quarta-feira, 29 de setembro de 2021
IPDSA assina contrato com empresa que fará revisão de Plano Diretor
O
Instituto de Planejamento e Desenvolvimento Sustentável de Araxá (IPDSA)
assinou, esta semana, o contrato com a empresa que realizará a revisão do Plano
Diretor Estratégico da cidade. O contrato, no valor de R$ 547 mil, com a
empresa vencedora da licitação, a DRZ Geotecnologia e Consultoria, estipula um
prazo de 7 meses para a entrega do primeiro esboço do Plano Diretor. Na próxima
semana, a contratada apresentará um plano de trabalho.
De
acordo com o superintendente do IPDSA, Ney Dutra, uma equipe da autarquia irá
compor a comissão técnica que irá pactuar o cronograma de execução. “É o Plano
Diretor que vai disciplinar o desenvolvimento e expansão urbana de Araxá nos
seus aspectos econômicos, físicos e sociais, visando obter melhoria de
qualidade de vida da comunidade local. E nós iremos acompanhar o trabalho
desenvolvido para traçar um melhor diagnóstico da nossa realidade, além de
explorar as potencialidades no município”, afirma.
De
acordo com Agustinho de Rezende, diretor da DRZ, entre as diretrizes que irão
nortear a revisão do Plano Diretor Estratégico está o conceito de “Cidade
Inteligente”, e a “Agenda 21”, um compilado de ações para a construção de
sociedades sustentáveis, em diferentes bases geográficas.
“O
Plano Diretor vem exatamente para dar à cidade a condição de ela crescer
planejadamente. A cidade é de todos e para todos, o Plano Diretor será
construído buscando um território mais humano e sustentável”, destaca o
diretor.
Ao
longo do processo de revisão do plano, o cronograma também contemplará a
participação da comunidade, através de audiências públicas, para apontar as
carências e expectativas.
“Pensamos
que uma cidade feliz é uma cidade que busca novos horizontes. Araxá também pode
participar do contexto ‘Cidade Inteligente’. O Plano Diretor é isso, uma cidade
inteligente para ser feliz”, enfatiza Ney.
Jeferson Leite é reeleito presidente do Ganso
A eleição para a escolha da nova diretoria executiva do Araxá Esporte
Clube foi realizada na última terça-feira, dia 28 de setembro de 2021.
Concorreram ao pleito, o atual presidente do clube, Jeferson Leite e o
conselheiro Wagner Duarte. Na apuração, final, Jeferson Leite foi reconduzido a
mais quatro anos de mandato e vai permanecer como presidente do Araxá Esporte
até 30 de setembro de 2025. A nova gestão se iniciou oficialmente na
quinta-feira, 30. A votação começou às 9h e foi encerrada às 17h com o anúncio
do resultado da eleição. Além de Jeferson Leite, o Araxá Esporte elegeu também
Sílvio Alves, conhecido como Silvinho Truta, para 1ª vice-presidência, e Celso
Machado, o popular Celso Dentista, 2° vice-presidente. Votaram Adolfo
Nascimento, Celso Machado, Eurípedes Duarte, Jeferson Leite, Lúcia Helena,
Marco Túlio Marques, Paulo Silva, Vagner Duarte e Wandick de Assis Júnior. O
único conselheiro que não compareceu à votação foi o ex-presidente do clube Dailsom Letieri. Todos os votantes são
conselheiros vitalícios do clube, com direito a voto, de acordo com o estatuto
do clube.
terça-feira, 28 de setembro de 2021
Coluna do Luis Borges:
.
E se vier a estagflação?
Faz tempo que estamos vivendo na expectativa de uma recuperação econômica – já são 7 anos (2015-2021). A prevalência tem sido de recessão ou crescimento pífio do PIB. O ideal seria um crescimento anual de 4% diante de uma população estimada em pouco mais de 213 milhões, dos quais 14,4 milhões estão desempregados e 6 milhões estão desalentados (desistiram de procurar trabalho).
É importante lembrar que, se a expectativa é maior do que a realidade, só nos resta o sofrimento diante da percepção de que tudo tem ficado bem abaixo do esperado. Os indicadores mostram os resultados entregues, apesar de algumas narrativas tentarem justificar os efeitos sem analisar as causas. Fica evidente que não dá para revogar a lei da gravidade.
O que pensar e o que esperar nesse momento em que a primavera chega para fechar o ano pelo calendário gregoriano diante de tantos problemas críticos, cujas soluções são vitais para a retomada consistente do crescimento econômico?
Podemos ilustrar isso com a crise hídrica, que ameaça pela falta d’água para o consumo humano e demais seres vivos bem como a geração de energia elétrica. A saída mais fácil tem sido recorrer às caríssimas usinas termoelétricas que precisam ser bancadas pela cobrança de tarifas extras sobre as quais incidem também os tributos estaduais (ICMS) e federais (PIS- COFINS).
Outro problema crônico está na política de preços dos combustíveis praticada pela Petrobras desde 2017. Hoje o barril de petróleo gira em torno dos US$72 e a cotação do dólar tem ficado ao redor de R$ 5,25 . Segundo alguns economistas mais realistas o melhor seria que ficasse lá pelos R$4,00. É claro que quem está ganhando mais com o dólar alto não vai concordar com essa afirmação.
Vale também lembrar dos preços lá nas alturas das carnes, milho, soja, arroz, café… Ainda falta a chuva e sobram as queimadas, os desmatamentos e a mudança no clima, que resulta em aquecimento global.
Para completar esse quadro macro ainda temos a crise política permanente entre os poderes que constitucionalmente devem ser independentes e harmoniosos. No horizonte, as eleições de 2022.
Em meio a tudo isso haja inflação diante do desequilíbrio entre oferta e demanda, além da brutal perda de poder aquisitivo, principalmente para as camadas da base da pirâmide social, formada pela maioria da população, que reflete a brutal concentração de renda.
Agora está no Congresso Nacional a lei orçamentária para o ano eleitoral de 2022. Ela foi feita partindo da premissa de que o INPC terminará o ano em 6,3%, mas o Ministério da Economia já revisou o índice para 8,4%. Esse indicador é usado para reajustar o salário mínimo, aposentadorias e pensões do INSS. Pelo visto, é uma peça de ficção para cumprir a lei. Enquanto isso a inflação dos últimos meses medida pelo IPCA do IBGE ficou em 9,68%(a meta para o ano é 3,75%) e o PIB está projetado para um crescimento em torno de 4,9% no final do ano, após ter recuado 4,1% no ano passado. O mercado já projeta um crescimento do PIB inferior a 1% para o ano que vem.
E ainda temos a pandemia da Covid-19 e suas variantes, que ainda não acabou. Pelo que se vê diante de tantos sinais, não podemos descartar a possibilidade da economia continuar estagnada e com inflação alta, crescente, ou seja, a estagflação está no horizonte próximo. Quanto pior, pior mesmo!
Dia 7 de outubro terá audiência pública sobre licenciamento do projeto de alteamento da Barragem B6 da Mosaic em Araxá
A Mosaic Fertilizantes, uma das maiores produtoras globais de fosfatados
e potássio combinados, participará em 7 de outubro, de uma Audiência Pública
para discussão do projeto conceitual da barragem de rejeitos B6, para a
posterior análise do pedido de licenciamento. A reunião atende às normas de
licenciamento ambiental do Estado de Minas Gerais e reforça o respeito e compromisso
com a comunidade, por meio de comunicação aberta e transparente.
O projeto pretende ampliar o alteamento da barragem B6, do Complexo
Mineroquímico de Araxá, da cota 960 metros para 980 metros, aumentando a vida
útil do reservatório em 22 anos.
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Serviço AUDIÊNCIA
PÚBLICA PARA ALTEAMENTO DE BARRAGENS Data: 7 de outubro,19h Locais de acesso para a
comunidade: Ginásio
do Colégio Dom Bosco (Av. Imbiara 130, Centro) e na Escola Municipal
Auxiliadora Paiva (Rua José Andrade de Freitas, 350, Boa Vista). Em respeito
às diretrizes municipais, o público máximo permitido nos locais será de até
50 pessoas. Transmissão on-line: no site (www.mosaicco.com.br) Manifestações: após a apresentação do
projeto pela Mosaic Fertilizantes, haverá tempo dedicado para esclarecer
dúvidas do público, por meio do envio de perguntas. |
Segurança em barragens
A Mosaic Fertilizantes adota medidas que visam ir além do preconizado em
norma, utilizando as tecnologias mais avançadas para o monitoramento de
barragens e possui corpo técnico qualificado e dedicado exclusivamente a
segurança das estruturas, intensificando suas ações preventivas e revisando
seus procedimentos para além do requerido pela legislação. Priorizando a
segurança de seus funcionários e da comunidade, cada uma das estruturas da
Mosaic Fertilizantes possui um Plano de Ação de Emergência para Barragens de
Mineração (PAEBM) e qualquer desvio identificado é imediatamente avaliado para
que as medidas apropriadas sejam tomadas.
Para mais informações sobre o licenciamento do projeto de alteamento da
Barragem B6, é possível acessar o Estudo de Impacto Ambiental e Relatório de
Impacto Ambiental (EIA/RIMA) no site da companhia:








