminhadas para a rede empresarial de Araxá

  O Projeto Laudelino de Campos Melo vai ainda contribuir para o egresso e permanência das alunas no Projeto, com apoio do Movart Kids, onde os filhos poderão  realizar atividades lúdicas, artísticas e de reforço escolar, enquanto as mães possam participar das capacitações com tranquilidade. Como meio de fomentar na prática o que aprenderam na teoria, as alunas irão em estabelecimentos sendo escola, hotel, restaurante e suas próprias residências uma das outras onde irão aplicar o conteúdo aprendido, seguindo todos os protocolos de segurança, desenvolvendo na prática.

 


Cemig finaliza construção de linha de distribuição que vai atender a planta da McCain em Araxá



Uma importante obra que vai ampliar o sistema elétrico e colaborar para a economia da região de Araxá foi concluída pela Cemig. Trata-se da linha de distribuição que interliga a subestação Araxá 1 à planta da empresa McCain, que está sendo implantada em Araxá para produção de batatas pré-fritas.

 

O empreendimento recebeu investimentos de R$ 12 milhões, sendo R$ 1,6 milhão por parte da Cemig e os demais R$ 10,4 milhões por parte da McCain. A conexão do empreendimento ao sistema elétrico da Cemig vai contribuir para o desenvolvimento da região e melhoria de vida das pessoas, gerando emprego e renda.

 

“Essa obra é parte de um ambicioso plano de investimentos que a Cemig está realizando em todo o estado. Ela vai beneficiar o município de Araxá e região e contribuir para viabilizar a produção, além de trazer benefícios diretos e indiretos para a população, como a geração de empregos e fomento da economia do município”, avalia Marney Tadeu Antunes, diretor de Distribuição da Cemig.

 

A linha de distribuição Araxá 1 - McCain é atendida em 138 kV e possui 59 estruturas metálicas distribuídas ao longo de 18,8 km de extensão, que vai desde a subestação Araxá 1, na vila Silvéria, até a planta do cliente, às margens da BR-262.

 

McCain

A planta da canadense McCain que está em construção em Araxá é a primeira fábrica de batatas pré-fritas da empresa no Brasil e está recebendo investimentos da ordem de 100 milhões de dólares. O empreendimento deve gerar cerca de 600 empregos, entre diretos e indiretos, nessa que é a principal região produtora de batatas do país.

 

Investimentos

Desta forma, o Governo de Minas, por meio da Cemig, está colocando em prática um plano de investimentos que vai aplicar, até 2022, R$ 6,2 bilhões em melhorias de linhas de distribuição, subestações e redes de média e baixa tensão. O valor contribuirá para viabilizar o desenvolvimento econômico e social do estado, uma vez que será distribuído por todas as regiões de Minas Gerais. 

UNIARAXÁ INFORMA:


 UNIARAXÁ : https://site.uniaraxa.edu.br/


Araxá já recolheu mais de 2.000 toneladas de entulho em áreas entre janeiro e setembro

 



Lixo, entulho, móveis velhos e animais mortos. A limpeza de praças, espaços públicos, canteiros e áreas verdes já gerou um volume de aproximado de 500 caminhões desde o início do ano. Entre janeiro e a primeira quinzena de setembro, já são mais de 2.000 toneladas de material não orgânico e galhos recolhidos em áreas de descarte irregular durante os mutirões realizados pela Secretaria Municipal de Serviços Urbanos e o Instituto de Planejamento e Desenvolvimento Sustentável de Araxá (IPDSA) .

De acordo com o Código de Posturas de Araxá, o cidadão que despejar, de forma irregular, ou fora do horário de coleta, lixo e entulho nas vias da cidade, pode responder processo administrativo e criminal.

“O descarte irregular de entulho e lixo em lotes baldios e áreas públicas é crime contra o meio ambiente previsto em Lei Federal, Decreto Estadual e no Código de Posturas. O infrator está sujeito a uma multa que pode chegar a 50 Unidades Fiscais da Prefeitura de Araxá (UFPAs) - R$ 2.807,50 -”, explica o chefe da Divisão de Meio Ambiente do IPDSA, o biólogo Vinícius Martins.

De acordo com o secretário municipal de Serviços Urbanos, Ricardo Alexandre da Silva (Kaká), o Poder Público tem feito sua parte, mas é preciso ajuda e conscientização da população.

“Precisamos que as pessoas tenham consciência e não descartem lixo em locais inadequados, principalmente naqueles que podem tornar-se criadouros do mosquito transmissor da dengue e outras doenças. Além desses locais se transformarem em áreas de risco para a saúde pública, o trabalho que temos que fazer para retirada acaba prejudicando outros serviços de atendimento à população”, explica.

O cidadão que deseja fazer um descarte correto de entulho pode procurar a Secretaria Municipal de Serviços Urbanos. Em relação ao descarte de móveis e eletrodomésticos, a população pode acionar a cooperativa ou associações de catadores de recicláveis. A população também pode contribuir denunciando situações de descarte no IPDSA através do número: 3661-3675 ou 3612-2498.


Prefeitura de Araxá pede conscientização da população para não descartar entulho em áreas irregulares

 



O descarte de entulhos, material não orgânico e galhos em áreas irregulares tem causado diversos problemas em Araxá. Mais de 2.000 toneladas de entulhos já foram recolhidas durante os mutirões realizados pela Secretaria Municipal de Serviços Urbanos e o Instituto de Planejamento e Desenvolvimento Sustentável de Araxá (IPDSA). A Prefeitura de Araxá pede à população mais conscientização para evitar mais problemas ambientais e de saúde pública nesses locais. Além disso, o trabalho de retirada desses resíduos atrasa o cronograma de outros serviços de limpeza no município. 

“É um serviço que infelizmente não caminha, não vai para frente por causa da falta de conscientização. Tem espaços na cidade que nossa equipe precisa voltar toda semana. Recentemente, houve uma situação em que estávamos removendo o entulho e lixo de uma área verde, na matinha do bairro São Francisco, e na mesma hora chegou um veículo e despejou mais lixo. Se a população não se conscientizar, a gente não consegue manter a cidade limpa”, alerta o secretário Ricardo Alexandre da Silva (Kaká). 

O chefe da Divisão de Meio Ambiente do IPDSA, o biólogo Vinícius Martins, reforça que o descarte irregular de entulho e lixo em lotes baldios e áreas públicas é crime contra o meio ambiente, e o infrator está sujeito a uma multa que pode chegar a 50 Unidades Fiscais da Prefeitura de Araxá (UFPAs), que equivale a R$ 2.807,50. 

“Além de pesar no bolso, gera uma série de problemas para quem vive próximo ao local onde esse material é descartado. Impacta negativamente o paisagismo da área; pode causar enchentes e alagamentos na cidade; prejudica a sobrevivência da fauna e flora; causa mal cheiro; provoca a proliferação de ratos, baratas e escorpiões; e aumenta o número de criadouros do mosquito Aedes aegypti, que transmite dengue, zika vírus, febre amarela e chikungunya”, afirma. 

Segundo Kaká, hoje na cidade já existem alguns locais em que esta prática do descarte é comum. Ele adianta que a pasta, em atuação conjunta com o IPDSA, está alinhando um projeto que vai criar cinco ecopontos pela cidade, nas regiões Norte, Sul, Leste, Oeste e Centro. Nesses locais será permitido o descarte apenas de Resíduos de Construção Civil (RCC). 

“Hoje a alternativa que a população tem é descartar os resíduos de construção civil no Bota-fora do Distrito Industrial. Em relação ao descarte de móveis e eletrodomésticos, a população pode acionar a cooperativa ou associações de catadores de recicláveis. Eles fazem a fragmentação para o aproveitamento de cada tipo de material”, explica. 

A população também pode contribuir denunciando situações de descarte no IPDSA através do número: 3661-3675 ou 3612-2498.


CBMM INFORMA:

 

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