quinta-feira, 23 de setembro de 2021

Amauri Rocha recebe Moção da Câmara de Araxá

 



O gestor cultural e músico Amauri Rocha, natural de Viçosa e com atuação em Araxá há mais de 10 anos, recebeu Moção de Congratulação da Câmara Municipal de Araxá. Homenagem outorgada pelo vereador Wellington Martins em reconhecimento pela gestão de projetos culturais relevantes  que beneficiam Araxá.


CBMM INFORMA:

 

LINK CBMM https://youtu.be/O9xSLNbWXxM


COLUNA DO LUIS BORGES

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Vale a leitura
 por Luis Borges  

  Vale a leitura

Entre a franqueza e a falta de educação  

Às vezes nos deparamos com pessoas que se dizem muito francas, que falam o que vem à boca, doa a quem doer e não medem as consequências disso. Geralmente se mostram toscas, como se fossem proprietárias absolutas da verdade e chegam a ser grosseiras, mal educadas. A sensação deixada é também de desequilíbrio associado à arrogância. Não conseguem ter empatia, ser agradáveis. E tudo fica ainda mais chato quando isso acontece na família ou no trabalho, por exemplo.

É interessante a abordagem sobre o tema feita por Heloísa Noronha em seu artigo “Sinceridade x grosseria: como identificar a linha tênue que as separa?” publicado no blog Viva Bem do portal UOL.

“Muitas pessoas dizem que têm “personalidade forte” ou que são sinceras quando, na verdade, ofendem e atacam os outros com suas colocações. E muita gente que se diz autêntica, na prática, acaba magoando os outros sem necessidade, com comentários que parecem motivadores ou críticas construtivas, mas não passam de ofensas ou opiniões grosseiras não solicitadas. Essas situações despertam algumas dúvidas, como: é possível diferenciar sinceridade e grosseria? E mais: quem age assim costuma se dar conta de que em diversos momentos machucam os outros?”

Tentando entender o sono perdido

Você faz parte do grupo de pessoas que perdem o sono facilmente ou é daqueles em que isso acontece só em ocasiões excepcionais? De qualquer maneira sabemos o quanto o sono é essencial para o nosso equilíbrio energético e o que é enfrentar um dia após uma ou mais noites mal dormidas.

Quais são as causas mais comuns que afetam a qualidade do sono das pessoas? Leia a abordagem de Flávia Santucci no artigo “Por que perdemos o sono diante de acontecimentos importantes?” publicado no blog Viva Bem do portal UOL. Abaixo, um resumo do que você vai encontrar na matéria:

  • Passar a noite em claro esperando por acontecimentos futuros é normal, mas é preciso estar atento à frequência com que a falta de sono acontece.

  • Ansiedade exacerbada pode desencadear níveis de tensão e estresse elevados, gerando baixa tolerância à frustração.

  • Em alguns casos, uma noite mal dormida pode interferir no humor e na saúde.

  • Boas noites de sono começam com ambientes silenciosos e de baixa luminosidade.


No Dia Mundial do Pulmão o Instituto Lado a Lado pela Vida alerta a população sobre os riscos do câncer de pulmão

 .Doença é a responsável pela morte de 1,76 milhão de pessoas no mundo


 

Em 25 de setembro é celebrado o Dia Mundial do Pulmão! A data tem como objetivo chamar a atenção da população para a importância desse órgão, vital para a nossa saúde, e aumentar a conscientização para as doenças relacionadas a ele. A principal delas é o câncer de pulmão, segundo tipo mais comum no Brasil. Segundo o Atlas de Mortalidade por Câncer – SIM, somente em 2019, o país registrou 29.354 mortes, sendo 16.733 homens e 12.621 mulheres.


De acordo com Organização Mundial de Saúde (OMS), a incidência global do carcinoma pode chegar a 2,09 milhões de novos casos por ano, sendo o câncer que mais mata no mundo, com 1,76 milhão de óbitos. O principal fator de risco é o tabagismo, porém o índice em não fumantes chega a 20%. Além do câncer, outras enfermidades que atingem o órgão devem ser observadas, como a tuberculose, Doença Pulmonar Obstrutiva (DPO), asma, pneumonia e enfisema pulmonar. O Instituto Lado a Lado pela Vida (LAL), que trabalha campanhas sobre o tema, como a “Respire Agosto”, faz um alerta tanto a população, quanto aos órgãos públicos para que o problema não seja negligenciado.


De acordo com Marlene Oliveira, presidente do LAL, é imprescindível que a discussão alcance a toda população para que haja controle das doenças, principalmente do câncer. “Nós procuramos orientar e estimular a população a dar atenção à saúde dos pulmões, sejam os usuários do Sistema Único de Saúde (SUS) ou aqueles que utilizam a saúde suplementar, para que em suas passagens pelas Unidades Básicas de Saúde (UBSs) ou pelos consultórios médicos questionem sobre como fazer o controle da saúde dos pulmões. A conscientização é a chave para a redução dos altos índices”, aponta Marlene.


Um dos objetivos principais do LAL é desmistificar informações duvidosas que circulam entre as pessoas, principalmente na internet. “Disponibilizamos informações qualificadas, para que a população seja bem informada e possa se prevenir e entender a gravidade do problema. Um alerta que temos feito com ênfase é sobre o uso crescente do cigarro eletrônico entre os jovens. Muitos afirmam que ele é menos prejudicial à saúde, mas a ciência afirma que o vapor inalado contém substâncias cancerígenas. Dar visibilidade às informações verídicas salva vidas”, argumenta a presidente.


A prevenção da saúde do pulmão passa pelo acompanhamento médico, assim como pela atenção aos fatores que interferem diretamente no surgimento de um tumor, de acordo com Igor Morbeck, oncologista e membro do comitê científico do LAL. “A exposição passiva ao tabaco, histórico familiar de câncer de pulmão e avanço da idade são alguns dos fatores que devem ter a atenção no tocante a prevenção. Além disso, exposição recorrente a altos níveis de poluição do ar, gás radônio e amianto encontrado em locais de atividades de mineração também são considerados fatores de risco”, afirmou o oncologista rebatendo o mito de que só desenvolve câncer quem é fumante.


“Apesar do fumante ter 20 vezes mais chances de desenvolver a doença, hoje, os consultórios médicos já registram índices próximos a 20% dos novos casos em pacientes que nunca fumaram. Isso reforça a necessidade do diagnóstico precoce e do conhecimento específico da doença, para elevar o potencial de cura" reforça Morbeck.


O diagnóstico precoce, aliado a um tratamento adequado, aumenta as chances de cura, segundo Morbeck. Uma pesquisa do Instituto Nacional do Câncer no Estados Unidos revela que 55,2% dos pacientes que obtiveram um diagnóstico da doença ainda localizada alcançam uma sobrevida de 5 anos ou mais. “Com a radiografia do tórax, um exame simples, é possível detectar a presença do tumor e combater seu desenvolvimento. Para isso, é imprescindível a ida frequente ao médico ou ao posto de saúde, para acompanhamento da saúde dos pulmões”.


Marlene destaca o papel do Sistema Único de Saúde (SUS) no processo de detecção e combate à doença. “Sem um sistema de atendimento qualificado não conseguiremos reduzir as taxas de incidência no país. É imprescindível que o SUS seja o foco das políticas públicas quando o assunto é prevenção e diagnóstico precoce. Nossa luta é por criação de políticas públicas que deem suporte ao SUS para que ele atenda plenamente a demanda da população”, finalizou.

 

Sobre Instituto Lado a Lado Pela Vida (LAL) 

Fundado em 2008, o Instituto LAL é a única organização social brasileira que se dedica simultaneamente às duas principais causas da mortalidade - o câncer e as doenças cardiovasculares - além do intenso trabalho relacionado à saúde do homem. Sua missão é mobilizar e engajar a sociedade e gestores da saúde, contribuindo para ampliar o acesso aos serviços, da prevenção ao tratamento, e mudar para valer o cenário da saúde no Brasil. Trabalha para que todos os brasileiros tenham informação e acesso à saúde digna e de qualidade, em todas as fases da vida. Além do Novembro Azul, o Instituto Lado a Lado pela Vida é o idealizador das campanhas Respire Agosto, Siga seu Coração, Mulher Por Inteiro e #LivreSuaPele. 

UNIARAXÁ INFORMA:

 


UNIARAXÁ : https://site.uniaraxa.edu.br/


Colégio investe em tecnologia para evitar transmissão da Covid-19 pelo ar

 


Quase dois anos de pandemia e o coronavírus dá sinais de que veio para permanecer por muito tempo no planeta, a exemplo de outros vírus, como o da gripe Influenza. Nessa perspectiva, o Colégio Marista Goiânia, além dos protocolos de biossegurança adotados desde o início da pandemia, conta agora com um novo aliado para proteger alunos, professores e colaboradores que frequentam a escola. Trata-se de um equipamento que avalia se a sala de aula oferece os parâmetros de base para controlar ou diminuir a transmissão da Covid-19 pelo ar.

Segundo o Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos (CDC, sigla em inglês), o SARS-Cov-2 é transmitido pelo meio de gotículas respiratórias e partículas de aerossol. Essas partículas podem permanecer no ar por minutos, e até horas, e infectar outra pessoa que se encontra no ambiente.

Com os aerossóis suspensos no ar, o ambiente fica infectado e as funções funcionam como um diluidor da concentração das partículas, que podem estar infectadas. Foi pensando nisso que o engenheiro Erick Rodrigues de Sousa, doutorando em Ciências da Saúde na Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Goiás, decidiu intervir no ciclo de propagação do vírus pelo ar, sem a necessidade de uso de medicamentos.

“Eu comecei a desenvolver esse projeto em 2017. Em 2019, já como analista de Tecnologia Educacional do Marista, orienta os alunos do colégio a fazer inclui de CO2 dentro das salas. Depois eu apresentei ao colégio a sugestão de um projeto piloto que apontasse soluções para ajudar a prevenir o contágio por vírus pelo ar, ”recorda.

Com o apoio do colégio na aquisição das ferramentas necessárias, o engenheiro desenvolvido um equipamento, um totem , para monitorar as variáveis ​​ambientais (temperatura, pressão, umidade relativa do ar e dióxido de carbono CO2) em sala de aula, para avaliar o risco de transmissão da Covid e de outros vírus.

O equipamento fica 24 horas em cada sala de aula monitorando como variáveis ​​ambientais. As informações são gravadas e armazenadas em um banco de dados interno. Ao final do dia, o totem , que possui rodinhas, vai para outra sala e faz o mesmo procedimento.

Entre a mudança de salas dois profissionais, um de Tecnologia da Informação (TI) e outro de Tecnologia Educacional (TE), baixam as informações para outro computador onde a análise é feita em um software específico que vai cruzar as informações com a quantidade de alunos . Também é comparada a quantidade de CO2 antes dos alunos em sala e depois que eles deixam o colégio.

Em tempo real, o professor pode monitorar as condições ambientais pelo celular ou tablet. Assim como nos semáforos, as cores vão indicar o que acontece com o ar. Se acender a luz verde, uma sala de aula tem até 700 ppm de CO2 (partes por milhão), amarelo entre 700 e 800 ppm e, vermelho acima de 800 ppm. A lei federal 13.589 / 2018 processo que um ambiente com boa regulagem deve ser até 1.000 ppm de CO2. “Demos uma margem de segurança maior por causa do potencial de contágio do coronavírus”, explica o engenheiro. 

Pela própria estrutura física, o Colégio Marista Goiânia, conta com grandes janelas e portas, o que possibilita a circulação cruzada do ar, mas, mesmo assim, investiu no equipamento. “O colégio está, de forma responsável, adicionando camadas de segurança a quem frequenta o ambiente sejam eles alunos, professores e colaboradores”, finaliza.

Sobre os Colégios Maristas

Os Colégios Maristas estão presentes no Distrito Federal, Goiás, Paraná, Santa Catarina e São Paulo com 18 unidades. Nelas, os mais de 25 mil alunos integrados por formação, composta pela tradição dos valores Maristas e pela excelência acadêmica. Por meio de propostas pedagógicas diferenciadas, crianças e jovens desenvolvem conhecimento, pensamento crítico, autonomia e se tornam mais preparados para viver em uma sociedade em transformação constante. Saiba mais em  www.colegiosmaristas.com.br .

Sempre Um Papo recebe Giselle Beiguelman

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O #SempreUmPapoEmCasa recebe como convidada a artista e escritora Giselle Beiguelman para falar sobre seu mais novo livro, “Políticas da Imagem: vigilância e resistência na dadosfera”, publicado pela Ubu Editora, em junho de 2021. A conversa, mediada pelo jornalista Afonso Borges, contará com tradução simultânea em Libras. Ela será transmitida ao vivo no dia 23 de setembro, quinta-feira, às 19h, pelo YouTube, Facebook e Instagram do Sempre Um Papo.
 
“Políticas da Imagem: vigilância e resistência na dadosfera” (Ubu Editora)
 
O livro reúne seis ensaios sobre o lugar de destaque que a imagem no mundo contemporâneo. Nunca antes as imagens passaram por um processo de transformação tão radical quanto o que ocorre hoje. Elas se tornaram as principais mediadoras das relações sociais, ocupando a comunicação, as relações afetivas, a infraestrutura, as estéticas da vigilância e os sistemas de escaneamento dos corpos na cidade.
Nesse sentido, Beiguelman defende que há, atualmente, uma nova estética da vigilância, marcada pela produção massiva de imagens nos feeds e stories de redes sociais, câmaras de vigilância e registros oficiais. No livro, ela faz ainda uma análise das novidades do mundo tecnológico como selfies, memes, aplicativos de envelhecimento da imagem, Waze e Google Maps e máquinas de reconhecimento facial.