sexta-feira, 30 de julho de 2021

Minas fecha o primeiro semestre de 2021 com a geração de 185.578 postos de trabalho

 


Minas Gerais manteve a série de resultados positivos na geração de empregos no primeiro semestre deste ano. De acordo com dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados nesta quinta-feira (29/7) pelo Ministério da Economia, no mês de junho foram abertos 32.818 postos de trabalho formais, resultado de 172.521 admissões e 139.703 desligamentos. No acumulado dos seis meses de 2021, foram 185.578 empregos gerados.

O saldo de junho é superior ao registrado em maio, quando foram abertos 31.819 postos de trabalho em Minas Gerais. O resultado também supera o desempenho de junho de 2020, mês marcado pela retomada da criação de empregos, com 169 admissões, após um período de fechamento de postos decorrente da crise provocada pela pandemia.

“Os resultados do Caged, tanto para o mês de junho, quanto para o acumulado do primeiro semestre do ano, demonstram um desempenho sustentado do mercado de trabalho formal em Minas Gerais, decorrente do aumento de admissões. A ampliação da vacinação no estado tem possibilitado a redução das restrições ligadas à mobilidade e o retorno, cada vez maior, das atividades de produção e consumo, o que implica no crescimento econômico”, avalia a diretora de Monitoramento e Articulação de Oportunidades de Trabalho da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social (Sedese), Amanda Siqueira Carvalho.

Áreas

Os setores da economia mineira que mais contrataram foram os de Serviços, com 11.871 admissões, o Comércio, com 8.301 postos de trabalho criados, e a Indústria, com 7.086.

Brasil

No ranking nacional, Minas Gerais manteve a 2ª posição assim como nos últimos meses, ficando atrás apenas de São Paulo, que criou 105.547 postos. Ao todo, no Brasil, foram abertas 309.114 oportunidades de emprego em junho de 2021. 

quinta-feira, 29 de julho de 2021

CBMM INFORMA:

 


LINK CBMM https://youtu.be/O9xSLNbWXxM


Prefeitura de Araxá realiza novo convênio com a Santa Casa para viabilizar plantões médicos

 



A Prefeitura de Araxá firmou mais um convênio com a Santa Casa de Misericórdia, desta vez para fins de custeio e manutenção dos plantões médicos, no valor de R$ 5.691.706,88. O serviço, que era de responsabilidade do município, agora permite autonomia à instituição que passará a realizar o pagamento dos profissionais de saúde. A Lei foi aprovada pela Câmara Municipal na última terça feira (27) e será sancionada pelo prefeito Robson Magela nesta sexta-feira (29).

A Santa Casa é referência para a Araxá e microrregião no atendimento de pacientes suspeitos e contaminados pela Covid-19. A concessão da subvenção para desenvolvimento de ações e serviços no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS) será feito por meio do pagamento de honorários médicos. O convênio é referente aos plantões realizados na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) e clínicas médicas exclusivas ao atendimento Covid-19. 

“Essa ação é muito importante, pois o nosso objetivo é melhorar a saúde pública da cidade. E isso só será viabilizado por meio de parcerias. Esse convênio dará mais autonomia para a instituição cobrar, fazer escalas, estar mais presente e junto aos profissionais, fazendo uma gestão direta”, destaca o prefeito Robson Magela. 

Mais parcerias 

Ainda sobre a Covid-19, a atual gestão da Prefeitura de Araxá também celebrou convênios com a Santa Casa de Misericórdia que viabilizam a manutenção e ampliação de Unidades de Terapia Intensiva (UTI’s), a compra de materiais, medicamentos, dentre outros, utilizados no tratamento de casos confirmados de coronavírus, além do abono financeiro aos profissionais que atuam diretamente no combate à Covid-19.


Você sabe o que é disfagia?

 



Esse é um distúrbio comum em pessoas com condições neurológicas especiais como Parkinson, Alzheimer, AVC, Paralisia Cerebral, entre outras

 

Disfagia neurológica é como se chama a dificuldade para engolir, seja devido a dor ou desconforto. É a sensação de que a comida ou bebida está presa e machucando a garganta durante a sua passagem. Além dessa dificuldade e/ou dor para engolir, a disfagia pode ter outros sintomas, como tosse, engasgo, excesso de salivação atrapalhando a deglutição e alteração na voz e fala, sendo esse um sintoma bastante comum em pessoas com tais condições neurológicas. Dados do periódico Dysphagia estimam que 8 em cada 10 indivíduos com Parkinson e 2/3 dos doentes com Alzheimer desenvolvem essa condição. 

 

De acordo com a coordenadora de fonoaudiologia do Núcleo Paraense de Recuperação Motora Cognitiva e Comportamental (NUPA), Karine Camargo, o processo de deglutição é complexo e, por isso, as causas da disfagia podem ser variadas e identificá-las é fundamental para o tratamento. É muito comum pessoas com condições neurológicas apresentarem esse distúrbio. É como se fosse um sufocamento ou tosse ao tentar engolir, dando a sensação de alimento ou líquido descendo pela traqueia ou subindo pelo nariz. 

 

Se não tratada adequadamente, disfagia pode levar a doenças mais sérias, como a pneumonia. “Quando não tratamos a disfagia adequadamente ela pode desencadear outros sintomas como desnutrição, perda de peso, desidratação, e até um problema mais grave, como a pneumonia por aspiração – quando o alimento vai para no pulmão do paciente”, esclarece. 

 

Ainda segundo a fonoaudióloga, existem algumas estratégias para facilitar durante a alimentação: Faça com que a pessoa coma lentamente e mastigando bem os alimentos; opte sempre por alimentos mais macios e evite dar a ela alimentos muito secos; estimule-a a dar pequenas mordidas, comer sentada e com calma; evite que ela vá se deitar logo após a refeição, o que pode causar refluxo e a aspiração.  “Se você notar qualquer dificuldade durante a alimentação como tosses, engasgos, perda de apetite e até medo de comer, é fundamental procurar apoio profissional. Consulte um médico e faça uma avaliação específica com fonoaudiólogo. Só assim será possível realizar o tratamento mais adequado e oferecer mais qualidade de vida ao paciente”.

 

Sobre o Núcleo Paraense de Recuperação Motora Cognitiva e Comportamental (NUPA)

A clínica é referência no atendimento a pacientes com danos neurológicos e possui equipe especializada em diversas áreas, como: Fisioterapia, Fonoaudiologia, Musicoterapia, Neuromodulação e Terapia Ocupacional. O do NUPA está nos métodos de tratamento avançados, como Theratogs, PediaSuit, Bobath, Integração Sensorial, Contensão Induzida, ABA e DENVER. Para mais informações, acesse as redes sociais Facebook @nupa.belem  e Instagram @nupa.belem 

O tráfico de aves silvestres pode provocar a extinção de diversas espécies

 



Os periquitos, calopsitas e agapornis estão cada vez mais presentes nos lares brasileiros. As pessoas que desejam ter a companhia de uma ave pet legalizada necessitam desenvolver um ambiente adequado e seguro para criar esse tipo de animal.

Antes de levar o animal para o lar é preciso ter condições financeiras para investir em gaiola, comedouro, bebedouro, ração e outros objetos para que a ave tenha uma vida saudável. Ao adquirir uma gaiola ou viveiro deve-se observar a qualidade do material, a facilidade de limpeza e o tamanho. "Os melhores modelos são os que apresentam uma grade e gaveta removível no fundo da gaiola, para permitir uma limpeza eficiente", salienta Vininha F. Carvalho, editora da Revista Ecotour News & Negócios (www.revistaecotour.news).

É fundamental escolher comedouros e bebedouros com tamanho indicado para a espécie escolhida, para que a ave tenha uma postura adequada ao se alimentar e evitar que ela defeque sobre esses objetos, contaminando alimentos e água. Em relação ao material, a opção mais recomendada são as vasilhas de porcelana.

A dieta da ave deve ter como base a ração extrusada indicada para a sua espécie. Somente eventualmente pode ser oferecido petisco, o mix de sementes, já que as sementes são ricas em gordura e não devem ser consumidas diariamente.

As aves são extremamente inteligentes, e por isto demandam contato com as pessoas, muita interação e brincadeiras. "Não tem problema a pessoa ter aves de espécies diferentes, mas com certeza não é recomendado deixá-las na mesma gaiola", afirma a médica veterinária Dra. Bruna Barbosa, que é uma das responsáveis pela área de internação da Safari, uma empresa de São Paulo que presta serviços veterinários para hospitais e zoológicos.

De acordo com a médica veterinária Dra. Marta Brito Guimarães, que é doutora em Ciências e professora no Ambulatório de Aves da Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia da Universidade de São Paulo, as rações extrusadas para aves pet já são fabricadas especialmente com a quantidade ideal de vitaminas e sais minerais para nutrir esses animais. Além disso, é indicado complementar a alimentação das aves com legumes, verduras e frutas. A dieta adequada supre a necessidade nutricional das aves e a rotina do pet não requer nenhum uso de produtos vitamínicos.

Ao adquirir uma ave é importante levar o animal para check-up com um médico veterinário. A ave pode ser portadora de um patógeno e demorar para manifestar uma doença, então o acompanhamento médico é imprescindível nesse momento. A quarentena é ainda mais importante se a pessoa já tiver outras aves em casa, para evitar que a introdução de uma nova ave no ambiente contamine as demais. "Na rotina veterinária, infelizmente atendemos muitas aves que acabam vindo ao óbito porque o tutor não tomou esse cuidado com a questão sanitária", alerta Dra. Bruna Barbosa.

O ambiente das aves não pode ser abafado, mas também não pode permitir a passagem de correntes de ar. "O sistema respiratório das aves é muito sensível então excesso de vento com certeza faz mal para as aves", diz a médica veterinária Dra. Bruna Barbosa.

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UNIARAXÁ INFORMA:

 

UNIARAXÁ : https://site.uniaraxa.edu.br/


elemedicina: Rompendo barreiras e unindo mais ainda médicos e pacientes

 


As ferramentas tecnológicas estão aí e estreitando relações. Com a pandemia, este foi o caminho encontrado para juntar médicos e pacientes, ressalta o médico cardiologista Dr. Roberto Yano.

 

A telemedicina é uma realidade no Brasil e os resultados desta ferramenta são os melhores possíveis. Exemplo disso é que, nos últimos 14 meses, quando foi declarada a pandemia no Brasil, mais de 7,5 milhões de atendimentos foram realizados, por mais de 52,2 mil médicos, via telemedicina no Brasil. 87% deles foram das chamadas primeiras consultas. Esses números já revelam que a aprovação da Lei 13.989 já apresenta impactos no sistema de saúde.

 

Além disso, dados da Associação Brasileira de Empresas de Telemedicina e Saúde Digital, mostram que o índice de resolutividade dos atendimentos nas consultas de pronto atendimento foi de 91%, ou seja: pacientes tiveram suas queixas resolvidas e não precisaram recorrer ao pronto-socorro em segunda instância. A organização estima que 75 mil vidas tenham sido salvas no Brasil com a telemedicina.

 

Quem tem observado as vantagens neste tipo de atendimento é o médico cardiologista Dr. Roberto Yano: “Muitas pessoas ainda estão mantendo o isolamento social e o distanciamento físico, daí enfrentam uma certa resistência a sair de casa. Mas a saúde não para e precisa ser cuidada, daí essa tecnologia veio a somar no momento certo”. Ele acrescenta ainda que mesmo distantes fisicamente, a consulta pode ser feita normalmente: “Não há complicações. Basta observar que na tela do computador a conversa é igual como se você estivesse conversando com um parente de fora. Informações adicionais como exames, por exemplo, podem ser enviadas por e-mail ou pela plataforma onde a conversa está sendo realizada. Ou seja, não há impedimentos para que a consulta atenda a expectativa do paciente”.

 

Com a telemedicina, Dr. Yano acredita que os pacientes terão também mais profissionais prontos para atender suas necessidades: “Na internet não existem barreiras físicas. Então, um paciente que mora em um estado pode procurar um médico de outro, por exemplo. E isso é muito bom, pois ao mesmo tempo o profissional terá condições de atender novos pacientes, enquanto quem procura auxílio médico pode ser atendido por alguém que ela deseja, mesmo que esteja longe fisicamente”.

 

Vale lembrar que a prática de teleconsulta era restrita no Brasil, mas, pressuposto aprovado em março do ano passado, garantiu ao Conselho Federal de Medicina a possibilidade de regulamentá-la após o fim da emergência sanitária. De acordo com o texto, o médico deverá informar ao paciente todas as limitações próprias do uso da telemedicina, já que não é possível realizar exame físico durante a consulta. Mas, “ainda assim, segundo a lei, a prestação desse serviço seguirá os mesmos padrões normativos e éticos usuais do atendimento presencial, inclusive em relação aos pagamentos”, conclui Dr. Yano