quinta-feira, 23 de setembro de 2021

Nomofobia: conheça o medo de ficar sem celular e os riscos causados pelo vício no aparelho

 


Você já ouviu falar em nomofobia ou no-mobile? O nome pouco conhecido refere-se a uma fobia que tem crescido em todo o mundo. Trata-se do medo irracional de ficar sem o celular. Esse medo também é conhecido como síndrome da dependência digital. Pesquisa publicada pela Digital Turbine mostra que 20% dos brasileiros não ficam mais de 30 minutos longe do celular.

Para o psicólogo Davi Alves, professor do curso de psicologia da Faculdade Pitágoras, o avanço tecnológico é um dos fatores que contribuem para a dependência. "A cada dia surgem aparelhos celulares com as mais altas tecnologias. Reforçando a necessidade em estar sempre perto de um celular, pois nele se resolve tudo: trabalho, estudos, entretenimento e compras. Com isso, cria-se o hábito de estar no celular. A todo tempo somos reforçados a emitir esse comportamento e quando nos percebemos distante dele é como se deixássemos de viver ou de estar conectado com o mundo", explica o docente.

O estudo da plataforma de mídia também apontou que 92% dos brasileiros fazem compras pelo celular e que desse percentual 30% passaram a comprar ainda mais pelo aparelho móvel após o início da pandemia. Davi Alves ressalta que apesar da comodidade ofertada pelos aparelhos, é preciso ficar atento aos sinais que indicam vício. "Quando a pessoa percebe que não está conseguindo fazer coisas que não estejam vinculadas ao uso imediato do celular é preciso atenção. Por exemplo, a pessoa vai a um aniversário e tem a sensação de que ali está chato por ter que conversar ou emitir outros comportamentos que não dependem do celular. Estudando, namorando, comendo ou fazendo outra atividade e ao mesmo tempo olhando o celular e verificando mensagens. Ou seja, quando existe um condicionamento da vida ao uso do celular".

Levantamento do Google mostra que 73% dos brasileiros não saem de casa sem os seus dispositivos. O psicólogo ressalta que o uso exagerado do aparelho pode trazer consequências. "Elas são diversas e na maioria das vezes terríveis quando lembramos que somos uma espécie que vive em comunidade e para que essa comunidade exista de forma sólida e saudável é importante que seus membros se relacionem. Essa relação, em parte, pode ser até realizada via celular, mas o aparelho não responde às necessidades de relação que o homem precisa. Com isso, percebemos relações frágeis entre amigos, familiares, entre alunos e professores, entre relações amorosas. São pessoas preferindo fazer uso do celular à interação presencial. Estamos rompendo com um princípio, em que o viver em comunidade está sendo trocado para o viver uma vida mais individualizada e com menos contato possível".

O profissional da saúde explica que é preciso analisar as consequências do uso descontrolado e os prejuízos desse comportamento. "De acordo com a magnitude desse comportamento socialmente disfuncional, a ajuda de um psicólogo é indispensável e certamente o processo terapêutico vai ajudar esse sujeito a melhorar esse vício em um contexto de reflexão. Onde se possa compreender quais são os reforçadores desse comportamento, bem como propor ao sujeito outras possibilidades".

Davi Alves pondera que o problema não é a tecnologia em si, mas a maneira como nos relacionamos com ela, já que o celular é um item quase que essencial para muitas pessoas que usam para trabalhar e estudar. Ele defende que o uso deve ser de forma saudável para que o aparelho seja um auxílio e não uma dependência. "Quando a função de algo é clara para o sujeito, ele consegue estabelecer uma relação baseada em clareza. Se o celular é para trabalhar, importante definir qual o horário de trabalho. Se for para estudar, limitar o horário de estudo. Se usado para manter relações afetivas, definir quanto tempo do seu dia será dedicado a isso. Quando temos clareza da função, melhor controle podemos exercer sobre esses comportamentos", conclui o psicólogo.

Sobre a Faculdade Pitágoras

Fundada em 2000, a Faculdade Pitágoras já transformou a vida de mais de um milhão de alunos, oferecendo educação de qualidade e conteúdo compatível com o mercado de trabalho em seus cursos de graduação, pós-graduação, extensão e ensino técnico, presenciais ou a distância.

Presente nos estados de Minas Gerais, Maranhão, Goiás, Ceará, Pará, Piauí, Paraíba, Pernambuco, Acre, Alagoas, Bahia, Espírito Santo, Paraná e São Paulo, a Faculdade Pitágoras presta inúmeros serviços gratuitos à população por meio das Clínicas-Escola na área de Saúde e Núcleos de Práticas Jurídicas, locais em que os acadêmicos desenvolvem os estudos práticos.

Focada na excelência da integração entre ensino, pesquisa e extensão, a Faculdade Pitágoras oferece formação de qualidade e tem em seu DNA a preocupação em compartilhar o conhecimento com a sociedade também por meio de projetos e ações sociais.

A Faculdade Pitágoras nasceu herdando a tradição e o ensino de qualidade oferecido pelo Colégio Pitágoras, fundado em 1966, que também deu origem ao grupo Kroton.Para mais informações, acesse: https://www.faculdadepitagoras.com.br e https://blog.pitagoras.com.br/category/noticias/.

Sobre a Kroton

A Kroton nasceu com a missão de transformar a vida das pessoas por meio da educação, compartilhando o conhecimento que forma cidadãos e gera oportunidades no mercado de trabalho. Parte da holding Cogna Educação, uma companhia brasileira de capital aberto dentre as principais organizações educacionais do mundo, a Kroton leva educação de qualidade a mais de 829 mil estudantes do ensino superior em todo o País. Presente em 1.221 municípios, a instituição conta com 131 unidades próprias, sob as marcas Anhanguera, Fama, Pitágoras, Unic, Uniderp, Unime e Unopar e é, há mais de 20 anos, pioneira no ensino à distância no Brasil. A Kroton possui a maior operação de polos de EAD no país, com 2,1 mil unidades parceiras, e oferece no ambiente digital 100% dos cursos existentes na modalidade presencial. Com a transmissão de mais de 1.000 horas de aulas a cada mês em ambientes virtuais, a Kroton trabalha para oferecer sempre a melhor experiência aos alunos, apoiando sua jornada de formação profissional para que possam alcançar seus objetivos e sonhos. Para mais informações acesse: https://www.kroton.com.br

Você já respirou hoje? Diagnóstico e tratamento corretos salvam vidas na fibrose cística

 


Você já respirou fundo hoje e, verdadeiramente, sentiu o ar entrando e saindo dos seus pulmões? Fazemos de modo tão automático, em meio a tantas atribulações da vida, que mal lembramos que estamos respirando. A respiração exerce um papel importantíssimo na nossa vida, na nossa saúde e nas nossas emoções. Em média, um adulto em repouso respira de 12 a 20 vezes por minuto. Em quantas dessas vezes você se deu conta de que está respirando? Via de regra, nos damos conta quando sentimos dificuldade para tal. Ao praticar algum exercício físico de grande intensidade, por exemplo, caso você não tenha condicionamento físico; ou ainda quando nossas emoções se alteram. É também por meio da respiração que conseguimos regular tais sensações, contribuir no controle de crises de ansiedade e acalmar o coração. 

Em tempos pandêmicos, esse processo instintivo e de necessidade incontestável ficou ainda mais em voga. A covid-19 nos lembrou do quão importante são os nossos pulmões e, infelizmente, cessou o respirar de centenas de milhares de pessoas mundo afora. Temos vivido dias difíceis, desafiadores e que tiram nosso fôlego em decorrência deste gravíssimo problema mundial. Mas, dadas as proporções e complexidades, outras milhares de pessoas também convivem diariamente com situações de saúde que afetam sua respiração.

Uma dessas situações é a fibrose cística (FC): doença genética e ainda sem cura, ela pode desencadear pneumonia de repetição, tosse crônica, dificuldade para ganhar peso e estatura, diarreia, pólipos nasais e um suor mais salgado que o normal. Esses e outros sintomas surgem, pois, a secreção do organismo de quem tem a doença é mais espessa do que o normal e, portanto, mais difícil de ser eliminada. 

É possível descobrir se a pessoa tem FC já nos primeiros dias do bebê, através do teste do pezinho - que deve ser realizado entre o terceiro e sétimo dia de vida. Se esse exame vier alterado, é necessário fazer uma nova coleta e, na sequência, o Teste do Suor. Esse teste, que por sua vez é considerado padrão ouro para a confirmação do diagnóstico, também é indicado em situações onde a pessoa apresenta sintomas ao longo da vida, e precisa confirmar ou descartar a condição. 

Foi assim comigo, aos 23 anos de idade, quando enfim recebi meu diagnóstico para fibrose cística - e eu hei de te convencer nas próximas linhas de que realmente foi uma ótima notícia para mim. Através do Teste do Suor, eu pude descobrir que de fato tinha a doença e, a partir daí, ganhar fôlego extra para continuar vivendo. 

A respiração sempre foi meu grande sinal de alerta e motivo de preocupação sem descanso para toda a minha família. Não me recordo, em quase 35 anos de vida, um dia sequer sem ter sentido falta de ar, ou sem ter tido crises de tosse. Contudo, desde que recebi meu diagnóstico, há quase 12 anos, as complicações mais graves acontecem com bem menos frequência e a minha situação de saúde está relativamente estabilizada. Antes disso eu tinha, em média, de quatro a cinco pneumonias por ano. Aos 18 anos precisei tirar duas partes do pulmão direito, depois precisei tirar a vesícula e, em seguida, parte do meu pâncreas parou de funcionar. Isso sem falar da osteoporose, aspergilose, bronquiectasia e outras incontáveis complicações, infecções, bactérias, além de idas e vindas de hospital, centro cirúrgico e UTI. 

Mas se hoje te conto essa breve passagem respirando melhor, e com uma filha de quase três anos correndo ao fundo, é graças à informação de qualidade, ao diagnóstico correto e ao tratamento adequado.

Diagnóstico que mudou minha vida, afinal, saber o que se tem pode mudar tudo. E neste Setembro Roxo – Mês Nacional de Conscientização sobre Fibrose Cística, te faço dois convites: respirar fundo para seguir em frente, e nos apoiar nesta causa. 

Setembro foi escolhido pois no dia 5 assinala-se a passagem do Dia Nacional de Conscientização da Fibrose Cística e dia 8 é o Dia Mundial de divulgação da doença. Durante todo o mês, o Unidos pela Vida – Instituto Brasileiro de Atenção à Fibrose Cística, organização social que fundei tão logo fui diagnosticada, juntamente com voluntários e associações de assistência, promove nacionalmente diversas campanhas de conscientização. Neste ano, queremos te lembrar sobre a importância de respirar e também contar com seu apoio na continuidade desta missão. A informação tem um impacto que não conseguimos mensurar e pode, sem dúvidas, salvar muitas vidas. 

Portanto, leve adiante essa mensagem, compartilhe com sua rede o que é a fibrose cística, e não esqueça: Respira fundo, pela frente tem muito mundo!

Sobre a fibrose cística: Doença genética, ainda sem cura, que torna a secreção mais espessa que o normal.

Sintomas: pneumonia de repetição, tosse crônica, dificuldade para ganhar peso e estatura, diarreia, pólipos nasais, suor mais salgado que o normal. 

Diagnóstico: A triagem pode ser feita no teste do pezinho, e sua confirmação se dá através do teste do suor, que pode ser feito a qualquer tempo da vida. Pode também ser identificada em exames genéticos.

Tratamento: Inclui, diariamente, inalações, fisioterapia respiratória, dieta hipercalórica, atividade física, ingestão de medicamentos como antibióticos, corticoides, suplementos vitamínicos e enzimas digestivas.

Para saber mais, acesse: www.unidospelavida.org.br | www.unidospelavida.org.br/setembroroxo2021 | www.unidospelavida.org.br/doe 

Autora: Verônica Stasiak Bednarczuk de Oliveira tem 34 anos, é psicóloga e especialista em Análise do Comportamento. Tem MBA em Políticas Públicas e Direitos Sociais, está fazendo Mestrado na Universidade Federal do Paraná e fundou o Unidos pela Vida quando recebeu seu diagnóstico para fibrose cística aos 23 anos de idade. Também faz parte do Grupo Brasileiro de Estudos em Fibrose Cística, é casada com Vinícius e mãe da Helena, de quase 3 anos. Helena não tem fibrose cística. 

CBMM INFORMA:

 

LINK CBMM https://youtu.be/O9xSLNbWXxM

Uma pessoa morre e 22 ficam feridas em acidente de ônibus BR-146 perto de Araxá

 



Um ônibus de transporte intermunicipal, com placa de Porteirinha/MG, tombou na noite de quarta-feira (22) e deixou uma pessoa morta e pelo menos vinte e dois passageiros feridos na BR-146, município de Serra do Salitre, no sentido Araxá.  De acordo com o Corpo de Bombeiros, o acidente aconteceu por volta das 20h40, na altura do KM 88, próximo a ponte do Rio Quebra-Anzol. O ônibus seguia para a Bahia, quando o motorista perdeu o controle direcional, saiu da pista e tombou. Uma passageira, de 53 anos morreu no local. Cinco vítimas com dificuldades de locomoção foram removidas por terceiros. O Corpo de Bombeiros de Araxá e Patrocínio prestaram os primeiros socorros e encaminharam nove vítimas com ferimentos leves até a Unidade de Pronto Atendimento de Araxá (UPA). Uma criança chegou a ser transferida para Uberaba. A ocorrência teve o apoio de ambulâncias da prefeitura de Araxá e do SAMU de Patrocínio que transportaram as demais vítimas com ferimentos leves até UPA  de Araxá. Tinham 46 pessoas no ônibus, sendo que vinte e duas precisaram de atendimento médico e um óbito. A Polícia Militar Rodoviária informou que o ônibus fazia o transporte irregular de passageiros, em razão da falta de autorização o motorista foi preso em flagrante delito e levado para a Delegacia de plantão de Araxá.


Cronograma Serviços Urbanos - 23 de setembro em Araxá




OPERAÇÃO TAPA-BURACOS: QUINTA, 23 DE SETEMBRO 

- R. Alzira Carneiro de Paiva - Novo Santo Antônio

- R. Antônio Pereira Valle - Dona Adélia

- R. Tulinho Maneira - Dona Adélia

- R. João Pereira de Resende - Novo Santo Antônio

- R. Domingos Leandro Silva - Novo Santo Antônio

 

LIMPEZA, CAPINA E MANUTENÇÃO: QUINTA, 23 DE SETEMBRO 

- Vila Silvéria

- Tiradentes

- Ana Pinto de Almeida

- Solaris

- Salomão Drummond

- Av. João Paulo II

- Av. Rosalvo Santos

- Av. Honório de Paiva Abreu

- Av. Washington Barcelos

- R. Santo Antônio

 

MANUTENÇÃO ILUMINAÇÃO PÚBLICA: QUINTA, 23 DE SETEMBRO 

- Veredas do Belvedere 

UNIARAXÁ INFORMA:

 

UNIARAXÁ : https://site.uniaraxa.edu.br/


Começa a distribuição de calcário para produtores rurais de Araxá

 


Visando fortalecer o produtor rural para que aumente a produtividade e receita e, consequentemente, movimentar a economia do município, a Secretaria Municipal de Agricultura e Pecuária iniciou a distribuição de calcário.

A iniciativa contempla o Projeto Calcário, aprovado pela Câmara Municipal de Araxá em junho deste ano. Ao todo, o município adquiriu 5.883 toneladas do insumo, que está sendo distribuído entre os 210 produtores previamente cadastrados no projeto.

O prefeito Robson Magela destaca que o Projeto Calcário é uma forma de auxiliar o pequeno produtor, principalmente aquele que muitas vezes não dispõe de recursos para investir na preparação do solo. “Além disso, o projeto dá condições para uma melhor produtividade, fortalecendo também a economia local. Ou seja, o produtor ganha e todo o município também”, reforça.

O secretário Fárley Pereira de Aquino diz que laudos técnicos apontam que o solo do município apresenta reação ácida, com baixos teores de cálcio e de magnésio. “A correção do PH do solo com o calcário aumenta a disponibilidade de alguns nutrientes e, consequentemente, contribui para alavancar a produtividade e melhorar a pastagem”, explica.

Os produtores rurais contemplados estão sendo comunicados para buscar o requerimento na sede da secretaria, possibilitando a retirada do produto. O frete deve ser providenciado pelo próprio produtor beneficiado pelo projeto.

Conforme dados da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural de Minas Gerais (Emater-MG), o município planta mais de 22 mil hectares de produtos como soja, sorgo, trigo, café e milho. Já o rebanho bovino, segundo números do Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA), contabiliza cerca de 114 mil animais.