terça-feira, 23 de março de 2021

Zema anuncia abertura de mais 100 leitos de UTI para pacientes com covid-19

 


Em mais uma ação de enfrentamento à pandemia, o governador Romeu Zema recebeu da Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg), esta semana,  (22/3), mais 100 ventiladores mecânicos que ajudarão na ampliação de 100 leitos de UTI em todo o estado ao longo desta semana. Os equipamentos foram entregues, na sede da Fiemg, pelo presidente da federação, Flávio Roscoe. Na semana passada, o Governo de Minas Gerais abriu 33 leitos de UTI nos hospitais da Fundação Hospitalar do Estado de Minas Gerais (Fhemig). Durante a solenidade, Zema lembrou que todas as iniciativas implementadas até o momento ajudaram a salvar milhares de vidas, como a ampliação em mais de 100% dos leitos na rede pública. “Sabemos que a solução definitiva é a vacinação em massa, mas o governo fará o necessário para salvar vidas. Essa é a nossa grande prioridade”, afirmou. Os ventiladores serão distribuídos para as unidades de Saúde espalhadas em todas as macrorregiões do estado. Belo Horizonte receberá 20 ventiladores, assim como Betim (20). Juiz de Fora, na Zona da Mata, receberá 15 equipamentos. Já as cidades de Montes Claros e Timóteo ficarão com 10 ventiladores cada uma. Viçosa receberá 7 equipamentos, seguida por Ponte Nova (6), São Lourenço (5), Paracatu (4) e São João del-Rei (3). O critério técnico utilizado pela Secretaria de Estado de Saúde (SES-MG) foi a identificação de hospitais com capacidade de abertura imediata de leitos de UTI. O governador enalteceu a parceria da Fiemg com o Governo de Minas desde o início da pandemia no país. “No ano passado, a entidade doou 1,6 mil respiradores, que foram de extrema importância para equipar os hospitais em todo o estado, e, agora, mais 100 equipamentos ajudarão na abertura de leitos”, afirmou.

Prefeitura de Araxá atende mais de 430 denúncias em primeira semana da força-tarefa

 


Desde o início da força-tarefa da Prefeitura de Araxá, com atendimento através de call center e fiscalização das equipes em diversos pontos da cidade, um total de 437 denúncias foram atendidas através do telefone (34) 9.9257-1122. O disque-denúncia funciona 24 horas, com atendimento via WhatsApp. O montante foi computado até 0h do domingo (21).

Com base nas estatísticas repassadas pelos analistas, a região Central acumula o maior número de denúncias. Do total de reclamações recebidas, grande parte é de aglomeração (277 denúncias) e atendimento irregular (117).

A ação mobiliza 120 servidores que se revezam em turnos e atuam de domingo a domingo. As equipes fiscalizam o descumprimento das medidas de restrições e isolamento social de prevenção e combate à Covid-19, com o objetivo de diminuir a velocidade de transmissão do coronavírus.
 
Dos 117 atendimentos irregulares registrados em estabelecimentos comerciais, um empreendimento precisou da instrução dos fiscais por várias vezes e foi notificado.

Fim de semana

No primeiro fim de semana da força-tarefa, o sábado, 20 de março, foi o dia com mais denúncias recebidas, 128 ao todo, e entre sexta-feira (19) e domingo (21) foram 228, sendo a maioria relacionada a aglomerações, como festas e atividades ao ar livre.


CBMM INFORMA:

 

LINK:  https://www.youtube.com/watch?v=QpED1KJ5NW


UNIARAXÁ INFORMA:

 

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No futebol, saúde mental é sinônimo de rendimento. Quando os clubes e a sociedade entenderão isso?

 


* Por Fábio Anauate Nicolao, Médico do Esporte 


Reconhecido como o País do Futebol, o Brasil peca por ter, segundo especialistas da área, um dos piores calendários de campeonatos do mundo, o que gera um desgaste gigantesco aos jogadores, pois os jogos acontecem uns após os outros. Os campeonatos são praticamente emendados e sem intervalo para recuperação física e mental dos atletas – que passam mais tempo dentro de aviões e hotéis, em trânsito, do que em casa, descansando da rotina pesada de treinamentos e com as suas famílias. Isso tudo aliado a outros fatores como a exigência por vitórias e alto desempenho.  

Agora imaginem toda essa pressão em um cenário de pandemia. Todos podemos ter acesso a artigos e matérias na imprensa que mostram que a saúde mental de muitos brasileiros está comprometida em razão de tudo o que estamos vivendo. No mundo do futebol não é diferente. Os jogadores também estão impactados e querem proteger as suas famílias, mas, enquanto isso, seus dirigentes brigam pela volta das torcidas aos estádios.  

Em janeiro, o Corinthians foi o primeiro time do ano a anunciar que dez de seus jogadores testaram positivo para Covid-19. Na última rodada do Campeonato Brasileiro, o Palmeiras ficou sem 18 jogadores – pelo mesmo motivo, e o Atlético Mineiro, sem dez. Vasco, Fluminense, Coritiba, todos com o time comprometido também. Um pouco antes, em dezembro, o futebol nacional perdeu nada menos que quatro dirigentes de clubes, entre eles Paulo Magro, presidente do Chapecoense. Esta é a realidade dos jogadores profissionais do Brasil: pandemia, saúde física, mental e rendimento físico comprometidos, patrocinadores querendo reverter em lucro seus investimentos. E o Brasil sem vacina suficiente para atender a toda a população.  

Estudos comprovam que para que o futebol profissional funcione efetivamente, o atleta depende do equilíbrio de quatro importantes capacidades:  a física, a técnica, a tática e a emocional. Capacidades que são interdependentes e muitas vezes ainda são tratadas de forma independentes, principalmente quando falamos da questão emocional.   

A visão moderna de jogo diz que nunca se deve separar o físico do técnico, do tático e do emocional. Isso é psicologia do esporte, é o que forma o indivíduo atleta, e o indivíduo é aquele que joga o jogo. Quando falamos especificamente em atletas de alto rendimento, entre os quais a margem entre performance e lesão é muito tênue, é fundamental um suporte multidisciplinar de profissionais de saúde habilitados como médico, psicólogo, nutricionista e preparador físico. Além de aumentar as chances de lesão, é consenso na literatura que um estresse elevado altera o rendimento do esportista porque também gera alterações neurofisiológicas e metabólicas, que acabam impactando no sistema endocrinológico. Infelizmente, o que vemos hoje em dia é que muitos clubes e confederações menosprezam esses cuidados fundamentais no que diz respeito à saúde global do jogador de futebol.  

Recentemente, o técnico do Barcelona, Ronald Koeman, afirmou que “estamos matando nossos jogadores”. Isso é uma verdade indiscutível, que transcende o simples rendimento em qualquer lugar do mundo, pois independentemente da nacionalidade, jogadores de futebol são seres humanos, não máquinas. Aumentos abusivos na carga de treinamento e a alta frequência de jogos, negligenciando-se a recuperação com os intervalos de descanso obrigatórios, podem acarretar inúmeras alterações físicas e mentais como a diminuição do desempenho atlético, lesões contínuas, principalmente musculares, fadiga, além de transtornos comportamentais, distúrbios do sono, alterações endócrinas, anorexia e alterações no sistema imunológico que geram maior suscetibilidade a doenças infecciosas.  

Outros distúrbios de longo prazo incluem alteração da concentração, aumento da ansiedade, instabilidade emocional e enxaqueca. A manifestação mais temível entre os atletas com síndrome do excesso de treinamento é a rabdomiólise, doença causada por lesões musculares graves que evoluem com insuficiência renal e podem ser fatais em alguns casos. 

Já passou da hora de se investir na saúde mental dos jogadores, pois sem ela o físico não aguenta sozinho muito tempo. Nossa atual realidade, em que estrelas simplesmente perdem o brilho, novos talentos têm dificuldade de ganhar destaque no esporte e potenciais campeões se perdem pelo caminho por não conseguirem lidar com a pressão são resultado de falta de apreço à saúde mental dos atletas. Se quisermos voltar a ser quem fomos há algumas décadas, uma referência sem paralelos no futebol mundial, isso precisa mudar. 

As nove mentes do Eneamind: qual é a sua?

 


Junção de duas palavras de origem grega – ênea (nove) e grammos (figura, desenho), o eneagrama é uma figura geométrica de nove pontas que representam os nove tipos de personalidades presentes na natureza humana. Pela lógica deste conhecimento milenar, o fim é sempre o início de um novo ciclo.

Foi a partir dele que o professor, mentor e empresário Marcos Trombetta desenvolveu o Eneamind, apresentado no livro homônimo lançado pela Luz da Serra Editora. Essa metodologia permite identificar a personalidade de cada eneatipo para romper com os paradigmas - que criam limitações a partir das crenças e hábitos de cada um.

Conheça as nove mentes apresentadas pelo professor Trombetta no Eneamind, identifique o seu eneatipo e descubra as virtudes que pode desenvolver para sair do piloto automático e seguir o caminho que você sempre sonhou.

O perfeccionista

Sempre à frente, é um líder nato. É extremamente correto e se sente frustrado quando alguém descumpre os combinados, bagunça sua organização ou duvida da sua moral. O medo fundamental dele é ser mau, corrupto, perverso e falível. Teme não ser uma pessoa ética, correta e confiável. A virtude a ser buscada é a serenidade. E, para isso, a meditação é um ótimo exercício. Procure relaxar e deixar a raiva ir embora. Não leve a vida tão a sério.

O prestativo

Sua maior dificuldade é dizer não para os outros. Coloca a necessidade das outras pessoas sempre em primeiro lugar, tanto que, muitas vezes, nem sabe do que precisa para si. É paciente, ouve com atenção e sempre tem um bom conselho para dar. Por ser assim, se irrita quando não recebe toda a atenção de volta. O perfil prestativo está no centro emocional e tem o foco na autoimagem para chamar atenção. A virtude que deve buscar é a humildade.

O bem-sucedido

Quer parecer alguém de sucesso, por isso é preocupado com a imagem. Busca status, apesar de ser bem-sucedido e querido pelos outros. Tem o vício emocional da vaidade e por isso quer se sentir o melhor. O medo fundamental desse eneatipo é não ser valorizado, a não ser por aquilo que realiza. Por isso, a virtude a ser buscada é a sinceridade. O que importa de verdade é o que você sabe e enxerga em si mesmo.

O melancólico

É criativo, mas aparenta estar sempre triste. Carrega em si todo o sentimento do mundo, e acredita que ninguém mais é assim. Este perfil deve tomar cuidado com toda essa melancolia, com a tristeza que rege a sua vida. Deve estar mais consciente e esperar menos dos outros. O vício emocional é a inveja – sente que falta algo em si e que isso está em outras pessoas. A saída é parar de se esconder e desenvolver os aspectos mais positivos da sua personalidade.

O observador

Tem um pensamento extremamente analítico e observador. Não gosta que invadam seu espaço, daí a dificuldade nos relacionamentos. Tem excelentes ideias, mas não as coloca em prática, pois nunca se convence de que está pronto. Seu maior desafio é partir para a ação. Uma saída pode ser encontrar um sócio com uma personalidade mais empreendedora. O medo deste perfil é ser indefeso, inútil e incapaz. A virtude que precisa buscar é o desapego da mente. Chega de estudar; arrisque-se!

O questionador

Gosta de entender o motivo para fazer qualquer coisa. E, depois que entende, vai até o fim. Por ser tão cuidadoso, fica ansioso e depende muito da opinião e feedback dos outros. Fiel nos relacionamentos, é alguém em quem se pode confiar de olhos fechados. Seu vício emocional é o medo, principalmente de errar. Não se sente capaz de viver sozinho, por isso seu maior desejo é encontrar apoio e segurança. As virtudes que deve buscar são a coragem e a confiança em si mesmo.

O sonhador

É divertido, brincalhão, super adaptável, todos o querem por perto. Entusiasta, acha que tudo vai dar certo. Porém, perde o interesse rápido. Não quer se prender a um relacionamento para viver a liberdade na sua plenitude. Seu vício emocional é a gula, não necessariamente por comida, mas uma fome insaciável por aventuras, pelo novo. O medo do sonhador é sofrer dores e privações. Seu desejo fundamental é ser feliz, satisfazer-se, realizar-se. Para isso, precisa colocar mais os pés no chão, buscar estabilidade e ser mais firme no que faz.

O confrontador

Independente e autossuficiente, este perfil não se permite falhar. Estourado, se irrita com facilidade e não mede esforços para conseguir o que quer. Tem medo de ser magoado ou controlado, ter seu espaço invadido e ser traído pelos amigos, pela família, pelo(a) parceiro(a). Seu maior desejo é se proteger e determinar o curso da própria vida. Não quer receber ordens, sabe o que é melhor para si. Precisa aprender a ouvir os outros, diminuir seus padrões e ser grato pelo que já tem. Buscar a virtude da inocência.

O preservacionista

Tem um coração gigante, sempre pronto para confortar as pessoas. Dedicado, pode passar a maior parte do tempo preocupado com metas e objetivos dos outros. Para si, não faz muita questão. Sente que já tem tudo o que precisa. Na verdade, este perfil não quer se incomodar, por isso seu maior vício emocional é a accidia, uma indolência mental, a vontade de não fazer esforço além do necessário. Seu medo fundamental é o da perda, da separação e da aniquilação. A virtude a ser buscada é fazer o que tem que ser feito, quer goste ou não.

UNIARAXÁ INFORMA:

 

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