quinta-feira, 15 de julho de 2021

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Blog do Armindo Maia - O outro lado da notícia

 

 


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Governo de Minas anuncia investimento de R$ 58 mi em pesquisa e ciência

 


Governo de Minas Gerais anuncia o investimento de R$ 58 milhões em ciência e pesquisa de tecnologias em saúde no estado, que serão destinados à Fundação Ezequiel Dias (Funed) e à Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) para estruturação de laboratórios de pesquisa e desenvolvimento.
 
O objetivo das parcerias firmadas é acelerar o desenvolvimento de vacinas, imunobiológicos e testes de diagnóstico para doenças humanas e veterinárias. Exemplos são câncer, malária, leishmaniose, doença de Chagas, e infecções virais epidêmicas e pandêmicas como zika, chikungunya, dengue e covid-19, contribuindo, assim, para o desenvolvimento socioeconômico do estado de Minas Gerais e do Brasil.
 
Para o governador Romeu Zema, o aporte coloca o estado na posição estratégica de combate e controle de doenças infecciosas que afetam a vida de milhões de mineiros. “Hoje, Minas Gerais assume o protagonismo na ciência e no desenvolvimento de pesquisa e produção de vacinas, uma vez que estamos estabelecendo infraestrutura inédita em instituições renomadas como UFMG e Funed, que poderão alavancar pesquisas científicas importantes”, afirma Zema.
 
Os investimentos do Governo do Estado são motivados pela necessidade de avançar as pesquisas na área de saúde para atendimento às demandas de mercado e aplicação de conhecimento científico para a geração de produtos com alto valor agregado destinados à solução de problemas em saúde pública, de forma que o conhecimento gerado pela comunidade científica possa impactar a vida de todos os cidadãos mineiros.
 
Investimentos na Funed
 
Os R$28 milhões disponibilizados pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico (Sede), por meio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (Fapemig) vão garantir adequações na Unidade V da Funed. Com isso, será viabilizada a transição do desenvolvimento tecnológico para apoio ao desenvolvimento clínico, por meio da produção de lotes de vacinas para estudos clínicos, atendendo os requisitos regulatórios dos órgãos nacionais e internacionais.
 
Além da produção de lotes piloto de vacinas para estudos, a Fundação também conseguirá atuar, a depender do projeto e da parceria, no desenvolvimento de formulação e preparo para registro do produto na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).
 
Esse investimento viabilizará a implementação de uma das frentes de atuação propostas pela Funed na produção de vacinas, que é a parceria com a UFMG no apoio ao desenvolvimento e posterior produção da vacina spintec.
 
Expansão do CTVacinas
 
De forma complementar ao investimento na Funed, o Governo do Estado de Minas Gerais investirá R$ 30 milhões no projeto de expansão do Centro de Tecnologias de Vacina (CTVacinas), que pertence à UFMG. 
 
O valor compõe o acordo que foi fechado entre governo estadual, por meio da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sede), Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e o Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações (MCTI), nesta quarta-feira (14/7), em reunião realizada na Universidade. 
 
O investimento do Governo de Minas Gerais, sendo R$12 milhões disponibilizados pela Fapemig e R$18 milhões pela Secretaria de Saúde (SES), viabiliza o compartilhamento dos laboratórios e interação em projetos de pesquisa/desenvolvimentoe ntre a Funed e a UFMG, como contrapartida ao valor investido. 
 
Esses R$30 milhões serão disponibilizados após concretização de investimento de mais R$50 milhões pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, por meio do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT). A parceria entre governos estadual e federal totaliza R$80 milhões para a consolidação do Centro Nacional de Vacinas. 
 
“É uma grande satisfação estarmos contribuindo com o nosso estado e nosso país com esse Centro de Vacinas a partir do trabalho do CTVacinas da UFMG. Agradeço muito o apoio do Ministério de Ciência e Tecnologia e também do Governo de Minas Gerais para que possamos fazer esse trabalho em função da nossa sociedade”, afirmou a reitora da Universidade Federal de Minas Gerais, Sandra Goulart.
 
CT-Vacinas 
 
Também presente nas reuniões de negociação, o secretário de Estruturas Financeiras e de Projetos do MCTI, Marcelo Meirelles, afirmou que o CTVacinas é um espaço importantíssimo para o país ter a soberania tecnológica na produção de vacinas. “Essa parceria inédita entre o MCTI, uma universidade e o Governo de Minas Gerais para criação daquilo que o ministro Pontes sempre chama da Oxford brasileira é um passo importante. Nós estamos fazendo história,hoje, por meio dessa parceria para criação desse centro”, avalia Meirelles.

Emater-MG atua para mitigar efeitos da crise hídrica nas propriedades rurais da região de Furnas

 




Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado de Minas Gerais (Emater-MG) tem promovido diversas ações junto a produtores para diminuir os efeitos da redução de água nas propriedades rurais do Sudoeste de Minas. O Lago de Furnas, por exemplo, encerrou junho com menos de 30% da capacidade, o que tem afetado municípios do entorno e atividades econômicas, como turismo, piscicultura e agricultura.

A escassez de água na região acompanha a crise hídrica histórica pela qual passa o Brasil. De acordo com o Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico, o último período chuvoso foi o mais seco em 91 anos no país. Devido à irregularidade das chuvas, os reservatórios estão em níveis muito baixos, com várias perdas registradas para produtores e outras atividades.

Suporte

“Na região de Passos, temos feito vários trabalhos, tanto em parceria com prefeituras e municípios como com outros parceiros, como a Copasa e a Agência Nacional de Águas (ANA)”, afirma a coordenadora regional de Meio Ambiente da Emater-MG em Passos, Alice Soares. Segundo ela, as crises hídricas têm se acentuado muito nos últimos tempos no Sudeste do país e também no Sudoeste do estado.

Uma dessas iniciativas é o projeto Produtor de Águas, parceria com a ANA e prefeituras, que está sendo desenvolvido nos municípios de Passos, Capitólio, Piumhi, Doresópolis e Pimenta. “A proteção de nascentes e áreas de recarga, o manejo de solo e a conservação de estradas vicinais são algumas das atividades feitas. O programa Produtor de Águas prevê também o pagamento de serviços ambientais aos produtores que aderirem ao projeto. É um avanço, porque o programa reconhece que, ao promover ações de mitigação dos impactos das mudanças climáticas, os agricultores estão contribuindo para a melhoria da quantidade e da qualidade da água para toda a sociedade”, explica a coordenadora.

Outro trabalho ambiental importante é a parceria com a Copasa no programa Pró-Mananciais. O projeto é desenvolvido em Capitólio, Cássia, Carmo do Rio Claro e Itaú e tem o objetivo de recuperar e manter as Áreas de Preservação Permanente. “Também ministramos vários cursos de conservação de estradas rurais para funcionários de prefeituras da região. As estradas rurais mal conservadas são sérios agentes poluidores, causando o assoreamento de cursos d’água”, afirma Alice Soares.

Todos podem ajudar

A coordenadora da Emater-MG lembra que qualquer produtor pode ajudar no trabalho de preservação da água, fazendo bom uso do solo com técnicas de manejo e conservação. Entre essas técnicas estão o plantio em nível, a construção de terraços, a conservação da vegetação nativa, principalmente em áreas de recarga como topos de morro, a proteção de nascentes, além da rotação de pastagens e da construção de piquetes para diminuir a compactação do solo.

“Todas essas técnicas ajudam a promover a infiltração da água, abastecendo os lençóis subterrâneos e aumentando a quantidade hídrica disponível, tanto na propriedade como na bacia hidrográfica que o terreno se insere”, explica Alice Soares.

Já alguns erros bastante comuns em propriedades rurais contribuem para a diminuição da água em fazendas. “O maior problema encontrado é o mau uso do solo. Em solos compactados não ocorre a infiltração da água. As pastagens mal manejadas e solos descobertos também são graves problemas. A cobertura do solo contribui muito para a infiltração da água; ela diminui o impacto da chuva, promove a descompactação do terreno, propicia uma atividade biológica mais forte, melhorando a qualidade das raízes. Assim, a água se infiltra com mais facilidade, abastecendo o lençol subterrâneo”, indica a extensionista.

Lama

O Lago de Furnas é um dos maiores reservatórios de água do Brasil e possui uma área inundada de 1.440 quilômetros quadrados, que abrange 34 municípios de Minas Gerais. A população local é de cerca de 800 mil habitantes, que dependem direta ou indiretamente das águas do reservatório. Em muitos lugares, o lago, conhecido como “Mar de Minas”, chegou a recuar cerca de oito quilômetros, dando lugar a pasto e lama.

A crise hídrica atual e seus impactos confirmam os prognósticos do Painel Intergovernamental das Mudanças Climáticas (IPCC), que deve finalizar, em breve, seu sexto relatório, com a participação de mais de três mil cientistas. 

Segundo os pesquisadores, com as mudanças climáticas, eventos extremos vão se tornar mais frequentes – e mais intensos – em todo o mundo. Como estamos no início do período seco, a tendência é de que a situação de baixa disponibilidade de água se agrave nos próximos meses. “A previsão é de pouca chuva até novembro. Se agora já estamos com o reservatório tão baixo, imagine daqui a alguns meses. Então, o cenário é muito preocupante”, alerta o secretário-executivo da Associação dos Municípios do Lago de Furnas (Alago), Fausto Costa.


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O movimento repentino dos edifícios multifuncionais



 

Heloísa Maringoni – Colaboradora do Centro Brasileiro da Construção em Aço (CBCA)

Como um grande rio responsável pelo fluxo entre a Av. Paulista e o rio Pinheiros, a Avenida Rebouças hoje é um dos eixos de estruturação da transformação urbana da Grande São Paulo e recebe um movimento de transformação recente e rápido: a nova geração dos edifícios multifuncionais da cidade.

A mudança da lei de zoneamento e a inauguração da Linha 4 (Amarela) do metrô paulista refletiu, até o momento, na instauração de pelo menos 11 edifícios multiusos, que usam o conceito de fachada ativa - implementando ambientes livres de uso público, áreas comerciais e espaços de transição entre o edifício e a cidade, como lojas e cinemas - associada às torres ocupadas por escritórios, residências e hotéis.

A integração do edifício multifuncional nos centros de mobilidade urbana e a heterogeneidade das regiões que antes eram facilmente distintas entre moradia e comercial levantam questões que não existiam. O edifício deixa de ser visto como elemento autônomo e isolado do espaço urbano e dá protagonismo à coletividade. Por outro lado, a tendência também gera adensamentos sem a liberação de espaços que pensem o contexto de bem-estar social, com áreas abertas, inclusivas, sustentáveis e acessíveis. Questões estas que se tornam cada vez mais latentes dado ao contexto pandêmico e às projeções do futuro da vida nas cidades.

Importante destacar que essa mudança não é exclusiva da Avenida Rebouças, ocorre nos corredores de uso especial da cidade: Zonas de Eixo de Estruturação e Transformação Urbana (ZEU). E ocorre rápido. Tão rápido quanto assim permitem as tecnologias de construção

Tecnicamente, a resposta a esta demanda pode ser dada pela construção industrializada, com destaque para as estruturas mistas em aço e concreto, com possibilidade de plantas livres, obtendo a estabilidade das torres, além dos núcleos de circulação vertical, pelos contraventamentos de fachada e consequente redução de pilares necessários ao aporticamento. Além disso, pela produção da estrutura metálica ser feita dentro das fábricas, há uma redução da necessidade de mobilização de canteiros de obra, da dimensão dos elementos estruturais e do desperdício de materiais e entulhos. Também se destacam a possibilidade do uso de painéis de vedação e o incentivo à produção industrial, para a qual é atribuída grande importância econômica, um gatilho para o desenvolvimento.

Dessa forma, esta tendência também deve ser pensada no impacto social. A modernização urbana e a heterogeneidade das regiões atuam não apenas para diminuir desigualdades, mas para mitigá-las. A condição de desigualdade vem sendo agravada pela pandemia, assim como vem sendo enorme a necessidade de inovações e adaptações na forma como vivemos.

O trabalho remoto, a atividade física nas varandas, a escola próxima, os pequenos deslocamentos para abastecimento, a coabitação, o questionamento quanto à necessidade de estacionamentos e torres de escritórios. Nosso futuro é incerto. Uma certeza, no entanto, é nossa necessidade de convívio: somos seres sociais e a isso estão atreladas nossa troca de experiências, criatividade e afetos. 

Vereadores de Araxá assistem palestra sobre integridade e função fiscalizadora do Poder Legislativo

 




A Câmara Municipal realizou, nesta quarta-feira (14), uma palestra sobre Integridade Corporativa e Compliance Legislativo com o delegado de Polícia Civil, Renato Alcino. A sessão foi solicitada pelo vereador Luiz Carlos e contou com ampla participação dos parlamentares. A apresentação foi transmitida ao vivo e segue à disposição no canal youtube.com/camaramunicipaldearaxa.

“A integridade e o Compliance estão ligadas às ações dentro de uma conformidade, da necessidade de pautar a administração pública e as empresas privadas dentro do que é ético, correto e moral”, afirmou o Dr. Renato Alcino, que também é membro do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, Especialista em Segurança Pública, Estudos de Criminalidade, Ciências Criminais e Gestão Pública.

O Delegado ainda falou ainda sobre a Lei 12.826/13, que dispõe sobre a responsabilização administrativa e civil de pessoas jurídicas pela prática de atos contra a administração pública, sobre artigos relacionados ao tema na Constituição Federal, Órgãos de Controle e determinações do Regimento Interno da Câmara.

Dr. Renato também destacou a função fiscalizadora do Legislativo Municipal, direcionada aos atos da Administração local, principalmente quanto à execução orçamentária, além do julgamento das contas apresentadas pelo prefeito, mediante o auxílio do Tribunal de Contas do estado de Minas Gerais.

Reuniões sem público

As sessões na Câmara estão sendo realizadas sem a presença de público em decorrência da pandemia. A comunidade pode acompanhar o trabalho dos vereadores pelo canal da Câmara Municipal no YouTube (youtube.com/camaramunicipaldearaxa).


CBMM INFORMA:

 

LINK CBMM https://youtu.be/O9xSLNbWXxM