terça-feira, 21 de setembro de 2021

Novela Dona Beija ganhará remake 35 anos após estreia na Manchete

 




Exitosa na TV Manchete (1983-1999) há 35 anos, Dona Beija terá um remake no streaming em breve. A produtora Floresta é quem adquiriu os direitos da obra e já está em negociações com a plataforma.

A nova versão do folhetim que também teve reprise no SBT está sendo desenvolvida pelo autor português ganhador do Emmy, Antônio Barreira e pela ex-roteirista da Globo, Renata Jhin, que foi colaboradora de sua mãe, Elizabeth Jhin, em diversas outras novelas.

Dona Beija foi escrita originalmente por Wilson Aguiar Filho e dirigida por Herval Rossano e teve como protagonista a atriz Maitê Proença. Baseada na história real de Ana Jacinta de São José, conhecida como Dona Beija, que viveu na cidade de Araxá em Minas Gerais, no século XIX. Na história, se apaixona por Antônio Sampaio (Gracindo Júnior), homem de família conservadora.

A partir disso, Beija vira alvo de Mota (Carlos Alberto Soares), ouvidor do Rei, e acaba sendo raptada para ser mantida como amante dele. E para se vingar, parte para que o ataque: transa com todos os homens em troca de joias, ouro e fica rica. Ela, então, irá atrás do antigo amor e ao se deparar com ele casado, decide abrir um bordel, tamanha decepção. A protagonista, então, fica famosa como cortesã, o que rende um escândalo em toda a cidade. Na história apresentada pela Manchete, Dona Beija falou sobre questões raciais, classes, e o remake abordará novos temas, adicionando também novos elementos.

Dona Beija será a primeira novela produzida pela Floresta, que já está habituada a produzir para a TV. Ela realiza a série Rio Connection em parceria com a Globo, De Férias com o Ex, da MTV, Shark Tank Brasil para a Sony e o Lady Night do Multishow.


CBMM INFORMA;,

 

LINK CBMM https://youtu.be/O9xSLNbWXxM


Escritor araxaense conquista prêmio nacional de literatura

 



 Rafael Nolli venceu na categoria juvenil, com o livro Achados e Perdidos.
 

Nesta 3ª edição do Prêmio Cepe Nacional de Literatura Infantil e Infantojuvenil, os vencedores foram L. Rafael Nolli, de Araxá-MG e Marcia Cristina Silva, do Rio de Janeiro. Ela é professora de inglês, tradutora e advogada, autora de seis livros, venceu o prêmio Cepe na categoria Infantil com a obra O Encontro de Mario. Já o vencedor da categoria Juvenil, com a obra Achados e Perdidos, é formado em letras e geografia, autor de oito livros.

“Recebo a notícia da premiação como se fosse um combustível para continuar escrevendo, produzindo", diz Rafael Nolli, professor com formação em letras e geografia, vencedor do Prêmio Cepe na categoria Juvenil, com a obra Achados e Perdidos. Pode-se dizer que a obra é uma espécie de diário, que trafega pela crônica, pelo conto, se aproximando em alguns pontos até mesmo do ensaio. "Parte importante da história se desenvolve nas notas de rodapé, usadas como um espaço de fundamental importância no desenvolver da trama. Ali, editores, ilustradores e até mesmo o leitor, se tornam personagens do livro", ressalta. O título é dividido em três capítulos, que se complementam. A primeira parte apresenta as possibilidades existentes no ato de achar coisas (objetos, ideias, sentimentos). A segunda, por sua vez, mostra todas as tramas e possibilidades existentes no ato de perder. O último trata dos acasos, das imprevisibilidades.

 

O Encontro de Mário, da escritora e professora de oficinas literárias Marcia Cristina Silva, fala de um encontro de afeto e de crescimento, a história de uma amizade entre o menino de rua Mario e o consertador de relógios Gaspar. A narrativa mostra como esse encontro modifica a trajetória dos personagens para sempre. Muito emocionada, a carioca diz que a premiação significa o início de um novo ciclo. "A história mostra como minha vida também foi transformada pelo encontro com a leitura. Sou filha de empregada doméstica. Minha mãe trabalhava para uma família maravilhosa, que resolveu apostar em mim e me dar toda oportunidade de estudo. Hoje estou com pós-doutorado, graças a essas pessoas, que me incentivaram nos estudos e no gosto pelas histórias. Minha família espiritual. O encontro está aí!", conta.

 

Premiação -  Os vencedores de cada categoria do 3º Prêmio Cepe Nacional de Literatura Infantil e Infantojuvenil são contemplados com R$ 10 mil. Todos terão a obra publicada pela Cepe Editora. Para seleção dos trabalhos, o 3º Prêmio contou com duas comissões de especialistas.

 

Integraram a comissão inicial Gianni de Melo (poesia), Felipe André Silva (romance) e Valentine Herold (conto). A comissão de premiação foi composta por Veronica Stigger (escritora, jornalista, professora e crítica de arte e vencedora do Jabuti), Adelaide Ivánova (fotógrafa, poeta, escritora e vencedora do Prêmio Rio de Literatura) e Jeferson Tenório (escritor e doutor em Literatura). O prêmio de Literatura Infantil e Infantojuvenil teve a avaliação de Adriana Victor (escritora e jornalista); Cícero Belmar (escritor e jornalista) e Ermelinda Ferreira (professora de Letras da UFPE).

 

“Mais uma vez, os prêmios literários da Cepe são uma outra forma de trazer originais e autores de qualidade para o catálogo da editora. Ficamos muito contentes com esse duplo papel dos prêmios: a valorização dos autores e também a oportunidade de publicar as obras que, por motivos diferentes, despertaram algo singular nos integrantes do júri, destacando-se entre outras centenas”, declara o jornalista e editor da Cepe, Diogo Guedes.


CIMTB volta a Araxá após um ano e meio

 



Após um ano e meio, a Copa Internacional Michelin de Mountain Bike (CIMTB Michelin) volta a Araxá no primeiro final de semana de outubro, para a 18ª edição consecutiva da prova mais tradicional do mountain bike brasileiro e latino americano. São esperados cerca de 900 atletas que devem competir nas dependências do Tauá Grande Hotel, entre 1º e 3 de outubro, em 42 categorias e três modalidades: XCC, XCO e XCM. A competição é válida como XCO Hors Class, uma das mais altas classificações da Union Cycliste Internationale (UCI) além do XCC Classe 3, e deve atrair nomes mundiais do esporte como os principais atletas brasileiros, entre eles Henrique Avancini, o português David Rosa, o campeão mundial sub-23 de XCO, Martin Vidaurre, entre outros. “A etapa de Araxá 2020 foi a última grande competição de mountain bike antes da pandemia, e estamos muito felizes e animados para repetir a dose agora em outubro. E além disso, por sermos o maior evento anual de Araxá, a gente sente que tem uma grande responsabilidade com a cidade, no sentido de movimentar o comércio e favorecer essa retomada econômica”, diz Rogério Bernardes, organizador da copa. Vale lembrar que, assim como na grande final de 2020, em Carandaí, e na 1ª etapa de 2021, em Congonhas, a testagem para COVID-19 será obrigatória na entrada do Tauá Grande Hotel para todos acima de 6 anos de idade. A organização, em parceria com o Tauá Grande Hotel, isolará a área onde será realizado o evento para que hóspedes e funcionários que não estarão fazendo parte da CIMTB não tenham acesso a área externa do complexo utilizada para a competição.  A pista de XCO manterá as principais características do ano passado, mas terá alguns ajustes para dar mais fluidez ao traçado. A organização deve incluir uma escadaria de troncos logo antes da descida da Dona Beja, que aumentará o nível técnico, mas também abrirá uma passagem alternativa, porém mais lenta e segura para quem preferir não arriscar. “Devemos mexer em vários trechos tradicionais da pista, então o pessoal do cross country pode se preparar para novidades”, alerta Rogério.


UNIARAXÁ INFORMA:

 

UNIARAXÁ : https://site.uniaraxa.edu.br/


Coluna do Luis Borges



Um inventário de preocupações

 por Luis Borges  30 de agosto de 2021  Pensata


Vieram me perguntar se estou voltando a frequentar lugares que faziam parte de minha pauta antes da pandemia da Covid-19. Eu disse que, depois de tudo o que foi e tem sido enfrentado, não tenho pressa para voltar ao passado, já que estou aposentado do trabalho profissional, mas não da vida com todos os seus riscos. Acredito que essa parada quase que obrigatória em alguns segmentos foi desigual na medida em que para uma grande parte o obrigatório foi continuar trabalhando e circulando no ir e vir de cada dia.

Tenho reafirmado que minha estratégia tem sido a da sobrevivência e que a “cada dia se mede a água com o fubá”. Mas por que tanta precaução num momento em que os padrões sanitários e os protocolos estão sendo flexibilizados em suas inúmeras dimensões, me perguntou um colega que vive circulando de uma cidade para outra na região metropolitana de Belo Horizonte? Logo ele que já foi infectado duas vezes pelo vírus ao longo da pandemia.

Disse a ele que estou esperando o cumprimento da meta de aplicação da 1ª dose da vacina para as faixas etárias previstas até o final de setembro. Enquanto isso, a 2ª dose prosseguirá avançando e o reforço da 3ª dose para idosos também caminhará.

Tudo isso convivendo com as variantes Delta e Lambda da Covid-19, mantidos o uso de máscaras, higienização das mãos, distanciamento, ambientes ventilados livremente…

Só então terei mais confiança para ousar circular por ai afora, mas cumprindo os padrões sanitários que os novos momentos exigirem.

Contudo, se a saúde mental é sempre uma preocupação permanente, nesse momento novos entrantes só contribuem para aumentar mais ainda as preocupações mentais e consumir ainda mais as nossas energias que nem sempre são suficientes.

Uma nova preocupação além da pandemia, da saúde e da existência de trabalho, está nos balões de ensaio diários do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) mostrando que o racionamento de energia elétrica “subiu no telhado”.

Pelo visto, o apagão da energia elétrica se faz presente, as usinas térmicas mais caras serão largamente usadas nos secos meses de setembro e outubro e o jeito será economizar energia na faixa dos 20% para não se assumir explicitamente o racionamento. Até o horário de verão pode voltar em nome da economia de energia elétrica.

Vale a lembrança do apagão da energia elétrica em 2001 e os 20 anos que se passaram na janela sem que o problema da matriz energética fosse resolvido por quem deveria resolvê-lo.

Outra preocupação dentro da crise hídrica é com a água para o abastecimento humano, que precisa de energia elétrica para sua purificação e distribuição, bem como para o consumo de animais e plantas.

Para completar esse inventário de preocupações tem a inflação impulsionada pelos combustíveis, cujos preços são atrelados à cotação internacional do petróleo e à variação do dólar, como também aos preços da energia elétrica com bandeira tarifária vermelha no nível mais alto e dos alimentos de origem animal e vegetal com variações anuais subindo no mínimo 50%. Haja resiliência para constatar a enorme perda de poder aquisitivo para a inflação que nenhuma reposição salarial ou de proventos de aposentadoria trarão de volta. Essas perdas serão definitivas e o que nos resta é refazer o orçamento. O jeito é parar por aqui.

 

Fundação Cultural Calmon Barreto promove apresentação musical de primavera nesta quarta

 


“Primavera & Canções” é o nome da apresentação musical presencial e live promovidas pela Fundação Cultural Calmon Barreto (FCCB) que acontece nesta quarta-feira (22), a partir das 19h30, no Teatro Municipal de Araxá. 

O repertório foi desenvolvido pelos alunos e professores da Escola Municipal de Música “Maestro Elias Porfírio de Azevedo” e conta com apresentações de rock, jazz, bossa nova, MPB. “É uma mistura de vários ritmos e canções, contemplando tudo o que oferecemos na Escola de Música”, destaca a presidente da FCCB, Cynthia Verçosa. 

Este é o primeiro evento presencial realizado pela fundação desde o início da pandemia e serão liberados apenas 90 convites, visando garantir o distanciamento entre os convidados no teatro. 

De acordo com Cynthia, o evento presencial será realizado seguindo Protocolo de Biossegurança já aprovado pela Vigilância Sanitária, que inclui, além do distanciamento, a aferição da temperatura e disponibilização de álcool para todos os presentes. O convite gratuito poderá ser retirado na secretaria da Escola de Música até o dia do evento - praça Arthur Bernardes, nº18, Centro. 

A apresentação também será transmitida no canal da Fundação Cultural Calmon Barreto no YouTube.