quinta-feira, 30 de setembro de 2021

De Fundação da Criança e do Adolescente de Araxá estuda viabilidade de implantação de república para egressos do acolhimento

 




Assim que completam 18 anos, os adolescentes acolhidos pela Fundação da Criança e do Adolescente de Araxá (FCAA) precisam deixar a instituição. Em situação de vulnerabilidade social e sem condições de moradia, a realidade da maioria desses jovens faz com que o setor público se preocupe ainda mais com eles. 

Visando buscar alternativas que ofereçam suporte a esses egressos, a presidente da FCAA, Taciana Almeida, visitou Repúblicas de Proteção Social que são modelos de serviço de acolhimento residencial para esse tipo de situação. 

As casas visitadas ficam em Belo Horizonte e, de acordo com ela, prestam um serviço administrado pela gestão municipal da capital mineira por meio de parcerias com Organizações da Sociedade Civil (OSCs).

“A orientação para estudar a viabilidade desse tipo de residência partiu da Promotoria da Infância e Juventude em Araxá. E ao fazer essa busca por repúblicas que têm essa função social, percebemos que em Minas Gerais há apenas duas funcionando, que atendem em Belo Horizonte”, explica Taciana. 

MATÉRIA COMPLETA NO SITE DO JORNAL INTERAÇÃO ARAXÁ


UNIARAXÁ INFORMA:

 

UNIARAXÁ : https://site.uniaraxa.edu.br/


Araxá aplica 3ª dose em idosos a partir de 70 anos nesta sexta, no Uniaraxá

 

 


A Prefeitura de Araxá começa a aplicar a dose de reforço (3ª dose) em idosos a partir de 70 anos (70+) nesta sexta-feira (1°). A imunização acontece no campus do Uniaraxá, das 8h às 16h, em formato drive-thru e pedestres. A aplicação é destinada a idosos que receberam a 2ª dose do imunizante até o dia 1° de abril, intervalo de seis meses entre as aplicações. 

O acesso é pelo portão da parte de cima do campus universitário (Travessa Piauí), com o apoio e orientação de agentes da Assessoria de Trânsito e Transportes (Asttran) e Guarda Patrimonial. 

2ª dose e 1ª dose para gestantes, puérperas e lactantes 

Nesta sexta-feira (1°), o município também realiza a aplicação da 2ª dose das vacinas CoronaVac, AstraZeneca e Pfizer. A imunização acontece na Unisa, das 8h às 16h, e abrange pessoas com agendamento conforme o Cartão de Vacina ou com doses em atraso. 

A aplicação de 1ª dose para gestantes, puérperas e lactantes também será realizada na Unisa, das 8h às 16h. 

CRONOGRAMA 

3ª dose (reforço) em idosos 70+ que receberam a 2ª dose da vacina até o dia 1° de abril – Uniaraxá (drive-thru e pedestres)

Dia e horário: 1° de outubro (sexta) - 8h às 16h. 

Documentos exigidos: cópia (xerox) dos documentos pessoais e Cartão de Vacina.

 

2ª dose CoronaVac, AstraZeneca e Pfizer: conforme Cartão de Vacina ou doses em atraso – UNISA

Dia e horário: 1° de outubro (sexta) - 8h às 16h. 

Documentos exigidos: cópia (xerox) dos documentos pessoais e Cartão de Vacina.

 

1ª dose Gestantes, Puérperas e Lactantes – UNISA

Dia e horário: 1° de outubro (sexta) - 8h às 16h.

 

- Puérperas (com até 45 dias) e Lactantes (até 6 meses) 

Documentos exigidos: cópia (xerox) CPF, RG, Comprovante de Residência, Cartão do SUS (se tiver), Cartão de Vacina (se tiver) e Certidão de Nascimento ou Cartão do Bebê.

 

- Gestantes (com e sem comorbidades) 

Documentos exigidos: cópia (xerox) CPF, RG, Comprovante de Residência, Cartão do SUS (se tiver), Cartão de Vacina (se tiver) e Cartão Pré-natal.


Merenda escolar da rede municipal de Araxá terá redução de açúcar

 


Os alunos das escolas municipais de Araxá recebem uma merenda com cardápio variado, elaborado por uma nutricionista da Secretaria Municipal de Educação e a produção dos alimentos é acompanhada por sete técnicas em nutrição. 

A nutricionista Ivna Nolli informa que recentemente participou de um encontro estadual, em Teófilo Otoni, organizado pelo Centro Colaborador em Alimentação e Nutrição Escolar (Cecane). No evento, foi informado que as escolas não poderão mais oferecer produtos que contenham açúcar para as crianças e terão que reforçar a oferta de frutas, verduras, folhas verde escuro, legumes amarelos e carne. 

Ela ressalta que o açúcar deixará de ser adquirido para as escolas, que farão um trabalho de educação nutricional com as crianças, pais e merendeiras. 

Ivna comenta que a avaliação da merenda escolar oferecida na rede municipal de Araxá é muito positiva. Ela diz que a cidade cumpre as exigências e ainda oferece carne (suína, bovina ou frango) todos os dias. “Já servimos frutas duas vezes por semana e vamos triplicar o fornecimento de frutas, reduzindo gradativamente a oferta de achocolatado, gelatina e produtos industrializados. O restante, já atendemos. A alimentação é variada com carne, verduras, frutas e legumes”, ressalta. 

Sobre a produção das refeições, a nutricionista explica que antes da volta às aulas foi realizado um treinamento com as cantineiras apresentando todos os protocolos de prevenção à Covid-19, do recebimento ao preparo dos alimentos.

 “Ninguém pode entrar na cozinha para entregar mercadorias, tudo é deixado no refeitório. As cantineiras higienizam todos os produtos antes de guardar. Elas trocam de roupa e sapato na escola, e ficam com esses pertences durante o período em que permanecem na unidade escolar. Lavam a mão toda hora, fazem uso frequente de álcool em gel e devem servir a comida usando luvas. Os protocolos também atingem os alunos”, diz. 

Ela acrescenta que as crianças ficam sentadas, mantendo o distanciamento e as professoras servem os pratos. Se o aluno for repetir comida, o prato e o talher são substituídos. “Seguindo esses protocolos conseguimos ter um retorno das aulas tranquilo, não tivemos nenhuma intercorrência, o funcionamento das escolas não interferiu nos números da contaminação em Araxá. Estamos no caminho certo, produzindo uma merenda escolar saudável e segura para os nossos alunos”, conclui Ivna.


CBMM INFORMA:

 


Produtos mineiros são destaques da Mostra de Artesanato do Senado

 



Evento, que nesta edição homenageia a região Sudeste, é uma iniciativa para promover e valorizar a economia criativa dos estados brasileiros, com apoio do Sebrae 


A abertura da Mostra de Artesanato da Região Sudeste, que acontece no Senado Federal, nesta desta terça-feira (28), destacou o potencial dos artesãos brasileiros como empreendedores criativos que contribuem para a preservação da identidade cultural brasileira e também geram emprego e renda. O evento faz parte do Ciclo “A internacionalização do Turismo Gastronômico e Economia Criativa como indutores do desenvolvimento regional”, promovido pela Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional (CRE), em parceria com a Associação Brasileira dos Sebraes Estaduais (Abase) e as unidades regionais do Sebrae nos estados de São Paulo, Minas Gerais, Espírito Santo e Rio de Janeiro. 


As peças expostas no Senado Federal tiveram a curadoria do Sebrae nos estados. A produção artesanal do Rio de Janeiro, por exemplo, apresenta peças em cerâmica da artesã Euzi de Souza Licasalio (norte fluminense); macramês, de Yuki Satou (norte fluminense); tigelas decorativas em madeira, de Thomaz Brasil (região serrana); cachos de jequitibá, da artesã Mônica Carvalho (região metropolitana); oratórios feitos com osso de peixe, de Vera Lúcia Nascimento (região de Costa Verde), entre outras. A mostra do estado do Rio Janeiro foi organizada pelo Centro Sebrae de Referência do Artesanato Brasileiro (CRAB) e pela Economia Criativa do Sebrae do Rio.


Durante a cerimônia, o diretor técnico do Sebrae Nacional, Bruno Quick, ressaltou a importância da economia criativa brasileira para o país. “Hoje não tem nada que revele com tanta precisão, verdade e legitimidade a expressão de um povo como o nosso artesanato, o nosso turismo e nossa gastronomia”, declarou. Ele também aproveitou o momento para destacar o trabalho que foi feito nas unidades regionais do Sebrae para mobilizar as microrregiões na iniciativa. “A força do Sebrae está nessa capacidade de se conectar com as várias realidades do país e trazer rapidamente respostas às políticas nacionais”, declarou. 

 

A senadora Kátia Abreu, presidente da Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional (CRE), também destacou a relevância da economia criativa para o Brasil. Ela defendeu a política externa como um importante vetor para desenvolvimento das regiões brasileiras, focadas nas potencialidades específicas de regiões carentes. “O Brasil talvez a nação em desenvolvimento com o maior potencial para se beneficiar das oportunidades que surgem da criatividade e da diversidade cultural das comunidades, da biodiversidade e belezas naturais”, declarou. 


A abertura do evento também contou com a presença do diretor superintendente do Sebrae São Paulo, Wilson Poit. Ele destacou o papel do Sebrae na preparação dos empreendedores. “O Sebrae dá esse sinal que mais do que dar o peixe, é preciso ensinar a pescar, a sair da pobreza e ter mais dignidade. E essa exposição é o retrato do que os empreendedores e empreendedoras são capazes de fazer pela economia criativa”, pontuou. 


O diretor superintendente do Sebrae Minas, Afonso Maria Rocha, por sua vez, falou como o artesanato tem sido uma atividade geradora de emprego para os brasileiros, principalmente em regiões mais carentes de Minas Gerais, como o Vale do Jequitinhonha. “O Sebrae tem atuado muito fortemente nessas comunidades por entender que o artesanato não é mais apenas uma alternativa de renda, mas é simplesmente a principal fonte de renda de muitas famílias”, comentou.

Os desafios de encarar a perda auditiva na terceira idade

 

  É fundamental ouvir bem para levar uma vida saudável na velhice




Nestes tempos difíceis em que vivemos, é preciso, acima de tudo, cultivarmos a alegria do convívio com familiares e amigos, e estarmos conectados ao mundo. Para quem chegou aos 60 anos, os desafios são ainda maiores: aceitar as limitações que a idade impõe e saber envelhecer. Para isso, é fundamental manter uma boa audição. Só assim é possível participar das conversas, curtir uma boa música e assistir a um programa na TV. A surdez é uma das mais cruéis dificuldades que afetam o dia a dia do idoso porque pode afastá-lo da vida em sociedade.

Com o passar do tempo, as células auditivas se degeneram devido ao desgaste natural do corpo. Mas não é só. Hábitos ruins que cultivamos ao longo da vida, como o contato frequente com sons altos e ambientes barulhentos, podem agravar o processo de perda auditiva, que é contínuo. Quanto mais essas células são perdidas, maior é a dificuldade auditiva. E pessoas que não escutam bem podem ter problemas de relacionamento, preferindo o isolamento, que pode levá-las à depressão e até à demência.

"Ainda percebemos uma forte resistência dos idosos em admitir a perda auditiva. Muitos relutam durante vários anos. Com isso, o convívio em família fica mais difícil. E entre casais, é um fardo pesado para o marido ou a esposa ter de conviver com alguém que finge simplesmente que a dificuldade de ouvir não existe. Por isso, é importante tentar convencer esses idosos a buscar tratamento. E para tal, o tratamento é a adaptação de aparelhos auditivos, que traz melhorias significativas na comunicação e na qualidade de vida", afirma a fonoaudióloga Rafaella Cardoso, especialista em Audiologia na Telex Soluções Auditivas.

O processo de perda auditiva é diferente em cada indivíduo. Depende de vários fatores, inclusive genéticos. No entanto, depois dos 65 anos, a perda auditiva, conhecida como presbiacusia, tende a ser mais severa. Por isso, o melhor é procurar um médico otorrinolaringologista aos primeiros sinais de dificuldade para ouvir.

"O uso diário do aparelho auditivo e o apoio da família são essenciais para que o idoso reduza a dependência e resgate a autoestima. Infelizmente, muitas vezes, quando se procura tratamento, o caso já ficou grave. A perda de audição é lenta e progressiva e, com o decorrer dos anos, se não for tratada, atinge um estágio mais avançado", explica a fonoaudióloga da Telex.

Cabe ao médico otorrinolaringologista examinar o paciente e ao fonoaudiólogo avaliar a audição e indicar qual tipo e modelo de aparelho auditivo é o mais indicado para cada caso.

"Cuidar da saúde auditiva é tão importante quanto cuidar do resto do corpo. E na área auditiva, a tecnologia cada vez mais avançada é uma grande aliada. Os modernos aparelhos auditivos digitais, bem pequenos, otimizam a audição, sem constrangimentos, e facilitam, inclusive, a interação com o mundo virtual, por meio de conexão sem fios com laptops, celulares e outros eletrônicos", conclui a especialista.

Sintomas que podem indicar os primeiros indícios de perda auditiva:

- Assistir à TV em volume mais alto do que as outras pessoas da casa, pedindo constantemente para aumentar o som;

- Não ouvir quando é chamado por uma pessoa que não está à sua frente ou que se encontra em outro cômodo;

- Comunicar-se com dificuldade quando está em grupo ou em uma reunião;

- Pedir com freqüência que as pessoas repitam o que disseram;

- Ouvir as pessoas falando como se elas estivessem sussurrando;

- Ficar embaraçado ao não entender o que outro diz pelo telefone;

- Dificuldade em comunicar-se em ambientes ruidosos, como no carro, no ônibus ou em uma festa;

- Fazer uso de leitura labial durante uma conversa;

- Família e amigos comentam que você não está ouvindo bem;

- Se concentrar muito para entender o que as pessoas falam.


Mais informações:

Assessoria de imprensa da Telex Soluções Auditivas

Ex-Libris Comunicação Integrada

Cristina Freitas (21) 99431-0001 - cristina@libris.com.br