Confira o vídeo no link: https://youtu.be/DCTiY6aSmZs
A Prefeitura de Araxá encerrou o
calendário de jogos esportivos em 2021 com a Copa Municipal de Esportes. Ao
todo, foram 26 equipes e mais de 400 atletas inscritos em seis modalidades -
basquete, futebol society, futsal, futevôlei, handebol e vôlei. A Praça da
Juventude foi a sede do torneio que reuniu durante doze dias jovens e adultos a
partir de 16 anos.
De acordo com o secretário de Esportes, José Antunes (Dedé), a Copa teve como
objetivo promover o estímulo à prática de atividades físicas e esportivas na
cidade. “O torneio foi um sucesso, e demonstrou, mais uma vez, o quanto o
esporte é importante para a comunidade. A realização de eventos como a Copa
Municipal de Esportes, principalmente após tanto tempo sem a prática esportiva,
é também uma oportunidade de unir e reunir familiares e amigos.”
Segundo o prefeito Robson Magela, outros eventos semelhantes serão realizados
no próximo ano. “Infelizmente, a pandemia da Covid-19 não permitiu que
implantassemos todos os projetos que pretendemos neste ano. Mesmo assim,
conseguimos desenvolver muitas ações importantes. A Copa Municipal de Esporte é
um exemplo do quanto queremos desenvolver todos os esportes no município e,
certamente, 2022 terão outros grandes eventos como este”, afirma o prefeito.
Resultado Final - Copa Municipal de Esportes
Futebol Society Masculino:
1 - Campeão: RB Fuxico
2 - Vice: Zema FC
Futsal Masculino:
1 - Campeão: Tropa do Mantem
2 - Vice: Diretoria
Futsal Feminino:
1 - Campeão - Macro
2 - Vice Campeão - Barão
Basquetebol Masculino:
1 - Campeão: Wolves
2 - Vice: Novo Basquete
Basquetebol Feminino:
1 - Campeão - Cefet MG 01
2 - Vice Campeão - Cefet MG 02
Handebol Masculino
1 - Campeão: Omegah Master
2 - Vice Campeão: Omegah B
Handebol Feminino
1 - Campeão: Omegah B
2 - Vice Campeão: Omegah C
Voleibol Masculino
1 - Campeão: Vôlei do Bem
2 - Vice Campeão: Wolf Voleibol
*Devido às mudanças climáticas e às chuvas nos fins de semana as modalidades de
futevôlei e Skate serão realizadas no mês de janeiro.
As
exportações do agronegócio mineiro somaram US$ 9,5 bilhões no acumulado de
janeiro a novembro deste ano. A expectativa é de que as vendas internacionais
do setor encerrem o ano ultrapassando a marca de US$ 10 bilhões, superando o
recorde histórico de US$ 9,7 bilhões, registrado em 2011.
“Se
registrarmos em dezembro o valor médio do ano alcançado nas exportações, em
torno de US$ 800 milhões, vamos fechar 2021 com valor histórico de US$ 10,3
bilhões. O acumulado até novembro já é o segundo melhor resultado da série
histórica, iniciada em 2005, mesmo contabilizando o registro total dos meses
(janeiro a dezembro) dos anos anteriores”, aponta a secretária de Estado
de Agricultura,
Pecuária e Abastecimento, Ana Maria Valentini.
O
agronegócio respondeu por 26,1% das exportações totais do estado, com
crescimento de 19,2% em relação ao período de janeiro a novembro de 2020. Ainda
assim, houve queda de 2,2% no volume exportado, de 11,6 bilhões de toneladas. A
diferença se justifica pelo aumento do valor médio pago pelas commodities no
mercado internacional, que alcançou cerca de US$ 816,32 a tonelada.
Principais
mercados
Os
principais destinos do agronegócio mineiro no período foram a China (US$ 2,6
bilhões), os Estados Unidos (US$ 990 milhões), a Alemanha (US$ 839 milhões), a
Itália (US$ 423 milhões) e o Japão (US$ 420 milhões). Os produtos agropecuários
mineiros alcançaram 176 países no total.
Principal
item da pauta de exportações do agronegócio mineiro, o café representou 40,8%
do total comercializado no período de janeiro a novembro. O volume exportado
foi de 24,9 milhões de sacas, que totalizaram US$ 3,9 bilhões.
As
exportações do complexo soja (grão, farelo e óleo) totalizaram US$ 2,3 bilhões,
com volume embarcado de 4,9 milhões de toneladas. O setor registrou crescimento
tanto no valor (+31,3%) quanto no volume (+2,3%).
O
setor sucroalcooleiro (açúcar de cana ou beterraba, álcool e demais açúcares)
obteve receita de US$ 1,1 bilhão com o embarque de 3,3 milhões de toneladas.
Carnes
As
carnes mantiveram boa performance com o registro de US$ 1,08 bilhão e 320 mil
toneladas embarcadas para 110 diferentes mercados no mundo. O setor tem se
mantido competitivo e, puxado pela alta do preço da commodity no mercado
externo, obteve valorização na receita em todos os seus segmentos (bovino,
frango, suíno e demais carnes/preparações).
Em
relação às exportações específicas de carne bovina, a China manteve a liderança
na comercialização e aumentou em 10% a receita das compras de carne bovina
mineira, alcançando US$ 480 milhões, na comparação com o período de janeiro a
novembro do ano anterior.
“As
compras aquecidas da China durante todo o ano ajudaram a manter o resultado do
acumulado com bons números, mesmo com o embargo da carne bovina nos meses de
setembro, outubro e novembro", analisa a secretária Ana Valentini. Hong
Kong seguiu no 2º lugar do ranking com US$ 75 milhões.
Ovos
As
vendas de ovos para o mercado externo somaram US$ 1,6 milhão, crescimento de
11%. Enquanto países latinos como Equador, México e Bolívia deixaram de
comprar, outros parceiros estrearam na pauta, como Serra Leoa, Libéria, Gâmbia
e Japão.
Produtos
apícolas
As
exportações de produtos apícolas foram de US$ 14,9 milhões e 5,9 mil toneladas,
crescimento de 150% e 105%, na receita e no volume, respectivamente. Os EUA
lideram as compras do segmento representando 67% da fatia. O país americano tem
sido o principal destino do mel mineiro. Malásia e Hong Kong foram países
estreantes neste ano.
Principais
produtos exportados (janeiro a novembro)
· Café:
Valor: US$ 3,9 bilhões / Volume: 24,9 milhões de sacas
· Complexo
Soja: Valor: US$ 2,3 bilhões / Volume: 4,9 milhões de toneladas
· Carnes:
Valor: US$ 1,1 bilhão / Volume: 320 mil de toneladas
· Complexo
sucroalcooleiro: Valor: 1,1 bilhão / Volume: 3,3 milhões de toneladas.
Produtores e técnicos participaram
dos treinamentos do Programa Bifequali, promovido pela Mosaic Fertilizantes em
parceria com a Embrapa
Para contribuir para a adoção do
sistema ILPF (integração lavoura-pecuária-floresta) e com a recuperação de
áreas degradadas, essenciais para a agricultura de baixo carbono, a Mosaic
Fertilizantes, uma das maiores produtoras de fosfatados e potássio combinados,
treinou profissionais rurais das áreas de criação de gado de leite ou corte ou
plantas forrageiras de todas as regiões do Brasil em 2021.
O Programa Bifequali - Transferência
de Tecnologias, realizado em parceria com a Embrapa Pecuária Sudeste, leva conhecimento
sobre soluções inovadoras relacionadas ao manejo da fertilidade do solo em
áreas de pastagens, contribuindo para impulsionar a produtividade da criação de
gado e auxiliar na redução nas emissões dos gases de efeito estufa (GEEs).
“Sabemos que cerca de 13% do
território brasileiro é coberto por pastagens plantadas e estima-se que em
torno de 50% das pastagens no Brasil apresentam algum grau de degradação. Ao
promovermos ações como o Bifequali, contribuirmos para reverter esse ciclo com
incremento da produtividade da pecuária, redução dos impactos ambientais
causados pela degradação do solo e ainda contribuímos para o Brasil atingir
suas metas de redução emissões de GEEs”, afirma Samuel Bortolin, gerente de
Produtos da Mosaic Fertilizantes.
O treinamento é importante para que
os profissionais saibam planejar a adoção de tecnologias, para que ocorra na
velocidade adequada a cada sistema de produção, que é particular a cada
propriedade rural. “É importante difundir técnicas e conceitos que auxiliem
a tomada de decisão em direção à pecuária mais sustentável. “Com o aumento na
presença da carne bovina brasileira nos mercados globais e da exigência do
mercado consumidor quanto a produção sob boas práticas, é essencial o
intercâmbio de conhecimento técnico e a aceleração do processo de transferência
de tecnologias para aumentar não só a sustentabilidade, mas também a
rentabilidade do setor”, diz Adilson Marcio Malagutti, analista da Embrapa
Pecuária Sudeste e professor do Programa Bifequali.
A iniciativa teve início em outubro
de 2020. O conteúdo apresentado inclui manejo da fertilidade do solo com
pastagens, fundamentos para o sucesso na implantação de pastagens, conceitos
sustentáveis de manejo e adubação de pastagens, estimativa de massa de forragem
e adequação da lotação animal, conceitos básicos de orçamentação forrageira, e
exercício sobre planejamento da produção de forragem na propriedade. O tema que
mais gerou interesse dos participantes foi manejo das pastagens no bioma local,
considerando as especificidades das áreas em consórcio com forrageiras de
inverno e das áreas de pastagem nativa.
“A capacitação superou minhas
expectativas, com palestrantes de alto nível e temas relevantes. As abordagens
também foram boas e acrescentaram muito, visto que sou professor do curso de
agronomia das disciplinas de solos e de plantas forrageiras e coordenador da
área de ciências agrárias da URI, de Erechim”, diz Antonio Amaral, engenheiro
agrônomo com mestrado e doutorado em Ciência do Solo, que participou do treinamento
da região sul do país.
Além do treinamento, a Mosaic
Fertilizantes atua para impulsionar esse mercado, contando com uma linha
especialmente desenvolvida para pastagens. O MPasto é uma linha de
fertilizantes que proporcionam adequada nutrição vegetal, reduzindo a
degradação das pastagens e restaurando a produtividade pecuária sem a
necessidade de abertura de novas das áreas.
O produto melhora o desempenho
animal, diminui a idade de abate dos bovinos, incrementando a rotatividade e
impactando positivamente a rentabilidade do pecuarista, uma vez que o rebanho
tem um ganho médio de peso adicional de 200 gramas por animal por dia e aumento
de 50% em carne e carcaça por hectare de rebanho. Isso se deve à aplicação dos
nutrientes certos, que resultam em raízes mais profundas e folhas mais
desenvolvidas, reduzindo o custo por escala e, por consequência, beneficiando
toda a cadeia produtiva e ajudando o Brasil a se manter como uns dos líderes na
comercialização de proteína animal do mundo.
Sobre a Mosaic Fertilizantes
Com a missão de ajudar o mundo a
produzir os alimentos de que precisa, a Mosaic atua da mina ao campo. A empresa
entrega cerca de 27,2 milhões de toneladas de fertilizantes ao ano para 40
países, sendo uma das maiores produtoras globais de fosfatados e potássio
combinados. No Brasil, por meio da Mosaic Fertilizantes, opera na mineração,
produção, importação, comercialização e distribuição de fertilizantes para
aplicação em diversas culturas agrícolas, ingredientes para nutrição animal e
produtos industriais. Presente em dez estados brasileiros e no Paraguai, a
empresa promove ações que visam transformar a produtividade do campo, a
realidade dos locais onde atua e a disponibilidade de alimentos no mundo. Para
mais informações, visite www.mosaicco.com.br. Siga-nos no Facebook, Instagram e LinkedIn.