segunda-feira, 29 de março de 2021

Prefeitura de Araxá abre processo seletivo para contratação de vigilantes

 


A Prefeitura de Araxá lançou edital de processo seletivo simplificado para contratação temporária de vigilantes que deverão atuar em prédios públicos da cidade. No total, são 112 vagas. A carga horária é de 40 horas semanais com remuneração de R$ 1.139,64 mensais, mais adicional de periculosidade de 30% (mediante laudo técnico) e benefícios.

Entre as atribuições do cargo, está a de vigiar e zelar pelos bens móveis, imóveis e logradouros públicos bem como suas instalações – jardins, pátios, cercas, muros, portões, sistemas elétricos e hidráulicos – tomando as providências que fizerem necessárias para evitar furtos, prevenir incêndios e outros danos; e controlar a movimentação de pessoas e veículos.

O candidato deve ser brasileiro nato ou naturalizado, ter 18 anos completos até a data de assinatura do contrato, ter ensino fundamental completo, estar quite com as obrigações eleitorais e com o serviço militar (no caso de candidatos do sexo masculino).

As inscrições são gratuitas e devem ser realizadas entre os dias 29 de março e 1º de abril, entre 08 às 12h e das 14h às 17h30, na Secretaria Municipal de Segurança Pública, no Centro Administrativo. O endereço é avenida Rosália Isaura Araújo, nº 275, bairro Guilhermina Vieira Chaer.

A classificação será a partir de análise curricular, em que será avaliada a escolaridade, titulação acadêmica, formação técnica e experiência na área. O resultado preliminar será divulgado no dia 6 de abril de 2021, no Mural Oficial da Secretaria Municipal de Segurança Pública e no site eletrônico da Prefeitura Municipal de Araxá.

Os 150 primeiros candidatos com maior pontuação passarão para segunda etapa, de avaliação psicológica. Já o resultado final será divulgado no dia 19 de abril.

O edital completo está disponível no link: http://www.araxa.mg.gov.br/?pag=T0RZPU9EYz1PR009T1RrPU9EWT1PVEE9T1dFPQ==&view=LIST-EDT&id=3082

 


Coluna do Luis Borges:

 

Como vai você na pandemia?

 por Luis Borges  29 de março de 2021  Pensata


Chegamos ao 2º outono da pandemia da Covid-19 no Brasil – e quiçá um terceiro pode estar se avizinhando. Os números e seus recordes mostram as perdas para todos em variadas dimensões e intensidades, indo dos que perderam a vida (mais de 312 mil), aos enlutados na dor pela perda dos que partiram, aos sobreviventes sequelados até o sistema de saúde colapsado. Fica também visível como a Gestão Estratégica e Operacional faz falta e é extremamente necessária – principalmente para um país que sente há anos os efeitos do pífio desempenho da economia. Pena que o horizonte segue perdido no modo realista.

Partindo da premissa de que tudo começa com a gente e que precisamos estar bem para que possamos cooperar com as outras pessoas, a começar pelas que estão próximas, podemos até fazer uma analogia com a orientação dada no início de uma viagem de avião para que, em caso de despressurização da cabine, coloque primeiro a sua máscara para só depois ajudar outras pessoas. Meu ponto aqui é refletir e dar consequência ao aprendizado que pode advir dos “telecontatos” que eu, você e nós provavelmente estejamos protagonizando nesses momentos de tantas incertezas e desafios à continuidade da vida.

A pergunta padrão que tenho ouvido no início das conversas é “Como vai você na pandemia?”. Na maioria das ocasiões respondo que estou indo bem dentro do possível, observando e praticando com muita disciplina todas as determinações dos padrões sanitários vigentes. Realço que é preciso muita resiliência e que tento ser semelhante ao bambu que “enverga, mas não quebra”. Só não sei até quando. Algumas vezes respondo com a lembrança da música Sinal Fechado (1970), de Paulinho da Viola, dizendo ou cantarolando:

“Olá, como vai? Eu vou indo e você, tudo bem? Tudo bem, eu vou indo correndo pegar meu lugar no futuro, e você? Tudo bem, eu vou indo em busca de um sono tranquilo, quem sabe quanto tempo, pois é. Quanto tempo?”.

Mas indo como, diante de tantas ameaças? É possível ter um sono tranquilo hoje, às vezes me pergunta alguém. Na verdade tenho buscado viver um dia de cada vez essencialmente em casa, mantendo uma observação e análise críticas em relação às informações e conhecimentos que surgem em diferentes meios. O que vem pela frente é um aspecto sempre levantado. Tenho dito que minha expectativa maior é pelo aumento rápido da velocidade da vacinação, para que as pessoas tenham um comportamento adequado ao momento e que os dirigentes do país em todos os níveis cumpram as suas obrigações lastreadas na verdade.

Quanto pior, pior mesmo!

Luis Borges é araxaense e engenheiro. 


UNIARAXÁ INFORMA:

 


LINK UNIARAXÁ : https://site.uniaraxa.edu.br/


Especialistas mais próximos de identificar as sequelas da Covid-19 no cérebro

 


As manifestações neurológicas de pacientes acometidos por Covid -19 chamam a atenção de cientistas de todo o mundo e são motivo de diversos estudos científicos, a maior parte deles ainda em andamento, com o um objetivo único: entender a relação do vírus com o cérebro humano. “Nós já temos dados no Brasil mostrando as diversas facetas dos distúrbios neurológicos da Covid-19. Diversas regiões cerebrais funcionando de forma alterada, mesmo três meses após o Covid. A doença é muito mais complexa do que poderíamos imaginar e uma das conclusões é que não é exatamente o vírus entrando no cérebro, mas sim o que o vírus faz no organismo que repercute no cérebro, já que o Covid-19 é uma doença sistêmica, ou seja: que afeta vários sistemas importantes do organismo”, explicou ao Método Supera o neurologista Adalberto Studart Neto, médico assistente Neurologista da Clínica Neurológica do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo por ocasião da Semana Mundial do Cérebro.  Já Mônica Yassuda, Mestre e Doutora em Desenvolvimento Humano pela Universidade da Flórida, nos Estados Unidos, que também participou da Semana Mundial do Cérebro, destacou, entre outros pontos, as consequências cognitivas da doença, decorrentes do seu impacto sobre o cérebro. “O mais importante, de forma geral, é chamar a atenção para a necessidade das pessoas na fase de recuperação da Covid-19, quando saem no hospital. Os pacientes, além da avaliação física, também devem passar por uma avaliação neuropsiquiátrica, com um olhar atento às questões da saúde mental e da cognição e em especial nos processos de alta, já prevendo que poderão ter dificuldades em tarefas cotidianas. É muito importante que essas avaliações sejam repetidas para que o acompanhamento da cognição aconteça no processo de recuperação”, disse.

Os efeitos da Covid no cérebro - Em todo Brasil, milhares de pessoas que sobreviveram à doença se queixam das chamadas “sequelas do Covid” ou “Covid longa”, com sintomas diversos, que vão desde perda de paladar e olfato até dificuldades para resgatar informações, dificuldades com a concentração e de atenção. Segundo a pesquisadora, os trabalhos científicos até agora convergem para mostrar que podem existir sequelas cognitivas trazidas pela Covid-19. “São sequelas que tendem a melhorar com o tempo, e com a recuperação da pessoa, mas, como vimos nos estudos, a porcentagem de pessoas que apresentam essas queixas e desempenho ruim nos testes cognitivos é bastante elevada, então tem sido um fenômeno bastante comum. Os trabalhos publicados até agora sugerem que as queixas cognitivas mais frequentes são as dificuldades com a atenção, concentração, memória operacional (capacidade de manter dados na mente e trabalhar com eles) e dificuldades com as funções executivas, mais do que a perda de memória. Mas é possível afirmar também que estas dificuldades com atenção e concentração afetem a memorização. Então se você não está conseguindo prestar atenção em um artigo de jornal que você está lendo, você vai ter dificuldade para memorizar. No entanto, a maior parte dos trabalhos não dá destaque à perda de memória, mas, sim, a dificuldades na atenção e disfunção executiva”, pontou Mônica. Em concordância com a pesquisadora, o neurologista, chamou atenção para o acompanhamento psiquiátrico e cognitivo no pós Covid“Sintomas psiquiátricos muitas vezes tem essa ligação com questões cognitivas, isso sem dúvida. Nós trabalhamos com fármacos e drogas para o tratamento desses transtornos psiquiátricos, mas, sem dúvida, a reabilitação cognitiva pode oferecer um ganho para as pessoas no pós Covid junto com a abordagem psiquiátrica em alguns casos”, pontou. 

Isso vai passar? O principal alerta dos especialistas no pós Covid é para a permanência de sequelas que podem se tornar crônicas. “A maior parte dos pacientes tem queixas que tendem a melhorar, principalmente sintomas de ansiedade.  Porém, alguns sintomas podem se tornar crônicos se não tratados, como a depressão. Já a ausência de olfato e paladar, é bem variável, têm pessoas que demoram semanas e têm pessoas que demoram meses para recuperar, mas a princípio, todos recuperam sim”, disse o médico. “Com a recuperação da saúde, este quadro de confusão mental aguda e alterações de atenção e funções executivas vão gradualmente desaparecendo, mas acho que é importante que as pessoas estejam atentas a uma possível cronificação, então se alguns meses se passaram, você não está dormindo bem, tem sintomas depressivos, ou outros sintomas, busque ajuda especializada para enfrentar possíveis sequelas”, completou Mônica. O especialista chamou atenção ainda para doenças que podem ser manifestadas no cérebro após a infecção com a Covid-19. “Nós estamos falando de Covid, mas já é sabido que qualquer paciente grave que fique na UTI tem um prejuízo cognitivo que persiste de semanas a meses, e esses pacientes se recuperam. A maioria dos pacientes tende a melhorar. Quando não melhoram, é importante investigar a causa porque pode ser que a Covid acelere a manifestação de alguma doença que já estava se desenvolvendo no cérebro”, alertou o médico.

Bárbara Perpétuo, vice-presidente do Método Supera no Brasil, alertou para a importância desses estudos em um momento de fragilidade social e expectativa de retomada das atividades com o avanço da vacinação em massa. “Estamos acompanhando muito de perto a fala dos principais especialistas do Brasil neste momento e já recebendo em nossas escolas alunos que procuram o Supera no pós Covid. Sabemos que a doença pode ter ainda outros desdobramentos para a sociedade, a médio e longo prazo, mas o nosso dever, enquanto empresa de estimulação cognitiva neste momento é nos aproximar de pessoas que são referência científica no assunto para orientar a sociedade da melhor maneira possível”, concluiu.   

 

 

Assessoria de Imprensa Supera 

Gravidez na pandemia: como o aumento de gestações vem impactando o setor econômico brasileiro?

 


Empresa de decoração e artigos de maternidade, Grão de Gente, registrou aumento de 300% em 2020; aumento da demanda fez com que

a empresa ampliasse parque fabril e contratasse mais mão de obra


É provável que você tenha uma amiga, parente ou colega de trabalho que engravidou durante a pandemia. O isolamento social e o convívio diário dos casais pode ter sido uma das causas para o aumento nos casos de gravidezes, programadas ou não, que surgiram ao longo de 2020 e início de 2021. 


É sabido, porém, que os desafios impostos pela pandemia do coronavírus adiou o sonho da maternidade para muitas mulheres, mas, apesar deles, segundo a ONU (Organizações das Nações Unidas), em todo o mundo 1,4 milhão de mulheres engravidaram de forma não programada. E esse aumento no número de gestações já tem impactado outros setores, como o de decoração e artigos de maternidade. 


Por conta desse aumento de demanda, a empresa de artigos do ramo Grão de Gente precisou desenvolver um novo sistema de atendimento para otimizar e facilitar ainda mais o contato com os consumidores. A marca, que atende a todo Brasil, registrou, em 2020, um aumento de 300% no acumulado de vendas na comparação com o ano anterior.


“Desenvolvemos nosso próprio sistema de atendimento ao cliente para otimizar o tempo desde a visita no site à entrega final do produto”, afirma o CEO da marca Gustavo Ferro. “Antes, o pós-vendas tinha três canais de atendimento e podiam chegar a quatro dias de espera. Agora, com o desenvolvimento e criação das plataformas 'Ticket Web' e ‘Troca Aqui’, a nossa central de atendimento conta com um prazo de até no máximo um dia útil para retorno. A solução pode variar de caso a caso, mas estamos tentando ao máximo otimizar os prazos”, esclarece. 


Ainda segundo Gustavo, a maior parte dos atendimentos acontece pelo e-mail, e deste modo, é possível mapear os principais motivos de queixas dos clientes, bem como sugestões e demandas. “Criamos nichos (disponibilizados na plataforma) para poder agilizar o atendimento e evitar que o cliente retorne com dúvidas. O objetivo é sempre informar de forma clara o processo”, completa.


Outra mudança foi o aumento do parque fabril da empresa. O espaço, localizado em São Paulo, foi ampliado de 4 para 15 mil metros quadrados, ampliando não só a empregabilidade (mesmo em tempos de crise), como a produtividade dos serviços.


“Já era uma vontade antiga ampliar o parque fabril da empresa, mas, com a pandemia, tivemos um aumento significativo de demanda e por isso tivemos que aumentar o espaço. Além disso, tivemos que contratar mais pessoas para dar conta da produção. Hoje contamos com 1.500 colaboradores diretos e indiretos”, afirma.

CBMM INFORMA:

 

LINK:  https://www.youtube.com/watch?v=QpED1KJ5NW


Cidades mineiras recebem novas estações de abastecimento de carro elétrico


 



Atualmente, o Brasil possui pouco mais de 500 pontos de carregamento para veículos elétricos e híbridos, tanto em rodovias e vias públicas, quanto em lojas e postos de combustível convencionais. A ampliação do consumo desse segmento vem estimulando adaptações estruturais para atender ao aumento da demanda por abastecimento elétrico. Segundo pesquisa recente realizada pela Associação Brasileira do Veículo Elétrico - ABVE, o mercado nacional de automóveis elétricos e híbridos deve crescer de 300% a 500% nos próximos cinco anos.  

Visando incentivar o uso de tecnologias eficientes voltadas para a mobilidade elétrica, o Grupo Loja Elétrica vai ampliar o seu conjunto de estações para abastecer os carros elétricos e híbridos em Belo Horizonte e no interior de Minas. Além dos 3 pontos já disponíveis nas filiais da capital e região metropolitana, o projeto da empresa é inaugurar em breve mais um posto de abastecimento na filial da Avenida Pedro II, em Belo Horizonte, e nas unidades de Ipatinga e Uberlândia, no interior do estado. 

 

“Entendemos o crescimento do nicho como uma oportunidade de oferecer soluções inovadoras e seguras para o consumidor que optou pelos veículos da categoria. À primeira vista, a nova tecnologia parece levantar uma série de dúvidas a respeito de seu uso. Mas o procedimento de recarga é mais simples do que se imagina. Além de não oferecer quaisquer riscos, os equipamentos garantem benefícios aos usuários”, afirma Herbert Abreu, técnico comercial do Grupo. 

 

Segurança

 

Para garantir o uso seguro e confiável, os equipamentos de recarga disponibilizados possuem o interruptor diferencial residual, um dispositivo de proteção elétrica capaz de desenergizar o circuito sempre que houver alguma fuga de corrente em grande quantidade, evitando choques elétricos. “As estações ainda são equipadas com dispositivos de proteção contra surtos, os DPS, que inibem a variação de tensão. Eles atuam na proteção direta da rede elétrica interna contra uma possível sobrecarga causada por um surto atmosférico externo”, explica Patrícia Rocha, supervisora de vendas da Loja Elétrica.

 

Vantagens

 

Os veículos elétricos respondem com uma eficiência cerca de três vezes maior do que os automóveis comuns, o que reduz bastante o custo do km rodado. Nesse sentido, vale lembrar que o abastecimento pode render um armazenamento satisfatório. “Os veículos mais antigos ou as primeiras versões da categoria possuem uma autonomia da bateria de 180 Km. Para os novos veículos, há uma capacidade de até 600 km", aponta Patrícia.

 

Ainda de acordo com a logística oferecida pelos pontos de abastecimento, os carregadores da Loja Elétrica estão programados para um tempo de recarga médio de 1h30 para até 25% da bateria do veículo. Segundo Herbert, esse tempo é dimensionado visando a manutenção de uma boa vida útil da bateria. 

 

Acessibilidade

 

E, para auxiliar na identificação e disponibilidade dos pontos de abastecimento, já existem ferramentas para facilitar a vida do usuário. "O aplicativo PlugShare, por exemplo, consegue mapear a localização de cada um dos eletropontos disponíveis de abastecimento da nossa loja", conta Patrícia.

 

 

Sobre a Loja Elétrica

Especializada na distribuição de materiais elétricos, a Loja Elétrica foi fundada em 1947, é líder em seu segmento no estado e conta, atualmente, com 1.300 colaboradores, 11 filiais – localizadas em várias regiões da grande Belo Horizonte, uma em Uberlândia e uma em Ipatinga - e 10 lojas dedicadas (in company) que ficam dentro de mineradoras, siderúrgicas, cimenteiras e indústria de celulose, além do centro de capacitação em tecnologia (CCT), que oferece cursos para eletricistas e técnicos. Possui ainda o maior centro de distribuição do seu segmento, na América Latina, com uma grande capacidade de armazenamento.

A empresa trabalha com produtos nas áreas de Baixa e Média Tensão, Automação e Material Elétrico Industrial, Cabeamento Estruturado, Segurança Eletrônica, Iluminação, Telecomunicação e Energia Solar. Além das lojas instaladas em cinco cidades de Minas Gerais, o consumidor pode adquirir os produtos em todo o país e pelo e-commerce do grupo: www.lojaeletrica.com.br.