sexta-feira, 16 de abril de 2021

UNIARAXÁ INFORMA:

 

LINK UNIARAXÁ : https://site.uniaraxa.edu.br/


Glaucoma é principal causa de cegueira no mundo

 


Pessoas cujos irmãos têm glaucoma correm um risco 9 vezes maior de ter a doença. Mês de abril marca a conscientização sobre a cegueira e mostra a importância da prevenção. 


São Paulo, 15 de abril de 2021 –  Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o glaucoma é a principal causa de cegueira irreversível no mundo. Quanto a prevalência, estima-se que de 2 a 3% da população é afetada pelo glaucoma e esse número aumenta com a idade.
 
Glaucoma é o termo geral que denomina uma série de condições que podem causar danos ao nervo óptico. O principal fator de risco para desenvolver a patologia é o aumento da pressão intraocular (PIO).
 
Há vários tipos de glaucoma. Porém, o mais prevalente é o Glaucoma Primário de Ângulo Aberto (GPAA).
 
Segundo Dra. Maria Beatriz Guerios, oftalmologista especialista em Glaucoma, para entender essa classificação, glaucoma de ângulo aberto, é preciso compreender melhor as estruturas dos olhos e suas funções.  
 
“O globo ocular é composto de várias camadas. A córnea é a camada da frente do olho, cuja principal função é focar a luz que entra pela pupila e vai para a retina. A pupila fica no centro da íris, a parte colorida dos olhos, localizada abaixo da córnea”, explica a médica.
 
“Quando essas duas estruturas se juntam, forma-se um ângulo. Esse ângulo é uma espécie de espaço livre que permite o escoamento do humor aquoso por meio da malha trabecular, uma rede porosa que fica na parede ocular. Esse tecido possui canais interconectados que permitem a drenagem do humor aquoso. O perfeito funcionamento dessas estruturas é o que permite a regulação da pressão intraocular (PIO), diz Dra. Maria Beatriz.
 
Portanto, quando a pressão intraocular aumenta, é preciso investigar se há alguma alteração nas estruturas responsáveis pela drenagem do humor aquoso, líquido que preenche o globo ocular, cuja função é nutrir a córnea e o cristalino.
 
Um dos exames que são feitos quando há suspeita do glaucoma é a gonioscopia. Nesse teste, o oftalmologista consegue avaliar o ângulo entre a íris e a córnea. Uma vez que o ângulo esteja aberto, é diagnosticado o glaucoma de ângulo aberto.
 
Pressão intraocular descontrolada
A drenagem do humor aquoso deve ser constante para manter a pressão intraocular (PIO) equilibrada. Entretanto, quando há alguma alteração no escoamento da substância, ela se acumula e leva ao aumento da pressão intraocular (PIO).
 
“A consequência de uma PIO alta é a destruição das células do nervo óptico. Esse processo é irreversível. Portanto, a cegueira causada pelo glaucoma é definitiva”, comenta Dra. Maria Beatriz.

Além da pressão intraocular
 
Outros fatores de risco para o desenvolvimento do glaucoma já foram identificados. Para o glaucoma primário de ângulo aberto, além da PIO aumentada e da idade acima de 40 anos, podemos citar o fator racial, ter histórico familiar da doença e alto grau de miopia
 
A idade é um importante fator de risco. Há um aumento considerável na incidência e prevalência do glaucoma com aumento da idade.
 
A história familiar também é relevante no risco do glaucoma. Parentes de primeiro grau têm nove vezes mais chance de desenvolver a doença do que pessoas sem histórico familiar.
 
Tratamento
Inicialmente, o GPAA é tratado clinicamente, com colírios para controlar a pressão intraocular. Cada paciente terá uma indicação de tratamento, que irá variar de acordo com a evolução do caso.
 
“A meta é sempre impedir a progressão da doença e, como consequência, a perda total da visão”, finaliza Dra. Maria Beatriz.

Atualização do Vacinômetro da Covid-19 de Araxá.

 Fonte Secretaria Municipal de Araxá:



CBMM INFORMA:

 

LINK CBMM https://youtu.be/pFAnL0bCVlg


Você sabe o que é rosácea?



No Brasil, campanha cria movimento de conscientização contra efeitos emocionais da doença e a necessidade do acompanhamento e tratamento dermatológico

Apesar de ter alguns estudos clínicos ao redor do mundo, a falta de informação em torno da rosácea pode atrasar o diagnóstico e dificultar o tratamento. No Brasil, a campanha SOS Rosácea – criada por iniciativa da Bioderma (marca francesa de acompanhamento dermatológico do Grupo Naos) com apoio de dermatologistas, reforça o movimento de conscientização para acabar com os estigmas e incentivar os cuidados adequados que dão respeito absoluto às peles sensíveis.

Desde 2020, o projeto também busca aproximar homens e mulheres com rosácea para conectá-los com dermatologistas ao redor do país, por meio de experiências pessoais dos pacientes, dicas, tutoriais e informações gratuitas no site www.sosrosacea.com.br. Este ano, além de conteúdo digital, a ação organiza uma mesa redonda com o tema “Rosácea: quanto mais você entende, melhor você cuida”, no dia 22 de abril, às 20h, no Instagram @biodermabrasil. O evento online contará com a participação do @rosaceagrupo (primeiro grupo de apoio criado no Instagram para quem tem Rosácea), do dermatologista Marco Rocha, da oftalmologista Faride Waked Tanos e da nutricionista Marianne Rocha.

Segundo a diretora de marketing da Bioderma, Célia Lopes, a campanha serve como um guia a pacientes. “Precisamos falar a respeito desta doença no Brasil, seus gatilhos e suas características para aumentar o conhecimento e a compreensão de suas causas e outros aspectos-chave que ajudem essas pessoas a conviverem melhor com a condição de sua pele”.

Embora possa se desenvolver de diversas maneiras, a rosácea geralmente aparece pela primeira vez após os 30 anos como uma vermelhidão persistente ou pequenos vasos em regiões, como bochechas, nariz, queixo ou testa. Quando não há o tratamento adequado, é comum o surgimento de inchaços e pústulas (que parecem pequenas espinhas), além de forte ardência no rosto. Em alguns casos graves, também pode se manifestar por meio de um alargamento do nariz, pois a pele em seu torno fica mais espessa e irritada.

SOS Rosácea
Vermelhidão facial: não é insegurança, não é vergonha, não é bebida; ela pode ser rosácea!
www.sosrosacea.com.br
#SOSRosácea #respeitoapelesensivel #skinpositivity #pelelivre

Sobre a BIODERMA:

BIODERMA, LABORATÓRIO DERMATOLÓGICO FRANCÊS
A BIODERMA é a marca de acompanhamento dermatológico do Grupo Naos, fundamentada nos princípios da Ecobiologia. Pioneira desde 1970, a BIODERMA tem uma expertise única em cuidados dermatológicos que colocam a biologia a serviço da dermatologia. Uma das marcas líderes em prescrição na França e no Brasil, nossos produtos são inspirados diretamente pela pele. 100% dos nossos produtos são produzidos na França seguindo rigorosos critérios de fabricação farmacêutica. Acessível e humana, a BIODERMA está a serviço da saúde duradoura da pele. A BIODERMA é uma marca NAOS.

Saiba mais em:

www.BIODERMAbrasil.com

Instagram: @BIODERMAbrasil | Facebook: /BIODERMAbrasil 

Caso Henry: como identificar sinais de que uma criança pode estar sofrendo abusos?

 


Ana Regina Caminha Braga, psicopedagoga especialista em Gestão Escolar e Educação Inclusiva , fala sobre indícios físicos e emocionais manifestados em casos de maus tratos

 

CURITIBA, 15/04/2021 – Os avanços das investigações sobre o caso Henry Borel têm chocado o Brasil com evidências impactantes que indicam que o menino foi assassinado a golpes violentos no interior da residência onde morava com a mãe e o padrasto, principais suspeitos do crime. Morto no último dia 08 de março aos 04 anos, Henry já vinha sofrendo uma série de abusos físicos e emocionais apontados pelas apurações das autoridades atuantes no caso. O contexto de violência nessa situação traz à tona uma discussão que precisa ser abordada de forma categórica pela sociedade: como os professores e adultos que convivem com crianças podem identificar indícios de abuso?

 

“Todo episódio ou circunstância de maus tratos causa efeitos comportamentais. Nós adultos, como únicos elementos capazes de livrar a criança deste tipo de situação precisamos estar atentos as alterações de conduta em todos os ambientes sociais”, aponta a psicopedagoga Ana Regina Caminha Braga, especialista em Gestão Escolar e Educação Inclusiva. A condição de abuso causa medo e insegurança na criança gerando dificuldade em falar sobre o assunto. Portanto, em geral, elas acabam manifestando de maneira implícita. ”Nesses contextos, o mais importante é observar e conhecer muito bem a criança pelo qual se é responsável. É necessário perceber, por exemplo, se repentinamente ela começa apresentar uma agressividade ou sensibilidade fora do normal, se a criança é agitada e passou a ficar muito silenciosa e, até mesmo, se ela apresentou queda no desempenho escolar. Sempre há indicativos de que há algo errado”, alerta a especialista.

 

De acordo com a psicopedagoga, os sinais mais comuns são: falta de apetite; agressividade; choros fora do normal; não querer ficar sozinho; no caso de crianças maiores, voltar a fazer xixi na cama ou as necessidades nas roupas; pesadelos; passar a roer unhas; apatia; e sintomas físicos frequentes ligados a stress e ansiedade, entre eles diarreia, dor de estômago, tontura, náusea, vômito, taquicardia, alergias e dermatites. Além disso, é imprescindível ouvir, respeitar e investigar as vontades ou recusas da criança. “É preciso estar atento se a criança repete muito que não quer ir à escola, ou a casa de alguém, ou estar em determinado lugar. Se não gosta de estar perto de certo adulto, se desvia o olhar dessa pessoa ou se passa a mentir para evitar ir a lugares ou conviver com a pessoa. Crianças são imaturas e têm total confiança nos adultos. Ela busca acolhimento no adulto com o qual se sente segura, e se isso não é ouvido, vai demostrar de outras formas. Crianças replicam exemplos e sentimentos que vivenciam. Se ela passa a morder e beliscar os colegas na escola, pode estar acontecendo algo”, explica.

 

“Birra” ou socorro?

 

Há comportamentos e alterações na conduta infantil que muitas vezes são encarados como “birra” e prontamente repreendidos. Mas como diferenciar a birra de um pedido de socorro inconsciente por parte da criança? Para Ana Regina Caminha Braga, a identificação parte da observação e diálogo. “A birra é uma explosão de sentimentos. Mesmo que a motivação seja banal, é uma forma da criança expressar frustração e descontentamento. Ela usa esse recurso para mostrar que está emocionalmente abalada. A questão aqui é o responsável observar se a ‘birra’ está muito fora do comum ou aparecendo de maneira frequente. Se isso acontecer, é importante  conversar com a criança e criar uma abertura para ela contar tudo o que está sentindo”, diz.

 

Outra atitude bem importante é não duvidar dos sentimentos da criança, do que ela fala ou demonstra. “Precisamos deixar o termo ‘geração mimimi’ de lado. É muito preocupante ver pais e responsáveis dizendo que não se pode falar mais nada e denominando determinadas reações e comportamentos infantis como bobagens, sendo que muitas vezes pode ser um pedido de ajuda que está sendo negligenciado por quem deveria promover a proteção dessa criança”, completa a especialista.

UNIARAXÁ INFORMA:

 

LINK UNIARAXÁ : https://site.uniaraxa.edu.br/