O médico Michael Ison, especialista em doenças infecciosas e transplantes de órgãos da rede Northwestern Medicine, observa que as regras atuais no país permitem o uso de doadores que tiveram covid-19, desde que já tenham se recuperado e tenha resultado negativo nos testes.

"Mas (apesar disso), no momento, muitos centros de transplante estão preocupados com os riscos de transmissão da covid-19 de doadores, particularmente em transplantes de pulmões, e estão descartando esses órgãos desnecessariamente", afirma Ison.

Segundo ele, o sucesso da cirurgia mostra que, com os cuidados necessários, é seguro usar os órgãos de doadores que tiveram casos de covid-19 leves ou moderados e já se recuperaram completamente. Fonte: Época