Com o
objetivo de modernizar ainda mais o sistema elétrico de Minas Gerais, a Cemig
está investindo, somente neste ano, cerca de R$ 173 milhões na instalação de
7.445 religadores na sua área de concessão. Esses equipamentos trazem um grande
benefício para a continuidade do fornecimento de energia, pois recompõem o
sistema elétrico automaticamente, no menor tempo possível, em caso de
interrupções por defeitos transitórios.
A Cemig
possui a maior rede de distribuição de energia elétrica da América do Sul, com
mais de cerca de 540 mil quilômetros de linhas e redes. Os religadores são
instalados nas redes elétricas urbanas e rurais. Somente no Triângulo
Mineiro e Alto Paranaíba, a companhia vai adicionar 1.157 novos equipamentos à
rede de distribuição.
“Nas cidades, a instalação dos equipamentos busca atender áreas
com grande concentração populacional e de manutenção da vida, como hospitais
por exemplo, e assim garantir a continuidade do abastecimento para o maior
número de clientes em caso de uma oscilação transitória na rede elétrica. Em
áreas rurais, em que os circuitos são longos e atendem a clientes muitas vezes
dispersos, a instalação de religadores agiliza o restabelecimento a essas
unidades, evitando que os defeitos afetem circuitos maiores”, afirma Gleiston
Bianch Andrade, gerente de Gestão de Ativos da Distribuição.
Caso haja um problema na rede elétrica de distribuição, como
sobrecarga por curto circuito, os religadores automáticos realizam ciclos
de aberturas e fechamentos do sistema elétrico. Visto que a maioria
dos falhas de alimentação é passageira e é provocada por ventanias, raios ou
materiais externos em contato com a rede elétrica, esses equipamentos
solucionam, na maioria das vezes, de forma rápida essas ocorrências
temporárias, além de isolar os trechos com defeitos, em casos mais complexos.

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