quinta-feira, 18 de março de 2021

Mais de 30 tampas de bueiros já foram furtadas em Araxá em 2021

 


Em pouco mais de três meses desde o início de 2021, a Secretaria Municipal de Serviços Urbanos registrou o furto de mais de 30 tampas de bueiros e grelas de bocas de lobo no perímetro urbano.

O secretário Ricardo Alexandre da Silva (Kaká) relata que esses furtos representam um grande prejuízo para os cofres públicos, já que cada item chegar a custa R$ 500. “Quando somos comunicados da ausência dessas tampas ou grelhas em alguma via, temos que de imediato providenciar uma nova tampa, pois uma vez descoberto o buraco pode acabar causando algum acidente para que passar nesse local”, explica o secretário.

Somente no bairro Camuá, foram oito tampas furtadas. Os bairros Alvorada, Santa Luzia e Centro também estão entre os locais com maior incidência desse tipo de crime.

O Procurador-Geral do Município, Rick Paranhos, alerta que o furto de tampas e grelhas de bueiros é considerado crime contra o patrimônio público e o autor do delito é enquadrado no artigo 155 do Código Penal, que prevê uma pena de reclusão de 1a 4 anos, e multa.

 “Além do autor do furto, quem compra esses produtos também pode responder na Justiça pelo crime de receptação, que está previsto no artigo 180, parágrafo primeiro, do mesmo Código Penal. Neste caso, a pena de reclusão é maior, variando de 3 a 8 anos, e multa. A situação de quem revende esses produtos furtados pode se agravar se ele ou o estabelecimento dele for reincidente”, relata o procurador.

Rick também reitera que se a população ver alguém durante a ação ou em atitude suspeita, deve acionar a Polícia Militar através do 190.

CBMM INFORMA:

 


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UNIARAXÁ INFORMA:

 


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Romeu Zema admite que pode faltar oxigênio em hospitais de Minas Gerais

 


O governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), admitiu que há risco de faltar oxigênio em hospitais de Minas Gerais. De acordo com ele, a possibilidade é maior em cidades pequenas que usam cilindros e não oxigênio encanado, que é fornecido por meio de tanques.

"Existe sim o risco de desbastecimento em alguns hospitais. Mas nós já tomamos todas as medidas que esse abastecimento seja regularizado o quanto antes. Temos um baixo nível de estoque. Mas ainda não chegou a faltar", admitiu o governador em entrevista à CBN, do Grupo Globo, de Juiz de Fora. 

Segundo o governador, tem sido feito o remanejamento "dentro do que é possível entre unidadse es hospitalares". O Executivo estadual já havia revelado no início da semana que pediu ajuda ao Ministério da Saúde para que não haja falta de oxigênio em Minas Gerais.

Pior fase 

Minas Gerais atravessa o pior momento da pandemia de covid-19. O números apontam para crescimento exponencial de casos e mortes. Nesta quinta-feira (18), o estado bateu, pelo segundo dia seguido, recorde no número de contabilizações de infectados em 24 horas: 11.372, ultrapassando a marca de 1 milhão em toda pandemia. De ontem para hoje, foram 374 óbitos, totalizando  21.303.

Temendo a desassistência por falta de vagas, o que configura-se colapso do sistema de saúde, o Governo de Minas implementou desde a última quarta-feira (17) a fase onda roxa — a mais restritiva — em todas as cidades mineiras. Entre as normas, estão funcionamento apenas dos serviços essenciais e toque de recolher das 20h às 5h. 

Brasil

O estoque de analgésicos, sedativos e bloqueadores musculares usados para a intubação de pacientes em UTIs pode durar apenas mais 20 dias no Brasil. A situação se agravou de tal forma nas últimas horas que associações que representam intensivistas, hospitais e operadoras de saúde vão se reunir com a a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), para discutir soluções urgentes para o problema. 

A informação é do jornal Folha de São Paulo, que ouviu o o presidente da Associação Brasileira de Planos de Saúde, Reinaldo Scheibe. Segundo ele, o número de internações aumentou, a permanência dos doentes nas UTIs também, e o consumo dos medicamentos explodiu. Dessa forma, os estoques podem acabar em 20 dias. FONTE RÁDIO ITATIAIA

'Se não adotarmos essas medidas, pessoas vão morrer na rua', diz Zema sobre prefeituras fora da Onda Roxa:

 



O governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), reafirmou em entrevista exclusiva à EPTV Sul de Minas, Afiliada Rede Globo, nesta quinta-feira (18), que as regras impostas pela Onda Roxa são obrigatórias para todos os municípios. Ainda segundo o governador, caso as restrições não sejam cumpridas, a situação do sistema de saúde que ele já classifica como 'em colapso', pode ficar ainda mais dramática, com o risco até de pessoas morrerem nas ruas.

"O que nós estamos esperando é que o número de novos casos caia expressivamente e consequentemente o número de pessoas que procuram o atendimento hospitalar, para que ninguém corra o risco de falecer na calçada, porque o que pode acontecer caso a gente não tenha essas mudanças que estamos implementando, é que as pessoas daqui a pouco vão falecer na rua, porque não há condição de dar o atendimento que as pessoas merecem com dignidade necessária e quanto mais o vírus circula mais cepas novas vão surgir, o vírus é mutante, já está claro isso, então nós estamos não só ajudando a salvar vidas, como a evitar o surgimento de vírus mais agressivos que surgem em uma situação igual essa", disse o governador.


No Sul de Minas, pelo menos três cidades seguem sem aderir à Onda Roxa que passou a valer no estado desde quarta-feira (17). Uma delas é Varginha, que divulgou um novo decreto com restrições, mas não aderiu às regras do governo. Ainda segundo Romeu Zema, o Ministério Público e a Justiça vão trabalhar para que todos os municípios sigam as regras do estado.

"Nós temos a Onda Roxa que é uma onda impositiva para todo o Estado. É lógico que nem todos seguem o que é determinado e vai caber ao Ministério Público juntamente com o Tribunal de Justiça estar analisando esses casos, que com certeza, deverão ser revertidos. Nós estamos em uma situação extremamente crítica e a nossa prioridade é salvar vidas. É uma decisão difícil que afeta muito a vida das pessoas que eu gostaria de não ter tomado, mas como você deixa de tomar uma decisão que visa a salvar vidas? Então eu tenho certeza que o bom senso, dessa prioridade que é a vida humana, vai prevalecer", disse o governador. 

Recorde de casos e protestos

Nesta quinta-feira, o Sul de Minas voltou a bater recorde de novos casos da Covid-19 após quase dois meses. Foram mais de 1,9 mil novos casos confirmados na região. Romeu Zema também comentou o caso de Poços de Caldas, que aderiu à Onda Roxa, mas que registrou protesto de comerciantes que se aglomeraram em frente à prefeitura contra a decisão.

"Eu vejo que esse momento demanda união, que esse momento demanda nós avaliarmos como está a situação da saúde no estado, que está em colapso, nós não temos nenhuma região do estado hoje que tenha folga no sistema de saúde e vejo que priorizar qualquer atividade econômica neste momento é você estar colocando em risco a vida das pessoas. É uma decisão difícil, temporária e necessária neste momento. Nós não estamos determinando uma restrição de circulação por dois meses, nós estamos solicitando, impondo por 15 dias para podermos salvar vidas", disse o governador.

O que eu peço que as pessoas tenham essa consideração por esse momento único. Se nós não adotarmos essas medidas, essas pessoas vão morrer na rua. Então nós estamos fechando agora para daqui a poucos dias podemos reabrir com segurança", completou o governador.

Aberto a sugestões

Ainda durante a entrevista, o governador afirmou estar aberto para receber sugestões de quem é contra a imposição e afirmou que não tem alternativas.

"Se essas pessoas que estão contra trouxerem uma solução pra mim, eu estou disposto a escutá-los e nós encontrarmos um novo caminho. Até o momento, infelizmente, nós não encontramos outra solução e a solução definitiva só virá com a vacina, que está ampliando a velocidade, mas ainda vai levar algumas semanas para surtir efeito. Então nós estamos abertos aqui, eu quero que alguém me traga solução, porque criticar, mandar pedra, é muito fácil", disse Romeu Zema.

Veja abaixo mais tópicos da entrevista do governador à EPTV:

Novo secretário

"O Fábio já fazia parte da equipe, o que nós tivemos foi uma substituição quenão mudou em nada o andamento dos trabalhos, a linha de trabalho. Estivesse aqui o antigo secretário ou o Fábio, a linha seria a mesma. Nós estamos aqui tomando decisões em cima de fatos e não porque uma pessoa acha isso ou aquilo. Qual a solução para um momento como esse em que não há mais leitos disponíveis? Qual a solução? Ampliar leitos? Nós até temos hospitais com leitos disponíveis, mas não se encontram médicos, entram me tragam médicos aqui. O que eu quero é que fique claro, são decisões técnicas, decisões que foram evitadas ao máximo. Tanto é que nós já temos um ano de pandemia e nunca tomamos uma decisão tão dramática como essa, tomamos agora sim porque não há outra solução".

Prazo para vacinação

"E quero lembrar o seguinte, nós já nadamos um oceano, já estamos na praia, que está à vista e temos agora de caminhar mais esses 15 dias até que o processo de vacinação tome mais velocidade, mais vacinas estão chegando e que nós possamos depois voltar à vida normal. Eu tenho certeza de que se o Ministério da Saúde entregar aquilo que ele se comprometeu em termos de vacina, no mês de maio o Brasil já tem condição de estar retomando a sua vida quase que normal, porque a grande maioria das pessoas que têm risco, já terão sido vacinadas e com isso o sistema de saúde consegue operar normalmente".

"Nenhum laboratório está assumindo compromisso de entregar as vacinas dentro desse prazo crítico. Os laboratórios querem fornecer vacina, mas já alegaram também que caso o Governo Federal solicite, todas essas vacinas serão entregues ao Governo Federal. Então nós temos vários estados, algumas cidades negociando vacinas, mas pode ser que elas cheguem já no momento em que não serão necessárias, mas nós estamos aqui fazendo todo o esforço"

"Eu quero deixar muito claro: nenhum mineiro ficará sem vacina, nenhum mineiro será vacinado depois de outros brasileiros. Nós temos um programa nacional e estamos fazendo tudo que está ao nosso alcance para que o povo mineiro tenha a sua vacina o quanto antes".

"A previsão do Ministério da Saúde é que isso ocorra já no segundo semestre, vai depender muito da capacidade produtiva, principalmente do Butantan, da Fiocruz, o mundo inteiro está correndo atrás de vacinas, novas indústrias estão se adaptando para produzir e eu gostaria muito que isso acontecesse no espaço menor de tempo, em vez de ser no segundo semestre, fosse em 90 dias, 120 dias, mas é algo que não é possível se prever neste momento. Nós temos vários países correndo atrás do mesmo produto e o Brasil infelizmente entrou atrasado nessa corrida. Lá atrás quando a pandemia chegou, o Brasil deveria ter se preparado melhor, e hoje infelizmente estamos pagando esse preço. Mas temos nos organizado e feito tudo que está ao nosso alcance".

Onda Roxa no Sul de Minas

Pelo menos três cidades do Sul de Minas seguem sem aderir à onda roxa do Programa Minas Consciente, criado pelo Governo Estadual. As cidades são: Varginha, Carmo do Rio Claro e São Sebastião do Paraíso (MG).

As medidas começaram a valer nesta quarta-feira (17) em todo o estado. Guaxupé e Campo do Meio que não haviam aderido à onda roxa até o período da manhã decidiram pela adesão às regras impostas pelo governo do estado ainda nesta quarta-feira (17).

Em Varginha (MG), a administração municipal informou em coletiva de imprensa que entende que a imposição feita pelo Governo de Minas é inconstitucional.

A assessoria de imprensa da Prefeitura de Carmo do Rio Claro (MG) disse Pelo menos que as imposições feitas pelo governador não se adequam a realidade do município.

A Prefeitura de São Sebastião do Paraíso publicou nas redes sociais um decreto municipal que permite o funcionamento do comércio não essencial de segunda a sexta-feira, das 9h às 18h e aos sábados, das 9h às 13h. O decreto também impôs toque de recolher da 20h às 5h. Fonte G1-


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