sexta-feira, 26 de março de 2021

Da cozinha à luta contra a pandemia: Usado como barreira contra a Covid-19, plástico filme ganhou diversas aplicações além da doméstica

 


Plástico PVC, normalmente usado na cozinha, tem sido essencial na proteção contra o vírus

A rotina de proteção e higienização diária contra a proliferação do coronavírus envolve o uso de materiais como máscaras, álcool em gel e também o plástico. O material filme PVC, produto que sempre foi mais utilizado em cozinhas para fechar recipientes e conservar alimentos, agora vem sendo aplicado amplamente em diversos produtos e superfícies de usos compartilhados a fim de evitar contaminação e, assim, auxiliar no combate à pandemia.

Segundo informações do Instituto de Pesquisa Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), embora o coronavírus ainda seja novo para a ciência, já se sabe que a transmissão se dá por secreções contaminadas através do contato com pessoas contaminadas ou com objetos e superfícies contaminados, seguido do toque na boca, nariz ou nos olhos.

Para ajudar a combater essa que se tornou a maior crise sanitária de todos os tempos, a empresa de plástico filme, Alpfilm, desenvolveu o Alpfilm Protect contra o Sars Cov 2 , um material específico com formulação que inativa o novo vírus. O plástico foi testado e teve sua eficiência comprovada através da empresa QuasarBio, referência em ensaios com SARS-Cov-2 que tem laudos protocolados pelo Professor Lucio Holanda Gondim de Freitas, especialista no assunto. Os ensaios foram realizados no laboratório Nível de Biossegurança 3 (NB3) - especializado na manipulação de microrganismos com alto grau de patogenicidade e que oferecem risco à vida humana e ao meio ambiente.

O produto, que já contava com propriedades antifúngicas e bactericidas - graças à presença de micropartículas de prata - passou por uma série de estudos para adequações em sua composição com o objetivo de assegurar sua eficácia antiviral, em especial contra o novo coronavírus. O resultado foi um produto que apresenta respostas positivas que chegam a 79,9% de inativação nos primeiros três minutos, chegando a 99,99% de eficácia em até 15 minutos.


"Desde 2014 a nossa linha de produtos AlpFilm Protect conta em sua composição com uma solução que evita a proliferação de fungos e bactérias, oferecendo uma barreira de proteção eficaz para a conservação de alimentos e outros produtos embalados com o plástico filme. Diante dos desafios impostos pela Covid-19, decidimos voltar nossas atenções para a pesquisa e desenvolvimento dessa evolução do produto para a inativação do novo coronavírus por contato", explica Alessandra Zambaldi, diretora de Comércio Exterior e Marketing da Alpes.


Segurança extra em diversos ambientes

A partir da comprovação de sua eficácia contra o coronavírus, o material plástico filme vem sendo utilizado em diversos materiais de uso comum e que requerem o contato frequente das mãos. Dentre eles, as maquininhas de pagamento e celulares são alguns exemplos de equipamentos que não permitem a limpeza com álcool em gel direto nos produtos, já que a água presente na formulação pode oxidar e danificar as peças do produto. Por isso, para mantê-los higienizados é ideal envolvê-los no plástico filme.

O material também é utilizado em ambientes residenciais. No estado de Santa Catarina, a Diretoria de Vigilância Sanitária definiu uma série de medidas de prevenção e combate ao vírus nos condomínios da região. Com isso, um dos critérios do órgão é de que trabalhadores que atuam nas portarias de condomínios residenciais devem utilizar o plástico filme sobre os teclados e mouses dos computadores e, substituindo a proteção a cada turno.

"Como o vírus é invisível e ainda não temos o controle da doença atual, é impossível ter o domínio total de higienização dos produtos e superfícies. Por isso, o Alpfilm Protect é fundamental neste momento, já que contribui no combate à proliferação do vírus nos objetos mais comuns do cotidiano e, salvando vidas", comenta.

O plástico filme PVC também inativa o vírus em diversos ambientes públicos - que possui grande tráfego de pessoas - como em superfícies de maçanetas, corrimãos, controles remoto, botões de elevadores e telas sensíveis ao toque.

A proteção está presente, inclusive, dentro de carros. Nesta pandemia, o plástico filme pôde ser encontrado em volantes e marchas de vans escolares, - no período de aulas presenciais- já que transportam grande fluxo de pessoas por dia e também em carros que se encontram em oficinas mecânicas, uma vez que o contato das mãos com outras pessoas é frequente.

Outro exemplo é o carro de auto-escola, que também abrange um grande fluxo de motoristas no mesmo veículo. Por isso, o uso do plástico filme é amplamente recomendado em diversos estabelecimentos.

Carrinhos e cestas de mercado também já passaram a utilizar o produto como forma de combate à pandemia.

"No combate à pandemia, o plástico tem se mostrado um grande aliado. Afinal, a higiene e a descartabilidade são características dos produtos de ‘uso único’, que contribuem para a prevenção não só do coronavírus, mas de diversas outras doenças. Contudo, para evitar impactos negativos ao meio ambiente, esses materiais devem ser descartados de forma adequada: em coleta seletiva ou em postos de reciclagem específicos para o plástico filme PVC.", finaliza a profissional.

A venda de foie gras pode, finalmente, ser proibida em São Paulo

 


São Paulo, 25 de março de 2021 - Amanhã (26/3), o Supremo Tribunal Federal julgará a constitucionalidade da Lei 16.222, que proíbe a venda de foie gras, patê feito de fígado de ganso ou pato em São Paulo. A legislação foi sancionada em 2015, mas a Associação Nacional de Restaurantes (ANR) entrou com uma ação na Justiça solicitando a revogação da decisão e conseguiu uma liminar suspendendo a proibição. 

 

Foie gras em francês significa fígado gordo. O nome da iguaria vem da crueldade a que os gansos e patos são submetidos para a sua elaboração. Os animais são alimentados continuamente por um tubo rígido de 30 centímetros que atravessa a garganta dos animais, forçando a ingestão de um um quilo de pasta de milho em uma única refeição. Isso é o equivalente a um ser humano comer 12 quilos de comida pastosa em uma única refeição.

 

Os alimentos são ricos em energia, com alto teor de carboidrato, baixo teor de proteínas para que os animais atinjam rapidamente o ponto ideal. O tratamento faz com os gansos e patos desenvolvam esteatose hepática, uma doença grave, em que o fígado do animal aumenta 10 vezes o seu tamanho. Muitos animais acabam morrendo antes de serem enviados para o abate. 

 

“Foie gras pode ser traduzido por fígado doente. É uma crueldade que não se justifica. O foie gras é um produto de luxo. Pouquíssimas pessoas podem pagar R$ 100 por 75 gramas. No entanto, milhares de animais são torturados para satisfazer esse apetite pelo fígado de um animal doente”, diz Carla Lettieri, Diretora Executiva da Animal Equality Brasil. 

 

O foie gras já foi banido dos cardápios restaurantes das capitais Florianópolis (SC) e Goiânia (GO), além Blumenau (SC), Santa Bárbara d´Oeste (SP). Sorocaba (SP) e Piracicaba (SP), graças a legislações municipais. Em 17 países ao redor do mundo a produção de foi grass está proibida: Alemanha, Argentina, Áustria, Dinamarca, Finlândia, Irlanda, Israel, Itália, Luxemburgo, Noruega, Países Baixos, Polônia, Reino Unido, República Tcheca, Suécia, Suíça, Turquia e Índia, onde a importação também é ilegal.

Amamentação deve ser mantida mesmo em caso de contaminação da mãe, aponta OMS

 


Consultora em amamentação, Virginia Ferreira explica como o processo pode ser feito para evitar riscos ao bebê 

Entre tantos avanços científicos desde a chegada do novo coronavírus ao Brasil, um estudo divulgado recentemente na Revista Brasileira de Saúde Materno Infantil reuniu as principais recomendações e desafios enfrentados para a manutenção da amamentação durante períodos pandêmicos. Entre elas, está a orientação da Organização Mundial de Saúde (OMS) para que o aleitamento materno seja mantido, mesmo nos casos em que a mãe está positivada para a Covid-19.


De acordo com a consultora de amamentação, Virginia Ferreira, a orientação da OMS considera vários estudos realizados em todo o mundo que comprovam os benefícios da amamentação e a insignificante transmissibilidade de vírus respiratórios por meio do processo.


Contudo, para evitar que o bebê seja infectado, é importante que sejam seguidas todas as medidas higiênicas preestabelecidas – uso de máscaras, higienização das mãos com água e sabão, higienização das mamas –, incluindo também a desinfecção rotineira das superfícies em que a mãe entrou em contato.


“Quando a mãe está doente e se sente limitada para amamentar, o leite pode ser extraído, armazenado e ofertado ao bebê com a ajuda de alguém que esteja auxiliando nesse momento. Nesses casos, também é preciso ter atenção com a higienização dos utensílios que serão usados para a ordenha e oferta à criança”, explica.


Virginia alerta ainda que, se não gerenciada com precaução, essa mudança na rotina pode acarretar um problema para a produção de leite, já que a fabricação depende da frequência com que o peito da mãe é estimulado.


Outro fator importante a considerar é a ejeção, que está diretamente ligada à ocitocina. Em situações de preocupação, dúvidas, medo e dor, a produção desse hormônio pode ser inibida e o leite não “descer”.


“Nesses casos, a mulher produz o leite, mas involuntariamente inibe a sua ejeção. Isso a coloca em risco de desenvolver ingurgitamento mamário, mastite, abscessos e até mesmo diminuir a sua produção e, ainda, agravar o seu quadro da Covid-19”.


Para evitar que esses problemas aconteçam, a especialista explica que é necessário instituir uma frequência de ordenha que acompanhe a demanda do bebê. “Também precisamos observar os critérios de armazenamento e descongelamento do leite para que sejam mantidas todas as suas propriedades”.


Além disso, é preciso que a mãe mantenha a calma, tente relaxar e se cuidar e, se necessário, procure ajuda de familiares ou orientação profissional.

 

Procura por consultoria


           Ainda segundo Virginia, a pandemia da Covid-19 também refletiu no aumento da procura por consultorias em amamentação, tanto para mães e gestantes, quanto para a formação de outras consultoras profissionais. Para a especialista, esse cenário tem ligação com a diminuição significativa das redes de apoio.


“A rede de apoio para a mulher, geralmente, é formada por sua mãe, sogra, tias e avós, entre outros parentes, que já passaram por essa fase. Diante de uma pandemia que acomete com maior intensidade pessoas mais velhas, essas mulheres acabam sendo do grupo de risco e precisam manter o distanciamento social”, diz. 


Diante desse panorama e também da crescente conscientização da importância dessa assistência, as mães acabaram por procurar o apoio de consultoras profissionais. “Em comparação a 2019, podemos dizer que tivemos um salto de mais de 50% de procura no ano passado, que deve se manter até o fim da pandemia”, diz.

 

Quem é Virginia Ferreira?


Natural de Patrocínio (MG), Virginia Ferreira é graduada em Fisioterapia pelo Centro Universitário do Cerrado Patrocínio (UNICERP), e começou a trabalhar com gestantes e aleitamento materno há mais de 20 anos.


Em sua trajetória, foi professora da UNIVAÇO e da UNEC, onde idealizou e coordenou o Núcleo de Apoio Humanizado a Gestantes e Nutrizes (NAHGEN), um projeto social que atendeu gratuitamente centenas de gestantes, e foi premiado pelo Top Educacional Mário Palmério, em Brasília. Foi docente também da pós-graduação em Fisioterapia na Saúde da Mulher da Faculdade de Ciências Médicas de Minas Gerais.


Em 2007, formou-se como conselheira e multiplicadora do Aconselhamento em Aleitamento Materno pelo Instituto Fernandes Figueira da Fundação Oswaldo Cruz, para se dedicar inteiramente ao cuidado e formação de gestantes, mães, e também de profissionais, como consultoras e laserterapeutas, mais informadas e empoderadas.


Atualmente, é gestora e administradora do Virginia Ferreira Saúde – onde atua na assistência em amamentação e formação profissional de consultores e laserterapeutas –; professora das pós-graduações em Fisioterapia na Saúde da Mulher e na Saúde Pélvica do IPL – Instituto Patrícia Lordêlo e em Fisioterapia em Obstetrícia da Aprimore; e multiplicadora e avaliadora da Iniciativa Unidade Básica de Saúde Amiga da Amamentação (IUBAAM).

UNIARAXÁ INFORMA:

 

LINK UNIARAXÁ : https://site.uniaraxa.edu.br/


Projeto viabiliza bibliotecas digitais pelo Brasil

 



Há um pouco mais de um ano as pessoas folheavam livros e percorriam os corredores cheios de histórias nas bibliotecas de todo o Brasil. Com o distanciamento social causado pela pandemia da COVID-19, os frequentadores desses espaços, que já eram poucos, agora se resumem a nenhum. A crise sanitária sem previsão de encerramento acelerou algo que já era inevitável: a digitalização dos acervos. Quem está ao lado de gestores de todo o país para tornar o catálogo digital mais acessível é a Tocalivros e a Recode, com o projeto Biblioteca Digital Tocalivros.

A iniciativa que levou 18 meses para sair do papel uniu a Tocalivros – plataforma brasileira de livros digitais – e a Recode, ONG que promove a empoderamento digital da população, a fim de disponibilizar gratuitamente uma ferramenta personalizada para 149 bibliotecas nesta primeira fase do projeto. A ferramenta permite que os associados de cada uma delas tenham acesso ao acervo digital da Tocalivros com mais de 2 mil audiolivros e 5 mil eBooks.

Além de levar conteúdo e entretenimento para dentro das casas de inúmeras pessoas, a plataforma é totalmente personalizável, sendo possível a criação de playlists para divulgação em diversas redes, ideal para clubes de leituras. Os gestores também podem customizar a ferramenta com banners e a escolha do acervo conforme o público, além do acesso tanto no site quanto pelo aplicativo disponível em iOS e Android.

A plataforma é acessível, totalmente configurável com a opção de ouvir e ler off-line e sem limites quanto a acessos ou associados. Nesta primeira fase do projeto, a adesão da plataforma foi gratuita tanto para as bibliotecas quanto aos usuários e terá duração de pelo menos um ano.

Segundo Ricardo Camps, sócio-diretor da Tocalivros, os benefícios de uma biblioteca digital vão além de dispensar um espaço físico. “O digital chega onde o espaço físico não consegue. Ela está no celular, no computador, dentro de casa, onde você quiser. Não tem o peso de carregar um livro porque está dentro do aparelho em todos os lugares”, contextualiza.

Trata-se de um marco na história do setor do livro e da leitura no Brasil com um trabalho de empoderamento digital e na formação de novos leitores. Isso porque, de acordo com a bibliotecária e Analista de Projetos na ONG Recode, Hanna Gledyz, grande parte das bibliotecas realizam “um trabalho de resistência frente a tantas dificuldades de acesso, modernização e garantia de seus serviços, principalmente neste período da pandemia”.

A previsão é que uma segunda fase de inscrições seja aberta ainda em 2021. Todas as parceiras poderão se inscrever em um novo formato a ser definido, mas por ora, as que tiverem interesse podem entrar em contato pelo e-mail bibliotecas@tocalivros.com.

Sobre a Recode
Fundada há 25 anos, a Recode está presente em 9 países com 1.152 centros de empoderamento digital e já atingiu mais de 1,752 milhão de pessoas. Atuam em parceria com centros comunitários, escolas públicas e bibliotecas que oferecem metodologia para desenvolver nos jovens habilidades digitais e competências socioemocionais, estimulando o protagonismo e o potencial da nova geração como agentes de transformação social.

Sobre a Tocalivros:
Há seis anos no mercado de audiolivros, a Tocalivros possui em seu acervo mais de 2 mil audiolivros e 5 mil eBooks para levar aonde quiser. E a facilidade ocorre também nos planos e assinaturas: individual ou ilimitada. Atualmente, na assinatura, o usuário tem acesso a todos os audiolivros por apenas R$ 14,90 ao mês e os primeiros 15 dias são por conta da Tocalivros. O aplicativo está disponível em iOS e Android. Mais informações no site www.tocalivros.com.

Como as redes sociais podem influenciar positivamente na busca pelo corpo saudável?

 


De ex-dançarina do Faustão à uma das maiores influencer do Instagram, Fernanda D´avila, coach comportamental, inspira até quando não está malhando


Ninguém discute que o acompanhamento profissional para a prática de exercícios físicos é de suma importância para quem está no processo de emagrecimento, porém, para além do acompanhamento pessoal, diário e personalizado, seguir perfis de atletas e celebridades fitness da internet pode ser um aliado de quem está em busca de hábitos saudáveis. 


Não se trata de uma busca utópica por corpos sarados ou padrões estéticos inatingíveis, mas de se ter nesses perfis uma inspiração saudável e real daquilo que a atividade física pode nos proporcionar. O Instagram está repleto desses profissionais, mas é preciso ter filtro para selecionar aqueles que valem a pena seguir.


A ex-dançarina do Faustão e atual coach comportamental, formada em fisioterapia, criadora e mentora de um programa de emagrecimento, Fernanda D´Avila, por exemplo, além das atividades físicas supervisionadas e planejadas pela a equipe multidisciplinar do programa, mescla pitadas de vida real, com a rotina de exercícios, e também bate-papos motivacionais com seguidores. 


“Trabalho com a transformação de vida das pessoas. Elas precisam de orientação e ajuda profissional, e por isso, sempre aposto em uma equipe multidisciplinar para que o que elas não conseguem dizer com palavras, eu consiga descobrir com gestos, olhares e com a forma de se expressar”, avalia Fernanda.


Observando diversos perfis do gênero, posso dizer que talvez essa seja a fórmula do sucesso para ser um bom profissional da área da atividade física, mas também ser um dos maiores influenciadores digitais da plataforma. 


Há tempos que o Instagram deixou de ser apenas uma vitrine estática e segmentada de um produto ou serviço, as pessoas querem muito mais que isso. Os padrões de consumo mudaram e para “conquistar” um cliente/seguidor é preciso provar que, além de qualificado, você é um ser humano de verdade, que entende as características de cada um de seu seguidores e está ali para ajudá-los - claro que isso não é possível, mas é essa a impressão que as pessoas querem ter ao clicarem no botão follow.


Voltando à Fernanda D´avila. A coach comportamental usa uma das mais importantes estratégias para angariar mais seguidores a cada dia: usa sua própria história para provar que é possível conquistar um corpo saudável e bonito. A trajetória, que ela sempre faz questão de revelar em posts e ou vídeos do reels, envolve a conquista do emprego dos sonhos, a perda de de 4,7kg em sete dias e uma série de realizações pessoais que mostram a humanidade por trás da tela. 

CBMM INFORMA:


 LINK:  https://www.youtube.com/watch?v=QpED1KJ5NW