terça-feira, 26 de janeiro de 2021

Felipão deixa o Cruzeiro após três meses

 


Luiz Felipe Scolari não é mais o técnico do Cruzeiro. Nesta segunda-feira, dia 25 de janeiro, Felipão e o clube anunciaram a decisão, três meses depois da chegada do treinador, que tinha contrato até o final de 2022. Ainda resta uma rodada para o final da Série B do Campeonato Brasileiro.

“Quando em outubro recebi em Porto Alegre o presidente Sérgio (Santos Rodrigues) e diretoria, eu disse sim ao plano de construção de um novo Cruzeiro. Sabia do desafio que era recuperar o time na Série B. Naquele momento havia uma grande ameaça de queda para a Série C”, iniciou Felipão, em comunicado divulgado por sua assessoria de imprensa. “Todos nós naquela reunião assumimos o compromisso com este projeto. Um trabalho organizado onde todos deveriam dar sua contribuição, cada um no seu setor. Aceitei retornar com enorme prazer em ajudar e trabalhar pelo clube. Conseguimos recuperar o time na Série B.” “Agradeço aos atletas que ficaram aqui, que aceitaram nosso convite, aos integrantes da comissão técnica, funcionários e torcedores. Agradeço a todos que nos ajudaram na recuperação do time no campeonato. Desejo sucesso ao Cruzeiro para a próxima temporada.”

Com Felipão, foram 21 partidas na Série B, com nove vitórias, oito empates e quatro derrotas. O Cruzeiro não conseguiu o acesso, mas se livrou da ameaça de rebaixamento para a Série B. A uma rodada do fim, o clube é 12º colocado, dez pontos longe do G-4 e nove acima do Z-4.

A despedida de Felipão do comando do Cruzeiro aconteceu no último domingo, com empate em 0 a 0 contra o Náutico, em Belo Horizonte.

 

 

 


segunda-feira, 25 de janeiro de 2021

CBMM INFORMA:

 


Ex-artilheiro do Gansinho morre em acidente de avião em Tocantins

 


Dos quatro jogadores que morreram, dois já tinham atuado pelo Tigre: Marcus Molinari e Guilherme Noé. O acidente aéreo aconteceu em Porto Nacional, no Tocantins, na manhã do último domingo, dia 24 de janeiro de 2021. 

O meia Marcus Vinícius Molinari ainda pertencia ao clube mineiro e estava emprestado ao Palmas. O atleta é filho do ex-atacante Marinho, que jogou pelo Atlético e no próprio Ipatinga, onde foi campeão Mineiro em 2005. 

Ele tinha 23 anos e se destacou na equipe sub-20 do Araxá Esporte Clube em 2017, quando jogou com a camisa 10 e foi o artilheiro do Mineiro.

Além de Marcus e Guilherme Noé, também morreram no acidente aéreo os atletas Ranule e Lucas Praxedes, além do presidente do Palmas, Lucas Meira, e o piloto da aeronave, Comandante Wagner. Eles iriam para Goiânia, para a partida contra o Vila Nova-GO nesta segunda-feira (25), pela Copa Verde.

Quem são os jogadores mineiros 
O meia Marcus Molinari foi formado nas categorias de base no Villa Nova-MG. Antes do Palmas, Molinari também passou pelos mineiros Araxá, Tupi, Ipatinga e Tupynambás e pelo Santos.

O goleiro Ranule, que tinha 27 anos, e o meia Guilherme Noé, de 28, também passaram por várias equipes de Minas. Ranule foi formado no Democrata de Sete Lagoas e passou por Minas Boca, Villa Nova, Nacional de Muriaé, Tupi e Esportiva Guaxupé. 

Já Noé jogou por Tombense, Nacional de Muriaé, Tupi, Caldense, Ipatinga e Democrata de Governador Valadares.

 


CBMM INFORMA:

 


Agronegócio mineiro fecha 2020 com o maior volume exportado

 


Em um ano marcado pela pandemia de covid-19 e a decorrente crise econômica, que afetou diversos setores, o agronegócio mostrou sua força e importância para Minas Gerais, registrando o maior volume exportado da história do estado e a segunda maior receita, com 12,7 milhões de toneladas e US$ 8,7 bilhões. A receita, que representou 33,2% de todas as vendas externas de Minas em 2020, só ficou atrás do resultado de 2011, quando o valor foi de US$ 9,71 bilhões.

Em comparação com o ano de 2019, quando o volume foi de 10,3 milhões de toneladas e a receita de US$ 7,84 bilhões, houve aumento de 23,2% e 10,4%, respectivamente. O estado exportou seus produtos para 172 países, sendo os principais compradores a China (US$ 2,27 bilhões); Estados Unidos (US$ 896 milhões); Alemanha (US$ 881 milhões); Itália (US$ 403 milhões); e Japão (US$ 3,8 milhões).

“A alta do dólar e a grande oferta em volume das commodities pelo estado influenciaram nessa boa performance. Vários produtos mineiros contribuíram para esse bom resultado, como o café, a soja e as carnes”, destacou Manoela Teixeira de Oliveira, assessora técnica da Superintendência de Inovação e Economia Agropecuária (Siea) da
 Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa).


Campeonato Mineiro começa dia 28 de fevereiro

 


Está definido o formato de disputa do Campeonato Mineiro de 2021. Em reunião virtual entre clubes e Federação Mineira de Futebol (FMF), ficou decidido que a fórmula será a mesma do torneio realizado em 2020, sem a disputa de quartas de final. Dessa forma, os 12 times participantes da competição se enfrentarão em turno único, avançando os quatro primeiros colocados diretamente para as semifinais e posteriormente para grande final do estadual (em jogos de ida e volta). Competições paralelas criadas no ano passado também são mantidas, como o Trófeu Inconfidência e Recopa Mineira. Com o formato escolhido, que historicamente agrada os clubes da capital, serão 15 datas destinadas ao Campeonato Mineiro. Vale lembrar que, por conta da pandemia do novo coronavírus, não haverá pré-temporada entre o término dos campeonatos nacionais e início dos regionais. A estreia do Campeonato Mineiro está marcada para o dia 28 de fevereiro, enquanto a Série A, por exemplo, tem a última rodada marcada para o dia 24 do mesmo mês. A finalíssima da competição será em 23 de maio. Pouso Alegre e Athletic serão as grandes novidades da próxima edição. A equipe do sul de Minas foi a campeã do Módulo II, enquanto o time de São João Del Rei foi o segundo colocado. Além deles, participarão do Campeonato Mineiro América, Atlético, Boa Esporte, Caldense, Patrocinense, Coimbra, Cruzeiro, Tombense, Uberlândia e URT.

A primeira rodada marca os seguintes jogos:

 

Uberlândia X Cruzeiro

Caldense X Tombense

Pouso Alegre X Coimbra

Patrocinense X Atlhetic

América X Boa Esporte

Atlético  XURT


TSE suspende consequências para quem não votou nas eleições municipais de 2020

 


O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Luís Roberto Barroso, assinou nessa quinta-feira (21) uma resolução suspendendo as consequências legais para quem não votou nas eleições municipais de 2020 e não justificou ou pagou a multa.  

Entre suas justificativas, a medida considera “que a persistência e o agravamento da pandemia da covid-19 no país impõem aos eleitores que não compareceram à votação nas Eleições 2020, sobretudo àqueles em situação de maior vulnerabilidade, obstáculos para realizarem a justificativa eleitoral”.

O texto da resolução sobre o assunto considera ainda a “dificuldade de obtenção de documentação comprobatória do impedimento para votar no caso de ausência às urnas por sintomas da covid-19”.

A norma não estipula prazo para a suspensão das sanções para quem não votou e não justificou ou pagou multa. A medida ficará vigente ao menos até que o plenário do TSE vote se aprova ou não a resolução assinada por Barroso. Isso não deve acontecer antes de fevereiro, devido ao recesso forense.

A resolução destaca que não se trata de uma anistia para quem não votou, pois tal providência somente poderia ser tomada pelo Congresso Nacional, frisa o texto da norma.

O prazo para justificar ausência no primeiro turno encerrou-se em 14 de janeiro. O limite para justificar a falta no segundo turno é 28 de janeiro. Ambas as datas marcam os 60 dias após as votações, que ocorreram em 15 e 29 de novembro.

Pela Constituição, o voto é obrigatório para todos os alfabetizados entre 18 e 70 anos. Em decorrência disso, o artigo 7º do Código Eleitoral prevê uma série de restrições para quem não justificar a ausência na votação ou pagar a multa. Enquanto não regularizar a situação, o eleitor não pode:– inscrever-se em concurso ou prova para cargo ou função pública, investir-se ou empossar-se neles;

– receber vencimentos, remuneração, salário ou proventos de função ou emprego público, autárquico ou paraestatal, bem como fundações governamentais, empresas, institutos e sociedades de qualquer natureza, mantidas ou subvencionadas pelo governo ou que exerçam serviço público delegado, correspondentes ao segundo mês subsequente ao da eleição;
– participar de concorrência pública ou administrativa da União, dos estados, dos territórios, do Distrito Federal ou dos municípios, ou das respectivas autarquias;
– obter empréstimos nas autarquias, sociedades de economia mista, caixas econômicas federais ou estaduais, nos institutos e caixas de previdência social, bem como em qualquer estabelecimento de crédito mantido pelo governo, ou de cuja administração este participe, e com essas entidades celebrar contratos;
– obter passaporte ou carteira de identidade;
– renovar matrícula em estabelecimento de ensino oficial ou fiscalizado pelo governo;
– praticar qualquer ato para o qual se exija quitação do serviço militar ou imposto de renda