quinta-feira, 25 de março de 2021

Cáries podem até mesmo levar a parto prematuro na gravidez

 

Especialista explica que as visitas ao dentista devem fazer parte da rotina de exames do pré-natal. Isso porque problemas bucais podem ocasionar várias complicações. Veja como evitá-las e tenha uma gestação tranquila



   

Logo que descobre a gravidez, a futura mamãe passa a ter cuidados especiais com a saúde. Mas o que nem toda grávida sabe é que, além dos tradicionais exames e do acompanhamento pré-natal, é imprescindível manter uma rotina de visitas ao dentista, durante o período. “A situação bucal da mãe impacta diretamente o bebê. Gengivites não tratadas têm potencial para desencadear um parto prematuro”, alerta Thainara Salgueiro, dentista especialista em Prótese e Implantodontia pela UFJF (Universidade Federal de Juiz de Fora) e embaixadora da S.I.N. Implant System. “É que as inflamações na gengiva liberam citocinas e prostaglandinas, substâncias que estimulam o trabalho de parto”, explica ela.

Aliás, é importante mencionar que a gravidez por si já favorece o surgimento de problemas bucais. Isso porque as alterações hormonais fazem com que haja uma dilatação dos vasos sanguíneos, tornando maiores as chances de inflamações. “Ocorre também a diminuição do fluxo de saliva, o que aumenta a acidez bucal e favorece o surgimento de cáries”, diz Thainara.

As futuras mamães também precisam ter em mente que as cáries são mais preocupantes na gestação. “Existe um risco de as bactérias invadirem a circulação sanguínea da mãe e atingirem o feto, o que pode prejudicar seu desenvolvimento”, alerta a profissional.

Felizmente, para prevenir esses problemas, é preciso, em primeiro lugar, manter a higiene bucal em dia. “São os cuidados básicos: escovação sempre após se alimentar e, ao menos, três vezes ao dia e, ainda, uso regular do fio dental. O fio dental vai ajudar a evitar formação da placa bacteriana e dos problemas gengivais, que têm o potencial de causar sérios danos na gravidez”, completa.

Ou seja, ir ao dentista é fundamental para se evitar uma série de complicações na gravidez. “No geral, recomendamos que as gestantes compareçam ao consultório a cada três meses. Assim que se descobrir grávida, ela já deve marcar a primeira consulta”, recomenda a dentista. “Se for uma gravidez planejada, o ideal é ir logo que iniciar o planejamento”, finaliza.

Além disso, a gestante deve optar por alimentos saudáveis, evitando ao máximo o consumo de doces, para evitar o acúmulo de bactérias na boca. “A mulher deve ter uma dieta balanceada e rica em frutas e vegetais, que são ricos em ácido fólico, um tipo de vitamina B que tem inúmeros benefícios para grávidas”, diz Thainara.

Com esses cuidados, no que depender da saúde bucal, a futura mamãe poderá ter seu bebê com tranquilidade.

Sobre a S.I.N. Implant System: referência mundial em produtos para implantes dentários, a S.I.N Implant System tem DNA brasileiro e está no mercado desde 2003. Hoje, seu parque fabril de última geração entrega mais de 5 milhões de produtos acabados, todos os anos, com presença em mais de 25 países. Com uma trajetória de conquistas apoiada nos princípios simplicidade, inovação e nanotecnologia, a S.I.N. Sistema de Implante já é referência global. A marca atua no mercado desde 2003, oferecendo as melhores linhas de implantes dentários do mundo, além de componentes protéticos. A empresa tem como visão oferecer o que há de melhor e mais seguro na área de implantodontia, utilizando, para isso, tecnologia de ponta e equipamentos de última geração, que passam por rigoroso controle de processos. A excelência em qualidade dos produtos é garantida e comprovada por meio de certificações nacionais e internacionais. O sonho de restaurar sorrisos, iniciado com a Sra Neide e o Dr. Ariel Lenharo continua vivo. Em tempo: Ariel Lenharo foi o primeiro doutor em implantodontia do Estado de São Paulo, tendo também realizado sua pós-graduação nos Estados Unidos, no Pankey Institute. Neide e dr. Lenharo estiveram à frente da companhia até 2009, quando o controle acionário da S.I.N passou para o fundo de investimentos Southern Cross Group, equity firm líder e mais antigo dedicado ao mercado latino-americano, com mais de U$ 2,8 bilhões investidos em 38 empresas em todo o continente. Mais informações em www.sinimplantsystem.com. 

Por que jovens têm cabelos brancos?

 



Fatores genéticos podem ter relação com a condição precoce, que merece investigação para descartar doenças autoimunes ou na tireoide

 

Eles costumam causar pavor por serem associados ao envelhecimento: os cabelos brancos. De causa multifatorial, os fios despigmentados podem surgir por fatores como genética, uso de medicamentos específicos, estresse e problemas de saúde. Mesmo sendo mais comum em pessoas mais velhas, os jovens também podem ser atingidos pela condição.

 

A depender da idade do paciente, o médico dermatologista Dr. Rafael Soares alerta que é necessária uma investigação mais aprofundada. “Crianças e adolescentes que tem o surgimento de uma quantidade expressiva de cabelos brancos no couro cabeludo podem ter a condição relacionada a uma alteração no organismo como doenças autoimunes ou na tireoide. Adultos maiores de 20 anos também podem investigar as causas com um especialista, mas a incidência costuma estar mais relacionada à genética e estilo de vida”, explica.

 

A despigmentação ocorre devido a uma reação chamada de estresse oxidativo, que conforme explicação do dermatologista, é quando ocorre a oxidação das células de pigmento localizadas no bulbo capilar, vulgarmente chamado de raiz. “Quando esse processo ocorre, a tendência é que o fio não volte mais a ter cor, exceto se esse estresse for controlado a tempo, o que não corre com frequência. O normal é que as pessoas passem a perceber essas alterações meses ou até anos depois que ela ocorre”, comenta Dr. Rafael Soares.

 

Aspectos comportamentais podem apressar o aparecimento dos fios esbranquiçados, tais quais: má alimentação, estresse e uso de alguns medicamentos que aumentam o estresse oxidativo, como os usados para convulsão e depressão. “Os picos de cortisol, influenciados pela alta tensão que o indivíduo sofre diariamente, tem forte relação com a oxidação e morte dos melanócitos. Da mesma forma, a alimentação desequilibrada causa aumento na inflamação da região do bulbo capilar, acelerando o aparecimento precoce de fios brancos”, alerta o médico.

 

No quesito genético, estudos relacionam o aparecimento de fios brancos antes dos 30 anos com alterações do gene IRF4, responsável por controlar a produção de melanina. “É um agente inflamatório que chamamos de citocina, extremamente indutor de estresse oxidativo. As pesquisas conjecturam que o gene que faz a tradução deste interferon considera a tentativa de predição de uma expressão gênica aumentada no couro cabeludo das pessoas que terão cabelos brancos mais cedo e mais acentuadamente para buscar forma de fazer o bloqueio”, elucida Dr. Rafael Soares.

 

Há como prevenir ou retardar o fenômeno?

 

O dermatologista aponta que quando o fio se torna branco, ele permanecerá nessa tonalidade, processo que a medicina chama de canice — a menos que ocorra uma intervenção antes da destruição dos melanócitos do bulbo capilar. "Caso a pessoa note que está tendo um aumento considerável dos fios brancos em um período de algumas semanas ou meses, ela pode e deve procurar um atendimento dermatológico, visto que existem alguns mecanismos para desacelerar esse processo e recuperar parte dos fios brancos que ainda não tiveram os melanócitos totalmente destruídos", diz Dr. Rafael.

 

As medicações orais que podem ser utilizadas são antioxidantes potentes, que conseguem penetrar no couro cabeludo com bastante eficácia, assim como fármacos tópicos como tônicos e loções que também a capacidade de bloquear a ação dos ativos que causam o grisalho, da mesma forma que interferem na ação local do interferon 4, de forma parcial.

 

Arrancar um fio branco faz nascer outros no lugar?

 

“Se arrancar um, nascem três no lugar”. Essa afirmação não passa de um mito, visto que conforme desvenda Dr. Rafael Soares, os fios costumam nascer em grupos de dois a três nos óstios foliculares, e mais do que isso pode ser considerado uma doença. “O espaço onde aquele fio branco está é inflamatório, ou seja, todos os que vem desse bulbo nascerão brancos. O fato é que por ser mais grosso, as pessoas só percebem os outros fios despigmentados depois, porém eles não apareceram porque o cabelo branco foi arrancado e sim porque já era da natureza deles estarem ali”, diz o médico.

 

Cuidados com os fios brancos

 

Os cuidados devem ser pautados na hidratação intensa e em shampoos específicos. “Os cabelos brancos, apesar de mais grossos, são mais porosos e consequentemente afetados de forma agressiva pelos agentes externos. Além disso, devem ser utilizados shampoos específicos, visto que eles possuem uma tecnologia que torna o fio mais acinzentado, disfarçando melhor e dando um brilho mais bonito que os de produtos que pigmentam”, recomenda.

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Atenção: seu cão pode estar com leishmaniose e você não percebeu

 


Doença é fatal para os cães e também é transmitida aos seres humanos. Especialistas recomendam coleiras antiparasitárias, seguras e eficazes na prevenção

 

As estatísticas mostram que em cada cão com sintomas de leishmaniose visceral em regiões endêmicas, outros 5 podem estar assintomáticos. E isso é muito grave pois esta doença mata. De acordo com a OMS, há 12 milhões de casos por ano com pessoas no mundo e 59 mil mortes. No caso dos cães, o índice de óbito oscila em torno de 6%.

 

"A Leishmaniose Visceral Canina não tem cura para os cães e pode causar intenso sofrimento ou mesmo a morte. O potencial de disseminação da doença é preocupante, especialmente porque trata-se de uma zoonose. Por ano, o Brasil registra cerca de 3,5 mil pessoas doentes, sendo que 9 a cada 10 desses casos podem evoluir ao óbito, quando não há tratamento adequado, segundo o Ministério da Saúde", explica o médico veterinário Jaime Dias, gerente técnico de animais de companhia da Vetoquinol Saúde Animal.

 

"Prevenção é palavra-chave para evitar a leishmaniose. A enfermidade é provocada por um protozoário do gênero Leishmania, transmitido aos cães por meio da picada do chamado mosquito palha, nome popular da Lutzomyia longipalpis. A doença é levada de cão a cão e dos cães para os seres humanos", explica Jaime Dias.

 

Dias alerta para os sinais clínicos mais frequentes em cães: desânimo, fraqueza e perda de apetite, acompanhados de emagrecimento progressivo, descamações na pele, aparecimento de feridas no focinho, nas orelhas, nas articulações e na cauda. A leishmaniose também causa perda de pelos, crescimento exagerado das unhas, vômito e diarreia, além de acometer órgãos importantes como baço, fígado e rins.

 

Os tutores devem ficar atentos porque esta doença é traiçoeira. Nem sempre é perceptível. Seu cão pode estar infectado, mas você não perceber. A melhor forma de prevenir a doença é mantendo o mosquito transmissor longe dos animais. E isso tem sido feito com sucesso a partir do uso de coleiras antiparasitárias. Importante destacar que a leishmaniose visceral já está disseminada pelo Brasil, o que torna indispensável, prático e eficaz o uso de coleiras de proteção em todas as regiões. As coleiras são extremamente seguras para os cães. Os princípios ativos dos medicamentos ficam em contato apenas com a gordura da pele e pelos do animal", ressalta o especialista da Vetoquinol.

 

A médica veterinária Eliane Estephan, gerente de produtos para animais de companhia da Vetoquinol, informa que a empresa conta em seu portfólio com a coleira Frontmax, que protege o cão contra os mosquitos transmissores da leishmaniose, pulgas e carrapatos. "A coleira está disponível aos tutores, sem restrição para raças e sem necessidade de receita veterinária", detalha Eliane.

 

A coleira Frontmax é mais uma moderna tecnologia oferecida pela Vetoquinol, empresa internacional com mais de oito décadas a serviço da medicina veterinária. Frontmax tem combinação única de três princípios ativos, liberados de forma equilibrada e contínua durante todo o seu período de ação, que é de oito meses.

 


Seu processo de produção, o Vetoquinol Innovation System, é inovador, pois utiliza termopolímeros protetores que impedem a oxidação dos princípios ativos quando expostos à luz solar e dermocosméticos que mantêm a estabilidade dos mesmos, contribuindo para a redução das possíveis reações da pele, além de ser resistente à água e não ter cheiro.

 

A coleira Frontmax está disponível nos pet shops em dois modelos: coleira de 38cm, indicada para cães até 4 kg, e coleira de 70cm, indicada para cães acima dos 4 kg de peso.

 

Sobre a Vetoquinol – Entre as 10 maiores indústrias de saúde animal do mundo, com presença na União Europeia, Américas e região Ásia-Pacífico. Grupo independente, projeta, desenvolve e comercializa medicamentos veterinários e suplementos, destinados à produção animal (bovinos e suínos), a animais de companhia (cães e gatos) e a equinos. Desde sua fundação, em 1933, a Vetoquinol combina inovação com diversificação geográfica. O crescimento do grupo é impulsionado pelo reforço do seu portfólio de produtos associado a aquisições em mercados de alto potencial de crescimento, como a Clarion Biociências, ocorrida em Abril/2019. A Vetoquinol gera 2.372 empregos e está listada na Euronext Paris desde 2006 (símbolo: VETO). A Vetoquinol conta com SAC formado por profissionais da área veterinária para auxílio aos clientes. A ligação é gratuita - 0800 741 1005. Site: www.vetoquinol.com.br

Conheça o Azeite com Alho Negro, um poderoso e delicioso combo antioxidante

 



       Páscoa chegando e o que você acha de incluir o Azeite de Alho Negro no seu menu ou presentear pessoas queridas?
 

Produzido artesanalmente e com muito carinho, ele é feito somente com ingredientes de primeira qualidade: azeite de oliva extra virgem Olitália, alho negro, ervas e especiarias. Super aromático e saboroso, já é um dos produtos mais queridos pelos clientes da Alho Negro do Sítio. Mas o que é o alho negro?
 
Muito versátil, o alho negro possui sabor adocicado e frutado, sem aquela característica pungência do alho comum. Também pode-se notar um toque de defumado e a presença de Umami (o quinto sabor). Tudo muito sutil, ao mesmo tempo que rico e delicado!
 
Muito conhecido no Japão e na Europa por ajudar a prevenir câncer, o alho negro tem conquistado cada vez mais consumidores fiéis no Brasil. Segundo o estudo ‘Designer Foods Project’ realizado pelo Instituto Nacional do Câncer dos Estados Unidos (NCI), o alho negro é o alimento mais eficaz na prevenção à doença. Além de ser um ótimo anticancerígeno, também apresenta características antibacteriana, antiviral e antialérgica.
 
As propriedades antioxidantes, que evitam a formação de radicais livres no organismo, também estão presentes no alho negro. Segundo o Centro de Análise Alimentar do Japão, elas são mais fortes do que as encontradas no alho in natura (ou alho fresco), podendo ser até dez vezes mais poderosas. Hipertensão arterial, altas taxas de colesterol, glicose e triglicérides também podem ser combatidas por causa do alto nível de polifenol presente no alimento. “Análises laboratoriais apontam que o alho negro possui poder de prevenir ou remediar numerosas doenças associadas ao estilo de vida contemporâneo”, explica Fernando Kondo, agrônomo pela Universidade Agrícola de Tóquio.
 
O processo de produção do alho negro acontece com a fermentação do alho in natura e a consequente conservação em temperatura de aproximadamente 65º C, o que garante maciez, o sabor adocicado e nova textura ao produto. Não há adição de nenhum aditivo químico e o processo de fermentação apenas potencializa as características benéficas do alho in natura.
       E para complementar, sabia que o azeite também faz super bem à saúde? Frequentemente recomendado pelos nutricionistas e profissionais de saúde, o azeite é uma unanimidade a favor do bem-estar e são muitos os motivos que fazem esse produto ser chamado de “ouro líquido”. Ele é rico em gorduras monoinsaturadas, ômega 9, vitaminas E, A e K, ferro, cálcio, magnésio, potássio, aminoácidos e possui várias propriedades antioxidantes.
 
Maravilhe você, seus amigos e familiares com o nosso azeite cheio de vantagens à saúde e sabores! Ele fica maravilhoso no clássico bacalhau, para temperar saladas, preparar massas, carnes, legumes cozidos, finalizar pratos, ou para acompanhar queijos e pães artesanais! É uma delícia!
 
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Desvio de septo: quando é recomendado operar?

 


O otorrinolaringologista Dr. Edson Freitas alerta que nem todo desvio de septo precisa ser corrigido na mesa cirúrgica

 

O septo nasal é uma estrutura constituída de osso e cartilagem, que separam uma narina da outra. Quando essa “parede” tende mais para uma das fossas nasais, dificultando que ela exerça sua função de maneira correta, temos a condição chamada de desvio de septo.

 

Estima-se que 80% da população brasileira apresente essa característica, mas que nem sempre evolui para problemas respiratórios.  A deformidade pode ocorrer tanto por um crescimento exagerado da cartilagem, quanto por um evento traumático, como é o caso de acidentes ou pancadas.

 

Nem todo o desvio de septo precisa resultar em uma cirurgia. As recomendações são realizadas apenas quando a condição traz problemas ao paciente, como dificuldade para respirar. Segundo o otorrinolaringologista Dr. Edson Freitas, a obstrução nasal costuma ser uma das queixas mais comuns de quem convive com o desvio, visto que ele pode facilitar a retenção de secreções, sangramentos e trazer dificuldade para dormir.

 

O otorrinolaringologista aponta que a avaliação médica é indispensável na tomada de decisão quanto a operar ou não. Por meio de uma avaliação completa, que envolve exame físico, assim como tomografia computadorizada e nasofribrolaringoscopia, o especialista ponderará sobre como resolver o problema.

 

Caso seja necessária a cirurgia, o Dr. Edson Freitas tranquiliza quanto à simplicidade do procedimento, que é realizado via endonasal e com auxílio de anestesia geral. “O paciente costuma ficar cerca de oito horas no hospital apenas, necessitando de 7 dias de repouso após a alta. Após esse período, ele pode retornar às atividades cotidianas, com exceção dos exercícios físicos, que só são liberados após quatro semanas de cirurgia, em média”, elucida.

 

Em casos específicos, quando o desvio de septo se dá por uma deformidade do próprio nariz, o chamado nariz torto, a rinoplastia costuma ser a opção mais adequada.  “O procedimento melhora a autoestima do paciente, assim como corrige outras irregularidades do nariz que apenas a cirurgia de desvio não seria capaz de resolver”, diz.

 

Quem deseja aproveitar a cirurgia da correção de septo para melhorar a parte estética também faz a rinosseptoplastia — a união das cirurgias para corrigir falhas respiratórias e o formato do nariz.

 

 

Sobre Dr. Edson Freitas

 

Dr. Edson Freitas é médico Otorrinolaringologista pela Universidade de São Paulo, atua como professor instrutor de rinoplastia no Departamento de Otorrino da Universidade Federal da Bahia (UFBA) e é membro da Academia Brasileira de Cirurgia Plástica Facial.

 

Além da especialização na Universidade de São Paulo, também tem passagem por Cambridge, onde teve oportunidade de aprender diretamente com os principais cirurgiões plásticos faciais da mais prestigiada universidade dos Estados Unidos, a Harvard Medical School.

 

Referência na cirurgia plástica no nariz, o médico é pioneiro em impressão 3D médica e simulação computadorizada cirúrgica, assim como tem seus trabalhos premiados, com destaque nacional e internacional. É autor de três projetos médicos patenteados (M-scope, Otobone e Ed-angle).