quarta-feira, 29 de dezembro de 2021

Linfoterapia pode tratar edemas e atenuar consideravelmente as dores da fibromialgia



Segundo dados da Sociedade Brasileira de Reumatologia (SBR), cinco, em cada 100 pessoas, têm fibromialgia no Brasil.

A enfermidade provoca dores sistêmicas pelo corpo inteiro, além de formigamentos, queimações, entre outros sintomas.

Normalmente, a mialgia é tratada com medicamentos, além de uma série de mudanças posturais e tratamentos alternativos, entre eles está a linfoferapia, isto é, drenagem linfática para fins clínicos.

O bioengenheiro e linfoterapeuta Daniel Zucchi ressalta dois pontos importantes que podem amplificar as dores, “as dores da fibromialgia levam os pacientes a não se moverem e, por conta disso, coopera para a formação de edemas, o que pode amplificar a dor”.

Na opinião do especialista, os edemas, provocados pela falta de movimentos, acabam pressionando ainda mais os tecidos e isso duplica o incômodo. “A drenagem linfática tem como objetivo, neste caso, tratar os edemas, além de provocar um efeito de relaxamento, o que pode atenuar substancialmente as dores”, defende Zucchi.

Daniel Zucchi

O fisioterapeuta e mestre em Bioengenharia pela Escola de Engenharia da USP - São Carlos, Daniel Zucchi, especializou-se em Drenagem Linfática - foi pesquisador do tema durante oito anos na Escola Internacional de Terapia Linfática da Clínica Godoy-, com sede em São José do Rio Preto, interior de São Paulo (SP).

Na Escola de Engenharia da USP - São Carlos realizou pesquisas sobre cicatrização de feridas crônicas e efeito do laser em cultura de bactérias. 

Com diversos artigos publicados no Brasil e no exterior, Zucchi é docente universitário, há mais de dez anos, coordenando aulas em cursos de Fisioterapia, Enfermagem, Educação Física e Nutrição. 

Atualmente, é coordenador científico do Instituto Daniel Zucchi de Estética Avançada, único centro de referência em Linfoterapia Estética do Brasil e coordenador de pós-graduação em Linfoterapia pelo CTA – Centro de Treinamento em Anatomia.

  

PM de Araxá recebe duas novas viaturas

 

                 



A Polícia Militar de Araxá, por meio do 37º Batalhão de Polícia Militar de Araxá recebeu a doação de duas novas viaturas, nesta quarta-feira, dia 29 de dezembro. Os veículos, irão ajudar  na prevenção criminal e na prestação de serviços de segurança pública para a cidade e região. As viaturas foram adquiridas através de emenda parlamentar viabilizada pelo Deputado Estadual Bosco e a solenidade de entrega das viaturas foi realizada nesta quarta (29), na avenida Antônio Carlos no Centro de Araxá.

De acordo com o comandante do Batalhão Araxá, tenente coronel Ademir Fagundes, “ as duas viaturas são muito bem equipadas e serão utilizadas no policiamento preventivo da cidade”.

 

 


CBMM parabeniza Araxá pelos 156 anos: Veja o vídeo:


 Confira o vídeo no linkhttps://youtu.be/DCTiY6aSmZs


Saúde e estética: conheça os benefícios de controlar o peso corporal

 


O efeito sanfona é bastante conhecido entre aqueles que desejam perder peso. O termo consiste, basicamente, o ato de emagrecer e de engordar rapidamente em um curto período de tempo, de forma cíclica. Além de trazer malefícios à aparência, essa falta de controle do peso corporal causa problemas à saúde física e até mesmo à saúde mental. 


De acordo com Ricardo Maia, CEO do Grupo Life Natural, empresa de produtos naturais, o ato de emagrecer e de engordar, que acontece no efeito sanfona, pode causar aumento da pressão arterial e aumento do colesterol. 


“O efeito sanfona acontece em pessoas de qualquer idade. Essa falta de controle sobre o peso corporal está relacionada, principalmente, à adoção de dietas radicais, que costumam prometer resultados rápidos”, explica Maia. 


As “dietas da moda” se popularizam todos os dias, especialmente na internet. O que muitos não sabem é que, por mais que possam trazer resultados rápidos, esses métodos não são aliados do emagrecimento e muito menos da saúde. 


“Dietas radicais e restritivas costumam dificultar o controle do peso corporal, uma vez que o organismo pode entender que, ao privar a alimentação, o corpo está passando por uma ameaça. Com isso, é possível que o cérebro determine uma espécie de estoque, o que vai dificultar o controle”, aponta. 


O controle do peso corporal vai muito além da estética, uma vez que traz benefícios para a saúde física e mental das pessoas. “Indivíduos que mantém seu peso corporal controlado têm menos chances de desenvolver diversas doenças, como diabetes, problemas cardiovasculares, depressão e até mesmo câncer”, ressalta Maia. 


Para manter o peso corporal controlado, é necessário adotar uma rotina de exercícios, que deve estar aliada a uma dieta balanceada – e não restritiva. “O controle de peso deve acontecer de forma saudável. Por isso, é necessário contar com a tríade: alimentação balanceada, rotina de exercícios e suplementos vitamínicos”, conta. 


Na Life Natural, o Li da Life é o produto indicado para quem deseja controlar o peso corporal e, com isso, usufruir dos benefícios tanto para a saúde quanto para a estética. 


“Nosso produto é clinicamente testado e protege o organismo da síndrome metabólica. Além de possuir ação anti-inflamatória, acelera a digestão e contribui para o equilíbrio do peso na medida certa”, finaliza Maia. 


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Ricardo Maia é formado em Administração e, atualmente, é CEO do Grupo Life Natural, que atua na importação e na fabricação de produtos naturais. Atualmente, sua equipe cuida da importação e da exportação de mais de 100 produtos diferentes em seu portfólio. 



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Câncer de pele também atinge crianças




Com a chegada no verão, os cuidados com bebês e crianças em relação à exposição solar precisam ser ampliados na mesma proporção do aumento do calor e dos dias ensolarados. Esta é uma pauta de discussão anual e nunca deve ser deixada de lado. Embora pouco debatida, a incidência do câncer de pele em crianças é maior do que se imagina, daí a importância de falarmos de medidas preventivas a queimaduras, brotoejas, infecções de pele e dermatoses.    

 

Na adolescência, a doença tem uma incidência anual de 18 casos por um milhão de indivíduos com idades entre 15 e 18 anos. Em crianças menores de dez anos é mais difícil de ser encontrada, com uma taxa de incidência de aproximadamente um caso para cada um milhão de crianças com idade inferior a 10 anos.  

 

O câncer de pele resulta dos efeitos da exposição solar em médio e longo prazo e pode aparecer a partir do surgimento de lesões pigmentadas – conhecidas como pintas ou nervos melanocíticos, que podem evoluir para um quadro maligno ou não ao longo da vida. Ele aparece em adultos, crianças e adolescentes, já que a nossa derme “tem memória” e acumula os danos solares ao longo da vida. Segundo dados do GRAAC, o câncer de pele em crianças representa de 1% a 3% de todos os casos de câncer infantil.   

 

Em média, as crianças se expõem ao sol 3x mais que os adultos, e grande parte – cerca de 80% – da radiação UV (ultravioleta) é acumulada na pele durante a infância e adolescência. A maior preocupação é o dano solar crônico, causado progressivamente como resultado da exposição solar diária sem proteção em qualquer atividade ao ar livre, como na escola e no carro, sem a devida prevenção. Além disso, há o fator hereditário, ou seja, quando há histórico de melanoma na família, é essencial tomar todos os cuidados preventivos possíveis. Outro ponto a destacar é que as crianças de pele e olhos claros, ruivas, com sardas ou albinas têm maior predisposição à doença.  

 

Em todos os casos, a prevenção é a mesma: evitar exposição à luz solar sem proteção adequada e oferecer muito líquido, para garantir a hidratação.  

 

No caso de melanomas, diferentemente do que ocorre com adultos, em crianças normalmente eles estão relacionados a síndromes hereditárias e a lesões de pele que podem sofrer alterações. Também diferentemente da forma como se apresenta em adultos, que normalmente têm lesões de coloração escura, em crianças o melanoma surge a partir de lesões amareladas, esbranquiçadas ou rosadas.   

 

De qualquer maneira, continua extremamente importante iniciar as medidas de proteção bem cedo, considerando que os danos solares são cumulativos e a incidência de queimaduras solares na infância aumenta o risco de melanoma na idade adulta.  

É importante ressaltar que é normal as crianças terem pintas e nevos, que são pequenas manchas marrons ou saliências que vão surgindo progressivamente e são comuns na região do tronco. Quanto maior a exposição ao sol, mais nevos surgem. Porém, embora eles não sejam motivo de preocupação a menos que modifiquem suas cores e formas, é necessário que os pais ou responsáveis fiquem atentos, pois a quantidade excessiva de nevos constitui fator de risco para o melanoma.  

 

Assim, os pais devem ficar atentos a pele das crianças, observar lesões pelo corpo inteiro, e não somente nas partes mais expostas aos raios solares. É importante verificar mãos, unhas, pés e o couro cabeludo e observar se, de tempos em tempos, esses sinais não se modificam.  

 

Os sintomas de melanoma infantil mais comuns são:  

  • Saliências na pele que coçam ou sangram.  
  • Sinais de aparência estranha e tamanho grande, diferentes de outras pintas existentes no corpo da criança.  
  • Uma lesão similar a uma verruga, de cor amarelada, esbranquiçada ou rosada.  

     

    Por fim, no verão é essencial que os cuidados relacionados à alimentação, hidratação, vestuário e exposição solar sejam redobrados, e não somente com as crianças. Para todos, a regra é a mesma: se for para se expor ao sol, lembre-se de respeitar os horários adequados, evitando os picos de emissão de radiação ultravioleta, que ocorrem das 10h às 16h, e nunca deixe de aplicar protetor solar adequado à pele e à faixa etária das crianças. O uso de vestimentas apropriadas, chapéus e óculos de sol aumentam a proteção, e o filtro solar deve ser com FPS acima de 30. Bebês menores de seis meses não devem usar protetor solar e nem serem expostos ao sol após as 10h da manhã.  

     

    Se restarem dúvidas, vale consultar um pediatra ou dermatologista.  

      

     

    * Cláudia Lopes é pediatra e professora do curso de Medicina da Universidade Santo Amaro – Unisa. 

  

Cemig moderniza iluminação pública de municípios mineiros por meio do projeto Minas LED

 



Iniciativa irá substituir mais de 100 mil pontos de iluminação em mais de 600 cidades do Estado   

 

A Cemig irá substituir luminárias de iluminação pública de maior potência por luminárias LED em municípios localizados em sua área de concessão, por meio do projeto Minas LED. Trata-se de um investimento de mais de R$ 112 milhões, em uma iniciativa do Programa de Eficiência Energética (PEE) da Cemig, regulado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). A meta é substituir mais de 100 mil pontos de iluminação, beneficiando mais de 600 cidades do Estado e promovendo a eficiência energética e a redução inteligente do consumo de energia e da demanda no horário de ponta do sistema elétrico. O projeto foi lançado oficialmente nesta sexta-feira (17), em evento realizado na sede da Cemig.    

Para o Presidente da Cemig, Reynaldo Passanezi Filho, além de incentivar a modernização da iluminação pública de Minas Gerais, o projeto contribui com a redução da demanda de energia em um momento de crise hídrica no



Brasil. "A energia da Cemig transforma a vida das pessoas e, por meio do projeto Minas LED, a companhia trará resultados positivos para a segurança pública da população das cidades atendidas", comenta.   

De acordo com o governador Romeu Zema, o trabalho da nova gestão da companhia volta a investir dentro de Minas Gerais para garantir a melhoria da infraestrutura de transmissão e distribuição de energia. “Fico muito satisfeito em assistir a Cemig fazer esta mudança de rumo na nossa gestão, voltando a investir em Minas. O que nós objetivamos a frente do governo do Estado é o desenvolvimento para os 21 milhões de mineiros. É necessário que se leve energia para todos os cantos do Estado, pois o desenvolvimento envolve energia elétrica. A instalação das luminárias LED representa mais um passo dentre vários investimentos em melhorias que vão proporcionar o atendimento adequado à população mineira”, afirma.

Apesar de a responsabilidade pela iluminação pública ser das prefeituras desde janeiro de 2015, conforme determinação da Aneel, a Cemig desenvolve o projeto numa parceria com os municípios, para modernizar os equipamentos e incentivar a adoção de medidas de eficiência energética. É o que explica Ronaldo Lucas Queiroz, gerente de Eficiência Energética da Cemig. "A iluminação pública continua sendo de responsabilidade dos munícipios. As administrações municipais são responsáveis pela substituição das lâmpadas, luminárias e demais equipamentos e materiais que compõem o conjunto de iluminação, incluindo a instalação de novos pontos. Neste projeto, apesar de não ser necessária contrapartida financeira dos munícipios, eles deverão apoiar a Cemig em todas as etapas, conforme critérios e cronograma definidos no plano de trabalho e no Acordo de Cooperação Técnica a ser assinado entre as partes", explica Ronaldo Lucas. 

A Cemig irá adquirir luminárias LED, realizar as substituições das luminárias em campo, encaminhar os equipamentos substituídos para serem descartados de forma ambientalmente correta e prestar contas do projeto perante a Aneel. "Os municípios continuarão responsáveis pela manutenção da Iluminação pública e, após todas as substituições previstas no projeto, também serão responsáveis por acionar as garantias, quando necessário, das luminárias LED instaladas. Além disso, esperamos que a ação seja uma forma de incentivar a ampliação da utilização das lâmpadas eficientes, tornando todo o sistema de iluminação pública cada vez mais econômico e condizente com a cultura de eficiência energética", completa o gerente.    

Prazo e critérios para participação  

A cada prefeitura será proposto um cronograma e um plano de trabalho. O projeto será realizado de forma não simultânea em todos os municípios, mas todos deverão ser atendidos em 2022.    

Podem participar do projeto todos os municípios que estejam adimplentes com a Cemig; que ainda possuam luminárias com potência superior a 250 W instaladas em seu parque de iluminação pública e que não tenham firmado parceria público/privada (PPP) para troca e manutenção dessa iluminação. Também é preciso que o município assine com a Cemig o Acordo de Cooperação Técnica aceitando todas as premissas e condições do projeto.  

Eficiência Energética: iluminar mais, consumindo menos   

Somente no ano passado, o PEE da Cemig investiu cerca de R$50 milhões em diversos projetos no Estado. Neste ano, até o momento, já foram mais de R$34 milhões investidos. O programa tem o objetivo de combater o desperdício de energia elétrica por meio da substituição de equipamentos obsoletos por outros mais modernos, entre outras iniciativas.       

 O PEE possui subprogramas como Cemig nos Hospitais (que já contemplou, desde o ano de 2001, 308 hospitais; sendo que a meta é atender outras 231 instituições até 2024), Cemig no Campo (iniciativa que promove atendimento a comunidades rurais e quilombolas, levando ao público ações como negociação de débitos e atualização cadastral), Cemig nas Escolas (projeto que leva iluminação de LED e ações educacionais a instituições de ensino) e o Cemig nas Comunidades (que irá promover a regularização de 240 mil famílias, além de atuar em ações como negociação de débitos e cadastro de clientes na Tarifa Social de Energia Elétrica). Dessa forma, a empresa atua na substituição de equipamentos ineficientes, além de levar orientações sobre o uso correto, seguro e sustentável da energia elétrica. Cada subprograma tem seu público específico e os detalhes podem ser conferidos no Portal Cemig.  

UNIARAXÁ INFORMA:

 

LINK UNIARAXÁ:  www.presencial.uniaraxa.edu.br