LINK CBMM https://youtu.be/pFAnL0bCVlg
Coleta de lixo marinho se transforma em objetos como bancos de praça, brinquedos e quilhas de pranchas de surf
A
ECO Local Brasil é uma instituição que tem como objetivo mitigar os
impactos causados pelo descarte indevido dos resíduos plásticos no meio
ambiente. Desde 2002, a organização não governamental (ONG) é
responsável por ativações ambientais de limpeza de praia, principalmente
no litoral Sul e Sudeste do Brasil.
Até
agora, a ECO Local Brasil já transformou mais de 70 toneladas de
plástico por meio de logística reversa, realizando centenas de ações,
entre coleta de resíduos nas praias, visitas a escolas para
conscientização dos alunos e doação de objetos feitos com a
matéria-prima reciclada - como quilhas de surf e brinquedos. Para isso, a
organização também conta com uma rede de projetos parceiros em todo o
litoral Sul e Sudeste. Eles enviam os resíduos para a instituição, que
os devolve em forma de matéria-prima transformada. “O que nós
entendemos, como ONG, é que não basta ficar apontando para o problema. É
preciso também chegar com a solução. Por isso a gente encabeçou essa
responsabilidade.” conta o fundador da ONG, Filipe Oliveira. “Nós
entendemos que seria importante também sermos responsáveis pelo
transporte e por dar um destino final àquilo que a gente coleta”.
Após
16 anos de atuação, em 2018, seus participantes entenderam que não
bastava recolher, era preciso também tratar. Então, a ONG se reorganizou
e criou também uma empresa na área de prestação de serviços para fazer o
gerenciamento do material por categorias. O plástico retirado das
ações ambientais é transformado em pellets (grânulos)
sustentáveis, com os quais as indústrias fabricam novos produtos
plásticos, também conhecidas como indústrias de 3ª geração, as
transformadoras. A empresa também produz seus próprios objetos, que vão
desde bancos de praça e lixeiras até quilhas para pranchas de surf. É a
única instituição na América Latina que transforma plástico dos oceanos
em matéria-prima sustentável, segundo Oliveira.
Reciclagem em números
Em
2019, o Brasil reciclou 838 mil toneladas de plástico, um aumento de
10% em relação a 2018, segundo dados da pesquisa da reciclagem do
Plástico, realizada anualmente pelo PICPlast. O estudo também mostra
diminuição de 15,1% nas perdas do processo de reciclagem. Ainda que o
país tenha avançado quando o assunto é reciclagem, há muito a ser feito.
O
Movimento Plástico Transforma, que tem como objetivo reforçar conceitos
como consumo consciente, destinação correta dos resíduos, reciclagem de
plásticos pós-consumo e transformação em novos produtos, avalia que é
necessária uma adaptação da indústria e dos consumidores à nova
realidade. Segundo a instituição, a pesquisa demonstra que os principais
motivos de perda no processo da reciclagem são de contaminação da
sucata por descuido no descarte e, também, por triagem desqualificada.
Cerca de 45% dos materiais coletados são PET, material reciclável.
Sobre o Movimento Plástico Transforma (MPT)
Criado em 2016, o Movimento Plástico Transforma visa ressaltar a utilização do plástico, de forma criativa e responsável, em soluções que podem transformar o nosso dia a dia e o futuro. A primeira iniciativa voltada para a comunicação com a sociedade, assinada pelo Movimento Plástico Transforma, foi a instalação interativa PlastCoLab. A ação impactou mais de 37 mil pessoas e contou com quatro edições, realizadas nas cidades de São Paulo, Porto Alegre, Salvador e Brasília. Outro projeto relevante é a Estação Plástico Transforma, atividade instalada no parque KidZania, em São Paulo, que visa demonstrar - de forma lúdica e educativa - as principais etapas do processo de reciclagem do plástico e já impactou mais de 18 mil pessoas. No site www.plasticotransforma.com.br e nas redes sociais do projeto é possível encontrar conceitos importantes sobre economia circular e iniciativas inovadoras de uso, reuso, descarte correto e reciclagem do plástico. Acompanhe no Facebook e no Instagram.
MANUTENÇÃO ILUMINAÇÃO PÚBLICA: PRÓXIMOS DIAS*
- Pão de Açúcar
- Camuá
*OPERAÇÃO TAPA-BURACOS: QUINTA, 10 DE JUNHO*
- R. Dulce Mascarenhas Torres - Vila Silvéria
- Av. Tancredo Neves - Vila Silvéria
- R. José Helena Ferreira - Vila Silvéria
- Av. Prefeito Aracely de Paula - (imediações Cemei Dom Pixote)
- R. Francisco Batista da Costa - Vila Silvéria
*LIMPEZA E CAPINA: QUINTA, 10 DE JUNHO*
- Av. Danilo Cunha
- Av. Wilson Borges
- R. Ângela Marques Torres
- R. Carvalho Lopes
- R. Major Tito
- Bairro Mangabeiras 4
- Bairro Max Neumann
“Ter imagens incríveis de alimentos não é só sobre deixar os produtos desejáveis, mas também conduzir a
O
coletivo ‘I Hate Flash’ é referência no mercado audiovisual, com mais
de dez anos de experiência em produções tanto para grandes festivais de
música, como Rock in Rio e Lollapalooza, quanto para marcas
internacionais como Cola-Cola, Next, Amazon, entre outras. Ao longo dos
anos, novos formatos de conteúdo e plataformas surgiram e,
consequentemente, o trabalho da equipe acompanhou todas mudanças e
inovações. Entre elas, está a fotografia de produtos e alimentos. O que
antes era mais tradicional, passou a ter novos formatos, cores e até
narrativas. Confira alguns segredos usados pelos especialistas na hora
dos cliques:
Equipamento:
Se
for possível investir em equipamentos, uma boa lente macro é a 105mm
f2.8 e uma super versátil é a 50mm f1.4. Os flashes com difusores também
são boas pedidas, mas se não for possível a luz natural sempre funciona
muito bem. Nesse caso, ter um tripé dá mais possibilidades na hora dos
cliques.
Produção do alimento:
Na
hora de montar os pratos é importante valorizar todas camadas e
elementos presentes. No caso de um hamburguer, por exemplo, é legal usar
uma pistola de ar quente para derreter o queijo, já que com o
equipamento dá para ter mais controle do quanto quer derretê-lo sem
queimá-lo. Um pincel e azeite também podem fazer mágica e dar mais vida a
produtos como proteínas e saladas. Vale lembrar também que no caso das
proteínas é melhor apenas selar do invés de cozinhar, porque com o tempo
ela pode desidratar e perder a estética.
Produção de drinks:
Para
fotografar drinks e bebidas com aspecto de frias é importante deixá-los
em temperatura ambiente e usar gelo falso para dar ideia de um produto
supergelado. Passar verniz fosco no recipiente e borrifar água ajuda a
proporcionar o efeito. Já as bebidas quentes, é legal fotografar da
maneira que são servidas.
Produção artística:
Comece
usando o que tem em casa, como pratos, tábuas, toalhas de mesa e
objetos de decoração que tenham a ver com o gosto do cliente. Depois de
um tempo no meio, o acervo pessoal acaba se tornando enorme. Utilizar
sobreposições de objetos com tecidos sempre dá um efeito interessante.
Fotografia e edição:
Humanizar fotos com, por exemplo, o líquido caindo dentro do copo, acaba resultando em algo mais bonito. Vale priorizar planos normais, plongée e zenital. Na hora da edição é importante focar em um estilo e repetir em todas as fotos do job, sempre tentando manter as cores bem próximo do que são naturalmente.