sexta-feira, 16 de abril de 2021

Diagnóstico precoce e tratamento eficaz auxiliam na qualidade de vida em cães com insuficiência cardíaca congestiva (ICC)

 


As estatísticas são duras: três em cada dez cães de meia idade a idosos apresentam insuficiência cardíaca congestiva (ICC), doença sem cura. Se não for tratada de forma adequada, a enfermidade pode provocar danos irreversíveis à saúde do animal, inclusive podendo ser fatal. "O diagnóstico precoce e os cuidados necessários, com o uso de medicamentos modernos e eficazes, são essenciais para promover qualidade de vida e aumentar o tempo de vida do pet", explica Jaime Dias, gerente técnico de animais de companhia da Vetoquinol Saúde Animal.

 

"Para identificar as alterações cardíacas o mais cedo possível, o tutor deve estar atento a alguns sinais clínicos. São eles: cansaço, fraqueza, tosse frequente, dificuldade em respirar, intolerância ao exercício, diminuição do apetite, emagrecimento e desmaios. Identificando alguns destes sintomas, é preciso consultar imediatamente um médico-veterinário ou um especialista veterinário em cardiologia", complementa Jaime.

 

Jaime Dias informa que, em casos mais avançados da insuficiência cardíaca congestiva, o pet pode apresentar ainda acúmulo de líquidos que irão acometer principalmente os pulmões e os membros, além de promover lesões importantes em outros órgãos, como os rins. "Esse conjunto de fatores piora drasticamente a saúde do pet, interferindo na qualidade de vida, causando sofrimento e podendo levá-lo à morte."

 

Para tratar os sinais clínicos da ICC, como edema e congestão, a Vetoquinol desenvolveu e lançou UpCard®, o primeiro diurético no mundo a base de torasemida. Aprovado para uso em cães, UpCard® é um potente diurético de alça, que diminui a absorção de sódio e a retenção de líquido de forma rápida e eficiente. Com efeito prolongado de 24 horas, mantém a diurese mais estável, o que traz mais gentileza ao tecido renal, com menor excreção de potássio urinário, contribuindo para uma menor taxa de arritmia cardíaca, conforme observado em estudo realizado.

 

"Recente estudo publicado no Journal of Veterinary Internal Medicine mostrou que a torasemida presente em UpCard® diminui significativamente o risco de mortalidade cardíaca, além de aumentar o tempo de sobrevida dos cães acometidos pela ICC e tratados com UpCard®, em comparação ao grupo tratado com a furosemida", relata Eliane Estephan, gerente de produtos para animais de companhia da Vetoquinol.

 

Os comprimidos de UpCard® são palatáveis, sabor bacon e produzidos com a exclusiva tecnologia Vetabs, que facilita o seu fracionamento e proporciona praticidade e precisão na dosagem recomendada pelo médico veterinário, além de facilitar a administração e adesão dos tutores ao tratamento prescrito, contribuindo com a saúde e a qualidade de vida do pet.

 

Sobre a Vetoquinol – Entre as 10 maiores indústrias de saúde animal do mundo, com presença na União Europeia, Américas e região Ásia-Pacífico. Grupo independente, projeta, desenvolve e comercializa medicamentos veterinários e suplementos, destinados à produção animal (bovinos e suínos), a animais de companhia (cães e gatos) e a equinos. Desde sua fundação, em 1933, a Vetoquinol combina inovação com diversificação geográfica. O crescimento do grupo é impulsionado pelo reforço do seu portfólio de produtos associado a aquisições em mercados de alto potencial de crescimento, como a Clarion Biociências, ocorrida em Abril/2019. A Vetoquinol gera 2.372 empregos e está listada na Euronext Paris desde 2006 (símbolo: VETO). A Vetoquinol conta com SAC formado por profissionais da área veterinária para auxílio aos clientes. A ligação é gratuita - 0800 741 1005. Site: www.vetoquinol.com.br

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Pesquisa global identifica o impacto da pandemia nos cuidadores não profissionais

 


  • Brasil está entre os países estudados e se destaca quanto ao impacto na saúde mental e financeira
  • 64% dos cuidadores não profissionais afirmaram que a pandemia dificultou ainda mais o papel de cuidador
  • 81% dos cuidadores tiveram que sacrificar mais do que a vida pessoal, como carreira e ganhos financeiros, pelos indivíduos que eles cuidam, sendo que 54% pioraram a sua situação financeira, 68% no Brasil

 

Brasil, São Paulo, abril, 2021 - Os cuidadores informais ou não profissionais são amigos e parentes que se dedicam, sem qualquer remuneração, a cuidar de um ente querido. Eles acabam dedicando grande parte de sua vida aos cuidados com esses pacientes, mas, em 2020, houve um impacto significativo em suas rotinas por conta da pandemia do novo coronavírus. No geral, os cuidadores não profissionais gastaram 46% a mais de horas com as pessoas que cuidam durante o pico da pandemia.

É o que aponta o Índice de Bem-Estar do Cuidador não Profissional de 2020, realizado pelo Embracing CarersTM, programa global apoiado pela Merck, empresa líder em ciência e tecnologia. O estudo foi realizado em 12 países: Estados Unidos, Canadá, Reino Unido, França, Alemanha, Itália, Espanha, Austrália, Brasil, Taiwan, Índia e China, com 9.000 cuidadores não profissionais.

“Há muito tempo existe uma preocupação com os impactos negativos que a função de cuidar gera nos cuidadores não profissionais, mas em 2020, as incertezas da pandemia trouxeram ainda mais dificuldades para essas pessoas em todo o mundo”, pontua Luiz Magno, diretor médico da Merck. Segundo o estudo, 64% dos cuidadores não profissionais afirmaram que a pandemia tornou mais difícil o papel de cuidador. No Brasil, o número sobe para 68%.

Um dos pontos levantados foi a nova função que precisaram passar a fazer de suporte emocional em meio a tempos difíceis e incertos. 57% dos participantes globalmente afirmaram que oferecer esse suporte foi uma tarefa que ganhou mais peso com a pandemia. Em comparação com os outros países, o Brasil está em terceiro lugar com essa afirmação (65%), ficando atrás apenas da Índia e China.  

As habilidades também tiveram que mudar nesse período, já que 68% apontaram que precisaram de mais orientação e treinamento sobre como usar a telemedicina, ferramentas online e aplicativos móveis para manter os cuidados de saúde em dia. “A rotina mudou muito rápido e ninguém estava preparado para isso, para àqueles que cuidam de alguém que precisa de atenção especial, a pressão pela adaptação foi ainda maior”, pontua Luiz.

À medida que as necessidades daqueles de quem cuidam se aprofundam, quase nove em cada dez cuidadores estão colocando suas próprias necessidades em segundo lugar. 91% dos cuidadores brasileiros afirmam que colocaram as necessidades das pessoas que cuidam acima de suas necessidades pessoais.

76% dos cuidadores globalmente dizem também que cuidar de alguém durante a pandemia os fez sentir mais extremamente cansados do que nunca. No recorte apenas do Brasil, o número sobe para 83%.

Quando olhamos para a saúde mental, 61% afirmam que pioraram nesse aspecto na pandemia, sendo 70% no Brasil. O isolamento social, pouco tempo com os amigos e parentes, além do medo da contaminação pelo vírus, impactaram nessa questão. 46% afirmam que a pandemia piorou a sua saúde física também, sendo 57% no Brasil, principalmente pelo fator de estarem dormindo menos e não se exercitando.

Os cuidadores também podem sofrer impactos financeiros, profissionais, físicos e sociais no processo. 81% deles tiveram que sacrificar mais do que a vida pessoal pelo indivíduo que eles cuidam, sendo que 54% pioraram a sua situação financeira, 68% no Brasil. Isso se deve também à necessidade de oferecer recursos extras de cuidados nesse período para esses pacientes.

Além disso, 22% dos cuidadores afirmaram que a sua situação financeira piorou, pois tiveram que reduzir o tempo de trabalho para se dedicar mais à pessoa que cuidam, o que impactou diretamente na renda. 50% dos cuidadores afirmam que cuidar de uma pessoa doente também impacta negativamente a carreira profissional.

“Invisíveis e sem apoio, os cuidadores em nível global não têm suporte, sistemas e reconhecimento”, destaca Luiz. 94% concordam que o papel importante dos cuidadores não profissionais não é amplamente reconhecido pela sociedade.

Conforme a pressão aumenta aos cuidadores, eles precisam receber mais apoio para que possam continuar apoiando os pacientes em seu tratamento. Entre as soluções apontadas pelo Embracing CarersTM estão a proteção à saúde e ao bem-estar dos cuidadores não remunerados, a diminuição da carga financeira colocada sobre essas pessoas, o aumento ao acesso a informações, mais apoio aos cuidadores não remunerados que estão desempregados e investir em pesquisas para garantir que as necessidades e contribuições dos cuidadores sejam reconhecidos e endereçados.

Para mais informações sobre o Embracing CarersTM, acesse www.embracingcarers.com.

Prefeitura de Araxá continua com a vacinação da 2ª dose em idosos de 70 a 84 anos nesta sexta

 


A Prefeitura de Araxá dará continuidade a aplicação da 2ª dose da vacina contra a Covid-19 em idosos de 70 a 84 anos nesta sexta-feira (16). A vacinação que começou na quinta-feira (15) ainda não imunizou todos os idosos que receberam a primeira aplicação. Portanto, idosos acima de 70 anos que já completaram o período mínimo entre as doses, não precisam seguir o cartão de vacina e já podem procurar as Unidades de Saúde para receber a imunização.

A vacinação ocorrerá em duas filas, uma para o formato drive-thru e outra para pedestres, das 8h às 16h, na Unileste, Uninorte e Unioeste. Para receber a segunda aplicação, o idoso deve levar o comprovante da 1ª dose e cópia da identidade e CPF.

Idosos de grupos anteriormente contemplados pela campanha, e que ainda não se vacinaram, podem procurar os postos de saúde para receber a primeira dose do imunizante. Para a 1ª dose, é necessária a apresentação de cópia da identidade, CPF, comprovante de endereço e, se tiver, o cartão do Sistema Único de Saúde (SUS).

Campanha Vacinação Solidária

A Prefeitura de Araxá é parceira da Campanha Vacinação Solidária, de iniciativa da Câmara Municipal, Ampara, SOS e Insanos Moto Clube, para arrecadação de óleo nos dias de vacinação contra a Covid-19 ou contra a gripe.

A doação está sendo revertida em cestas básicas às famílias carentes de Araxá. "Ajudar ao próximo também é uma forma de salvar vidas. Receba vacina, doe amor".

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Diretoria da Fecomércio MG se reúne com governador Romeu Zema

 

No encontro desta quarta-feira (14/04) foram debatidos temas como o avanço da pandemia no estado, soluções econômicas e tributárias em curso, a retomada de atividades e medidas para controle de aglomerações no transporte público



A presidente interina da Fecomércio MG, Maria Luiza Maia Oliveira, e a Diretoria da entidade se reuniram na manhã desta quarta-feira (14/04), com o governador Romeu Zema; o recém-empossado secretário de Estado de Desenvolvimento Econômico, Fernando Passalio; e o secretário adjunto de Estado de Saúde, André Luiz Moreira dos Anjos. Durante o encontro foram debatidos temas como o avanço da pandemia em Minas Gerais, soluções econômicas e tributárias em andamento, a retomada de atividades empresariais e medidas que possam controlar as aglomerações no transporte público.

 

Segundo Maria Luiza, o comércio de bens, serviços e turismo é um dos setores mais impactados financeiramente pela pandemia de Covid-19. “Somos um dos setores que mais sofreram com os efeitos da crise e não conseguimos mais arcar com nossas obrigações financeiras. Precisamos de ajuda do poder público, em todas suas esferas viáveis, para a implementação imediata de medidas de socorro para a sobrevivência e a reativação econômica do nosso setor. Em um ano de crise, já assistimos a milhares de negócios serem fechados, empregos serem perdidos e empresários serem penalizados com a suspensão de suas operações.”

 

Em resposta aos questionamentos da Federação, o governador e os secretários destacam o intenso trabalho na busca por soluções e medidas que amenizem os impactos da pandemia em todos os setores econômicos mineiros. Entre os destaques estão a ampliação dos recursos do Banco do Desenvolvimento de Minas Gerais (BDMG) e o envio de uma proposta de Refis para débitos de ICMS à Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), que ainda precisa apreciá-lo.

 

Durante a reunião, os representantes do governo de Minas também pontuaram que a volta das atividades empresariais, como o funcionamento das autoescolas, deve ocorrer de forma gradativa e ordenada, para que não haja uma expansão descontrolada da taxa de transmissão da doença e de ocupação de leitos. Ciente da importância de acelerar a imunização da população do estado, Romeu Zema explicou que existem estudos ligados à Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (Fapemig) e à Fundação Ezequiel Dias (Funed) para a ampliação do fornecimento de vacinas aos mineiros.

 

Um dos principais gargalos para evitar a aglomeração de pessoas, a ampliação do transporte público foi outro tema discutido na reunião. Segundo o governo, a Secretaria de Estado de Infraestrutura e Mobilidade está desenvolvendo um estudo com medidas que possam contribuir para o controle do fluxo excessivo de passageiros no transporte público em Minas Gerais. Por fim, o governador ressaltou que a adoção da onda roxa foi uma medida extrema e essencial para controlar o avanço do Covid-19 e evitar o colapso do sistema de saúde.

 

O governo pontuou que, assim que os indicadores avançarem para níveis mais satisfatórios de controle da pandemia, novas macrorregiões seguirão para as demais ondas do programa Minas Consciente. O chefe do Poder Executivo mineiro reforçou, ainda, que dentro do programa os prefeitos possuem autonomia para definir as melhores estratégias e soluções para os munícipios. De acordo com Zema, eles são os gestores mais aptos para fazem essa avaliação.

 

Em nome da diretoria da Fecomércio MG, a presidente interina da entidade destacou a necessidade de que o governo estadual faça a revisão da onda roxa, possibilitando a retomada das atividades do setor terciário. Além disso, reafirmou o compromisso da Federação e dos Sindicatos Empresariais em colaborar com o governo de Minas Gerais para a construção de soluções que possam atenuar os impactos da pandemia, conciliando saúde e economia.

Cirurgias eletivas x vacinação contra covid-19: especialista afirma que é preciso analisar casos separadamente

 


Associação Nacional dos Hospitais Privados aponta queda de mais de 32% em exames e consultas para esses procedimentos em 2020

 

CURITIBA, 14/04/2021 - Com a pandemia da Covid-19, o setor da saúde precisou focar a atenção em pacientes que contraíram a doença. Por isso, outros tratamentos acabaram ficando em “modo de espera”, entre eles as cirurgias eletivas, que são procedimentos marcados com data e hora para serem feitos. Por conta do contágio do coronavírus, muitas foram reagendadas. Após a elaboração das vacinas contra a doença, no entanto, muitas dessas cirurgias começaram novamente, mesmo em período de isolamento social e, então, surgiu a dúvida em pacientes e médicos: seria mais adequado aguardar a vacinação de todas as pessoas para depois reagendar e, efetivamente, realizar as cirurgias eletivas?

 

Para o médico ortopedista especialista em quadril e membro da Sociedade Brasileira do Quadril, Edmar Simões da Silva Junior, que atua em Vitória (ES), cada circunstância deve ser observada separadamente na hora de tomar essa decisão tão importante. ‘‘Muitos quadros têm se agravado durante a pandemia, e merecem uma atenção especial’’, diz. ‘‘Por isso, é importante analisar cada caso individualmente, para que possamos analisar todos os riscos e benefícios envolvidos’’, completa o especialista.

 

Mas, segundo o médico, é preferível, caso seja possível, aguardar uma estabilidade maior do sistema de saúde para retomar as cirurgias. ‘‘Acho necessário o retorno das cirurgias eletivas, mas é preciso conter o avanço da Covid-19. Só assim elas serão realizadas da maneira mais segura tanto para o paciente, quanto para os profissionais que irão atendê-lo neste processo’’, declara o ortopedista.

 

De acordo com o Conselho Federal de Medicina, é preciso evitar a contaminação pela covid-19, mas também é necessário que os pacientes não pausem seus tratamentos por medo de ir ao hospital. "A Covid tem diferentes efeitos: tem o efeito dela em si e o efeito que ela gera naquelas condições que não estão sendo tratadas adequadamente pois os tratamentos estão sendo postergados", diz o CEO do Sabará Hospital Infantil de São Paulo, Ary Ribeiro.

 

Os números

Segundo a Associação Nacional dos Hospitais Privados, houve uma queda de 32% no agendamento e realização de exames e consultas para cirurgias eletivas no país em 2020. Nas últimas semanas, a média de mortes por covid-19 têm aumentado no Brasil. A vacinação também tem progredido no país, mas não na mesma velocidade de contágio da doença. De acordo com dados do Mapa da Vacinação Contra Covid-19 no Brasil, elaborado pelo Consórcio de veículos de imprensa, até o momento pouco mais de 9% da população brasileira já recebeu a primeira dose, enquanto desses, apenas 2,78% já estão imunizados com a segunda dose da vacina.