quinta-feira, 10 de junho de 2021

CBMM INFORMA

 


LINK CBMM https://youtu.be/pFAnL0bCVlg


Elas fazem a diferença: iniciativas da Eco Local Brasil transformam lixo marinho em objetos

 

Coleta de lixo marinho se transforma em objetos como bancos de praça, brinquedos e quilhas de pranchas de surf

 



A ECO Local Brasil é uma instituição que tem como objetivo mitigar os impactos causados pelo descarte indevido dos resíduos plásticos no meio ambiente. Desde 2002, a organização não governamental (ONG) é responsável por ativações ambientais de limpeza de praia, principalmente no litoral Sul e Sudeste do Brasil.

 

Até agora, a ECO Local Brasil já transformou mais de 70 toneladas de plástico por meio de logística reversa, realizando centenas de ações, entre coleta de resíduos nas praias, visitas a escolas para conscientização dos alunos e doação de objetos feitos com a matéria-prima reciclada - como quilhas de surf e brinquedos. Para isso, a organização também conta com uma rede de projetos parceiros em todo o litoral Sul e Sudeste. Eles enviam os resíduos para a instituição, que os devolve em forma de matéria-prima transformada. “O que nós entendemos, como ONG, é que não basta ficar apontando para o problema. É preciso também chegar com a solução. Por isso a gente encabeçou essa responsabilidade.” conta o fundador da ONG, Filipe Oliveira. “Nós entendemos que seria importante também sermos responsáveis pelo transporte e por dar um destino final àquilo que a gente coleta”.

 

Após 16 anos de atuação, em 2018, seus participantes entenderam que não bastava recolher, era preciso também tratar. Então, a ONG se reorganizou e criou também uma empresa na área de prestação de serviços para fazer o gerenciamento do material por categorias.  O plástico retirado das ações ambientais é transformado em pellets (grânulos) sustentáveis, com os quais as indústrias fabricam novos produtos plásticos, também conhecidas como indústrias de 3ª geração, as transformadoras. A empresa também produz seus próprios objetos, que vão desde bancos de praça e lixeiras até quilhas para pranchas de surf. É a única instituição na América Latina que transforma plástico dos oceanos em matéria-prima sustentável, segundo Oliveira.

 

Reciclagem em números

 

Em 2019, o Brasil reciclou 838 mil toneladas de plástico, um aumento de 10% em relação a 2018, segundo dados da pesquisa da reciclagem do Plástico, realizada anualmente pelo PICPlast. O estudo também mostra diminuição de 15,1% nas perdas do processo de reciclagem. Ainda que o país tenha avançado quando o assunto é reciclagem, há muito a ser feito.

 

O Movimento Plástico Transforma, que tem como objetivo reforçar conceitos como consumo consciente, destinação correta dos resíduos, reciclagem de plásticos pós-consumo e transformação em novos produtos, avalia que é necessária uma adaptação da indústria e dos consumidores à nova realidade. Segundo a instituição, a pesquisa demonstra que os principais motivos de perda no processo da reciclagem são de contaminação da sucata por descuido no descarte e, também, por triagem desqualificada. Cerca de 45% dos materiais coletados são PET, material reciclável.


Sobre o Movimento Plástico Transforma (MPT)

Criado em 2016, o Movimento Plástico Transforma visa ressaltar a utilização do plástico, de forma criativa e responsável, em soluções que podem transformar o nosso dia a dia e o futuro. A primeira iniciativa voltada para a comunicação com a sociedade, assinada pelo Movimento Plástico Transforma, foi a instalação interativa PlastCoLab. A ação impactou mais de 37 mil pessoas e contou com quatro edições, realizadas nas cidades de São Paulo, Porto Alegre, Salvador e Brasília. Outro projeto relevante é a Estação Plástico Transforma, atividade instalada no parque KidZania, em São Paulo, que visa demonstrar - de forma lúdica e educativa - as principais etapas do processo de reciclagem do plástico e já impactou mais de 18 mil pessoas. No site www.plasticotransforma.com.br e nas redes sociais do projeto é possível encontrar conceitos importantes sobre economia circular e iniciativas inovadoras de uso, reuso, descarte correto e reciclagem do plástico. Acompanhe no Facebook e no Instagram.

Cronograma Serviços Urbanos - 10 de junho de Araxá


MANUTENÇÃO ILUMINAÇÃO PÚBLICA: PRÓXIMOS DIAS*

- Pão de Açúcar

- Camuá

 


*OPERAÇÃO TAPA-BURACOS: QUINTA, 10 DE JUNHO*

- R. Dulce Mascarenhas Torres - Vila Silvéria

- Av. Tancredo Neves - Vila Silvéria

- R. José Helena Ferreira - Vila Silvéria

- Av. Prefeito Aracely de Paula - (imediações Cemei Dom Pixote)

- R. Francisco Batista da Costa - Vila Silvéria

 


*LIMPEZA E CAPINA: QUINTA, 10 DE JUNHO*

- Av. Danilo Cunha

- Av. Wilson Borges

- R. Ângela Marques Torres

- R. Carvalho Lopes

- R. Major Tito

- Bairro Mangabeiras 4

- Bairro Max Neumann

 

UNIARAXÁ INFORMA:

 


LINK UNIARAXÁ : https://site.uniaraxa.edu.br/


Câmara Municipal de Araxá instala sistema de energia fotovoltaica

 



A Câmara Municipal de Araxá começou a produzir sua própria energia. Uma ação que gera economia aos cofres públicos, além de ser uma medida sustentável. O valor do investimento foi de R$ 181,4 mil, com uma expectativa de retorno de, no máximo, três anos e uma economia anual superior a R$ 65 mil. O projeto para implantação da energia fotovoltaica foi iniciado no mandato do ex-presidente da Casa, vereador Carlos Roberto Rosa, por indicação do vereador Raphael Rios.

De acordo com a análise financeira realizada pela empresa responsável, o novo sistema deve gerar 6.966 kWh por mês e tem vida útil estimada em 30 anos.

Por não emitir gases de efeito estufa, a energia fotovoltaica é mais limpa e sustentável do que a energia gerada por fontes tradicionais, como as termelétricas e seu sistema sustentável beneficia o meio ambiente com a redução na emissão de 1337 toneladas de CO2, a preservação de 8338 árvores; entre outros.

Comer com os olhos: a importância e segredos da fotografia de alimentos

 


“Ter imagens incríveis de alimentos não é só sobre deixar os produtos desejáveis, mas também conduzir a




experiências das pessoas com o produto”, explica Leonardo Andrade, diretor de projetos especiais do ‘I Hate Flash’. Alex Woloch que o diga. O especialista em fotografia gastronômica sabe bem que o foco nos detalhes pode transformar as imagens e revela algumas dicas para que deseja se aventurar nessa área. Mas antes, ele adianta: “Vá alimentado para o trabalho ou leve um lanchinho. Nem sempre dá tempo de comer durante a correria”.

 

O coletivo ‘I Hate Flash’ é referência no mercado audiovisual, com mais de dez anos de experiência em produções tanto para grandes festivais de música, como Rock in Rio e Lollapalooza, quanto para marcas internacionais como Cola-Cola, Next, Amazon, entre outras. Ao longo dos anos, novos formatos de conteúdo e plataformas surgiram e, consequentemente, o trabalho da equipe acompanhou todas mudanças e inovações. Entre elas, está a fotografia de produtos e alimentos. O que antes era mais tradicional, passou a ter novos formatos, cores e até narrativas. Confira alguns segredos usados pelos especialistas na hora dos cliques:

 

Equipamento:

Se for possível investir em equipamentos, uma boa lente macro é a 105mm f2.8 e uma super versátil é a 50mm f1.4. Os flashes com difusores também são boas pedidas, mas se não for possível a luz natural sempre funciona muito bem. Nesse caso, ter um tripé dá mais possibilidades na hora dos cliques.

 

Produção do alimento:

Na hora de montar os pratos é importante valorizar todas camadas e elementos presentes. No caso de um hamburguer, por exemplo, é legal usar uma pistola de ar quente para derreter o queijo, já que com o equipamento dá para ter mais controle do quanto quer derretê-lo sem queimá-lo. Um pincel e azeite também podem fazer mágica e dar mais vida a produtos como proteínas e saladas. Vale lembrar também que no caso das proteínas é melhor apenas selar do invés de cozinhar, porque com o tempo ela pode desidratar e perder a estética.

 

Produção de drinks:

Para fotografar drinks e bebidas com aspecto de frias é importante deixá-los em temperatura ambiente e usar gelo falso para dar ideia de um produto supergelado. Passar verniz fosco no recipiente e borrifar água ajuda a proporcionar o efeito. Já as bebidas quentes, é legal fotografar da maneira que são servidas.

 

Produção artística:

Comece usando o que tem em casa, como pratos, tábuas, toalhas de mesa e objetos de decoração que tenham a ver com o gosto do cliente. Depois de um tempo no meio, o acervo pessoal acaba se tornando enorme. Utilizar sobreposições de objetos com tecidos sempre dá um efeito interessante.

           

Fotografia e edição:

Humanizar fotos com, por exemplo, o líquido caindo dentro do copo, acaba resultando em algo mais bonito. Vale priorizar planos normais, plongée e zenital. Na hora da edição é importante focar em um estilo e repetir em todas as fotos do job, sempre tentando manter as cores bem próximo do que são naturalmente. 

CBMM INFORMA:

 


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