quinta-feira, 30 de dezembro de 2021

Zema confirma congelamento do IPVA 2022

 


Depois de conversar com os prefeitos das cidades mineiras, o governador Romeu Zema (Novo) garantiu em seu Twitter nesta quarta-feira (29/12) que congelará a tabela do Imposto Sobre Propriedade  de Veículos Automotores (IPVA) do ano que vem nos mesmos valores de 2021. A manutenção das taxas havia sido aprovada pela Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) no último dia 15 em projeto apresentado pelo deputado Bruno Engler (PRTB).

Com a sanção, os proprietários de veículos vão pagar em janeiro de 2022 o mesmo valor que a tabela de 2021. A valorização do preço dos automóveis mobilizou a apreciação do projeto na assembleia. O valor dos carros usados tiveram aumento significativo durante a pandemia do coronavírus, com alta de 22,81%, na média.

 

O cobertor das contas públicas de Minas é curto. Mas para amenizar os efeitos da crise no bolso dos mineiros, vou sancionar o congelamento do IPVA 2022 nos mesmos valores de 2021”, afirmou Zema em seu perfil.

 

“Seguiremos equilibrando as contas para permitir ações imediatas sem comprometer o futuro”, completou o governador.

 

Antes de o governador confirmar o congelamento do IPVA, o presidente da ALMG, Agostinho Patrus Filho (PV), já havia se manifestado sobre o tema: "Pagador de impostos, atenção: se o Zema vetar a redução do IPVA para 2022, não pague até que a Assembleia Legislativa analise o veto. Desta forma, você pagará menos imposto".

Por meio de nota, a Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) informou que ''considera ter cumprido seu dever, enquanto instituição representativa da sociedade mineira, com o anúncio, hoje (29/12), da sanção do projeto que congela o valor do IPVA 2022''

 

Ainda segundo a nota, ''neste momento de crise econômica, agravada pela pandemia, a proposta da Assembleia Legislativa, acatada pelo Poder Executivo, possui importante caráter social ao assegurar que o contribuinte mineiro possa pagar, desta forma, o mesmo valor do IPVA de 2020, sem reajustes. Os parlamentares reafirmam seu compromisso de trabalhar diuturnamente em defesa dos interesses da população mineira.''

 

Na semana da votação, o governo mineiro acionou o Supremo Tribunal Federal (STF) para tentar anular a decisão dos deputados estaduais de congelar o imposto. A Corte, no entanto, indeferiu o pedido. A decisão foi tomada pelo ministro Luiz Fux, presidente do Supremo.

A ação foi impetrada pela Advocacia-Geral do Estado (AGE) algumas horas após os parlamentares aprovarem, por 55 votos a zero, retomar a tabela do IPVA a patamares anteriores à pandemia de COVID-19. 

 

A queixa do poder Executivo reside no fato de a votação ter ocorrido antes da análise da adesão ao Regime de Recuperação Fiscal (RRF), pacote visto por Zema como esperança para sanear as finanças do estado. Regimentalmente, o RRF precisaria ser analisado antes de qualquer projeto. Uma deliberação expedida há cerca de 14 dias, no entanto, deu brecha para a votação do IPVA.

 

De acordo com a Constituição Federal, 50% do IPVA é direcionado aos municípios. A outra metade fica com o governo do Estado.

(O Estado de Minas)


7 erros de postura cometidos nos serviços domésticos

 



Saiba a importância da testosterona para a mulher e por que é necessário manter o hormônio em níveis satisfatórios

 


Dr. Marcos Cesar Staak Júnior também fala sobre os sinais clínicos da testosterona baixa 


Principal hormônio masculino, a testosterona também é produzida no corpo feminino ainda que em quantidade bem menor que os homens. E, até nas mulheres, é necessário manter níveis otimizados para saúde e bem-estar. 


De acordo com o médico Dr. Marcos Cesar Staak Júnior, todas as mulheres produzem andrógenos, que podem contribuir para manter a função ovariana normal, o metabolismo ósseo, a cognição e a função sexual.


A produção hormonal de testosterona em mulheres saudáveis é de 0,25 mg/dia, enquanto homens produzem 2,5-12 mg/dia. Ainda segundo o profissional, andrógenos não vão diminuindo descontroladamente nas mulheres com o passar dos anos como muitos creem. 


"As suas concentrações diminuem gradualmente na idade reprodutiva, mas não existe uma redução adicional após a menopausa", completa o profissional. 


A testosterona baixa pode acontecer até mulheres jovens, segundo Staak. "Porém não há um exame que faça esse diagnóstico de forma segura. As dosagens de testosterona tem muitas falhas quando os valores são baixos, e o diagnóstico, na maior parte dos casos, é clínico, com base em sinais e sintomas", explica o médico, que cita os sinais clínicos que aparecem nas mulheres quando a testosterona está baixa. 


"As síndromes de excesso de andrógeno ou hiperandrogenismo, como a síndrome dos ovários policísticos (SOP), são comuns e bem definidas, mas as síndromes de deficiência de andrógeno não - não há critérios clínicos bem estabelecidos para o diagnóstico de testosterona baixa em mulheres, e os sintomas, além de inespecíficos, podem fazer parte de outras doenças". 


É necessário enfatizar que nenhuma mulher deve injetar testosterona em seu corpo por conta própria, já que o hormônio em excesso traz vários riscos para o organismo femino, como o de adquirir características físicas masculinas.


"O risco de virilização sempre existe quando falamos em uso de hormônios androgênios. O desenvolvimento de caracteres sexuais masculinos pode ocorrer como efeito colateral do uso de testosterona, por exemplo. A melhor maneira de se evitar o risco é ter acompanhamento especializado de médicos prescritos que saibam lidar com esse tipo de público. Diferentes mulheres respondem de forma diferente e cada um tem um perfil de sensibilidade hormonal também diferente", pontua. 


Mulheres também não devem usar testosterona sintética para fins estéticos. 


"O hiperandrogenismo em mulheres confere um risco adicional à saúde, não apenas estético. Além de virilização, pode haver piora do perfil de colesterol, aumento do risco cardiovascular, aumento da resistência periférica à insulina, alterações em sistema nervoso central, causando distúrbios de comportamento e prejuízos à saúde mental, entre outros", finaliza.


Sobre Marcos Cesar Staak Júnior

Parto prematuro: por que ocorre e como prevenir

 



ONG Prematuridade.com alerta para a questão, que é a principal causa de mortalidade infantil antes dos 5 anos

O caso de uma bebê, em Cingapura, que recebeu alta em agosto, após 13 meses na UTI ao nascer prematura com apenas 212g e 24 cm, chamou a atenção do mundo. A mãe deu à luz com pouco menos de 25 semanas, quando o tempo regular da gestação é de 40 semanas.

Segundo a OMS (Organização Mundial de Saúde), em todo o mundo, cerca de 15 milhões de crianças nascem prematuras por ano, dos quais 1 milhão não sobrevivem. O Brasil é o 10º país no ranking global de partos prematuros, os quais ocasionam 10 vezes mais óbitos de crianças do que o câncer. Os últimos dados do Sinasc (Sistema de Informações Sobre Nascidos Vivos), de 2019, informam que, naquele ano, 315.831 bebês nasceram antes de 37 semanas, ou seja, pré-termo, o que representa 11% do total de nascimentos no país.

Mas por que o parto prematuro acontece? É possível prevenir? “São diversos os fatores associados ao nascimento de prematuros.  Podemos citar desde a prematuridade espontânea, relacionada ao trabalho de parto antes do termo e não inibido, como as roturas da bolsa amniótica, responsável por 30% dos partos prematuros, além das complicações da saúde materna - hipertensão, diabetes, trombofilias, entre outras, que podem levar à necessidade de um parto prematuro dentro dos cuidados com os agravos maternos”, explica o ginecologista, obstetra e membro do Conselho Científico da ONG Prematuridade.com, Adriano Paião dos Santos.

A prematuridade, portanto, se associa às patologias e comportamentos que podem ser previamente controlados na mãe, como hipertensão, que exige acompanhamento médico intensivo; e diabetes gestacional, causada pelo aumento do nível de glicose no sangue durante a gravidez e a qual uma dieta balanceada e exercícios físicos orientados são essenciais para o controle da questão. “Fumo, álcool, drogas, estresse, obesidade, desnutrição e baixo peso são outros fatores que contribuem para o parto prematuro”, lista o especialista. “Porém, o principal fator associado à prematuridade espontânea é a história de um bebê anterior, já prematuro”, salienta.

Sintomas como contrações a cada 10 minutos ou mais, mudanças na secreção vaginal, pressão pélvica, dor lombar, cólicas menstruais, cólica abdominal com ou sem diarreia podem ser sinais de trabalho de parto. “A qualquer um desses sinais, a gestante deve ligar imediatamente para o médico que a atende ou ir direto ao hospital mais próximo. Quanto antes o atendimento se inicia, maior a chance de prevenção da prematuridade”, fala o médico.

Adriano lembra, ainda, da importância da realização do pré-natal, com no mínimo seis consultas com o médico especialista. Durante o acompanhamento, são feitos exames trimestrais, para saber o estado de saúde da mãe e do bebê. Caso haja alteração, a gestante já recebe tratamento.

 

Veja outras medidas preventivas:

 

- Doenças crônicas e reações alérgicas já apresentadas, história familiar, assim como o histórico de saúde do pai do bebê devem ser relatados ao médico, pois cada detalhe é importante para uma gestação segura.

 

- Não se automedique. Alguns remédios são altamente perigosos para as gestantes e esses avisos, via de regra, estão escritos com letras minúsculas nas bulas dos medicamentos.

 

- Mantenha o calendário de vacinação atualizado. Algumas vacinas estão contraindicadas na gravidez e outras necessitam reforço. O médico poderá dar todas as orientações.

 

- Consuma ácido fólico e da vitamina B12, que vão garantir que o bebê não desenvolva malformações e danos no sistema nervoso. O consumo do ácido fólico deve ser iniciado antes mesmo da concepção do bebê. Esses nutrientes são facilmente encontrados em alimentos de origem animal (carnes, laticínios, ovos) e em vegetais verde-escuros.

 

- Esteja alerta para sangramentos e observe líquidos e secreções vaginais.

 

“Nascer prematuro traz riscos à saúde do bebê. Na realidade, hoje, 1 milhão de bebês vão a óbito todos os anos em decorrência da prematuridade no mundo. E, muitos dos que sobrevivem, carregam alguma sequela do nascimento antecipado. Por isso, toda forma de prevenção do parto prematuro é de grande valia para toda a sociedade”, pontua Denise Suguitani, diretora executiva da ONG Prematuridade.com.

 

Sobre a ONG Prematuridade.com

A Associação Brasileira da Pais, Familiares, Amigos e Cuidadores de Bebês Prematuros – ONG Prematuridade.com, é a única organização sem fins lucrativos dedicada, em âmbito nacional, à prevenção da prematuridade, à educação continuada para profissionais de saúde e à defesa de políticas públicas voltadas aos interesses das famílias de bebês prematuros.

A ONG é referência para ações voltadas à prematuridade e representa o Brasil em iniciativas e redes globais que visam o cuidado à saúde materna e neonatal. A organização desenvolve ações políticas e sociais, bem como projetos em parceria com a iniciativa privada, tais como campanhas de conscientização, ações beneficentes, capacitação de profissionais de saúde, colaboração em pesquisas, aconselhamento jurídico e acolhimento às famílias, entre outras.

Atualmente, são cerca de 5 mil famílias cadastradas, mais de 150 voluntários em 21 estados brasileiros e um Conselho Científico Interdisciplinar de excelência. Mais informações: https://www.prematuridade.com/

UNIARAXÁ INFORMA:

 

LINK UNIARAXÁ:  www.presencial.uniaraxa.edu.br 


Ressecamento vaginal: sintoma comum na saúde da mulher ainda é considerado tabu

 


A falta de informação e o tabu sobre a saúde feminina faz com que milhares de mulheres ainda sofram por um sintoma comum nas relações sexuais: a falta de lubrificação vaginal. Apesar de ser um problema considerado ‘corriqueiro’, a fisioterapeuta pélvica Dra. Alessandra Artuso, relata que em seus atendimentos a falta de informação sobre a saúde feminina leva muitas mulheres a não saberem identificar o sintoma. “A grande maioria das pessoas não teve educação sexual, e consequentemente não conhecemos e não sabemos como funciona o nosso corpo e o ciclo de resposta sexual”, segundo a fisioterapeuta.

O ressecamento vaginal pode acontecer em diferentes fases da vida da mulher, como menopausa, pós-parto, principalmente pela redução na produção de estrogênio, hormônio feminino. Outro motivo para a falta de lubrificação incluí os tratamentos contra o câncer, como quimioterapia e radioterapia, que também provocam alterações hormonais. Os anticoncepcionais e outros medicamentos também podem influenciar na lubrificação.

Com o passar do tempo essa falta de lubrificação pode causar incômodos como: dor, desconforto durante a relação sexual, ardência e fissuras vaginais que podem acarretar sangramentos. Por esse motivo é essencial buscar ajuda profissional em caso de sintomas. Outra alternativa preventiva é investir no autoconhecimento e autonomia sexual, além de derrubar o tabu em relação ao uso dos lubrificantes que podem contribuir para uma vida sexual mais prazerosa e livre de ressecamentos.

Algumas marcas como a Feel, já apresentam lubrificantes voltados especificamente para as demandas femininas. Com design amigável e fórmula que contempla ingredientes naturais compatíveis com o ecossistema íntimo feminino, o lubrificante da Feel, ainda conta com ação hidratante. “Escolher um lubrificante com ingredientes naturais é fundamental, principalmente para manter a mucosa vaginal equilibrada, o pH equilibrado. Quando usamos produtos com ingredientes mais artificiais e cheios de parabenos e outros componentes tóxicos, pode sim levar a um desequilíbrio no pH vaginal, levando a infecções vulvovaginais. Além disso, lubrificantes que não contém ingredientes naturais podem piorar a hipersensibilidade que algumas mulheres têm na região vulvar”, explica Dra. Alessandra Artuso. 

Conheça o Lubrificante da Feel:

Lubrificante Hidratante Íntimo Feel

O lubrificante hidratante íntimo da Feel é uma solução segura, testada ginecologicamente, dermatologicamente e clinicamente, idealizado para levar mais confiança, autonomia e liberdade para as mulheres.

Com ação lubrificante e hidratante, o lubrificante da Feel promove um deslizamento longo e saudável, respeitando todas as necessidades da região íntima feminina.

Desenvolvido a partir da Calêndula e Aloe Vera, com Vitamina E, os ingredientes da fórmula mantém o pH vaginal em equilíbrio, além de promover a hidratação, prevenindo o ressecamento da região. Livre de glicerina, parabenos, silicone, petrolatos, flalatos e sulfatos, o Lubrificante da Feel tem uma fragrância leve e sem alergênicos, formulada especialmente para o uso em mucosa vaginal. Textura natural, não oleosa e grudenta, após o uso não esfarela.

Preço sugerido: R$ 89,90

Onde encontrar: https://www.feellube.com.br/

Sobre a Feel

Confiança, autonomia e liberdade. Sabemos que é isso que acontece quando saúde e bem-estar íntimo caminham conectados. E foi com isso em mente que a Feel nasceu. Criamos produtos que potencializam nossa saúde e também nossos prazeres.

Acreditamos no autocuidado íntimo que respeita nossos corpos e, por isso, desenvolvemos produtos naturais, veganos e saudáveis que atendem as preocupações e desejos de todas. A Feel é uma das primeiras femtechs brasileiras selecionadas para o programa de inovação da GB Venture do Grupo Boticário e com passagem pelo programa de aceleração da B2Mamy Aceleradora powered by Google for Startups. 

10 situações do cotidiano que mostram os primeiros sinais de perda auditiva

 


Falar sobre perda de audição não é fácil. Muitas pessoas com dificuldade auditiva não tomam a iniciativa de procurar ajuda de um profissional especializado. Em geral, ainda não admitem que começam a sentir dificuldades para ouvir. Isso acontece porque, na maioria dos casos, a perda auditiva ocorre gradualmente. Além disso, a falta de informação e o preconceito quanto ao uso de próteses auditivas criam resistências e fazem com que a consulta ao médico seja protelada.

Conheça 10 situações, listadas pela fonoaudióloga Rafaella Cardoso, da Telex Soluções Auditivas, que mostram os primeiros indícios de perda auditiva.

- Faz leitura labial durante uma conversa;

- Assiste à TV em volume mais alto do que as outras pessoas da casa, ou pede com frequência para aumentar o som;

- Tem zumbido nas orelhas;

- Comunica-se com dificuldade quando está em grupo ou em uma reunião;

- Pede que as pessoas repitam o que disseram;

- Fica constrangido ao se comunicar com outras pessoas em lugares ruidosos, como ônibus, metrô e shoppings;

- Ouve as pessoas falando como se elas estivessem sussurrando;

- Concentra-se muito para entender o que as pessoas falam ou cochicham;

- Não ouve quando é chamado por uma pessoa que não está à sua frente ou que se encontra em outro cômodo da casa;

- Ouve com dificuldade o toque da campainha ou do telefone; ou mesmo fica embaraçado ao não entender o que outro diz durante uma conversa pelo telefone.

Se você se enquadra em alguma dessas situações, o melhor a fazer é consultar um otorrinolaringologista e um fonoaudiólogo para uma avaliação específica. Cabe ao fonoaudiólogo decidir qual tipo e modelo de aparelho auditivo são indicados para atender às necessidades de cada pessoa e a Telex Soluções Auditivas oferece check-up auditivo gratuito, feito por fonoaudiólogos, em suas lojas.

"Dificuldades auditivas podem afetar a vida social e prejudicar as relações de trabalho. A perda auditiva acontece de forma lenta e progressiva. Com o decorrer dos anos, se não houver tratamento, a deficiência atinge um estágio mais avançado. Por isso, o uso diário do aparelho auditivo e o apoio da família são essenciais para que o indivíduo resgate a sua autoestima e mantenha uma vida ativa", explica a fonoaudióloga da Telex, que é especialista em Audiologia.

 A tecnologia tem sido uma grande aliada das pessoas com perda auditiva. Além da melhoria na qualidade do som, o design da maioria dos aparelhos auditivos atuais garante discrição e elegância. Atualmente, há uma diversidade de modelos de aparelhos, adequados para diferentes graus de perda de audição.