quinta-feira, 30 de dezembro de 2021

Cemig divulga campanha de regularização de débitos com parcelamento sem juros, para clientes atendidos em baixa tensão

 


Condições extraordinárias possibilitam que consumidores fiquem em dia com a empresa, sem comprometer o orçamento familiar e a retomada de negócios, neste fim de ano 

  

A partir de hoje (13/12), a Cemig está oferecendo o parcelamento das contas de energia atrasadas em até 18 vezes para todos os clientes atendidos em baixa tensão (até 220 volts): residenciais, comerciais, da área de serviços e industriais de pequeno e médio porte. Caso estejam cadastrados para recebimento da conta por e-mail ou realizem este cadastro no momento da negociação, será possível dividir em até 12 parcelas sem juros no Cemig Atende (acesso pelo site www.cemig.com.br). Permanece disponível também a opção de parcelar em até 12 vezes sem juros no cartão de crédito, através do WhatsApp da empresa (31 3506-1160) ou do Cemig Atende. A campanha estará disponível, nestas condições especiais, até o dia 14/01 de 2022.

 

É importante ressaltar que o parcelamento sem juros está disponível para pagamento via cartão de crédito ou se for realizado o cadastro para recebimento da conta de luz por e-mail. Do contrário, o cliente conseguirá parcelar em até 18 vezes, porém com a cobrança de juros conforme o número de parcelas escolhido. 

  

Para as unidades inscritas no programa federal Tarifa Social de Energia Elétrica, os clientes podem aproveitar as condições ainda mais especiais para pagar em até 24 parcelas mensais, sem juros. 

 

As condições excepcionais, que estão sendo oferecidas, possibilitam a essas famílias ficar em dia com a Cemig, sem comprometer suas despesas com as festas, que, este ano, têm um significado especial depois de um longo período de afastamento social”, afirma o gerente de Arrecadação e Adimplência da Cemig, Wellington Cancian. 

   

Atenta também à necessidade de apoiar a recuperação dos negócios após a redução de muitas dessas atividades por causa da pandemia, a Cemig está oferecendo condições de parcelamento especiais, em até 12 vezes sem juros, a comerciantes, prestadores de serviços e pequenas e médias indústrias, desde que tenham a energia fornecida em baixa tensão, ou seja, até 220 volts. 

 

A campanha de regularização de débitos vai auxiliar especialmente aqueles clientes para os quais o fim de ano é uma época de grande movimentação, como restaurantes, bares e salões de beleza, devido ao momento de confraternização e à injeção do pagamento do décimo-terceiro salário na economia”, explica Cancian.  

 

Como fazer o parcelamento 

As opções de parcelamento estão disponíveis no Cemig Atende, que pode ser acessado no site da companhia (www.cemig.com.br), ou por meio de contato pelo WhatsApp (31 3506-1160), onde o cliente deve enviar um Oi” e digitar Parcelamento”. 

 

Pelo portal Cemig, basta realizar o login, selecionar a instalação que possui débito em aberto e, posteriormente, o serviço Segunda Via e Pagamento de Contas”. Em seguida, o cliente poderá verificar se existe a opção de seleção de débitos e a possibilidade de realizar o pagamento com a utilização de cartão de crédito. 

  

"Na hora de efetuar o pagamento, sugerimos a utilização preferencial dos canais bancários digitais. Além disso, recomendamos que as pessoas aproveitem a oportunidade e coloquem sua fatura no débito automático pelos próprios canais da Cemig. É rápido, fácil e seguro", comenta Wellington Cancian.  

  

O cliente pode realizar o cadastro para débito automático em seu banco de preferência, utilizando o código disponível na própria fatura. O procedimento é simples e precisa ser realizado uma única vez. Clientes dos bancos Santander, Itaú, Banco do Brasil, SICOOB, Bradesco, Mercantil e Nordeste podem realizar o cadastro diretamente nos canais de atendimento Cemig. 

  

Contudo, é importante que os interessados consultem as condições de parcelamento e deem preferência aos nossos canais digitais, onde as condições são mais facilitadas”, destaca Cancian. 

 

 

 

 


CBMM parabeniza Araxá pelos 156 anos. Veja o vídeo:

 


Confira o vídeo no linkhttps://youtu.be/DCTiY6aSmZs


Levantamento inédito avalia impacto da pandemia em pacientes com Acromegalia

 



Segundo pesquisa conduzida pelo Instituto Vidas Raras, além da falta de medicamentos, pacientes sofreram com o adiamento das cirurgias eletivas e atraso em consultas médicas

Com a crise sanitária, muitas doenças passaram a ser ainda mais negligenciadas, seja pelo medo do paciente em sair de casa, atrasos na distribuição gratuita de medicação, serviços públicos de saúde sobrecarregados, dificuldade de acesso a exames de diagnóstico e a consultas à distância, além do adiamento das cirurgias eletivas. O cenário não foi diferente para os pacientes com Acromegalia, doença rara causada por um tumor benigno da hipófise, glândula endócrina localizada na parte inferior do cérebro que leva à produção em excesso do hormônio do crescimento (GH). Esta disfunção leva ao crescimento exacerbado de mãos, pés, queixo, língua, orelhas e nariz, espaçamento entre os dentes e embrutecimento das feições. Os pacientes com acromegalia podem também apresentar dores articulares e outros problemas de saúde como diabetes, hipertensão e insuficiência cardíaca, capazes de reduzir sua qualidade e expectativa de vida.

Para avaliar a condição dos pacientes com Acromegalia, o Instituto Vidas Raras fez uma enquete com 100 voluntários em sua plataforma digital. Cerca de 51% dos pacientes confirmaram não ter acesso a consultas virtuais, e 29% ficaram sem o medicamento em algum momento da pandemia. Pelo menos, 33% também apontaram que estão com as consultas regulares atrasadas, e 52% tiveram piora no quadro da doença, sentindo com maior intensidade as consequências desta enfermidade, como dores pelo corpo, desequilíbrio, depressão e rigidez muscular. Ainda de acordo com 72% dos pacientes, a saúde emocional foi o que mais impactou, seguida pela saúde física, situação financeira e social.

Segundo a médica endocrinologista Nina Musolino, do Hospital das Clínicas da FMUSP, como toda doença crônica, o atraso no tratamento impacta na vida dos pacientes. "Além de dores articulares, a acromegalia está associada a quadros de diabetes e hipertensão arterial, comorbidades que devem ser controladas, acompanhadas por equipe médica com regularidade, pois são causas de aumento da mortalidade de modo geral e, em caso de infecção pós COVID-19 são fatores de risco para gravidade da doença", esclarece.

A Dra. Nina também ressalta que as cirurgias, sem emergência, para a acromegalia no início da pandemia foram totalmente canceladas. Elas voltaram a ocorrer em centros de referência, porém em número reduzido e com protocolos de segurança para evitar a contaminação pela Covid-19. Para os recém-diagnosticados a recomendação foi de postergar a cirurgia e fazer o tratamento clínico inicial, mesmo em pacientes onde a cirurgia poderia ser a primeira opção. O procedimento cirúrgico neste período só aconteceu excepcionalmente em casos emergências, quando o tumor leva à perda visual grave ou sangramento.

Por outro lado, a acromegalia que já é subdiagnosticada, teve um número ainda menor de diagnósticos durante a pandemia. A queda na procura por ajuda médica ou a dificuldade maior em conseguir atendimento, impacta ainda mais no diagnóstico da doença e muitos pacientes têm sofrido em silêncio. Por ser uma doença rara e com diagnóstico precoce dificultoso, principalmente pelos sintomas serem diversos e de desenvolvimento lento, o paciente pode demorar entre sete e dez anos para descobrir o que está acontecendo. Além da avaliação clínica, o exame de detecção desta doença consiste na dosagem do GH e IGF-1, hormônio produzido em excesso pelo organismo.

Além de cirurgias para a retirada do tumor no cérebro e radioterapia, existem medicamentos que podem ser indicados, como o agonista dopaminérgico que reduz o GH, prescrito para casos com pequena elevação do GH e IGF-1 e de eficiência mais baixa; os análogos da somastatina, que atuam de forma mais eficaz na redução da produção do GH e mesmo do tamanho do tumor; e o antagonista do GH que, por bloquear os receptores do hormônio do crescimento, reduzem sua ação no organismo.

Algumas dessas medicações são fornecidas pelo SUS (como o agonista da dopamina e os análogos da somatostatina de primeira geração). O controle da doença pelos diversos tratamentos isolados ou associados, permite a melhora dos sintomas e a redução da mortalidade.

Números da pesquisa do Instituto Vidas Raras:

• Para 72% dos pacientes, a saúde emocional foi o que mais impactou a vida deles, logo em seguida pela saúde física, situação financeira e social.

• 44% dos pacientes tiveram ansiedade e depressão, sendo que 23% desconfiam que estão com essas condições. Porém, apenas 18% procurou ajuda médica.

• 47% não tiveram problemas de falta de medicação, mas para 29% faltaram o remédio por um determinado momento.

• 91% dos pacientes utilizam o SUS, porém 56,1% teve problemas com documentação desatualizada devido a pandemia no momento de retirar sua medicação.

• 50% continuam frequentando regularmente os exames de rotina, porém 33% tem ido, mas com atrasos e 12% tiveram todas as suas consultas desmarcadas.

• 51% não têm como realizar teleconsultas com seus médicos.

• 93% dos pacientes não tiveram mudanças no seu tratamento devido a pandemia.

• 54% pretendem tomar a vacina para a Covid-19 e 40% já tomaram.

• 52% tiveram piora durante a pandemia, sendo dores, desequilíbrio, depressão e rigidez muscular os principais sintomas. 

Médica esclarece sobre 3 mitos para emagrecer

 


Doutora Bruna Manes fala sobre a importância de consultar um profissional de saúde e checar a veracidade das informações sobre alimentos na internet


Hoje em dia publicar sobre um assunto na internet e muitas pessoas terem acesso a essa informação é algo muito recorrente. Com isso, os usuários precisam estar cada vez mais atentos às fake news, principalmente quando pode colocar em risco a sua saúde ou a de seus familiares e amigos.

Durante o período de pandemia, houve o aumento no número de pessoas que resolveram praticar exercícios físicos e mudar a alimentação. Mas segundo a médica Bruna Manes esse assunto precisa ser acompanhado por um profissional da saúde e não pelo Google. “É preciso tomar cuidado com essas informações sobre alimentação, pois tem alguns que são mitos e além de não ajudar podem prejudicar a saúde”, orienta a doutora.

Mitos

1: Alimentos light e diet não são sempre saudáveis e há diferença entre eles. “O light tem uma redução de, no mínimo, 25% na quantidade de algum componente ou no teor de calorias, enquanto o diet é isento de açúcar", explica a Dra. Bruna Manes. Além disso, a indicação também é diferente, os light são indicados para emagrecimento e os diet podem ser recomendados para pessoas que têm diabetes.  

2: Não existem alimentos específicos para perda de peso, que quando consumido, resolva todas as necessidades de obtenção de nutrientes como carboidratos, vitaminas, proteínas e minerais. “O que existe é uma alimentação balanceada que um profissional irá estabelecer para a pessoa, e com isso ela irá alcançar os seus objetivos”, esclarece a médica.
 
3: Como qualquer comida, a japonesa pode engordar se for consumida em excesso, principalmente se considerarmos que há muitas frituras e molhos com alto teor de gordura. “O molho shoyu, por exemplo, apresenta um alto índice de sódio, substância que pode ser prejudicial à saúde e responsável pela retenção de líquido”, conclui.


Sobre Dra. Bruna Manes
Formada em medicina a exemplo do pai, a doutora Bruna Manes atua em duas clínicas - em Volta Redonda (RJ), cidade onde mora com o marido e outra no bairro Leblon, no Rio de Janeiro - nos dois espaços ela oferece tratamento para a obesidade, reposição hormonal de mulheres na menopausa e homens na andropausa, hipertrofia de pacientes que desejam o aumento de massa muscular, além de vários outros procedimentos com protocolos injetáveis, como reposição de vitaminas, hormônios, tratamento para doenças autoimunes, entre outros.

Low fodmap: Já ouviu falar? Seu intestino pode te agradecer por isso

 


Para quem sofre de problemas como flatulência e aqueles incômodos na região abdominal, a estratégia nutricional low fodmap pode ser uma grande ajuda, revela nutricionista Dani Borges.

 

Se existe algo que incomoda muito qualquer pessoa são aquelas dores na região abdominal. Para piorar, em algumas dessas crises a pessoa pode carregar junto um agravante que é a famosa flatulência. No entanto, tal situação pode ser contornada com mudanças em alguns hábitos, daí não é necessário se desesperar quando isso acontecer.  Uma das soluções mais eficazes para esta situação é a dieta low fodmap, revela a nutricionista Dani Borges: “Ela baseada numa estratégia nutricional voltada para a reprogramação intestinal. Além disso, ela melhora o funcionamento da microbiota entérica”.

 

Vale lembrar aqui que a sigla “low fodmap” quer dizer baixa quantidade de açúcar monossacarídeos / dissacarídeos, polióis, oligossacarídeos”, acrescenta Dani. Ela explica que os alimentos que possuem teor alto destes elementos podem não ser absorvidos de maneira adequada pelo intestino delgado, e aí que está o problema: “Ao invés de serem absorvidos pelo organismo, eles passam a fazer fermentação ali mesmo, pois quando as bactérias que já estão presentes no nosso corpo acessam a esses elementos, o usam para produzir energia. O resultado disso é a produção de gases, que levam a esse desconforto como conhecemos”.

 

Para reverter este quadro, Dani Borges recomenda reduzir ou retirar por pelo menos 60 dias os alimentos ricos em Fodmap. Alguns deles que fazem parte do dia a dia são: batata doce, brócolis, feijão, abacate, ervilha, grão de bico, maçã, melancia e pepino, por exemplo. Além destas comidas, a nutricionista também orienta a retirada de adoçantes e bebidas alcoólicas. “É importante lembrar que até algumas alergias respiratórias podem estar atreladas à sensibilidade da flora intestinal, então a melhora virá para outras partes do corpo também”, detalha. Somando-se a isso, ela observa que “os chás são excelentes meios para ajudar a lidar com isso. No caso, os recomendados são de gengibre, verde e melissa. Também o uso de probióticos é uma boa pedida nestes casos”, ressalta.

 

Mas atenção, todo cuidado é pouco, daí a importância de ter o suporte de um profissional que possa dar toda a orientação adequada, destaca Dani Borges: “Se você se identifica com sintomas como distensão abdominal, flatulência, má digestão, estomago estufado, por exemplo, procure um nutricionista para te ajudar a entender se você está com a sensibilidade à esses alimentos. Mas nada de iniciar a dieta sozinho, pois o protocolo low fodmap é uma estratégia de exclusão e, por isso, é mais restrita e não deve ser feita sem supervisão de uma pessoa adequada”, completa.

UNIARAXÁ INFORMA:

 

LINK UNIARAXÁ:  www.presencial.uniaraxa.edu.br 


Pandemia prejudicou a saúde mental de crianças e adolescente com a falta da rotina escolar

 


Pedagoga Georgya Correa acredita que a falta de limite complementar traz insegurança, ansiedade e angústias para as crianças e adolescentes.

 

É inegável que a pandemia impactou diretamente as vidas de todas as pessoas. Afinal, as medidas restritivas, aliadas ao distanciamento físico e o isolamento social, trouxeram novas formas de estar juntos às pessoas amadas, ao ritmo de trabalho e às necessidades diárias.

 

Mas um problema que se observa nessas horas é o quanto a educação de crianças e adolescentes estão sendo abaladas com tudo que a sociedade tem vivido neste período tão difícil. Longe de contato diário com professores, colegas e familiares, as crianças e jovens acabam se rendendo ao mundo dos computadores, e isso pode trazer sérios problemas para sua saúde mental.

 

Segundo a pedagoga com mestrado em educação e neuropsicopedagogia, Georgya Correa, “as escolas tinham um papel de algo certo na vida da criança. Afinal, a convivência com os mestres e amigos era algo tão comum e sólido que fica agora uma sensação de vazio muito grande quando isso é retirado de suas vidas”. Ela lembra ainda que durante a infância a criança precisa da participação conjunta da família e dos educadores para sua formação, e a pandemia afetou profundamente esta situação: “As crianças ainda não possuem autonomia para aprender os conceitos morais e as necessidades da vida, daí essa parceria entre a escola e os pais vem exatamente para atender isso. Só que neste momento as escolas fechadas e os pais perdidos com a pandemia, os pequenos acabam ficando sem essas referências, e assim podem colocar em risco sua saúde mental”, observa.

 

Depois de tanto tempo de pandemia, crianças e adolescentes acabaram se acostumando com a rotina em casa. E agora voltar à rotina não é tão fácil como parece, observa Georgya. Independentemente da idade, o fato é que os alunos nesse momento estão apresentando essas angústias e dificuldades, ainda que cada um à sua maneira específica de acordo com a faixa etária. “As crianças, por exemplo, já se acostumaram a estar em casa e a ficar com os pais. Ela não tem essa facilidade de se organizar para retomar ao normal. Já o adolescente passou todo este período recluso, dedicando boa parte do tempo à diversão no meio online ou nos videogames, então para ele entrar novamente na rotina não é uma tarefa fácil. Ele ficou durante todo este período usando a liberdade para atender suas responsabilidades diárias, sem a mesma disciplina de horários como era antigamente. Elas acabam desenvolvendo essas crises ao chegar a este momento em que é hora de retomar a vida como era antes da pandemia”, completa.


Para evitar que as crianças e adolescentes caiam nessa situação tão preocupante, Georgya lista algumas dicas: “Suporte ao seu filho nesse processo de retomada. Se necessário, crie um passo a passo da rotina, pois ele precisa se sentir seguro. No caso da escola, uma boa ideia é ter um mentor para refazer a ponte entre estudante e o ambiente acadêmico. Além disso, deixe as regras e rotinas claras com apoio para cruzar as linhas imaginárias que impedem a passagem de uma ação ou ambiente ao outro faz com que o/a estudante se sinta mais confiante”, completa.